Search the Community

Showing results for tags 'Doce'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • REGRAS DO FÓRUM AQUARIOFILIA.NET
    • LER ANTES DE COLOCAR QUALQUER MENSAGEM
  • ÁGUA DOCE
    • PRIMEIROS PASSOS
    • AQUÁRIOS
    • DOENÇAS E PRAGAS
    • INVERTEBRADOS
    • LAGOS, CARPAS E PEIXES DE ÁGUA FRIA
    • PEIXES
    • PLANTAS
  • EQUIPAMENTOS
    • AQUÁRIOS E FISHROOMS
    • CO2
    • DIY (Faça Você Mesmo)
    • ESTRUTURAS E MOBILIÁRIO
    • FILTRAGEM E CIRCULAÇÃO
    • ILUMINAÇÃO
    • MATERIAL DECORATIVO
    • OUTROS EQUIPAMENTOS
    • TEMPERATURA
    • TESTES E PARÂMETROS DA ÁGUA
    • TÓPICOS A MOVER (área temporária)
    • TPA E LIMPEZA
  • ÁGUA SALGADA
  • CONVIDADOS / PARCERIAS
  • COMUNIDADE
  • CLASSIFICADOS
  • MARCAS, REPRESENTANTES E DISTRIBUIDORES
  • PATROCINADORES
  • FEEDBACK DE LOJAS

Categories

  • Artigos
  • Bulas de Medicamentos
  • Campanhas em Divulgação
  • Livros
  • Manuais Equipamentos técnicos
  • Posters
  • Programas
  • Receitas

Product Groups

  • Donativos ao fórum
  • T-Shirts
  • Canecas
  • Patrocínios
  • Eventos

Marker Groups

  • Membros
  • Aquários Públicos
  • Carregamento de Botijas de Co2
  • Lojas de Aquariofilia
  • Vidraceiras

