Ricardo Fonseca

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Everything posted by Ricardo Fonseca

  1. Por acaso esses machos não são descendência dos meus selvagens? Ou são?
  2. Na minha opinião são dois machos, um dominante e um dominado... mas o dominante é um belíssimo exemplar.
  3. A temperatura é demasiado elevada para Apistogrammas... aconselho uns Ramirezi german blue.
  4. São caríssimos, sensíveis e exigem ph baixo...
  5. Os norberti pertencem ao complexo cacatuoides. Poderão ser mais complicados se forem selvagens, se forem stock de aquário deverão ser mais tolerantes.
  6. Eu diria que tens aqui a razão para o problema... outra pessoa a alimenta-los, certamente em excesso como quase todas que nos fazem esse favor e nós não temos a precaução de dividir em quantidades pré-doseadas. Excesso de comida, comida não ingerida, poluição, pico de amónia ou nitritos... pimbas. Cumps
  7. Muito aguentou isso... vi tanta coisa hoje em pior estado! Olha, os meus parabéns por uma obra bem instalada, com a noite que foi, isso está mesmo firme! Boa sorte com as reparações. Abraço
  8. Black Water pode ser o nome dado a um determinado produto de aquariofilia, vários existem com base em extractos de carvalho e outras madeiras e frutos que tentam recriar Black Watyer, ou seja, água negra. Claro que o efeito black water é criado pelos taninos, só que em vez de serem libertados naturalmente por troncos e folhas, são adicionados à gota em produto concentrado. Todos os produtos destinados a condicionar a água como back water acidificam a água, un mais, outros menos... quanto0 aos parâmetros próximos da água amazónica, referes-te, certamente, a parâmetros próximos de determinados ambientes amazónicos, no caso em apreço o biótopo de creek. É que na amazónia não existe apenas black water, existe também clear water e white water. Experimente criar Tropheus com esse produto a ver se melhora as tentativas de reprodução... ou mesmo para não ir mais longe, experimente criar Apistogramma diplotanea com esse produto e vê se tens algum resultado. Esse produto só "melhora" a capacidade de procriação na medida em que recrai o habitat de origem... se o habitat de origem não for esse de nada serve. Quanto a plantas, em habitats de "creek" e "black water" terás muita sorte se encontrares umas flutuantes, porque com pH de 4 para baixo e luminosidade nula abaixo dos 50 cm não tens muitas plantas que se desenvolvam... não terás mesmo nenhuma! Este último conselho que dás, devias adoptar religiosamente. Tudo o que o JPP referiu é plenamente justificado, já tu incorres em erros crassos que, ao neles insistires depois de alertado, se convertem em autênticos disparates. Cumps
  9. ... e fotos disso?! Hmmmmmm?!!!! :D Abraço
  10. Ora aí está o que é... ... a prova provada que os peixes criados cá em casa saem com qualidade! Parabéns!
  11. Se te estás a referir à coloração do bordo da barbatana dorsal, as fêmeas têm essa coloração. Do que vi e do que descreves há ainda a possibilidade de teres um de cada sexo. Mas, sinceramente, estou inclinado para que tenhas duas fêmeas. O maior é com 99% de certeza uma fêmea... o mais pequeno também parece ser.
  12. A expressão vanguarda foi mal aplicada, o que queria dizer é que tu, de quem eu conheço, eras quem mais tem "trabalhado" com este género de há uns tempos para cá.
  13. O Diogo tem estado na vanguarda nacional no que toca a Tropheus, mas há muitos e variadíssimos aquariofilistas com sucesso na criação do género por cá. Quanto a colónias à venda, é questão de ir espreitando os classificados, sei que têm aparecido por lá colónia estabelecidas à venda... :D
  14. LOL... ... a criação lá está, embora dada a juventude dos pais seja um criação de pequena dimensões... vamos a ver quantos peixes tiro dela.
