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HYDROCOTYLE VERTICILLATA Familia: Araliaceae Género: Hydrocotyle Região: América Localização: América do sul e do norte Luz: Alta Temperatura: 10ºC a 26ºC PH: 5.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Rizoma Tamanho: 3 a 10cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Frente e médio plano. Descrição: Hydrocotyle verticillata é uma erva daninha comum encontrada em todas as regiões mais quentes das Américas, crescendo em áreas que vão desde solos mal drenados para águas rasas. Ela difere do mais comummente disponíveis H. leucocephala em que as folhas são inteiras (como um guarda-sol em miniatura) e não incisão (corte) na base. Parece haver muitas espécies de H. verticillata, que crescem significativamente mais alto. H. verticillata não é muito difícil de manter no aquário, sendo que o factor mais importante é a iluminação, pois a altura da planta será determinada pela intensidade da iluminação. Quanto mais forte a iluminação, menor será esta planta. Caso contrário, esta planta não é muito exigente quanto a CO2 para se reproduzir. Apesar de um regime equilibrado de nutrientes e injecção de CO2 provocar o se crescimento considerável acaba por ser benéfico para a sua saúde em geral. Esta planta propaga-se pelo substrato através de runner's formando um tapete, pode ser podada pelos mesmos e ser replantada. Logo, este espécie de Hydrocotyle vai começar a desenvolver novos runner's podemos controla-la cortando os segmentos indesejados com uma tesoura. Por causa de seu único, "guarda-chuva" de folhas que parecem cogumelos verdes em miniatura e a sua baixa estatura, H. verticillata acaba por dar um toque charmoso ao plano da frente do seu aquario. Em aquários maiores, ela pode ser usada como a planta de primeiro plano no lugar de mais espécies típicas como Glossostigma elatinoides , Eleocharis spp, e. Riccia fluitans. Foto: Estado emerso © Vera Santos FONTES: aquaticplantcentral; tivamo; aquaflux Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
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Nunca usei akadama, foi em tempos, na primeira década deste século muito utilizada em plantados, mas por A mais B, muitos desistiram de a utilizar. Efectivamente não é bem um substrato, e que se diga na verdadeira essência da palavra não é o mais adequado em aquariofilia na minha opinião. Isto é uma opinião minha, vale o que vale, se me perguntares se foi utilizado ou não com sucesso, eventualmente foi, dependendo das plantas da montagem, da fertilização administrada, etc. é um composto de argila rico em ferro e alumínio, que se desfaz muito no principio e forma um pó chato...o beneficio é o ferro, mas será que trás muitas vantagens... Para a utilizar tens de passar bem por água quente, não precisa ser a ferver. Já percebi que não queres investir muito em substratos, então e se usares aquabasis plus da Jbl misturado com akadama como substrato fértil, e por cima colocares uma boa camada de Flourite Black Sand, inerte não ficava melhor??? ainda por cima a quereres colocar ciclídeos, especialmente ciclídeos anões que tem propensão para escavar o substrato??? Esta opção que te dei, é muito mais simples, e em termos de preço/qualidade muito melhor... Depois podes recorrer á adição de fertilizantes pelo método do E.I., inclusivamente compras os pós e fazes tu mesmo a mistura adequada ao teu aquário, o que fica de sombras mais barato que fertilizantes comerciais. Que se cheguem á frente outras opiniões... O CO2 caseiro funciona, podes mais tarde vir a pensar num kit, pressurizado, o qual também podes montar comprando o material necessário, não sendo de marcas especificas não é assim tão caro, de vez em quando nos classificados do fórum encontras em segunda mão a bons preços, e acaba por ser mais seguro que o caseiro. Não tenha nada contra o caseiro, utilizei durante um ano num aquário de 100l á 5 ou 6 anos. Não vejo necessidade de 2 termos de 200W, um se calhar basta, ou faz muito frio mesmo? por aí?? Senão compras um de 300w e basta, sempre chato ver uma data de equipamento dentro do aquário. Não te esqueças que os troncos apanhados na natureza tem de ser tratados e estarem bem secos... Mais? acho que não me escapa mais nada. Ah, 120x35x65, é uma pena vais te arrepender, 35cm é muito curto de profundidade, depois com pedras e troncos, ficas sempre com a impressão que te falta espaço, Quanto á altura com iluminação led, dando mais um pouco para a a calha, ficas com os led's a 70/75cm de altura, é muito, não te vai propagar a iluminação até ao fundo, e depois as tpa's, podas limpezas de vidro com essa altura, bem cansativas... Pronto já dei os meus quinhentos, aguarda por mais opiniões.