Categories

  • Água Doce
  • Água Salgada
  • Água Doce e Salgada

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


AIM


MSN


Website URL


ICQ


Yahoo


Jabber


Skype


Mail


Localização


Feedback

Found 156 results

  1. Olá a todos! Tenho vindo a investigar dados sobre filtros externos e ainda não tomei uma decisão para o meu primeiro aquário a sério: Eheim ou JBL. Vi, no site da JBL, um estudo curioso feito pela própria JBL (ler, por isso, com um grão de sal...) sobre o desempenho dos seus filtros da série "greenline" face aos "normais". Não deve ser muito conhecido, pois está em alemão. Tirei alguns screenshots do PDF para partilhar convosco alguns dados interessantes. Resumindo, a JBL argumenta e prova que a série greenline não tem um desempenho substancialmente inferior por ser "green" e gastar menos. Mas não foi isso que chamou a minha atenção, mas sim o facto de o caudal anunciado na descrição do produto ser, na prática, metade! Comparativo da Greenline. Prestação do filtro após 22 meses a funcionar. A azul - 22 meses sem ser limpo A vermelho - após troca da cabeça da bomba Outro: Prestação do filtro após limpeza de tubagem e "rotor". Azul - após limpeza da tubagem e rotor Vermelho - após troca da cabeça da bomba Verde - Funcionamento em vazio sem material filtrante Prestação da bomba l/h: A vermelho - Dia 42 (até aqui sem limpeza) A verde - Dia 42 (depois da limpeza)
  2. Boas a todos Abri este tópico para dar a conhecer este equipamento e ao mesmo tempo pedir a quem tenha ou tenha tido contacto com o mesmo a opinião. Neste momento estou a iniciar um projecto a médio prazo para o qual já encomendei algum material e tenho feito muita pesquisa e hoje encontrei isto: Ultimamente tenho visto algumas pessoas com bons projectos em arduino mas não acho que seja para qualquer pessoa (pessoalmente até me dou bem com eletrônica e informática e acho a programação difícil). Por isso quando vi isto e depois de ver alguns vídeos achei útil para quem quiser simular o nascer e o pôr do sol e por um valor até muito acessível 26 euros no eBay. Cumps
  3. Algumas partes retiradas de: www.reefforum.net/f8/extintor-de-co2-16607/ e agradeço muitos conselhos que recebi. Quero deixar um agradecimento especial ao r_simoes que fez o favor de me "abrir os olhos" O CO2 de botija é uma dor de cabeça, para arranjar a um preço razoável. Há crise mas parece que quando queremos uma coisa mais especial, ninguém quer vender, após o envio de vários email e outros tantos contactos pessoais cá vai: CO2 é CO2 seja em extintores de incêndio, garrafas de imperial, ou botijas de paintball. Já sei que existem graus de pureza (importantes talvez para laboratórios não para o aquário). Se alguem perguntar digam que é para o aqua... Não se vendem extintores novos de 0.5 ou 1 kg em Portugal os de 2 Kg são habitualmente altos, a maioria não se segura em pé porque tem o fundo redondo e encomendar fora do pais não compensa o que acontece aliás com todas as garrafas devido ao custo dos portes. As garrafas de imperial são habitualmente de grande dimensão e preço. Quem tem bom preço no kit de aquáriofilia não vende só a garrafa. As garrafas de paint ball de 20oz têm de ser compradas com valvula on/off o conjunto fica em 37€euros€(com portes) vêm vazias logo acresce a deslocação e o custo de enchimento na loja de extintores... Conclusão: A melhor opção é o extintor CO2 cheio fundo plano e altura 50cm de 2 kg 32€euros + 15 de portes Garrafas de CO2 não se podem deitar, o CO2 permanece no estado líquido dentro das garrafas, o gás passa ao estado líquido por volta dos 50Bar, quando abrimos a garrafa devido ao abaixamento de pressão este vaporiza e passa ao estado gasoso, isto se a garrafa se mantiver na posição vertical, se a deitarmos ou virarmos ao contrário, o que vai sai é CO2 no estado liquido, que depressa se transforna em neve carbónica, a neve carbónica atinge os -72º, o que pode provocar queimaduras de primeiro grau. Os manómetros de que falamos para este tipo de equipamentos, são os vulgarmente chamados mano-redutores conjunto de manómetros e redutor de pressão, uma torneira ou valvula on/off NÃO É um REDUTOR DE PRESSÃO nem que eu saiba existem redutores de pressão sem manómetro (para quem acha que o manómetro não serve para nada, o importante é o redutor). Na maioria dos casos temos dois manómetros (um mede a pressão da garrafa e o segundo a pressão do gás depois do redutor) e um redutor de pressão, como o gás saí da garrafa a 50 Bar, e esta pressão é estremamente elevada para que o possamos utilizar, há necessidade de reduzir a pressão para valores aceitaveis, entre os 2 bar e os 100mbar, e isso consegue-se atraves da válvula do redutor. A válvula de agulha,é um instrumento de precisão que permite regular o número de bolhas de CO2. Conclusão: Regulador com 1 manómetro e valvula de agulha 19 euros (com portes) A ligação: a) Para quem tem pressa No caso do extintor não vir adaptado, basta desenroscar o cone de saida em plástico e enrroscar o mano-redutor (com a torneira fechada), na pistola do extintor é necessário colocar uma bracadeira plástica para o CO2 circular. b) Como deve de ser A garrafa tem estar completamente descarregada, e esta operação é feita na loja de extintores, a válvula de descarga rápida que os extintores trazem tem de ser removida e substituida por uma válvula de volante. A válvula de volante que for colocada tem uma rosca que dá para enroscar o mano-redutor. Presumo que fica com uma torneira para abrir e fechar (no meu caso ficou) até porque é necessário abrir e fechar a garrafa quando for a carregar (e temos de retirar o mano-redutor). Cada vez que a garrafa for carregada é necessário colocar uma anilha NOVA de nylon ou outra (ver foto) entre o mano-redutor e a rosca do extintor, o teflon não é indicado como vedante uma vez que se desfaz com as temperaturas atingidas e pode inclusivamente danificar o mano-redutores! Para libertar o CO2 dentro do aqua precisamos de um difusor de vidro (feito à mão) 2cm de diametro por 2.7cm de altura têm uma "porcelana porosa" no interior que garante 95% da difusão do co2 = saiem umas bolhinhas microscópicas traz ventosa, o conjunto vem com 2 m de tubo CO2 (é mais rigido que o normal - vão divertir-se a tentar por o difusor no sitiu) e valvula anti retorno. 7.30€euros Podem contar as bolhas no próprio difusor. Se tiver com 1 bolha por segundo pode permanecer sempre ligado! De qualquer modo é sempre bom veriicar o PH de tempos a tempos. A versão "polen" (mais baixo) é o mesmo preço. Preço total sistema 2kg = 74€ euros Duração para 120l de água 8 meses a avaliar pelos relatos que tenho visto.
  4. Boas pessoal Aqui vai a reedição da minha anterior calha. A calha era boa mas desta vez queria algo que se regulasse em altura para as manutenções e a montagem do hardscape, e não queria nada agarrado aos vidros. Retirei todas as fitas da calha antiga e reservei. Comprei uma chapa de alumínio lacado cinza escuro com 88x25cm e tinha por aqui umas cantoneiras de alumínio anodizado que fixei em baixo por meio de rebites à chapa. Coisa simples e sem grande margem de erro. Feito isto soldei todas as fitas de novo e isolei as pontas com mangueira termo-plástica. Tive o cuidado de soldar um fio de alimentação em cada ponta da fita, assim não perde intensidade ao longo dos 4.60m de fita SMD 5730. Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr Fui experimentando à medida que ia soldando para ver se não tinha feito cócó. Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr No fim da solda colei fita dupla face para segurar as fitas, visto que estas já tinham perdido a cola original: Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr Liguei uma última vez... Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr A seguir foi tratar dos apoios. Não queria uma calha suspensa ao tecto para não estar com furos e nunca me agradou ver os fios pendurados, então tinha por aqui uns bocados de tubo de 10mm e uns varões de 8mm onde o tubo iria correr por fora. Preferi fazer assim porque com o sobe e desce é normal haver um descascamento de tinta, então assim o que descascar é o que estiver por dentro. Tirei umas medidas e dobrei os tubos, tendo o cuidado de os deixar iguais. Tirei as medidas para que os tubos seguissem ao longo do vidro lateral para nunca se verem em fotos frontais. Soldei os varões de 8 numa base para poder aparafusar ao móvel, e pronto. Eis o resultado: Calha na posição mais baixa: Sem título by Gonçalo Silva, no Flickr 1 by Gonçalo Silva, no Flickr 3 by Gonçalo Silva, no Flickr Calha na posição mais alta: 4 by Gonçalo Silva, no Flickr Depois foi altura de experimentar com fauna. De notar que a fauna não se queixou da intensidade de luz: 2 by Gonçalo Silva, no Flickr Feito. Quanto a valores, a fita custou na altura 30/35€ (não me recordo com precisão), a chapa de alumínio foi 7€ (acho que fui roubado!), as cantoneiras de alumínio anodizado tinha-as aqui mas custam à volta de 5€/m no AKI, e o resto foi tudo material que tinha por cá por isso não posso quantificar. Abraço a todos.
  5. boas tenho um aquario de 120 litros. e quero colocar 3 Projector led 20w ou 2 Projector led 30w os de 20w sao branco frio 1500lumens 6500k Os de 30w sao amarelo quente com cerca de 3000lumens. 2500 a 3500 kelvins qual seria melhor?
  6. Olá a todos. Tenho uma estufa, construida por mim, com 6x6m. Nela construí alguns tanques onde possuo algumas espécies interessantes. Mas criarei outro tópico com as espécies que mantenho. Estou, neste momento, a aumentar a estufa, já com experiencia adquirida, e ficará com cerca de 14x6m. A armação em ferro já está feita. Tudo bem soldadinho para não voar. Estou agora a construir os tanques em alvernaria. Vejam lá a trabalheira Conforme a coisa fôr evoluindo vou mostrando com novas fotos. No próximo fim-de-semana, se o tempo se mantiver assim, vou acabar a impermeabilização. Abraços a todos.
  7. Boa tarde, Sou novo neste mundo e venho com este tópico pedir ajuda na compra de um aquário(agua doce) + móvel. Gostei bastante do Aquatlantis STYLE LED 80. Mas além de não o conseguir encontrar em loja alguma, já li que depois irei precisar de lâmpadas mais potentes e terei de substituir a calha o que fica caro, alem de ter de substituir a biobox. Desde já obrigado pela ajuda
  8. Eu ando a usar o JBL Denitrol, mas enquanto estava a colocar a dose ao 3ºdia, o meu primo pequeno entornou o frasco quase todo no meio do chão. Comprei um filtro da sera e veio com um acelerador da marca deles, posso usar? Ou seja, misturar os dois? Outra Questão: Hoje é o 4º dia e não reparo em grandes diferenças, é normal? Não é suposto acontecer como já li por ai em que a água passa por muitas mudanças visíveis durante o ciclo?
