JoseCarlosMarques

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  1. Oh pá!!! Estamos lixados. Vou mas é dormir!
  2. O Mocho lembrou-me agora que tenho um vaporizador!!! Que burrice minha... devia tê-lo utilizado desde o início!
  3. Oh Steve... eu compreendo a tua boa vontade, mas ainda me vieste confundir mais. É que qualquer coisa que leia faz sempre sentido!!! Que desespero. Eu já falei com o Mocho e acho que vou fazer 3 coisas... reduzir o tempo de luz, reduzir a intensidade da luz e destapar o musgo. Vou usar a configuração 35R, 25G, 35B. E depois vou esperar. O que interessa agora é a carpete, e hoje, como só a borrifei uma vez de manhã, percebi que antes das luzes apagarem ela já estava um pouco seca, num ambiente quente... acho que a solução passa mesmo pela regulação da luz e não por cobrir ou não o musgo. Se o musgo não aguentar, vou substituí-lo antes de inundar o tanque. Se vir que a Monte Carlo começa a parar de crescer, volto a aumentar a luz.
  4. Já coloquei duas vezes a mesma questão e tenho respostas diferentes em relação à percentagem de RGB. Mas ele mantém sempre a ideia de que tenho que reduzir o número de horas de luz por dia, para não secar demasiado o musgo e as plantas, e diz-me que devo retirar o papel de cozinha que tenho em cima do musgo para ele poder "respirar" e para não criar um micro-ambiente fechado. A verdade é que realmente noto mais o musgo seco ao toque agora do que quando o tinha descoberto, e não tenho visto qualquer melhora... aliás... algumas pontas de musgo que ficaram descobertas continuam verdes, portanto, nesse aspecto, acho que o ChatGPT deve ter razão. Também já reparei que ao final do dia (a partir das 10H de luz, mais ou menos) até a Monte Carlo parece ficar seca, e o ar dentro do tanque fica muito quente. Talvez o melhor seja mesmo retirar o papel de cozinha e reduzir o número de horas para 8, talvez. Também vou reduzir a quantidade de luz para R35%, G25%, B35%. A Monte Carlo parece-me bem de qualquer maneira... o problema é mesmo o musgo. Piorar não deve piorar.
  5. O ChatGPT dá-me respostas diferentes sempre que eu lhe faço uma pergunta 🙂 . Já me sugeriu aumentar o Verde e baixar o Azul... ter mais luz agora do que quando inundar o tanque... sei lá. Olha, vou pelo meio termo e colocar a coisa a 35, 25, 35. Logo vejo no que dá. Obrigado pela tua paciência, Mocho...
  6. Confesso que estou a ficar um bocado confuso, e a culpa pode ser do ChatGPT 😄 . Antes de mais, Mocho, o meu aquário é um ILA feito à medida (90 comprimento x 40 profundidade x 35 altura - 126 litros de capacidade). A calha é uma WeekAqua L 900 Pro, onde não uso nenhum "presset" - sempre regulei o R, o G e o B em separado. No início tentei percentagens para os 3 que me permitisse ter uma tonalidade neutra de cor, mas em conversa com o pessoal da Soluções Aquáticas lembro-me de eles me dizerem que as plantas não utilizavam tanto o G ou o B e, colocando esse valor abaixo dos outros dois, consegui ter muito bons resultados. Eu tinha noção de que era o G que colocava mais baixo (qualquer coisa como 35/25/35 - a calha é muito potente), mas fui procurar o que escrevi na altura, aqui no fórum, e o registo dizia que era o azul que tinha baixado. Dito isto, faz todo o sentido aquilo que tu escreveste, e vai ao encontro da ideia de valores que eu tinha em mente utilizar. Neste caso, e como estou em Dry-Start ainda, poderia duplicar a intensidade sem medo de algas - 70/50/70. Faz sentido!?!?!? Desculpa estar a insistir na questão, mas é que estou mesmo baralhado!
  7. O problema das WeekAqua é esse mesmo... têm luz para dar, vender e ainda sobra alguma para as algas 😄 . Acho que vou pelo que escrevi no passado. Normalmente, quando faço aqui algum comentário, costumo verificar os valores exatos, portanto o mais certo é estar a fazer confusão agora. Ainda estou em Dry-Start, portanto posso experimentar. Vou fazer R80, G50, B40. Só me lembrei disto hoje (estupidez minha)... até agora esteve tudo a 60.
  8. Alguém sabe dizer-me, dentro do espectro RGB, qual das três cores as plantas "aproveitam" menos para fazer a fotossínteses? Eu tenho noção de que é o Verde, e o ChatGPT diz-me o mesmo, mas num post anterior que fiz aqui no Fórum, e que fui consultar, afirmei que seria o Azul. Isto porque a minha calha tem percentagens variáveis dos 3, e eu sei que colocava duas mais altas e uma mais baixa, mas agora fiquei confuso 😄 .
