C Mocho

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Tudo publicado por C Mocho

  1. C Mocho

    R´hllor

    Muito prometedor. Mais um a seguir... Boa sorte com essa montagem!
  2. C Mocho

    Audeō

    Muito bom, mais um para seguir. Acho que vai ser uma experiência muito interessante acompanhar estes vossos aquários. Boa sorte e desfruta!...
  3. Olá Manuel, suponho que eu não seja a pessoa indicada para te aconselhar, pois quando há muitos anos só me preocupava com a fauna usava então apenas areão e mais tarde quando começei a pensar seriamente em plantas passei a usar solo fertilizado para plantas de aquário. Neste caso coloquei solo fertilizado onde pretendia plantar e coloquei areia (neutra) nas zonas onde não pretendia que a plantas dominassem. Normalmente a relação qualidade preço para um substrato fertilizado é justa a proporcional. ADA será o topo, logo o mais caro, mas há outros solos de boa qualidade e menos caros. Depende do que queiras vir a fazer! Eu só me lembro de usar ADA ou Trópica, mas há outros sim!
  4. Mais um a seguir. Nunca é demais dizer, parabéns pela iniciativa e boa sorte!... 😉 Impressionante como consegues meter tantas variedades de plantas e não ficar logo à partida tudo atafulhado! As pedras também são muito bonitas, não as deixes ser demasiado engolidas pela flora...
  5. Sim Tozé, é de propósito. Não tenho fauna, as plantas estão ainda no arranque, o substrato é rico em nutrientes e eu estou já a fertilizar. Resolvi aproveitar para lhes dar muito CO2 para que aproveitem tudo o que conseguirem. A adição de Excel serve para compensar as oscilações de CO2, pois as luzes só ligam por volta das 16:30h e antes disso há muitas horas de luz natural, indireta mas bastante!... Eu sei que estou a desperdiçar, mas quero tentar retardar o mais possível a introdução da equipa de limpeza (não sei é se o vou conseguir). Por detrás da pedra maior já lá estão umas rotalas mas ainda são pouco visíveis. Não são é muito coloridas, pois tenho lá uns pezinhos de macrandra 'Narrow Leaf' e o resto são rotala green. Mais tarde verei se quero mais cor. Obrigado pelo feed back!
  6. 20º dia: À exceção da Ricardia, tudo parece estar a desenvolver bem. A Cuba está visivelmente maior e começam a ser visíveis junto ao vidro alguns runners da Eleocharis. Houve pouco “melt” nas Cryptos e o menos agradável de momento são as pontas das folhas dos Eriocaulon, contudo já se observa novo crescimento nos centros. Algumas pontas de Rotala foram cortadas e replantadas para aumentar a densidade (estou a gostar de as ver e já considero a hipótese de as deixar ficar). Há 3 dias atrás instalei o filtro definitivo, aproveitando o “neo Media Pure” e a lã que tinha colocado no EHEIM classic 350. Agora tenho um 4+ 250T a funcionar e espero com a mudança não ter recuado muito no ciclo de nitrificação. Continuo contudo a introduzir Seachen Stability a cada TPA: na primeira semana foram de perto de 90% do volume da água dia sim, dia não, nas duas semanas seguintes passaram a ser de 70% e na próxima semana serão de 55%, mas passarão a ser apenas duas por semana. (se vir que é necessário reforço ou no volume de água ou na frequência). O período de iluminação começou com 5 horas nos 2 primeiros dias, depois passou para 5:30h na primeira semana. Na segunda semana, 6h diárias, a meio da terceira semana 6:30h, e agora pretendo manter assim pelo menos até ao fim da 5ª ou 6ª semana (final do ciclo de nitrificação). Mais tarde pretendo estender até às 8h diárias, mas só mais tarde. Admito que aparentemente o fotoperíodo é curto, mas o aquário está entre duas portas de vidro que proporcionam muita iluminação natural desde o nascer ao por do sol... A injeção de CO2 começa 1:30h antes da iluminação e termina 1h antes das luzes desligarem (25/30 ppm). Fertilizo com Brigty K e Seachen Excell desde o primeiro dia e após a primeira semana comecei a colocar também Green Brighty Mineral. Desde o dia 13 que começaram a aparecer algumas filamentosas (talvez diatomáceas), mas muito poucas e facilmente controláveis com uma escova de dentes. Sei que a introdução de uns Amano seria extremamente eficaz para o controle deste problema, mas acho que o declive acentuado iria ser um pouco terraplanado, (não há bela sem senão), pelo que vou tentar adiar se não mesmo evitar a introdução destes. SAE nesta montagem também estão fora de questão, pretendo vir a introduzir uns Oto, mas por enquanto é muito cedo para eles, portanto talvez venha a experimentar alguns Neocaridina para não agredir tanto o layout, não sei é se serão suficientemente eficazes, mas por enquanto também para eles é cedo.… Enfim, não se pode querer “sol na eira e chuva no nabal”! Eu sei que por enquanto isto tudo é normal, portanto “no stress”.