  9. Boas. Depois de várias aventuras aquariófilas, com anos de intervalo entre si, tenho lido muito nos últimos meses e aprendido muito com aquariofilistas mais sábios e experientes do que eu. Este e outros fóruns têm sido fonte essencial de informação que me tem ajudado a desfrutar mais do hobby e a dar mais qualidade de vida às barbataninhas. Desde o tempo em que tive o meu primeiro aquário, nos idos de 1993, muita coisa mudou para melhor, há muita informação dantes indisponível. Espero não massacrar ninguém com tão longo relambório mas tenho gostado muito de fazer a ciclagem desta forma, que me parece segura para os peixes e interessante. As precauções na manipulação do amoníaco são semelhantes às que têm que se ter quando se manuseia lixívia e outras substâncias cáusticas. O frasco tem rolha de segurança à prova de criaturinhas pequenas de duas pernas (tenho uma cá em casa) e deve ser mantido fora do seu alcance. Até aqui sempre ciclei os meus aquários com paciência e comida para peixes. Ao fim de algumas quatro semanas começava a introduzir alguns peixes, normalmente comprados para o efeito, e que ultimamente eram depois devolvidos à loja porque eram espécies consideradas resistentes (mollys, guppies) mas que não pretendia manter. O problema era que para além de poder causar dano aos pobres peixes que íam adiante, ficava sempre na incerteza se a quantidade de amónia produzida pela decomposição da comida que introduzia era suficiente para produzir um biofiltro tão robusto como o que queria para discos e ramirezis. E mesmo tendo testado os parâmetros amónia, nitritos e nitratos, ainda apanhei uns belos sustos e causei incómodos às barbatanas habitantes desses aquários. Sendo os peixes mais ou menos sensíveis, os danos causados pela amónia devem ser sentidos igualmente por todos, mesmo que não morram, penso. E foi assim que cheguei à ciclagem com amónia e li e li e li.Já tinha o aquário montado, com substrato fértil Aqua basis e areia de sílica, troncos de videira, echinodorus com fartura, dois termostatos para conseguir uns 28ºC. O filtro é um Fluval Fx6 no qual pus as matérias filtrantes de um eheim pro2224 que tinha num aquário de 220l. Colonizar o filtro poupou-me muito tempo. Todavia, atendendo à diferença de volume entre aquários, não bastava transferir as matérias filtrantes para ter ciclagem "imediata". Comecei por tentar a ciclagem com comida dos meus discos mas passadas 24 horas a amónia estava a 0,2 mg/l, o que me pareceu ser insuficiente para fazer crescer, multiplicar e engordar as bactérias que deveriam produzir nitritos em quantidade suficiente para fazer crescer e multiplicar as bactérias que transformam os nitritos em nitratos. Assim, ainda ponderei colocar uns peixinhos sacrificiais para produzirem amónia. Mas havia problemas; o problema ético de andar a fazer sofrer peixotos e vários problemas práticos: quantos kgs de guppies teria que pôr para equivalerem a seis discos porcalhotos, dois ancistrus e cinco corydoras? e como seria depois ter de capturar esses guppies no final do ciclo em 2 metros de aquário? e o que fazer depois com esses guppies? e como ter a certeza de que não ía infestar o aquário com vírus, parasitas e bactérias que fariam adoecer os meus meninos? E assim lá fui à drogaria comprar com 1,10€ uma garrafa de 500 mL de amoníaco a 25%, sem aditivos. Mais barato que guppies. Usei uma calculadora como esta para calcular quanta amónia teria de adicionar: http://www.physiologyweb.com/calculators/dilution_calculator_ppb_ppm_ppt_pph.html Medi amónia inicial 0,2 mg/L, medi nitritos (0 mg/dl), abri o frasco do amoníaco bem longe do nariz e olhos e medi 6 mL que juntei à água do aquário para conseguir 2,5 ppm de amónia. Há sites que falam de 5 ppm (mas fica muito perto do limiar tóxico para as bactérias nitrificantes), há sites que aconselham de 2 a 3 ppm e foi para aí que apontei. Fica aqui o registo, agora que já vou com dez dias de ciclo; não meço sempre os nitratos porque sou preguiçosa e nem sempre acho necessário; as plantas ajudam-me a que não subam demasiado e como farei uma TPA grande antes de juntar os peixes, o que me interessava era detectar o seu aparecimento. Os testes de nitritos e nitratos são da aquili; o teste de amónia é nutrafin. O plano é 1. Ir adicionando amónia à medida que esta é oxidada em nitrito para que as bactérias oxidantes da amónia se mantenham vivas e gordas; faço variar a quantidade em função do tempo que passou desde a última adição de amónia e dos níveis de nitritos, que não quero fazer disparar 2. Esperar que a colónia que oxida nitrito em nitrato prolifere, numa segunda fase, em geral mais lenta. 3. Não deixar pH descer dos 6,5 e não subir acima de 8. Se isso acontecer, farei TPA 4. Não permitir que amónia e nitritos ultrapassem as 5 ppm, níveis tóxicos para as colónias bacterianas. Se acontecer: TPA. 5. Quando 2,5 ppm de amónia passarem a 0 amónia e 0 nitritos em 24h, o aquário estará ciclado. É fazer TPA para baixar os nitratos e colocar os peixes (penso colocar apenas metade nos primeiros dias e ir vigiando os valores). Como semeei o filtro, espero ter o ciclo completado antes de 4 semanas mas o processo seria o mesmo sem colónias iniciais, apenas mais lento. Dia 1 após juntar 6 ml de amónia pH 6,9 amónia 2,5 mg/l nitritos 0 mg/L nitratos nd Dia 2 amónia aproximadamente 2 mg/L nitritos 0 Dia 4 amónia 0 nitritos 0,5 mg/L fiquei feliz, havia-se iniciado a conversão de amónia em nitritos; adicionei 2,5 mL de solução de amónia Dia 5 amónia 0 nitritos 0,5mg/L mas com cor mais intensa adicionei mais 2 mL de amónia Nesta altura era claro que a primeira parte do ciclo estava lançada mas agora faltava que os nitritos começassem a ser transformados em nitratos Dia 6 amónia 0 nitritos 0,5 mg/L mas menos corado, pelo decidi começar a medir nitratos, que estavam a 25 mg/L pH 6,84 Dia 7 amónia 0 nitritos 0,05 mg/L nitratos 25 mg/L Juntei 5,5 mL de solução de amónia; a ideia é que se o biofiltro for capaz de transformar em 24h estas 2,5 ppm de amónia em 0 de amónia e 0 nitritos,apenas nitratos, o aquário está ciclado e após uma TPA eu posso colocar os meus peixinhos Dia 8 amónia 0 nitritos 0,2 mg/L, o que me diz que a colónia de bactérias que oxidam o nitrito em nitrato ainda não é tão forte e numerosa como quero, o aquário ainda não está bem ciclado; junto alguma comida em flocos para peixes porque nem só de amónia e nitritos vivem as bactérias continuo a vigiar o pH que pode descer bruscamente; abaixo de pH 6, as bactérias que transformam a amónia em nitrito começam a sofrer Dia 9 amónia 0 nitritos 0,2 mg/L junto 5,5 mL de solução de amónia Dia 10 amónia 0 nitrito 0,1 mg/L nitratos 25 mg/L pH 6,82 acho que o ciclo está quase completo; junto 3 mL de amónia; se no dia 11 do ciclo tiver nitritos e amónia a 0 mg/L, tentarei adicionar 5,5 mL de solução de amónia e verificar se os valores retornam a zero em 24h
  10. Boa tarde, Pretendo adquirir um aquário novo com medidas de 120cm e tenho andado a pedir alguns orçamentos no entanto os valores variam bastante. Tenho preços dos 70€ aos 180€ para as mesmas medidas. Nas versões mais baratas não é especificado o tipo de vidro usado pelo que suponho ser do "normal" enquanto que as versões consideradas extra claro já sobe bastante de preço. A minha questão é em primeiro lugar faz assim tanta diferença no valor monetário o tipo de vidro ?? ao ponto de o mesmo tamanho custar mais do dobro. E em termos de cor / visualização do aquário faz assim tanta diferença para que justifique o investimento. Encontrei um tópico aqui no forum sobre este assunto mas já tinha muitos anos e acabavam por não tirar conclusões se compensava ou não. Mas o que mais me assusta será a qualidade do material será toda igual, todas as casas comercializam produtos de aquariofilia e tem nome no mercado pelo que alguns se intitulam como Low Cost. Gostaria de saber a vossa opinião em especial de quem já viu estes dois modelos ao vivo. cumprimentos.
  11. Bom dia a todos. Recuperei um artigo que escrevi em 2001 sobre a construção do meu aquário de 1.200 litros. Espero que contribua para o desenvolvimento do hobie e se tiverem duvidas é só colocar. A epopeia da construção do meu aquário de 1200 litros No ano passado resolvemos mudar de casa. Como a nova casa precisava de obras aproveitei para arranjar um sitio para construir um aquário novo para os meus ciclideos americanos, pois como sabem, são uns animais muito bonitos mas que precisam de aquários grandes devido ao tamanho que atingem. Depois de muito pensar arranjei o local ideal para a construção do mesmo. Como a casa tem dois pisos resolvi colocá-lo na divisão entre a escada e o piso inferior. O filtro ficaria por baixo da escada. Portanto sitio já tinha arranjado. Agora viria a parte mais complicada. Que tamanho deveria ter? Depois de muito medir cheguei à conclusão que as dimensões máximas de que poderia dispor seriam 180 cm de comprimento, 60 cm de largura e 100 cm de altura. Depois de muito investigar cheguei à conclusão que as dimensões eram boas, salvo na largura que deveria ser maior. Claro que tive que batalhar com a minha mulher (pois elas é que mandam) e consegui que me concedesse mais 10 cm na largura. Portanto cheguei às dimensões 180x70x100. Eu sabia que não era o ideal mas mesmo assim resolvi ir para a frente com o projecto. A questão que se pôs de seguida foi a de mandar fazer o aquário em vidro ou construi-lo em alvenaria (tijolo e cimento)? Depois de pedir alguns orçamentos desisti rapidamente da primeira opção pois os custos eram incomportáveis. Bom, tive que contentar-me com a alvenaria que viria a revelar-se uma boa escolha pois pretendo ficar na casa alguns anos. Portanto estava resolvido, faria um aquário com cerca de 1200 litros em alvenaria e o filtro ficaria escondido debaixo da escada. Compraria apenas dois vidros, pois queria ver o aquário de ambos os lados e o resto seria em cimento. O próximo passo era calcular a espessura do vidro e o tipo de canalização a utilizar. Quanto à espessura cheguei à conclusão que o ideal seriam 15 mm. Para não ter nenhuma surpresa optei pelos 19 mm. Assim estou mais sossegado. Quanto à canalização para um “monstro deste tamanho”, e visto que o filtro ficaria por baixo do aquário, optei por uma saída do aquário para o filtro com tubo de PVC de 50 mm de diâmetro, e duas entradas para o aquário com 25 mm de diâmetro também em PVC. Quanto ao filtro seria um aquário de 200 litros de que dispunha. Mais tarde cheguei à conclusão que seria melhor fazer o filtro também em alvenaria e assim foi. Ficou com 120x40x60 cm. De seguida encomendei os dois vidros. Tinham 180x100x1,9 cm cada. Mandei fazer um caixilho em ferro onde colei os vidros com silicone para aquário. Estes caixilhos seriam cravados no cimento. O próximo passo era a impermeabilização do cimento, pois não poderia haver nenhuma fuga. Após muito pesquisar, falei com um amigo professor de trabalhos manuais que também é aquariofilista. Chegámos à conclusão que o melhor seria utilizar fibra de vidro para isolar as paredes de cimento e que também serviria como isolamento térmico. Haveria outras hipóteses como um cimento que é utilizado em tanques de água potável e que é um isolante ao liquido, usar liner que se utiliza nas piscinas e nos lagos, usar borracha derretida, etc… Bom, mas decidimos avançar com a fibra de vidro pois sabíamos que com ela poderíamos aprender novos truques e novas utilidades para os nossos aquários. Após colocarmos o primeiro caixilho com o vidro, comprámos tela, resina e secante e pusemos mãos à obra. Primeiro passámos uma camada de resina no cimento e depois colocámos a tela. Voltámos a passar resina e esperámos 48 horas. Depois de seco ficou realmente isolado. É um material incrível!!! Muito resistente e impermeável. Muito cuidado pois é tóxico