Quinze dias depois.
Julgo que, finalmente, consegui encontrar os parâmetros certos para ter um Iwagumi sem algas 😄 . Não foi fácil... tive que descer a intensidade da calha para 20(R) 15(G) 20(B), com apenas 6 horas de luz diárias e duas bolhas de CO2 por segundo. Parece muito pouco, mas está a funcionar. A carpete fechou, com folhas muito pequenitas (parecem de Cuba), e o musgo continua a crescer com um aspeto muito saudável e bonito. Aquela gosma/alga que apareceu no início parou de crescer e, uma vez aspirada, não volta a aparecer. Sempre li que as calhas da WeekAqua tinham intensidades absurdas, mas nunca me passou pela cabeça descer a coisa até aos 20%!
O desafio agora tem sido as TPA's... como me concentro muito na poda do musgo (e faço-a com mangueira na mão - enquanto o tanque esvazia, e tesoura na outra) e tenho tido muito musgo para cortar, fico sem tempo para mais nada. Há ali pedras que ainda têm a sujidade com que vieram da loja. Tenho que encontrar uma estratégia diferente, que talvez passe por duas TPA's semanais - uma para tratar do musgo e outra para lidar com outras questões. De qualquer maneira, os vidros e as pedras têm-se mantido livres de algas, por isso não me tenho preocupado muito com isso.
Ainda não introduzi vivos no tanque. Acho que vou esperar mais uma semana para perceber verdadeiramente se consigo ter um ecossistema completamente livre de algas. Quando isso acontecer, entram os peixes, os camarões e os caracóis. E hão de entrar, na mesma altura, mais espécies de plantas (pelo menos uma 🙂 ).
Continuo a tentar perceber onde devo ter musgo ou não... se alguém poder perder um bocadinho de tempo para me ajudar a decidir, agradeço.