  7. Boas, tal como disse nos outros "Excelente iniciativa, excelente começo. Vou seguir todos e aprender com a vossa experiência. Obrigado pela partilha, boa sorte e parabéns!" Urticularia, Elatine e uns declives superiores a 45º sobre a areia... este vai dar luta! 😉
  8. Compreendo que sintas a necessidade de colocar uma pedra em cima das outras no extremo esquerdo (não partilho a opinião mas compreendo), contudo acho que essa que tu escolheste não tem o tamanho nem a forma ideal. Já experimentaste uma mais pequena?
  9. Excelente iniciativa, excelente começo. Vou seguir todos e aprender com a vossa experiência. Obrigado pela partilha, boa sorte e parabéns!
  10. Excelente iniciativa, excelente começo. Vou seguir todos e aprender com a vossa experiência. Obrigado pela partilha, boa sorte e parabéns!
  11. Excelente iniciativa, excelente começo. Vou seguir todos e aprender com a vossa experiência. Obrigado pela partilha, boa sorte e parabéns!
  12. Excelente iniciativa, excelente começo. Vou seguir todos e aprender com a vossa experiência. Obrigado pela partilha, boa sorte e parabéns!
  13. Excelente iniciativa, excelente começo. Vou seguir todos e aprender com a vossa experiência. Obrigado pela partilha, boa sorte e parabéns!
  14. Composição muito forte e prometedora. Terei imenso prazer em ver como é que isso amadurece, até agora sinto que todas as opções foram bem sensatas e o equipamento só pode vir a ajudar. Eu não usaria madeira pois as pedras têm presença qb (só lhes falta tempo para se revelarem esplêndidas), contudo admito que possa ser adequada para algum tipo de fauna, depende do que queiras vir a construir. Seria também interessante saber que plantas tens aí dentro, algumas supostamente identifico facilmente, mas outras podem fazer muita diferença num estádio mais avançado, ma o tempo nos dirá. Muito bom. Vou certamente gostar de acompanhar!