e tem que ser usado segundo regras muito especificas. Informem-se muito bem antes de utilizar. Depois de várias camadas ficou como se fosse pedra. Foi nesta altura que resolvemos fazer o filtro em alvenaria e isolá-lo do mesmo modo. Após várias camadas de resina e tela comprámos “top coat” que é uma resina mais espessa e ideal para acabamentos e que pode levar um pigmento de uma qualquer cor. Depois de seca fica lisa. Ponto de situação: tínhamos o aquário com um vidro posto e todo bem isolado. O filtro também estava isolado e a canalização colocada por dentro das paredes. Teríamos agora que colocar o segundo vidro e entrar para dentro do aquário para realizar os últimos isolamentos. Assim fizemos. O caixilho com o vidro foi cravado na parede (podem imaginar o peso que é um aro em ferro com um vidro de 180x100 cm com 19 mm de espessura. Fomos 5 pessoas para o colocar no sitio). Depois foi saltar lá para dentro e isolar o resto. Ficou perfeito. Quanto à canalização ainda coloquei um tubo ligado directamente do fundo do aquário ao esgoto. Isto para fazer mudanças de água sem grande trabalho e para permitir a limpeza do areão. Como funciona? Pois bem, no fundo do aquário coloquei uma grelha em plástico rijo, assente em tubos de PVC com 50 mm de diâmetro, para não tocar no fundo e haver circulação de água. Por cima leva o areão, que no meu caso são xistos, mas mais pequenos. Quando necessito limpar o fundo é só abrir a torneira que liga ao esgoto e a pressão da água ao passar pelo areão faz a limpeza. Assim a manutenção do aquário fica muito mais facilitada pois é só abrir duas torneiras, uma para tirar água e outra para encher o “monstro”. Para a filtragem, um amigo que constrói piscinas ofereceu-me uma bomba que faz 13.000 litros por hora que liguei a uma torneira através da qual posso regular o caudal que desejo. A água vem para o filtro por queda (tal como o sistema utilizado nas piscinas). Esta água passa por um filtro seco húmido feito por mim. Comprei um cesto para a roupa suja em plástico que enchi com 70 litros de “bio-balls” oferecidas. Temos que improvisar para pouparmos algum dinheiro. Quanto à decoração, utilizei grandes pedras de xisto coladas com silicone e revestidas a resina para não descolarem com o tempo. Claro que quando quero apanhar algum peixe é uma aventura pois tem tanto por onde se esconder. Passado um ano e dois meses, o aquário está pronto, a funcionar e já tem os seus primeiros felizardos habitantes. Após esta epopeia que foi construir o “monstro”, incentivo qualquer um a fazer o mesmo pois é uma experiência única, e quando a obra está terminada é um orgulho vermos os nossos peixes a movimentarem-se à vontade, para não falar na cara dos nos nossos amigos ao verem o que fizemos. Se pretender fazer algo do género informe-se muito bem primeiro e se precisar de algum tipo de ajuda pode contactar comigo. Alberto Pina Gil Bem, este artigo foi escrito em 2001. Após relê-lo continuo com a sensação que foi entem que fiz isto. É impressionante como o tempo passa. O aquário continua a funcionar na perfeição. É o que menos trabalho me dá. Foi uma experiência fantástica e voltaria a fazer tudo igual. Não tenho fotos da altura da construção mas logo coloco umas do resultado final. Abraços
  12. Olá, Quando enchem o aquário pela primeira vez (ainda só com plantas), usam água directamente da torneira e sem qualquer tratamento ou usam algum condicionador? Obrigado
  13. O que é Filtração? Uma operação de filtração consiste essencialmente em fazer passar um fluido (líquido ou gás), por um dispositivo (filtro) formado por uma ou mais camadas de materiais diversos, conhecidos conjuntamente como o “meio filtrante”. Essa operação visa obter como produto, o fluido introduzido em estado de maior “pureza”, ou seja mais livre de eventuais agentes “poluentes” (físicos, químicos e biológicos). Este artigo trata da filtração da água para um aquário, levando em consideração as características e necessidades essenciais desta atividade. Porém, algumas considerações gerais a respeito de filtros utilizados para outras finalidades serão discutidas discutidas no texto. Por que Filtrar? Em um ecossistema semi-aberto como um aquário, onde são constantemente introduzidas porções de matéria orgânica (alimentos, plantas, peixes, microorganismos, etc.), o consumo dos alimentos e nutrientes por parte dos seres vivos gera uma “carga” de dejetos poluidores que tendem a se acumular ao longo do tempo, causando um desequilíbrio orgânico, físico e químico no meio. Ou seja, a água do aquário é gradativamente poluída por seus próprios ocupantes, tendendo a ficar turva, carregada de substâncias químicas nocivas (nitritos, nitratos, amônia, fosfatos...), povoada com algas indesejáveis, com o pH alterado, etc. Para contrabalançarmos esses efeitos precisamos intervir para eliminar os detritos e compostos indesejáveis acumulados da melhor maneira possível. Para essa tarefa, um dos melhores recursos com que o aquarista pode contar é o filtro. Para saber como são formados alguns dos mais importantes compostos nocivos, conheça detalhes do Ciclo do Nitrogênio neste artigo do site. Tipos de Filtração Relacionamos e discutimos a seguir as diversas maneiras pelas quais as operações de filtração realizam a tarefa de purificar a água. Filtração por Gravidade Pouco utilizado em aquarismo, consiste em introduzir o líquido pela parte superior do recipiente filtrante e deixá-lo escoar através das camadas filtrantes por ação da gravidade. Bastante econômico operacionalmente, é um filtro de ação relativamente lenta, cuja velocidade de filtração depende essencialmente da altura da coluna d’água acima do elemento filtrante, (normalmente areia é utilizada para esta finalidade), da granulometria do mesmo e, claro da quantidade de material em suspensão no líquido que, ao ser retirado, vai gradualmente “entupindo” o filtro, exigindo limpezas periódicas. Por sua praticidade e baixo custo, esse tipo de filtro é utilizado largamente em estações de tratamento de água para consumo humano, onde filtração em larga escala se torna necessária. A sua ação é basicamente física, retirando do líquido matéria sólida em suspensão (detritos). Um outro exemplo bastante simples e corriqueiro deste tipo de filtro é o filtro de café, feito com um funil de papel ou coador de pano. Filtração por Circulação Forçada Este tipo de filtração consiste em “forçar” a passagem do líquido através das camadas filtrantes por meio de bombeamento, para aumentar a velocidade da operação. Este é o principal método utilizado em aquarismo, onde é necessário uma boa capacidade de filtração em pouco espaço, com equipamentos de porte relativamente pequeno, e também uma boa facilidade de controlar ou intervir no filtro a qualquer tempo. A capacidade final de filtração obtida por este processo depende do poder de compressão da bomba ou estação de bombeamento para gerar o fluxo do líquido, da altura da coluna d’água, e da permeabilidade total da(s) camada(s) de filtração utilizada(s). Filtração Física (ou Mecânica) Muito da amônia gerada em um aquário se origina da decomposição de matéria orgânica (restos de comida, excrementos, urina, microorganismos, etc). Se pudermos retirar os detritos do sistema em seu estado macroscópico, antes que comecem a se decompor, estaremos contribuindo antecipadamente para a limpeza química do meio. A Filtração Física consiste em retirar as impurezas macroscópicas (orgânicas e inorgânicas) existentes em suspensão na água do aquário pelo método simples de passá-la através de um “coador”. Este tipo de filtração não é capaz de retirar bactérias e plâncton de reduzidas dimensões, e muito menos substâncias químicas dissolvidas na água. Esta é normalmente, a primeira etapa de um processo de filtração, sendo o produto da mesma (água livre de detritos), “entregue” às demais etapas, que assim não correm o risco de sofrer entupimentos físicos. Diversos materiais podem ser utilizados nessa etapa, tais como esponjas, cartuchos de papel ou fibra, e mantas de material sintético, sendo o mais difundido e utilizado atualmente o Perlon, que pode ser utilizado em camadas, sacos, etc., acomodando-se aos mais diversos tipos de filtro e espaços disponíveis para acomodar esta “camada” da filtração. Trata-se de um material neutro, não interferindo com as características químicas da água, quer pela retirada que pela adição de elementos. Podemos utilizar mantas de lã acrílica do tipo usado para o estofamento de móveis em lugar do perlon, para a filtração física. Este material deve ser limpo a cada 15/30 dias dependendo da capacidade do filtro x volume do aquário, e trocado a cada 3 meses aproximadamente. Obviamente, dependendo das condições locais, este espaçamento entre as datas de manutenção poderá ser modificado. Nunca deveremos utilizar a lã de vidro verdadeira em filtros, pois esse material solta “farpas” afiadas (virtualmente invisíveis na água), que representam um sério risco de ferimentos para os nossos “pupilos”. É recomendável manter, no mínimo, dois circuitos de filtração alternativos (particularmente em aquários grandes), para prevenir contra acidentes. Outras vantagens estão no fato de haver captação da água para filtração em mais de um ponto do aquário, e de oferecer maior segurança quanto à proteção das colônias de bactérias, minimizando problemas caso haja a perda acidental de uma das colônias enquanto se faz a limpeza de um filtro. Manter equipamento(s) de reserva, devidamente ciclados, é uma alternativa válida para quem tem muitos aquários, ou aquários pequenos. Em aquários com injeção de CO2 deve-se procurar agitar a água o menos possível, para não provocar a liberação do CO2 dissolvido. Filtração Biológica Esta é a denominação que se dá às ações nitrificante e desnitrificante proporcionadas pelas colônias de bactérias, fundamentais para a saúde do nosso mini ecossistema. Conjuntamente, as bactérias existentes no aquário (paredes, substrato, plantas, água, etc.), e no filtro biológico atuam permanentemente de modo a manter em equilíbrio o meio que, sem sua presença rapidamente se tornaria inabitável. Existem na Natureza vários tipos de bactérias capazes de decompor a amônia em compostos menos tóxicos (Nitritos e Nitratos). Elas existem naturalmente no meio ambiente (substrato, plantas, água, etc.), e não necessitamos nos preocupar em adicioná-las a nossos aquários. A própria Natureza se encarregará disso para nós. Bastará deixar um aquário recem-montado em repouso (com a circulação de água ativa) por algum tempo, que as colônias de bactérias crescerão e se estabelecerão naturalmente por toda a parte, prendendo-se em paredes, cascalho, rochas, plantas, nos elementos do filtro, enfim em toda e qualquer superfície submersa (até nos próprios peixes e outros organismos). Estudos recentes mostram que a absorção da amônia pelas plantas aquáticas é muito mais rápida que a absorção dos nitratos, existindo essencialmente uma competição entre plantas e bactérias pela amônia dissolvida. E que as plantas necessitam basicamente desdobrar nitritos e nitratos em amônia que será então absorvida. As colônias de bactérias necessitam essencialmente de: um local para se fixarem, e nutrientes (Nitrogênio e Oxigênio) para viver. Para a fixação das colônias