Ricardo Fonseca

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  1. Nunca estarão a uma temperatura constante se não tiverem aquecimento. Mesmo que tenhas a casa aquecida digamos a 22ºC a temperatura da água andará pelos 20ºC o que importará uma diferença para as temperaturas de verão. Eu aproveitaria o facto de colocar G. meridionalis para ter um aquário sub-tropical que é muito menos visto que os normais tropicais (e também mais económico nos gastos de electrcidade). Os M. ramirezi precisam de temperaturas altas, exactamente o que os meridionalis não querem, pelo menos o ano todo. Tens hipótese de fazer aí um aquário diferente e igualmente bonito (em comparação com os habituais aquários tropicais) pelo que, na minha opinião, o melhor que farias era mesmo abdicar dos tropicais e centrares-te nos sub-tropicais/temperados. Outro tetra subtropical é o Gymnocorymbus ternetzi e há mais por onde escolher. Cumps
  2. Boas... esse aquário com o que estás a pensar fazer não vai precisar de aquecimento - e é melhor que não o tenha mesmo. O ideal seria teres um substrato fino, já que vais albergar geophaguinios, alguns troncos a "abrir" de trás para a frente - simulando raízes submersas de uma árvore, p.ex. Algumas pedras sobrepostas para criar locais de postura (embora não em exagero) também são aconselháveis. Agora, que espécies poderás manter aí?! Dentro dos ciclídeos e uma vez que o aquário não estará sujeito aos rigores do inverno no exterior, praticamente todas as espécies de Gymnogeophagus. Não aconselho, contudo, que mistures espécies muito parecidas ou populações da mesma espécie, por exemplo, não deverás misturar G. rahbdotus com G. meridionalis. Poderás colocar G. balzani, p.ex. 2 a 3 casais de Gymnogeophagus podem conviver aí perfeitamente, ou poderás substituir dois casais com, p.ex. uma espécie de Autraloheuros, Aequidens do sul do Brasil (p.ex. A. portalegrense) e até poderás colocar Apistogrammas (Ap. combrae, Ap. borelli, Ap. trifasciata, p.ex.) Quanto a tetras aconselharia o Tetra de Buenos Aires já que tolera muito bem as temperaturas baixas. Boas sorte.
  3. Por acaso, ois da breve passagem de um casal cá por casa, fiquei interessado na espécie... talvez daqui a uns tempos me aventure! Ainda por cima, o casal que por cá passou, estava mesmo, mesmo, quase a criar!
  4. Obrigado a ambos... deu-me muito gozo fazer o vídeo já que acho que consegue mostrar bem a razão do meu fascínio por estas pequenas criaturas. Abraços
  5. Boas, onde, na Ericeira, é que vais apanhar essa calhauzada?!
  6. É desaconselhável ter Apistos em aquas abertos, especialmente se não tiverem travessas longitudinais e a água chegar ao topo... Apistos e quase todos os ciclídeos.
  7. A minha sugestão de Nannostomus deve-se ao facto de serem peixes sem hábitos predatórios que não constituem uma ameaça para os alevins.
  8. Eu escolheria para esse aquário uns LDA 25 e uns Nannostomus (marginatus, unifasciatus ou eques).
  9. Obrigado, deu-me um certo trabalho editar o vídeo porque o meu PC já funciona um bocadinho devagar, devagarinho! Os H. eques estão lá exactamente com a intenção de serem dither/target fish, era minha ideia retirá-los quando nasceram os alevins, mas e apanhá-los?! O que tem valido é que a mãe é extraordinária e tem cuidado da prole de forma excepcional.
  10. Obrigado pelo comentário... ... eu sou apenas um curioso sempre interessado em aprender qualquer coisa nova, é bom saber que, como no teu caso, há mais gente assim. Abraço P.S. estou a dever-te um telefonema, eu sei, mas tenho tido uns dias complicados.
  11. Se eles se reproduzem, ou não, com pH superior é uma afirmação que não posso fazer. O que posso garantir é que foi com esse valor que eles se reproduziram cá em casa. Um coisa é certa, são peixes de águas ácidas e pouco mineralizadas. Se em cativeiro se conseguem manter com valores mais "normais", conseguem... se se reproduzem, sinceramente não sei, mas nada é impossível!
  12. Aqui vai o link do vídeo: http://s284.photobucket.com/albums/ll35/Fo...acara_criao.flv
  13. Se têm assim tantos locais de postura, não é muito normal terem escolhido fazer a postura em espaço aberto. A fêmea parece ser muito inexperiente, eu deixava-a fazer mais umas quantas posturas para ir aprendendo, haverá uma altura em que ela surpreenderá com os cuidados que dará às crias. Os agassizziis não são incubadores bucais.
  14. Nem das primeiras, nem das segundas, se não as deixarem experimentar... ... essa postura dificulmente será aproveitada, tanto mais que me parece que estão num aquário comunitário. O ideal seria fornecer-lhes um espaçi adequando, com locais de postura aprovpriados e deixar a natureza seguir o seu curso... isso é que é estimulante, ver as criaa serem tratadas pelos pais, caso contrário nada distinguirá esses apistos de uns normais depositadores de ovos.
  15. São ciclídeos... se não se tolerassem um deles já não estava vivo.
  16. Ajudar em quê? ... o comportamento é perfeitamente normal!
  17. É um M. ramirezi "gold", provavelmente macho.
  18. Devias ter esperado muito mai antes de introduzires os peixes, depois de intalares o aquário. Normalmente dir-te-ia para não colocares carvão no filtro, mas atendendo a que não tens suporte biológico nenhum ao aquário, deixa-o ficar. De duas em duas semanas substitui todo o carvão e de cada vez que colocares novo, reduz a quantidade e aumenta a aquantidade de matérias filtrantes porosas. Essa fauna é um exagero brutal para 200 litros (já para não falar em 60l !!!) prepara-te para reduzir isso. Os joias e os nigros não são do malawi e, enquanto os joias são africanos (embora não do malawi) os nigros são centro-americanos e devem sair. Peritos em Malawi - que não é o meu caso - podem aconselhar-te melhor quanto à fauna, mas será útil saber as espécies correctas que tens, já que o que indicas são identificações incorrectas/incompletas.
  19. T. macantzatza é uma espécie não muito divulgada. O meu conselho é que, antes de decidires, leias bastante sobre ela. Ela não apresenta o mesmo problema de temperatura dos Gymnos, mas presta atenção aos aspectos comportamentais.
  20. Gostava de saber onde vais desencantar essa espécie!!! ... porque não apostas nuns Mikrogeophgus altispinosa?
  21. Os Gymnos não se dão bem com as altas temperaturas dos Discus... não é aconselhável a mistura.
  22. Fazes mal... devias dar os outros peixes ao teu irmão e ficar com os kribs...
  23. Em primeiro lugar os kribs não são americanos, mas fluviais africanos. Em segundo lugar, da minha experiência, misturar kribs com corys dá mau resultado para os corys. Em termos genéricos não é boa ideia juntar kribs com peixes que ocupem a mesma zona do aquário (fundo) a não ser que sejam resistentes o suficiente para rechaçar as investidas dos kribs.
  24. Bom, desde logo os ciclídeos anões não são, por si só, fáceis de reproduzir. Há espécies mais fáceis e outras menos... conheço quem mantenha Apistogrammas em aquários dessas dimensões, mas não seria aquilo que eu aconselharia, particularmente a quem não tem experiência com eles. Por outro lado os Ap. cacatuoides não são, também, dos anões mais pequenos e dos menos agressivos, não seria, portante, a melhor escolha de espécie para um aquário tão pequeno.