  15. Obrigado Ismael, suponho que agora que gostas mais dessa pedra também compreendes porque é que a que eu menos gosto é da grande. Finalmente foi dia de encher. Plantar foi lento, mas muito menos complicado do que eu temia. Afinal nem a cuba nem a eleocharis resolveram andar a passear à solta na água, mas não pensem que correu tudo às mil maravilhas. Os problemas foram com o filtro. Primeiro o filtro pretendido acabou por não chegar, mas tendo tudo pronto, as plantas disponíveis e já farto de olhar para isto vazio (sim porque enquanto está vazio não se resiste a mudar uma mariquice qualquer), resolvi encher na quinta-feira utilizando provisoriamente um 2213 que estava parado há muito tempo. Passadas muitas horas a plantar (com visitas a aparecerem cá em casa para jantar e a necessária interrupção que isso implica, pois eles podem sair daqui a pensar que eu não bato bem, mas não sairão a pensar que eu não os sei receber), enchi o bicho lá para as 2 da manhã… e começou a “festa”, afinal o filtro tinha um problema no veio e não puxava a água! (e ás 8:30 eu tinha que estar a trabalhar). Fui para a cama com um sentimento de frustração grande e sem saber o que fazer. No dia seguinte telefonei ao Nuno Matos… (obrigado Nuno, quando telefonei nunca pensei que me ias dizer que tinhas um filtro que me podias emprestar). Entretanto como tinha de me ausentar no fim-de-semana, montei o 2215 do Nuno à pressa, fiz uma TPA de cerca de 80% da água e zarpei para fora deixando tudo aparentemente a funcionar bem, ou quase tudo, pois não liguei o Chihiros Doctor porque já não podia perder mais tempo, (era suposto ir jantar a 300 km de casa e acabei por sair daqui às 11:30). Voltei no domingo perto da meia noite e para minha grande surpresa tinha tido uma inundação porque a mangueira do outflow ficou mal travada (grande treta, sobretudo numa divisão com pavimento flutuante). Ok, voltando ao aquário que é o que aqui nos interessa: das plantas pretendidas não consegui arranjar uma, a ‘Eleocharis parvula’, pelo que a coisa também não ficou como eu pensava que iria ficar, contudo por agora, no seu lugar coloquei umas Rotala de crescimento rápido que poderão até ajudar a absorver os nutrientes nesta fase inicial. O problema será que eu posso acabar por gostar de as ver onde estão e então lá se vai o meu projeto de iwagumi definitivamente para o galheiro. Não fará mal, afinal os projetos são feitos para se poderem alterar! Fica o registo, acabadinho de encher e ainda com a água turva: Anubias nana Pangolino - Anubias ‘petite’ - Cryptocoryne lutea 'Hobbit' - Cryptocoryne parva - Eleocharis pusilla - Eriocaulon breviscapum - Hemianthus callitrichoides 'Cuba' - Marsilea crenata - Riccardia Chamedryfolia - Rotala macrandra 'Narrow Leaf' - Rotala sp. "H'Ra" ("Gia Lai") - Rotala spec. "Green" Agora é só esperar que comecem a aparecer as algas!
  16. Obrigado Vasco, também anseio por isso!... 🧐
  17. C Mocho

    Do!aqua 60cm

    Claro que não tenho competência técnica para refutar, mas Gonçalo com ou sem injeção forçada, o CO2 está presente em todas as montagens. Naturalmente o problema dever-se-á a uma série de fatores combinados. A velocidade de circulação da água também pode ser outro, não sei! (digo isto porque no meu caso onde me apareceram vestígios de BBA foi no tronco que está mais próximo da saída da bomba de circulação, não do filtro (que tem menor potência, mas da bomba. Não sei, como disse não tenho competência para explicar e fundamentar o que vi acontecer e concordo que há ainda muitos mitos pouco esclarecidos.
  18. Obrigado Ismael e Gonçalo pelo vosso incentivo. Claro que vou precisar do vosso apoio para domar a fera... Não foi isso que eu disse Gonçalo, há é objetivos que quando são minimamente alcançados já são mais do que gratificantes. Tem ainda tanta coisa que pode correr de forma contrária à que eu idealizo... Cada coisa a seu tempo! Por enquanto vou-me satisfazendo com esta visão da minha secretária, que sem a vossa ajuda não teria sido concretizada (até já está cheio de vivos lá dentro, só que não são peixes nem camarões):
  19. Obrigado Gonçalo é bom ouvir isso mas ainda tenho muito para aprender!... Se conseguir chegar a ter alguma coisa que me dê mais prazer do que aflições já é mais do que o suficiente.