de bactérias, são utilizados com freqüência anéis de cerâmica porosa ou também as bio-balls, que proporcionam uma grande superfície (externa e interna) possibilitando o estabelecimento de grandes quantidades de colônias de bactérias. Para a filtragem biológica, podemos substituir os anéis de cerâmica, ou as bio-balls, por pedaços (cacos) de cerâmica porosa, obtidos a partir de velas de filtro quebradas (porém não devemos usar as que têm prata em suas paredes internas, pois este é um elemento, prejudicial ao desenvolvimento das colônias de bactérias). Durante a manutenção do filtro deve-se procurar manter úmidos os seus componentes (anéis, cacos de cerâmica, etc.), mantendo-os mergulhados em água, (de preferência retirada do próprio aquário). Podemos também utilizar mantas de espuma de malha aberta, do tipo utilizado em filtros de aparelhos de ar-condicionado, como elemento de fixação das colônias (na manutenção esta espuma deve ser lavada apenas com água desclorada, e não muito ativamente, para não prejudicar as colônias). Nunca devemos trocar integralmente (a menos de acidentes por contaminação bacteriana), todos os elementos da filtragem biológica ao mesmo tempo. Quando necessário é recomendável fazer a troca por partes (duas trocas de 50% em 30 dias, ou três de 33% com intervalo de 15 dias). Não mais utilizar os FBF (Filtros Biológicos de Fundo), considerados hoje mais como causadores de complicações do que utilidade. A filtragem biológica é normalmente feita após a filtragem física, dessa maneira as colônias de bactérias receberão uma água já livre de detritos, para “trabalhar”, reduzindo-se assim o risco de entupimento dos poros dos elementos de cerâmica. Se a filtração biológica é capaz de resolver o problema da intoxicação do meio, por que, então, necessitamos de outros tipos de filtração ? A filtração biológica ocorre a uma velocidade relativamente lenta comparada com os outros métodos. Assim sua utilização de modo isolado limitaria bastante a quantidade de peixes que poderíamos colocar no ambiente. Por isso ela é normalmente complementada por outros tipos de filtração que reforçam a capacidade de estabilização do meio. Filtração Química Filtração Química é a remoção de substâncias dissolvidas na água do aquário a nível molecular. Estas substâncias, quanto à sua natureza, podem ser polarizadas (íons) e não polarizadas (moléculas). O método mais empregado para este tipo de filtração consiste em passar a água por uma camada de Carvão Ativado (CA), que é mais eficiente para a remoção de moléculas, mas que funciona também com alguns íons. O CA pode conter elevados níveis de fosfato (nas cinzas internas), que poderá ser dissolvido na água do aquário. Isso é particularmente nocivo ao aquarismo marinho, mas também não é bom para os aquários de água doce. Portanto, ao adquirirmos CA deveremos dar preferência aos especificamente produzidos para utilização em aquários. Este problema pode ser diminuído fazendo-se a imersão prévia do CA em água limpa (renovada), algum tempo antes de sua utilização (2 a 3 semanas). Com isso estaremos fazendo uma dissolução prévia do fosfato e outros materiais, porventura existentes, atenuando seus efeitos. Existe por parte de alguns aquaristas uma preocupação em relação à adsorção pelo CA de nutrientes minerais vitais requeridos pelo ecossistema do aquário. Ocorre que o esgotamento de nutrientes minerais é algo que ocorrerá tanto em aquários plantados como em aquários marinhos pelo consumo dos organismos vivos, e isso ocorrerá com ou sem a presença do CA no sistema. Considera-se que os ganhos proporcionados por sua utilização são suficientemente grandes em relação aos “prejuízos”, para justificar plenamente sua utilização. A utilização do CA deve ser suspensa enquanto estivermos administrando algum medicamento, adubação química, etc., na água, pois o CA poderá absorver da água os remédios ou alguns produtos químicos de maneira seletiva, prejudicando os resultados pretendidos. CA já utilizado pode ser (parcialmente) reativado domesticamente aquecendo-o no forno a cerca de 150 oC e lavando-o em água pura sucessivamente. Através deste processo será feita a eliminação dos gases aprisionados, permanecendo porém no interior dos poros as moléculas de material mais pesado (ex.: metais tóxicos), que não serão eliminadas pelo aquecimento, razão pela qual este procedimento é contra-indicado em aquarismo. Apenas em laboratórios, com equipamentos adequados e testes apropriados a recuperação poderá ser feita com segurança. Felizmente o custo do CA é suficientemente reduzido, possibilitando-nos usá-lo em quantidades razoáveis. É recomendável lavar bem o carvão antes de utilizá-lo, para remover o pó que sempre se acumula em sua superfície. Quanto de CA utilizar é uma recomendação difícil de ser feita, mas se verifica que a utilização de quantidades menores, com trocas mais freqüentes funciona melhor do que o oposto. Como ponto de partida, experimente usar 250 ml (1 copo de requeijão) para cada 150 litros de água, fazendo trocas mensais do CA. Não se deve utilizar carvão comum (vegetal ou animal) em substituição ao Carvão Ativado. Além do CA diversos outros materiais foram desenvolvidos para a filtragem química. Um deles é a argila de zeolita, capaz de remover amônia da água. Útil para emprego por curtos períodos, pode se tornar prejudicial a longo prazo. Interfere também na ciclagem de aquários novos, impedindo a formação das colônias de bactérias. Outro tipo de substâncias, relativamente recentes, que podem ser utilizadas para a filtração química são as Resinas Deionizadoras, formadas por materiais (há diversos tipos), que possuem a capacidade de retirar (absorver) íons dissolvidos na água. São bastante eficientes, mas possuem atualmente custos bem mais elevados do que o CA, possuindo porém em alguns casos a capacidade de absorver substâncias sobre as quais o CA não tem capacidade de adsorção. Os filtros do tipo Skimmer possuem pronunciada atuação na remoção de detritos químicos, sendo hoje largamente utilizados em aquarismo marinho. Ordem das Seções na Filtração Foi dito anteriormente que a ordem de filtração é normalmente feita com a seção de filtração física posicionada em primeiro lugar em relação ao fluxo de água. Isso não é absolutamente verdadeiro, pois há sistemas de filtração (inclusive comerciais), em que a ordem das seções filtrantes é diferente, por exemplo, com a seção responsável pela filtração biológica posicionada no início do percurso da água a ser filtrada. Há defensores de diferentes métodos, baseados em diferentes motivos. O interessante e importante é que todos os métodos funcionem bem, havendo com certeza outros mais que poderão ser utilizados com bons resultados. Observe que, além das três categorias de filtração acima (física, biológica e química), outras seções complementares poderão ser adicionadas a um filtro em operação, conforme a necessidade e desde que a sua configuração física assim o permita, por exemplo, uma seção contendo material alcalinizante poderia ser incorporada temporariamente em aquários que estejam necessitando deste tipo de correção. Outra seção que poderia ser útil poderia ser preenchida por fibras de xaxim, turfa ou similares, que tem a ação de acidificar levemente a água, com um efeito “envelhecedor” adicional. Ou seja, há uma grande diversidade de materiais filtrantes e auxiliares disponíveis e eles podem ser usados de várias maneiras para atingirmos os objetivos desejados. Poderíamos por exemplo, compor um filtro destinado ao tratamento preliminar da água da torneira, dispensando (ou complementando) a utilização dos produtos químicos normalmente usados para essa finalidade. Fluxo da Filtração Recomenda-se como parâmetro geral para o fluxo de circulação da água pelos filtros, um fluxo horário de 5 a 10 vezes a capacidade bruta do aquário (litros/hora). Estes valores são recomendáveis como referências iniciais seguras, particularmente para filtros do tipo externo de pendurar (power filters), cuja capacidade em termos de quantidade de mídia filtrante é pequena em comparação com outros tipos de filtro. Para outros tipos de filtro (canister, dry-wet, etc.) o fluxo de água ideal poderá variar conforme o caso, pois sua maior capacidade em termos de mídia pode compensar com sobras uma eventual redução no fluxo de água. Mais adiante discutiremos alguns fatores que exercem influência complementar (positiva ou negativa) no tratamento da água de um aquário, agindo simultaneamente à filtração. Avaliando criteriosamente o comportamento de um setup estabilizado poderemos sintonizar melhor sua filtração em função de suas características específicas. Para realizar um ou mais dos tipos de filtração descritos na parte anterior, existe uma grande quantidade de tipos de filtros. A seguir vamos descrever e conceituar os tipos mais conhecido quanto ás suas caracteristicas, tipo de filtração executada, equipamentos, capacidades, cuidados, recomendações, etc. Filtros Internos Estes são os filtros projectados para funcionar inteiramente dentro do aquário. Seu custo é normalmente baixo e apresentam uma boa eficiência em relação à potência consumida. São de utilização bastante prática, normalmente de porte pequeno, mas costumam interferir com a estética do ambiente, além de tomarem parte do espaço do aquário. Relatos de “acidentes” com este tipo de filtro, onde ocorre a reintrodução na água aquário de parte dos detritos retirados anteriormente e armazenados nos elementos filtrantes, fazem-nos não gostar muito da ideia básica de funcionamento dos mesmos. Filtros de Esponja / Filtros de Canto Os filtros de esponja ou de canto baseiam-se em fazer circular a água através de uma espuma porosa, usando uma bomba ou o borbulhamento de ar em um tubo ou caixa plástica, colocados em um canto do aquário (de onde deriva o seu nome). O fluxo de água através da esponja propicia o crescimento de uma colônia de bactérias responsáveis pela neutralização da amônia e nitrito dissolvidos na água. Este é um tipo de filtro bastante primitivo e econômico, que pode ser útil em pequenos aquários tais como aquários de quarentena, hospitais, criatórios, etc., pois pode ser fácil e rapidamente construído, com custos mínimos. Sua capacidade de filtração, porém, é reduzida em relação a outras opções, motivo pelo qual aconselhamos seu uso apenas em situações “emergenciais”. Tem os inconvenientes de ocupar espaço interno no aquário e requerer manutenção freqüente, durante as quais não se deve fazer a troca de todo o material filtrante para preservar pelo menos parte da colônia de bactérias. Filtros Biológicos de Fundo (FBF) / Undergravel Filters Este tipo de filtro constituiu a “primeira geração” dos filtros biológicos para aquários. Considerados hoje obsoletos pelos aquaristas mais experientes, eles ainda se encontram à venda nas lojas do comércio aquarista por todo o país. Tem como principais aliados para sua sobrevivência o baixo custo e a ignorância dos que estão iniciando no aquarismo, sobre suas limitações e sobre as vantagens de outros tipos de filtros. O FBF é um filtro interno, constituído basicamente por uma camada de placas perfuradas (uma grade), em material plástico colocada no fundo do aquário, sobre a qual é colocado cascalho (obrigatoriamente de