  9. Obrigado pelas tuas palavras. Em relação ao musgo... se correr bem, conta-nos também o que fazes para o manter saudável 😄 .
  10. Acho que o problema não estava mesmo na quantidade de luz, mas na preservação da humidade, porque até o papel que coloquei em cima do musgo parece não reter grande humidade - não secou (no espaço de 4 horas, mais ou menos), mas noto que não fica com a humidade que devia. Ainda é cedo para perceber bem o que está a acontecer... vou tentar vedar melhor o tanque, e talvez borrifa-lo mais vezes ao dia. Mais novidades quando as tiver. Aquela ideia de colocar sphagnum moss desidratado não me parece viável, @sTeVe-. Talvez resulte em paludários, mas no aquário, quando o inundasse, seria complicado separá-lo do musgo de java, não?
  11. Mas nesse caso, se o problema for a luz excessiva, continuo sem resolvê-lo. De qualquer maneira, posso começar com a solução que ele deu, e logo vejo o que fazer a seguir. Muito obrigado aos dois!
  12. Mais um vídeo muito interessante feito pela Green Aqua. Desta vez, no nosso país. Um olhar aprofundado do tão conhecido Florestas Submersas - o aquário criado Takashi Amano em Lisboa antes da sua morte e com encerramento previsto para o final do próximo mês. Quem não tiver oportunidade de o visitar, como eu, fica aqui com uma belíssima visita guiada.
  13. Compreendo o que dizes, e realmente tens razão... trocar o musgo é uma coisa fácil... corrigir um problema no tapete pode ser uma coisa muito mais difícil, e pode até comprometer toda a montagem. Eu já tinha pensado em cobrir o musgo com papel de cozinha, por pensar que o problema poderia ser falta de humidade, mas tapá-lo com papel de alumínio também pode ser uma opção válida, se o problema tiver haver com a luz excessiva. Como o @sTeVe- diz que a ele lhe parece falta de humidade (obrigado pela dica, Steve!), acho que vou optar por fazer as duas coisas... vou cobrir o musgo com papel de alumínio em algumas zonas e com papel de cozinha noutras e logo vejo o resultado que cada experiência me dá 😄 . Pelo menos fico com a certeza do que pode resultar. Em último recurso, e como dizes que o Musgo tem tendência para "ressuscitar", deixo a coisa andar e resolvo mais para a frente.
  14. Está no bom caminho, e estás a aprender com a observação do tanque... é isso que interessa por agora. Entretanto podes começar a "moldá-lo" àquilo que queres, porque as plantas parecem-me todas com óptimo aspecto, e o hardscape começa a ficar muito interessante, com o crescimento do verde em volta. Tenho "inveja" do teu Musgo... eheh... está colado? O meu está a passar por uma fase menos boa... ainda não consegui esse crescimento.
  15. Obrigado pelo teu comentário, Mocho. Fico um bocadinho mais aliviado com a tua resposta. Em último caso, talvez tenha que o substituir... o que não seria grave, já que é uma planta relativamente barata. Tirá-lo é que não, porque ficaria com muitas marcas de cola nas rochas. Entretanto estive à conversa com o ChatGPT (isto agora vale para tudo) e ele aconselhou-me a reduzir o tempo diário de luz. Diz que o musgo não está "perdido", como tu também disseste, e que geralmente ele fica um pouco castanho durante a adaptação mas depois "renasce". O problema é que o tempo de luz (as 12H) é demasiado para ele recuperar, principalmente porque não está em zonas de sombra, como os musgos geralmente estão na natureza. Também me aconselhou a inundar o tanque em 1 ou 2 semanas, coisa que não vou fazer porque quero primeiro ter o tapete preenchido. Com essa informação e com a resposta que me deste, estou a ver que o ideal teria sido primeiro deixar a carpete crescer e depois adicionar o musgo. Como não posso voltar atrás, vou reduzir o tempo de iluminação para 8 horas diárias (tendo em atenção o que pode acontecer com a Monte Carlo, que neste momento está impecável) e ver no que dá. Ah... o ChatGPT também me aconselhou a não borrifar diretamente o musgo, mas manter a humidade. A humidade tem-se mantido, mas realmente, quando borrifo o aquário, é o musgo que leva com a água primeiro. Vou recuperar o meu humidificador antigo e vou começar a utiliza-lo para enfiar a água no aquário. Espero que tudo isso ajude e que não chegue a ter que substituir o musgo. Obrigado, mais uma vez, pela tua disponibilidade, Mocho.