  20. C Mocho

    Do!aqua 60cm

    Olá maxir5. Tiveste um problema com a injeção de CO2 que provocou desequilíbrios que levaram ao surgimento de algas. A BBA adora oscilações de CO2 e foi possivelmente nessa altura que ela se instalou no teu aquário. Podias ter tentado minimizar o problema com a introdução de carbono na forma orgânica (tipo Flourish Excel), mas suponho que não o fizeste e assim mesmo talvez o problema surgisse na mesma. Agora que já voltaste a ter o CO2 a funcionar, tens de observar se ela está ainda em desenvolvimento, se está estagnada ou em regressão. Se não vires avanço na sua proliferação é porque o problema de origem foi provavelmente sanado. Tudo o que o Gonçalo te diz para fazer é importante. Se não resultar é porque ainda tens oscilações que mantêm o caminho aberto para essa alga. Em última instância podes tentar a overdose de Excel contudo, com camarões à mistura é preciso estar muito atento ao comportamento deles e se não tiveres resolvido o problema de origem elas voltarão! Não será necessariamente tempo perdido, pois ficas inequivocamente a saber que tens de procurar outra causa e solução para esse problema. A que horas ligas e desligas o CO2 e a iluminação? Eu no meu aquário de 140l ligo o CO2 2 horas antes das luzes e desligo apenas meia hora antes, para além disso adiciono Excel quando as luzes apagam ou logo pela manhã (depende do meu horário), pois as luzes estão ligadas à noite e durante o dia o aquário é iluminado pela luz natural, o que faz com que o metabolismo das plantas funcione também neste período (muito menos, mas funciona). De há algum tempo para cá tem estado equilibrado, mas para chegar a este horário foi preciso matar muita alga. No meu caso eram as filamentosas, mas as BBA também deram um arzinho da sua graça.
  21. Obrigado Ismael, é muito mais motivante quando se tem algum feedback… Aquascaping para mim é sempre que se tenta recriar com intencionalidade estética um aquário com pedras, troncos, flora e fauna, num pedacinho de natureza. Por vezes consegue-se lá chegar, outras servem apenas de aprendizagem, embora os objetivos tenham ficado para além do alcançado. Neste meu caso, comecei por querer um iwagumi, mas observo que neste momento já estou com um hibrido entre o ‘iwagumi’ e o ‘nature’, e ainda não lhe comecei a meter água (H2O). Quanto à pedra central, continuo a gostar dela, mas compreendo o vosso ponto de vista. Gosto daquela dureza, daquele contraste, daquela afirmação intensa ou seja, gosto mas não consigo explicar porquê! Como já disse anteriormente a que eu gosto menos é a pedra maior à direita, mas era a melhor que eu tinha para aquele local. Relativamente à mini needle leaf, tenho de a ver melhor, o que é certo é que quando vi pela última vez a pangolino ela olhou para mim e gritou: “- ó totó, não entendes que eu sou perfeita para dar um toque especial ao teu projeto?”, mas confesso que não me tinha lembrado dela antes nem de nenhuma outra, pois simplesmente não estava no plano. Agora que falas na mini needle leaf tenho de a ver ao vivo... Quanto ao dry start com a cuba, acredito piamente que tenhas razão, eu nunca trabalhei com ela e a minha intenção era sobretudo evitar que esta fosse rapidamente comida pela eleocharis, pois embora saiba que o melt será inevitável na transição de emerso para imerso o sistema radicular levaria já um avanço no momento em que fosse plantar as eleocharis (embora uma zona de transição em que ambas se misturem me agrade bastante mais do que uma separação brusca). Sempre achei que este era o tamanho ideal de aquário para as minhas pretensões e na minha enorme presunção achava absurdo que incluíssem os 60P na categoria dos nanos, agora começo a achar que fica tudo muito próximo e ao menor descuido irei ter salada russa, ou seja voltarei uma vez mais ao estilo ‘jungle’!