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Só há aí uma coisa menos boa, o substrato... é de uma granulometria alta, havias de muda-lo para um inerte mais fino (areia), às vezes os apistos gostam de escavar... não é própria para ciclídeos nem para camarões. Se calhar não vês os camarões por causa do substrato enfiam-se por lá. Mas se quiseres fazer isso, eu ensino como fazes para não teres que ciclar o aquário outra vez, o que é uma chatice e nada bom para a fauna, e tem de ser uma mudança rápida e eficiente. Agora esperava mais uma semana ou 15 dias para a menina se sentir em casa, deixa estar o vaso que está bom não mexas. Os camarões são um bocadinho mal empregados, carbon rili não são dos mais caros, mas também não são dos mais baratos, e como os apistos pelos menos precisam de 40 cms de frente para o seu território, ou se esquivam e são espertos ou capute! Para evitares isso devias ter musgo é não só no tronco que por acaso é interessante, aí do lado esquerdo se pusesses uma boa quantidade de musgo eles escondiam-se. Estás perceber? E musgo há muitos, depende do gosto e da carteira, qualquer um serve.
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Brilhante!! Muito bom. Deve-me dizer que vi o vídeo do primeiro segundo até ao último, não o achei maçador, bem pelo contrário. A tua descrição muito bem, apoiada pelo vídeo atrás. Mesmo assim fiquei com uma dúvida, explica lá isso dá água verde com ostracodes, acho que já ouvi falar disso, não sei se tem a ver com o mesmo que estou a pensar... José louvo o teu trabalho, dedicação, porque parece fácil todo o processo mas sei bem que não é, e há espécies ainda mais difíceis de reproduzir em termos de corydoras. Desafio-te se mo permitires e se tiveres gosto nisso, criares uma ficha sobre esta tua espécie e o fazer relato, escrito e fotográfico da tua experiência, porque é digno de ficar registado, com vídeos, enfim tudo aquilo que entenderes. Ando aqui com umas ideias associadas a outras tantas, que não posso adiantar. Mas gostaria que este teu empenho ficasse em destaque, não se resumindo a um tópico. [emoji6]
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E apistos e camarões, lá se vão uns de vez em quando, tendo em consideração que os camarões juvenis têm milímetros, aqueles que apanhar, vai tudo, então é alimento vivo do melhor, o que é que ela pode querer mais![emoji12] O comportamento é normal, eles não são muito de vir à superfície, são tímidos, sentem-se mais seguros a nadar em média e baixa altura. É uma espécie aliciante, mas eu sou suspeita. Que espécie de Camarões tens lá?? Coloca aí uma foto panorâmica, de frente para ver se te podemos ajudar nalguma coisa mais. A acompanhar com interesse, não deixes de actualizar, que a malta gosta é de fotos, com tlm ou máquina são sempre bem vindas. [emoji6]
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Está tudo aqui, dá uma vista de olhos: Apistogramma Agassizi
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Luís à centenas de espécies de ciclídeos americanos, podes ser mais específico??? E que tipo de aquário estás a pensar, porque tens peixes de grande, médio e pequeno porte... Ajudava saber as dimensões do aquário que pretendes ter, equipamentos, etc
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Podes dar artémia congelada, eles gostam. Os meus sempre comeram flocos, granulados e artémia congelada. Bloodworms é que não gosto muito de dar. Pode estar a adaptar-se, leva as coisas com calma. Tens algum cardume no aquário? Que peixes tens lá? Apistogrammas preferem aquários com pouca iluminação, águas ácidas. Troncos, folhas ajudam a um ambiente ideal, esconderijos. Tens fichas de apistos no fórum, algumas feitas por mim, seria bom pesquisares.