granulação elevada). Uma ou mais das placas possui uma torre de saída, à qual é conectada uma bomba que, agindo por sucção, faz com que a água circule através da camada de cascalho, passando pela grade para a parte inferior do aquário de onde será aspirada pela bomba e lançada de volta para a parte “superior” do aquário. Os filtros FBF contam essencialmente com a capacidade de tratamento biológico das colônias de bactérias que se formam no substrato, para o tratamento da água do aquário. Pouca ou nenhuma ação de filtração mecânica oferecem, uma vez que a granulometria do cascalho é bastante elevada, não sendo capaz de reter matéria em suspensão. A situação do aquário se complica quando a montagem envelhece, pois a tendência do FBF é acumular matéria orgânica entre o cascalho e a parte inferior das placas, tornando-se, com o passar do tempo, verdadeiros “circuladores de sujeira” incorporados ao aquário. Como se isso não bastasse, desativar um FBF não é tarefa das mais agradáveis, uma vez que essa operação implica em desmontar e refazer todo o setup do aquário. Mais informações e considerações sobre este tipo de filtro podem ser encontradas neste tópico do forum. Sistema Jaubert de Filtragem Também denominado sistema Plenum, sistema Mônaco ou sistema NNR (Natural Nitrate Reduction), é utilizado em aquários marinhos. Este sistema tem uma aparente semelhança ao FBF (por utilizar o mesmo tipo de placas), mas possui algumas modificações importantes. Desenvolvido e patenteado pelo Dr. Jean Jaubert em 1995, o Sistema Jaubert, como ficou conhecido, é formado essencialmente da seguinte maneira: Em um aquário, colocam-se as placas de filtro de fundo, com uma ou duas placas com torre de sucção (dependendo do tamanho do aquário), sobre as placas é colocada uma tela de nylon e a seguir uma camada de cascalho fino de Halimeda e/ou cascalho de Coral, contendo aragonita, com uma espessura de 3 a 4 cm (ou mais, dependendo do porte do aquário). Com a ajuda de bombas conectadas às torres das placas, a água é circulada por cerca de uma semana de modo a propiciar a formação de colônias de bactérias, devendo-se a seguir retirar as bombas e fechar as aberturas das torres de sucção das placas. A seguir, sobre o cascalho, deve ser colocada uma segunda tela de nylon, sobre a qual é colocada uma segunda camada de cascalho (pode ser mais grosso) do mesmo material, também com a espessura de 3 a 4 cm (ou mais). Relativamente fácil de montar, e de custo muito acessível, este filtro foi bastante utilizado até recentemente. Ultimamente porém, vem caindo em desuso e sendo substituído por opções modernas mais eficientes e fáceis de controlar (ver Filtro Skimmer). Maiores detalhes sobre este filtro podem ser encontrados nas seguintes páginas da Aqualândia, Revista Aqua, Advanced Aquarist e The Reefs. Filtros Externos Como o seu nome genérico implica, esta categoria de filtros funciona externamente ao aquário, sendo a água circulada através dele e de volta ao aquário por um processo qualquer (gravidade, bombeamento, etc.). Existe disponível no mercado uma grande variedade de tipos, tamanhos e modelos de filtros desta categoria, de diversos fabricantes, além de podermos também encontrar facilmente na Internet, uma grande quantidade de projetos FVM/DIY (Faça Você Mesmo/Do It Yourself), de excelente qualidade, com ótimos resultados finais e custos normalmente bem inferiores aos dos equipamentos comerciais. A opção de uso entre os filtros comerciais e os montados envolve essencialmente considerações de custo, espaço, estética, tempo disponível, flexibilidade de uso, tendência pessoal, etc. A qualidade final dos resultados obtidos é perfeitamente equivalente, obtendo-se montagens bem equilibradas tanto usando-se filtros comerciais como filtros montados. De nossa parte, sempre que o aspecto estético o permite, damos preferência aos projetos montados por considera-los mais flexíveis e adaptáveis a novas circunstâncias, associados a custos significativamente inferiores aos produtos de mercado. Porém, utilizamos também em várias montagens, equipamentos comerciais com excelentes resultados. Filtros Externos de Pendurar / Power Filters Este tipo de filtro funciona “pendurado” em uma das paredes do aquário (fundo ou lateral). Ele consiste basicamente em uma estação de bombeamento que aspira água do aquário por meio de um tubo nele mergulhado, forçando sua passagem através das seções de material filtrante existentes em seu reservatório. A água, após filtrada, retorna ao aquário por uma calha existente na parte superior do filtro, tal como uma cascata, a qual serve também como suporte para a fixação e apoio do filtro no aquário. São bastante práticos e eficientes, prontos para uso imediato, necessitando apenas uma rápida montagem, que consiste essencialmente em encaixar peças conforme o modelo do filtro. Sua eficiência porém, faz com que seja necessário observar um certo cuidado em relação à aspiração que, sendo bastante forte pode facilmente sugar alevinos, ou mesmo pequenos peixes para o interior do filtro. Para evitar esse risco, recomendamos bloquear a entrada do tubo com uma tela de nylon de modo a proteger os peixes menores, embora esta providência prejudique um pouco a eficiência do filtro. Existem no mercado diversas boas opções deste tipo de filtro, que apresentam algumas variações quanto às suas características mais importantes, tais como: - Possibilidade (ou não) de regulagem do fluxo d’água (volume de filtração/hora); - Diferenças de nível de ruído operacional; - Potência elétrica consumida; - Facilidade de obtenção dos materiais de reposição originais; - Maior ou menor custo dos materiais de reposição originais; - Possibilidade (ou não) de substituição dos materiais originais por equivalentes “caseiros”; - Possibilidade (ou não) de modificação do setup de filtração; Filtros tipo Canister / Canister Filters Seu nome deriva da palavra inglesa canister (reservatório geralmente cilíndrico para estocagem), significando que esta categoria de filtros consiste basicamente em um reservatório onde ficam contidas as seções filtrantes. As seções podem ser acomodadas em bandejas ou prateleiras no caso de filtros com fluxo vertical, ou em seções separadas por divisórias, nos filtros com fluxo horizontal. Semelhantes em “filosofia” aos filtros de pendurar, mas com um dimensionamento mais avantajado, alguns destes filtros possuem bombeamento incorporado, enquanto outros necessitam de uma estação de bombeamento externa (particularmente os montados a partir de projetos DIY). Muito eficientes em sua maioria, proporcionam uma grande flexibilidade de configuração, permitindo a seus usuários modificar facilmente o conteúdo das seções filtrantes conforme a necessidade do momento. Como desvantagem podemos apresentar a maior necessidade de espaço para operar, e uma instalação mais complexa em relação aos anteriores. Este tipo de filtro (particularmente os montados), apresentam normalmente a melhor relação custo-benefício, que, associada às suas características de flexibilidade o tornam provavelmente o preferido entre aquaricultores da atualidade. Mais informações sobre este tipo de filtro poderão ser encontradas na seção Produtos do site. Projectos de filtros DIY e informações sobre este tipo de filtro serão encontrados neste Primeiro, Segundo e Terceiro tópicos do forum, e também nestas páginas da Forum Aquário e Reef Corner. Filtros tipo Copo Este tipo de filtro é totalmente modular. Ele é formado por diversas seções filtrantes independentes conectadas entre si por tubulações. Cada uma das seções é responsável pela execução de um tipo de filtração, sendo sua manutenção bastante facilitada, pois podemos atuar em qualquer das seções do filtro sem interferir nas demais. Na prática funciona como se tivéssemos um filtro canister em que cada seção filtrante fosse isolada das demais em seu respectivo recipiente (copo). Este filtro, por sua modularidade, é altamente configurável, permitindo adicionar ou retirar elementos filtrantes a qualquer tempo, conforme a necessidade. Seus maiores inconvenientes são o custo elevado, o maior espaço requerido para seu funcionamento, e a dificuldade de utilização de meios filtrantes alternativos, uma vez que é difícil conseguir substitutos para os cartuchos padronizados utilizados. Filtros tipo Sump Seu nome se baseia na palavra inglesa sump que significa local (ou recipiente) para coleta de água drenada. Este tipo de filtro consiste basicamente em um aquário-reservatório adicional, para o qual é transferida gradualmente parte da água do aquário principal a ser tratada, que é restituída após a filtragem. Neste reservatório são colocados os elementos filtrantes em seções. O reservatório destinado ao sump pode ser integrado ao aquário fazendo parte do mesmo por projeto de construção, ou um recipiente adicional, incorporado posteriormente a um aquário de construção comum. A transferência da água para o sump pode ser feita por meio de gravidade (transbordo) ou sifonagem do aquário para o sump, enquanto que a devolução da água é feita por bombeamento. Como regra básica o volume de água do sump deve ser de no mínimo 20% do volume total do aquário. Essa reserva adicional de água oferece a vantagem de aumentar a estabilidade do conjunto. Este tipo de filtro apresenta como principal vantagem a facilidade de manutenção, além de um fácil acompanhamento visual da situação das seções filtrantes. Além disso a eventual administração de medicamentos e produtos químicos ao sistema é bastante facilitada por este sistema de filtração. Porém, a sua instalação nem sempre é fácil ou viável em aquários já montados pois alguns projetos de sump requerem a introdução de furos nas paredes do aquário. Filtro de Plantas Menos conhecida, mas nem por isso menos eficiente, é a utilização de plantas emersas como “elemento filtrante”. Utilizadas com o objetivo principal de retirar excessos de compostos contendo nitrogênio e fósforo, elas podem ser colocadas tanto directamente dentro do aquário (pode ser inconveniente devido a problemas estéticos causados pelas raízes), como fora do mesmo, em algum recipiente que faça parte do percurso da água a ser filtrada. Sua capacidade de absorção de nitratos é bastante elevada, tornando-se bastante úteis para o controle de algas. Além disso suas raízes servem como suporte adicional para colônias de bactérias. Filtros tipo Wet-Dry Também chamados de trickle filters, trata-se de um método de filtração essencialmente biológico, utilizado principalmente em aquarismo marinho. Consiste basicamente na introdução lenta (gotejamento ou aspersão) da água a ser tratada em uma coluna de material filtrante bacteriológico (contendo bio-balls), ocorrendo o processo pela atuação das bactérias em um meio aeróbico. Dependendo do equipamento / projeto do filtro, pode haver uma pequena seção de pré-filtração mecânica antes da entrada da água na coluna de filtração. Neste processo é importante que não haja uma inundação da coluna de filtração, devendo-se prover uma boa aeração da água e das colônias de bactérias residentes nas bio-balls para que o processo aeróbico possa ter lugar. É recomendável que a capacidade do filtro seja de pelo menos 10 % do volume do aquário, que as bio-balls sejam mantidas no escuro, e