  22. Obrigado pelo comentário Inácio. Quanto às pedras, não é tão difícil como parece, basta ter um martelo, muita paciência, capacidade crítica e umas boas ajudas aqui do pessoal. Já relativamente às plantas estou a tentar não incluir nenhuma espécie que cresça com maior vigor que a cuba e a eleocharis, para não as comerem em pouco tempo. A maior dúvida é relativamente à minha capacidade de manter estas duas próximas das respetivas zonas predefinidas. (dava-me um grande jeitaço ser ambidestro, mas não sou)! Todavia, um plano é apenas um ponto de começo, depois a coisa toma vida própria e logo se verá.
  23. Pois, o problema é que eu acho o mesmo e isso é mau. Muito mau!... Eu até já estava a tentar arranjar desculpas para não mexer em mais nada, mas este último comentário do Vasco foi a gota de água. Era mais ou menos isto não era? Agora falta afinar uma data de pormenores e para isso a máquina fotográfica dá um jeitão, mas como os meus cachorros resolveram comer o fio de alimentação do carregador da bateria vou ter problema complicado para resolver!
  24. Pois compreendo Gonçalo, formalmente estas duas pedras não são da mesma família, mas contrariamente a ti eu gosto mais da central do que da arredondada. Mas era o que por cá havia de mais adequado. As outras não falaram comigo. O caminho de areia duplicado é uma proposta deveras interessante. Muito obrigado por partilhares! Agora as plantinhas: Claro que a ideia original é o iwagumi, ou seja um “tapete”. Nunca tive nenhum aquário com tapete a sério, pelo que tenho plena consciência que isto pode correr bem, mas também pode correr muito mal. De qualquer forma esta fase ainda está só em projeto, pelo que posso acabar por modificar tudo o que me pareça adequado. Eleocharis acicularis ‘mini’ – é uma plantinha que me atrai bastante desde há muitos anos (não entendo porque é que nunca a tive, talvez porque nunca tenha sido adequada para nenhum dos meus aquários, talvez porque no fundo nunca tive um plantado a sério mas sim aquários old style, com estilo jungle!). A ‘mini’ então poderá ser ótima para o que eu penso. Cresce pouco em altura, o que significa que ainda deixará adivinhar algumas pedras. Mesmo que eu não a pode não deverá sair muito da escala. Mas, (há sempre um mas), só eleocharis é capaz de ficar um bocado monótono e não enfatizar a profundidade. Num 90P já seria mais fácil alcançar sensação de vastidão que esta plantinha permite, mas este é pequeno demais para um minimalismo tão acentuado (digam lá se eu não sou bom a arranjar desculpas para a falta de unhas). Cuba – esta tem-me custado um pouco a “engolir”! Por um lado, com a sua folha miudinha tem exatamente a presença visual que eu procuro para o primeiro plano, por outro, sei que ela às vezes parte a cabeça ao pessoal por vários motivos (enraizamento lento, custa a arrancar e depois, obriga a uma manutenção constante). E eu que não queria ter trabalho! Ainda olhei para a Elatine porque cresce mais devagar, mas como é mais difícil que a Cuba, talvez seja sensato ganhar primeiro um pouco mais de prática. Não sei entretanto se não lhe deveria dar um avanço em “dry start” antes de colocar qualquer uma das outras, o que é que acham? Eriocaulon breviscapum – a planta do “outro” ponto focal (um positivo e o outro negativo). Andei a pesquisar, a pesquisar e um dia reparei que tenho uns eriocaulon dentro do outro aquário a sofrer tremendamente com falta de luz, espero que aqui venham a conseguir recuperar, caso contrário lá terei de voltar às pesquisas. Crypto parva – pois, comecei a achar que precisava de mais alguma coisa para dar escala e enfatizar a profundidade. Comecei por pensar na ‘tenellum’ que ficaria a matar, mas parece que esta amiga chega a um momento em que acha que o aquário é todo para ela e então lá se vai a escala! A parva é uma excelente candidata para obter um efeito similar. Crypto lutea ‘hobit’ – pensei nela pelo mesmo motivo que a Crypto parva, com a mais valia de trazer uma outra cor para além do verde, mas como receio que possa vir a ter cor a mais, optarei por colocar ambas. Para além disso, acho que a forma das folhas da parva são mais interessantes para misturar com a eleocharis. Eleocharis párvula – lá atrás de um dos lados, julgo que poderá quebrar subtilmente a monotonia. Será apenas para os mais atentos, mas se for preciso, aos outros eu chamo à atenção (assim por assim, já toda a gente que cá vem a casa acha que eu não bato bem…) Deveria parar por aqui, não acham? Eu também, mas a ultima vez que a vi voltei a apaixonar-me! Anubias nana pangolino – sim, eu sei que há buces formidáveis e as anúbias agora estão um bocadinho démodés, mas apaixonei-me uma vez mais. Curiosamente por vezes encontram-se umas com as folhas mais estreitas e outras mais arredondadas, as de folha mais bicuda ficariam aqui a matar, mas as outras também são lindas. Serão subespécies diferentes ou será fruto de fatores ambientais? Anubias ‘petite’ – já estiveram anos dentro de um aquário em decomposição. Ficaram sem folhas mas com parte do rizoma verde… em Outubro, quando montei o outro aquário (só com fauna e flora asiática), tive pena delas e escondi-as dentro de água e agora têm umas folhinhas muito bonitas. Está na altura de saírem do “asiático”, que este aqui é que irá ser “tuti-fruti”. O problema é que a luz deve ser excessiva para um crescimento tão lento, mas não custa nada experimentar. Se for necessário já pensei em fazer uns para-sóis miniatura só para as proteger e mudo o nome desta montagem para “Férias na Montanha”! Então, conseguem imaginar? Alguns sim, conseguem ver seguramente algumas coisas que eu ainda não vi. Se me quiserem ajudar, agradeço! Aos outros eu dou uma ajuda com o Photoshop, embora já tenha substituído uma ou duas pedras de acompanhamento (ai agosto, agosto… porque é que demoras um ano para vir e um mês para ir?):
  25. Uma vez mais tens razão Vasco, contudo 7-8 cm parece-me um exagero. O aquário irá ser visto de vários ângulos, pois se não fosse assim pareceria demasiado simples! Primeiro está instalado mesmo em frente à porta do escritório, logo a vista frontal será sempre a imagem do primeiro impacto. Depois de cada um dos lados existe uma secretária, pelo que ele será observado de esguelha sim, mas de ambos os lados. Daí não querer exagerar na triangulação do layout… Entretanto uma vez mais estive com o Nuno em águas diferentes destas. Aproveitei e abusivamente mostrei-lhe as fotos anteriores. Ele foi muito paciente e contido, dizendo: “- Falta-lhe dramatismo! Sobe mais essa pedra da direita...” Com o seu know how podia simplesmente ter dito que estava merdoso mas não, ele é um puto simpático. “- C’um caraças!” Pensei eu. “-Então não é que é mesmo isto que eu acho que andava por aí à procura. Drama!...” Aquela coisa que eu achei que estava lá potencialmente no início e depois foi arejar. Toca a voltar a tentar. Escavar um buraco para a areia, sem querer desmontar tudo e começar do zero foi o primeiro desafio, mas afinal também não foi assim tão complicado como eu temia. Agora puxar aquela pedra para ela assumir a força necessária (sim Vasco, o conflito que tu falaste mais acima…) foi um bocadinho mais complicado. Teve de ser por fases. E nessas fases lá voltei a partir pedra (desta vez, pedrinhas). Parei então por aqui. A partir de agora ainda há uma ou outra pedrita a ser substituída e talvez puxar mais 1-2 cm na altura do substrato ao fundo à direita… mas é isto! Afinal de contas a maioria das pedras só vai mesmo servir para reduzir o resvalamento do substrato e ajudar um pouco na delimitação de variedades de plantas, (elas e umas tirinhas de acetato que eu tentei esconder), pois se tudo correr bem as plantas vão acabar por engoli-las! Agora vai ser tempo de meditar na plantação!...