  15. Há alguns dados que preciso de saber sobre os peixes. O primeiro é se tens apenas dois ou tens mais, segundo qual o tamanho de ambos e terceiro se são exemplares de cativeiro ou são de descendência próxima de selvagens. Cumps
  16. Boas... tens aqui muita informação sobre os Mikrogeophagus altispinosa (o nome correcto da espécie) e basta fazeres uma pesquisa no google e muita coisa te surgirá... :D
  17. Mais um tópico interessante sobre uma espécie que nunca mantive. Se um dia destes conseguir deitar as mãos a uns trifasciata F0 não penso duas vezes!
  18. Boas... tens sempre as folhas, trocos e galhos de Quercus. Uso com bastante sucesso!
  19. Faço minhas as palavras do Vasconcelos, sublinhando que esta não é uma espécie fácil de criação em cativeiro. A pequena dimensão dos alevins e a exigência com os parâmetros da água são obstáculos ao comum aquariofilista que não faz investigação. Mais uma vez, os meus parabéns pelo sucesso com a espécie e pelo tópico.
  20. Muito bem... é sempre ver mais gente interessada nestas pequenas e fantásticas criaturas. Parabéns. Quanto a filtros, se calhar está na altura de começares a optar por filtros de esponja... eu não uso outros. Além de não sugarem os alevins, são uma óptima fonte de alimento para os filhotes. Desde pequenas partículas de comida que lá se alojam, aos infusórios que por lá proliferam são um óptimo complemento alimentar.
  21. São nuances que não me preocupam. Um coleccionador de selos, ou praticante da filatelia, é um filatéfilo ou um filatelista?!
  22. Se te interessar posso trocar um macho por uma fêmea... neste momento estou com um ligeiro excedente de machos porque entreguei muitos trios. ... depois avisa! Cumps
  23. Irei dando notícias sempre que se justificarem, também eu estou espantado com a coloração e maturidade de peixes tão jovens. Obrigado Há ainda algumas espécies de Apistos que habitam por lá que ainda não me agraciaram com uma reprodução. Em breve conto readaptar as condições deles na tentativa de ter algum sucesso. Por vezes o tempo não abunda e como raramente adquiro casais, ou adquiro lotes de juvenis F1 ou adquiro lotes de selvagens, a adaptação ou crescimento levam sempre algum tempo. Foto panorâmica não será fácil, porque o aquário se encontra disposto em bateria com o lado mais curto para a frente. Mas sim, todos os meus aquários de manutenção/criação estão vocacionados para reproduzir as condições que estes encontram na natureza. Obrigado pelo comentário Ricardo, mas dar nomes a espécies é coisa para gente muito mais sabedora e investigadora que eu! Como disse ainda tenho por lá algumas espécies que ainda não se reproduziram, mas só agora também é que conto dar-lhes condições para tal. Isto de manter muita espécie ao mesmo tempo ocupa algum tempo e nem sempre há disponibilidade para arregaçar as mangas e molhar as mãos como é necessário. De resto não tenho técnica nenhuma de especial, limito-me a tentar reproduzir as condições que encontram no seu habitat selvagem… a natureza faz o resto! : -) Abraço e obrigado Obrigado! Estes não são selvagens, são filhos de selvagens… os selvagens foram capturados no Peru por um amigo norueguês… Cumps e obrigado. Estes fazem parte de um lote de peixes que tinha reservados para mim pelo Mark, estes, uns Abacaxis e as I. adoketa. Como havia mais adoketas do que eu queria ainda te cheguei a perguntar se querias algumas… e sim, vieram com essa importação. Se receberes os barlowi depois apita e diz-me se são os “white” ou os “blue/red”… se forem “blue/red” reserva um casal para mim se faz favor. Os papagei pertencem ao sub-complexo Pebas e sim, há muitas semelhanças. Para mim os morado são mais bonitos que os papagei A92, mas, na minha opinião também, nada neste sub-complexo bate os papagei A91. Abraço e obrigado
  24. As fotos que vou apresentar são de peixes com menos de 3cm, portanto bastante jovens ainda e com um potencial de coloração bastante grande. Estão entre os Apistogrammas mais coloridos que alguma vez vi, incluindo as formas manipuladas em aquário e... são filhos de selvagens. Estou portanto a criar a geração F2 a partir de exemplares F1. Espero que gostem: e o macho jovem: Cumps
  25. Desejo-te a melhor das sortes com a espécie e vai dando notícias!