que a distribuição da água aspergida sobre as mesmas seja uniforme. Um inconveniente deste tipo de filtro é a necessidade de mantermos as colônias de bactérias nas bio-balls sempre úmidas, sob pena de as vermos destruídas, o que torna este tipo de filtro bastante sensível a "acidentes", tais como falta de energia, quebra da bomba, etc. Nestas situações torna-se conveniente inundar temporariamente a torre de filtração para proteger as colônias de bactérias. Filtros tipo Desnatador / Skimmer Filters Este tipo de filtro é utilizado essencialmente em aquarismo marinho. Ele se baseia no fato de que substâncias químicas orgânicas são atraídas para a superfície de bolhas de ar. Desse modo, fazendo passar uma grande quantidade de bolhas através de uma coluna d’água, ocorre a formação de espuma contendo detritos orgânicos e substâncias químicas (arrastadas junto com as bolhas), na superfície. Ao remover esta espuma, fazemos uma excelente operação de limpeza com este procedimento simples. Este processo só funciona bem em água com pH elevado e bastante salinidade, o que o torna específico para aquários de água salgada. Ele tem a excepcional capacidade de remover resíduos orgânicos da água antes que eles se decomponham, o que o torna um processo de excepcional valia. O filtro skimmer é o maior responsável pela ampla difusão do aquarismo marinho a partir dos anos 90, devido à sua simplicidade e à alta qualidade da água obtida na sua utilização. A tendência atual em aquários de recifes de corais baseia-se no uso deskimmers e rochas-vivas, sem o emprego de filtros wet-dry. Esta linha de pensamento é conhecida como o “Método de Berlim”. Um aspecto inconveniente deste filtro, na opinião de alguns, é que, juntamente com a matéria orgânica indesejável, ele também faz a “limpeza” de nutrientes e microorganismos (plâncton e bactérias) úteis ao ecossistema, de maneira indiscriminada. Seus defensores afirmam que a quantidade de matérial orgânico útil não é significativa em relação ao total removido, não chegando a perturbar o equilíbrio do sistema. Outro possível inconveniente é a liberação de odores desagradáveis, provenientes dos detritos retirados do aquário. Mais informações e projetos sobre filtros skimmer serão encontrados nestas páginas da Reef Corner, Saltaquarium e Cichlid Forum. Filtros Desionizadores A atuação deste tipo de filtros se baseia na absorção de íons dissolvidos, feita por certas resinas especiais. A utilização destas resinas é relativamente recente, sendo as mesmas objeto de extensa pesquisa atualmente pelos fabricantes de equipamentos para aquários. Sua utilização é normalmente feita com o objetivo obter água mais livre de impurezas químicas para utilização em montagens que exigem manutenção mais crítica. Filtros por Osmose Reversa Este tipo de filtro é utilizado para a obtenção de água com elevado grau de pureza. Não é utilizado diretamente em aquários, mas como uma fonte de água de alta qualidade que deve ser “recondicionada” a seguir pela adição de produtos químicos destinados a produzir uma água com as características finais desejadas. No momento não há fabricantes nacionais deste tipo de filtro, e os equipamentos e materiais de reposição dos mesmos tem atualmente um custo bastante elevado. Para mais informações acesse estas páginas na Automated Aquariums e Aquarium Water Filters. “Filtro” UV Este tipo de dispositivo deveria ser mais propriamente chamado de esterilizador baseado em luz ultravioleta do que filtro, uma vez que da função conceituada como filtração no início desse artigo ele nada executa. Sua atuação se dá através da circulação de água por um recipiente em que se encontra acesa uma lâmpada UV emitindo radiação em uma freqüência esterilizante: UV© ~250 Angstroms. A radiação ultravioleta mata células vivas (bactérias, algas, etc.), por meio da destruição do seu DNA, proporcionando um meio eficaz de controlar agentes patógenos. Para que a ação da luz UV© seja eficaz, é necessário um tempo mínimo de exposição, com um fluxo entre 35 a 95 litros por hora por Watt, ou seja, tipicamente para uma lâmpada de 15 W o fluxo deverá estar entre 500 e 1400 litros por hora. No caso de projetos montados, como medida de segurança recomendamos adotar sempre os fluxos mínimos de modo a garantir a exposição máxima dos microorganismos do meio à radiação UV. Problemas comuns que podem reduzir a eficiência e taxa de esterilização: - Fazer a água fluir muito rápido pelo “filtro” UV. - A obstrução da luz devido ao acúmulo de depósitos na superfície da lâmpada (processo gradual). - O enfraquecimento da luz devido à idade da lâmpada (que tipicamente tem uma vida útil de seis meses.) ATENÇÃO !!! A mesma propriedade desta luz que mata germes pode danificar os olhos humanos, portanto cuidados especiais devem ser tomados em relação à exposição dos olhos quer direta quer indiretamente à luz UV. Além disto esta radiação também pode causar sérios danos à pele humana, desde queimaduras até câncer de pele. Seu maior perigo está em que a vítima não tem qualquer sensação física (calor) ao ser exposta, não tendo portanto qualquer "aviso" dos danos que está sofrendo. Observação: Este tipo de filtro é pouco eficaz contra algas azuis (cianobactérias), em virtude das mesmas possuírem um tipo diferenciado de material genético que é pouco sensível à radiação UV. Equipe de Elaboração Nossos agradecimentos a todos os que colaboraram, de uma forma ou de outra, para a elaboração deste documento. Relação alfabética dos co-autores: Alex Kawazaki, De Togni, Emil Beli, Luís Mühlen, R.D.Maia Desejamos ainda registrar nosso agradecimento especial ao Marcos Avila pela cuidadosa revisão realizada no mesmo. Fontes de Referência e Links Úteis Em Português: http://www.aquahobby.com/b_products.php http://www.aquabrasilis.blogger.com.br/ http://www.aqua.brz.net/ http://www.reefcorner.org http://www.aqualandia.hpg.ig.com.br/aqualandia_filtracao.html http://pharo.tripod.com.br/secao4/peixes/peixes_filtros.htm http://faq.thekrib.com/pt/filters.htm http://www.thereefs.com.br/matjaubertfunciona.htm Em Inglês: http://www.aquahobby.com/e_products.php http://www.aquabotanic.com/plants_and_biological_filtration.htm http://www.kingvinnie.com/aquaria/diy/ http://www.advancedaquarist.com/issues/sept2002/feature.htm http://www.thereefs.com.br/matjaubertfunciona.htm Fonte: http://www.aquahobby.com/articles/b_filtros2.php
  14. Troncos a utilizar em aquário: Videira http://ifpb.edu.br/campi/princesa/noticias/Videira.jpg/image_preview Carvalho http://chabeneficios.com.br/wp-content/uploads/2014/06/cha-de-carvalho-beneficios-e-propriedades.jpg Azinheiro http://www.plantarumaarvore.org/media/galerias/azinheira/3.jpg Oliveira http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2013/09/oliveira-450x298.jpg Zambujeiro http://1.bp.blogspot.com/_ZgO_trdICSU/TThD41GMjXI/AAAAAAAAAHc/XjX6ocfjnV4/s1600/Zambujeiro_Torrao.jpg Castanheiro http://aldeiadenacomba.weebly.com/uploads/1/2/9/5/12950668/404240_orig.jpg Sobreiro (de notar que é uma espécie protegida) http://farm6.static.flickr.com/5154/14145247145_544e38f878.jpg Red moor wood (Madeira originária da Índia) http://www.aquadeco.com/wp-content/uploads/2012/05/H-036-Rote-Moorwurzel.jpg Cerejeira https://improbableadventure.files.wordpress.com/2011/05/img_5783-800x600.jpg E, se souberem de mais algumas, digam que eu coloco aqui. Tratamentos: Já tinha ido em busca de troncos ramificados ou não na natureza, principalmente de videira. Escolho sempre, de preferência os que estejam secos. Já aconteceu, apanhar ainda verdes e agarrei pu-los a secar na rua ao ar mas sempre na sombra, para evitar sempre o sol. Para tratá-los, descasco-os muito bem mas antes ponhos-os de molho, a casca amolece e sai mais facilmente, um truque meu, que se calhar já foi usado por outros membros. Descobri isso, pois uma vez tinha-os posto num aquario blakwater e reparei que ainda havia bocados para retirar, então saquei-o do aqua e foi uma maravilha. Saiu tudo o resto que anteriormente não tinha conseguido. Depois agarro e fervo-os, há quem os meta no forno a assar, também dá! As Marias é que com certeza não vão gostar muito! Digo eu! E alguns Mários também não! Obviamente não preciso de especificar os porquês... ​Ora depois de arrefecerem o suficiente, é colocá-los dentro do aquário. Todas as fotos foram retiradas do Google, pois ele é nosso amigo... Escrito por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2014 © ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Tratamento com cloro activado 1. O tronco deve ser submerso em recipiente com volume suficiente para cobri-lo totalmente, adicionando durante 7 dias 1 ml de cloro ativo para cada 10 litros d’água; 2. Troque á água e deixe o tronco descansar por mais sete dias, para que o cloro excesso seja totalmente removido; 3. Caso seja possível, adicione água quente sobre o tronco, para eliminar agentes resistentes ao cloro. Tempo requerido de tratamento: 18 dias Tratamento com sal grosso 1. O tronco deve ser submerso em recipiente com volume suficiente para cobri-lo, adicionando 4 colheres de chá para cada litro de água; 2. Completar a água do recipiente para manter o tronco sempre submerso. Tempo requerido para deixar de tingir a água: 25 dias Tratamento com imersão em água da rede de distribuição 1. O tronco deve ser submerso em recipiente com volume suficiente para cobri-lo, com água da rede distribuidora (torneira); 2. Trocar a água a cada três ou quatro dias. Tempo requerido para deixar de tingir a água: 35 dias Tratamento com imersão em água quente 1. O tronco deve ser submerso em recipiente com volume suficiente para cobri-lo; 2. Despejar água fervente sobre o tronco e deixar descansar; 3. Trocar a água a cada três ou quatro dias. Tempo requerido para deixar de tingir a água: 28 dias Tratamento com cloro, sal grosso e imersão em água quente 1. O tronco deve ser submerso em recipiente com volume suficiente para cobri-lo, adicionando 1 litro de cloro para cada 2 litros de água, deixando-o em repouso durante 24 horas; 2. Colocar o tronco em outro recipiente para que a água possa ser aquecida ao ponto de ebulição (100°C) durante 15 minutos e deixe descansar por 24 horas; 3. No terceiro dia adicionar 200 g de sal grosso à água a ser fervida, conforme o item 2; 4. Troque a água diariamente e repita o item 2 até a água se apresentar limpa. Tempo requerido para deixar de tingir a água: 7 dias" Excerto de artigo de André L. Cordeiro, presente no site "A era de aquários" ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- E como eu resolvi o problema dos meus troncos e tirei grande parte das minhas dúvidas foi com este texto que acho hilariante: "Meu tronco e a moça da loja: deixe ele de molho na água por 3 dias antes de colocar no aquário. Meu tronco e meu joelho: aí, cuidado meu!!! Meu tronco e minha filha de 3 anos: pá quê cê qué isso, pai ? Meu tronco e depois de 3 dias: ainda sai muita tinta. Meu tronco e a primeira entrada no aquário: Lindo!!! Meu tronco e os peixes: beleza cara!, o paraíso é aqui. Meu tronco e depois de 4 dias no aquário: a água parece um chá. Meu tronco e a correria: comprar um filtro externo urgente. Meu tronco e minha esposa: vamos trocar 1/3 da água. Meu tronco e eu de novo: tirar do aquário parece ser melhor. Meu tronco e o tanque: escova, água corrente 5 dias. Meu tronco e a internet: "ajudem por favor" patati,patata. Meu tronco e as descobertas: balde com água e sal. Meu tronco e as descobertas 2: balde com vinagre. Meu tronco e as descobertas 3: água fervendo. Meu tronco e a água fria: não sai mais tinta. Meu tronco e a dúvida: acho que posso colocar novamente. Meu tronco e dia seguinte no calor: está muito turva a água do balde. Meu tronco e o desespero: ele vai apodrecer e não vai entrar naquele aquário!!!. Meu tronco e depois de 45 dias: acostumei a vê-lo dentro do balde. Meu tronco e a Internet 2: dando dicas de tronco para os outros. Meu tronco e meu cunhado Baiano: Ochê!! Tenho paciência pra isso não! Meu tronco e meu cunhado: é isso que minha irmã te pôs na cabeça? Meu tronco e minha cunhada solteira: Gostei do seu tronco, cunhadinho! Meu tronco e minha cunhada crente: mas que troncão, heim ? Meu tronco e meu filho 10 anos: 10 X 0 para o tronco Meu tronco e minha sogra: eu não perco meu tempo com isso! Meu tronco e o Clodovil : há,há há, há, Olhe para a lente da verdade.... Meu tronco e o Tiririca: Ô tronquinho lindijo!!! Meu tronco e minha filha 2: manhê.... papai tá dando banho no tronco!!! Meu tronco e o passeio de 7 de setembro: levei na sogra para ferver no fogão industrial. Meu tronco e o retorno: sai tinta pra caramba ainda. Meu tronco e eu 3: Não agüento mais lavar com a escova. Meu tronco e olhar para a água de manhã: humm, que merd..... Meu tronco e meu irmão: você tá salgando isso para assar? Meu tronco e o chuveiro: água bem quente de novo. Meu tronco e o desespero 2: Isso não vai Ter fim nunca. Meu tronco e finalmente: está dentro do aquário seja o que Deus quiser." Escrito por Rubens Camas Identifico-me completamente com certas partes do que aqui é descrito! Espero que o artigo, vos seja util, fica a minha modesta intenção. Acho bem que nos ajudem a completar mais ainda o artigo, com certeza será útil, e para mim as vossas opiniões também o são, portanto chutem, talvez haja para aí algum erro que me tenha passado ou alguma coisa por dizer.
  15. Ora, boas. Já que ninguém me responde lá no tópico do meu aquário vamos tentar por aqui. Já há um tempo que não ando nestas andanças. Mas gostava de pedir ajuda a quem percebe da coisa. As minhas plantas têm andado assim-assim. Tenho os fetos de java e as anubias que até têm crescido de forma aceitável, tendo em conta que são de crescimento lento (têm bastantes pés novos, principalmente os fetos de java... já tenho que ponderar podar e replantar :D), mas outras como a egeria densa (que é supostamente das plantas, se não a planta mais fácil de se ter num aquário) já está praticamente extinta no meu aquário lol. A Ludwigia palustris já há muito que não a tenho... A Lindernia rotundifolia nem sei se ainda tenho alguma coisa.A Rotala rotundifolia lá vai crescendo muito lentamente, mas vai crescendo. A Ludwigia repens 'Rubin, por exemplo, foi a que me causou maior curiosidade. Dos 3 pés que sobreviveram, ela tem vindo a crescer lentamente mas um deles conforme foi crescendo e aproximando-se da superfície parece que tem acelerado um pouco o crescimento. O que me sugere que o problema central disto tudo é mesmo a luz (coisa que já suspeitava desde o início que ela não era grande espingarda lol). Posto isto, gostava de vos pedir ajuda sobre escolher uma nova iluminação. Quero algo que dê conta do recado mas que também me fique em conta. Até porque já ando com algas de fios e algas nos vidros (aquela que parece tipo pó lol) e sei que principalmente a dos fios é por haver um desequilíbrio nos nutrientes. Mas gostava de resolver primeiro o problema principal, a luz. Quero ir primeiro à raiz do problema e só depois ir resolvendo o resto. De resto, em termos de peixes, até agora só me morreu um rasbora espei e ainda não sei porque poderá ter sido. De resto, ando tudo vivo e alegre pelo aquário. Pelo menos essa parte corre bem. hehe
  16. Ja tive 2 filtros externos e agora comprei um jbl crital profi 250 em segunda mão mas tenho tido alguns problemas. Este filtro externo tem uma tampa/buraco entre as duas tubagens que ainda não percebi para o que serve. O que constato é que tenho que ter o filtro dentro de um recipiente pois caso contrário iria ter a casa inundada. A agua sai por esse buraco central e secalhar por uma das torneiras (out) Algum pode ajudar me?
  17. Hoje de manhã, reparei que um dos meus aquários de camarões estava "esquisito". Ao fim de alguns minutos reparei que o filtro Eheim 2213 não estava a trabalhar. Ficou ...."MUDO"..... pergunta: - - Qual a melhor solução para resolver este problema? - Comprar outro? - Comprar uma cabeça nova? - Existe assistência técnica para estes equipamentos? AGRADECIA AJUDA DE ALGUÉM A QUEM JÁ TIVESSE ACONTECIDO O MESMO
  18. Boas qual comprar o JBL CristalProfi e701 greenline ou SERA FIL BIOACTIVE 250, qual me aconselham obrigado aqua 120l
  19. Vivam. O fundo do meu aquário partiu numa pequena zona que creio não será difícil de reparar com a cola certa. É feito de um material que o vendedor designa por plástico com fibra de vidro reforçada (GfK). Gostaria de saber a v. opinião sobre colas não tóxicas que possam ser usadas. Cumprimentos mnose
  20. como o titulo indica procuro filtro para aquario 120x50x50 o que tenho pensado: eheim 2075 jbl 1501 hydor 600 fluval 406 precisava de uma ajuda na decisao.
  21. Bom dia a todos, Á dias vi no face que a um colega da aquariofilia tinham morrido os peixes todos e uma das possíveis causas seria o termostato se passou e aqueceu muito a agua, foi ai que pensei em colocar um termostato exterior a controlar o interno Algo deste género, como foto em baixo. A questão prende-se com a sonda, Sensor Temp NM Sensor Temp TT Sensor Temp NG Sensor Temp AF Sensor Temp DT Sensor Temp LS Sensor Temp TA Sensor Temp CN Existem vários tipos e não sei qual escolher, alguém tem este sistema a funcionar. Procurei numa loja da zona dizem 37€+iva claro que fui logo para o ebay a procura de algo mais em conta.
  22. Olá, Alguém saber qual a diferença entre esses dois substratos? E se posso usar o jbl embaixo do ada Amazônia? Por questão de custo. Enviado de meu Nexus 4 usando Tapatalk
  23. Há males que vêm por bem O meu aquário de 200 litros com tampa, estava com 4x39w T5 e apesar de ter uma boa combinação de lâmpadas, tinha a fauna sempre escondida e notoriamente incomodada, não obstante, a temperatura da água subia 2°C e a tampa escaldava Há cerca de uma semana, o balastro morreu, tinha a régua com água no interior Andei a pesquisar e num dos patrocinadores do fórum, na ecoarium, encontrei uma calhas LED aparentemente porreiras e com um preço interessante... e lá teve de ser Logo vi uma grande vantagem, podia conservar a tampa do aquário pois elas eram estanques (IP68) e traziam incluídos uns apliques T5 ou T8 para usar nos suportes das lâmpadas T5 L8 ou T8, para além dos apoios laterais para colocar no topo. As calhas Zetlight Lancia ZP4000 tem duas versões, uma para plantado e outra para água salgada, dentro destas tem várias medidas, são muito finas, e toda a estrutura é feita em alumínio, dando um aspeto muito agradável e dissipa eficazmente o calor. Há a possibilidade de funcionar com interruptor incluído, ou com timer de tomada, mas Ainda há mais Podemos adicionar um recetor por calha e um controlador que pode controlar várias calhas. O controlador será programado fazendo os ciclos da luz solar deste do nascer, ao por do sol, até ao moonlight, sendo possível programar os tempos de cada fase conforme quisermos. Há ainda uma opção que simula a passagem de nuvens bem como das fases da lua, sendo que a intensidade irá variar, tendo por base o calendário, as estações e as fases da lua. Tinha algum receio que a luz fosse fraca, mas fiquei positivamente surpreso com o resultado. No meu caso, como tinha a régua com os suportes T5 para 39w, adicionei umas calhas técnicas de 30x12 para posicionar melhor as calhas e fiz a furação para instalar os suporte nas medidas equivalente a T5 l8 ou T8 +/- 106 cm, nesta medida, pois há maior e mais pequenas. Quem tiver aquários antigos com régua T8 ou aquários da aquatlantis ou jewell com T5 L8, nem precisa de DIY, a medida é certa... A fauna agradeceu muito, não levam aquele choque com tudo a ligar abruptamente, não tenho peixes escondidos e as corydoras os machos começaram a cortejar as meninas. Gosto da difusão da luz e da cor dos peixes e das plantas e estas estão a crescer bem, não aquece comparando com as T5. Estou tão satisfeito com este upgrade que não lhe encontro defeitos. Características de destaque da calha Zetlight Lancia ZP4000-1047 Plant (a versão que tenho, ainda há maior) : - 42W - 84 LED brancos 6500k - 14 LED azuis curva de cor 465-485nm - 28 LED vermelhos curca de cor 620-630nm - 3500 lumens - Estanques IP 68 - Apoios de topo extensíveis - Apliques para usar em réguas T5 L8 ou T8 no interior da tampa - A possibilidade de programação e automação. Eu tenho isto tudo vezes 2 para os meus 200 litros. Deixo um vídeo a mostrar a adaptação que fiz da régua e a mostrar o ciclo que programei, passando por todas as fases no modo DEMO de forma acelerada. Ressalvo que as transições no modo normal não são percetíveis levam cerca de 5 minutos, muito suave mesmo. Caso a eletricidade falhe, quando voltar, a luz inicia muito ténue e faz um aumento gradual até chegar a intensidade que deveria estar naquele momento do dia. Até agora 200%, vamos ver a evolução das plantas. Abraço
  24. Boas, estou a montar um aqua novo. Tenho andado a ver algumas coisas na net e decidi fazer um género de aqua-terrario com uma cascatazita. O aqua não tem tampa e fica por baixo de umas escadas. Que iluminação aconselham? Tendo em conta que o aqua não apanha luz nenhuma pois está num canto. Quero por fetos e musgo na parte "seca" e plantas flutuantes e talvez valisnérias na outra parte. Se possivel mandem link das luzes que recomendam no ebay ou assim. Até agora uma fita de leds parece me o mais económico e fácil de montar. http://www.ebay.com/itm/5M-300LEDs-SMD-3528-5050-5630-Flexible-LED-Strip-Lights-Super-Bright-Waterproof-/231472954932?var=&hash=item35e4dcfe34:m:mjilaJLMJNBrrtnCIiAvokg http://www.ebay.com/itm/5M-3528-5050-2835-3014-5630-300-600-1200LEDs-Flexible-Strip-Light-Non-Waterproof-/221497114292?var=&hash=item339241beb4:m:mChsroOef1MMu_wp2KdHOJg encontrei estes dois o que acham?
  25. Boa noite, Agradeço a vossa opinião, pois hoje mexi no meu filtro Eihem (externo), para adicionar Seporax (Algovec) carvão activado de forma a limpar o tom amarelado que o tronco dá à água (faço-o esporadicamente) e uma filtração mecância ( fibra verde da sera). O filtro no seu interior tinha apenas filtração biológica (cerâmica) que mantive. Ao ligar o filtro comecei gradualmente a ficar com a água turva - Esbranquiçada. Não tendo nenhum conteúdo no filtro de tom branco que pudesse libertar partículas, ocorrem me apenas 2 cenários: - Morte de bactérias da cerâmica (passei as por debaixo de agua para tirar sujidade - Partículas de ar, do ar que se encontrava no filtro, embora já tenham passado 3 horas e água mantém- se com tendência esbranquiçada, apesar de se ver bem para dentro. Agradecia desde já a vossa opinião. Grata, Ines Aquário 240L com 2 anos, estável.