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O difusor tem bom aspecto compraste onde? Por quanto te ficou, fiquei curiosa...manda MP se quiseres...
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Mas ó Bruno, ela é juvenil? Quantos cms tem, compraste-a a particular ou em loja? É selvagem?? Então mas porque não compraste um casal, se eram sexados... Que dimensões tem o aquário, comprimento×largura×altura?
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Magalhães tens ai a comida á quanto tempo, devias colocar apenas o que a fauna consome, evitar ficarem restos desnecessários... isso na comida a mim não parecem algas. mas se calhar uns caracóis , uns otos chamavam-lhe um figo. Abre um tópico teu, para não estarmos a abusar aqui do dono do tópico...
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Boas, olha sou sincera, utilizei, a gama completa de fertilizantes da seachem, e nunca me aconteceu isso, na altura utilizava fértil por baixo e depois o inerte por cima, e fazia como tu fizeste, na banheira com água a ferver passava bem por agua... Mas como tens 10dias de montagem é possível. Essa espécie de nhanha já me apareceu uma vez em troncos á 7 anos atrás, mas foi por não estarem bem tratados...durante a ciclagem.
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Os produtos da seachem não provocam nada disso. Manchas castanhas nos vidros são algas...digo eu. Agora estou com algumas dúvidas, dimensões do aquário, data da montagem, filtragem, hardscape - substracto utilizado?? Novo?? reutilizado?? Marca?? Inerte ou fértil?? Está-me a parecer algo relacionado principalmente com o substrato...
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Então mas estou com uma dúvida, que tipo de filtragem estás a utilizar? Filtro de esponja?? O aquário está cheio, tens uma maternidade, e como fazes a circulação?? Tens alguma pedra difusora para oxigenar mais a água?? Os ovos estão a demorar quanto tempo a eclodir?? Apanhaste algum fungado? Quando ficam fungados de que cor ficam?? Ena tanta pergunta....[emoji12]
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Formiga - Nanos Camarões
Vera Santos respondeu a Rodrigo Formiga num tópico de AQUÁRIOS DE INVERTEBRADOS
Boas Rodrigo, sê bem vindo ao nosso espaço! Gostei muito, dos aquários e dos camarões também, tudo com bom aspecto. CRS e CBS grades a/s, senão estou enganada, não é??? E os do segundo aquário? Tiger's? Vai actualizando, com fotos de preferência , que a malta gosta sempre de ver! Ps: Unifiquei os tópicos, para não se dispersar a informação, queres que te mova o tópico para os camarões?? Por isso é que lá abriste um com a mesma informação??? -
Essa agora, já aprendi alguma coisa, não sabia que eram benéficos neste sentido, tão pouco que papavam fungos. Muito interessante! A acompanhar...que tenhas muita sorte. esqueceste-te foi de umas fotinhas dos pais, então???
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Bem aqui vai o que eu gostava que fossem: Trichogaster trichopterus , gouramizinhos
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Olá Nuno, bem vindo de volta, e então que pensas fazer com o novo aqua??
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Os mascarados do mundo WWE (wild world enthusiasm)
Vera Santos respondeu a NGE num tópico de AQUÁRIOS
Um must essa foto!! Tá bonita mesmo. Pena a teres apanhado mais na lateral. -
Com uma cotonete podias ter passado um niquito de betadine.
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faz uma pesquisa por fotos no google, vê lá senão é a doença do algodão???
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Não não faz, faz só pontos. Lá lê com calma o artigo, não sejam preguiçosos!! :tongue: Tem algodãozinho por cima???
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primeiro se fazes favor era bom que preenchesses isto e fizesses copy paste aqui para o post, ia ajudar muito e obteres resposta mais fiaves e esclarecedores, até para saber que motivou a doença em causa. Formulário para a descrição detalhada em caso de doença no teu aquário Depois é sempre bom que leiam, os topicos fixos, estão apenas para vos ajudar: FAQ_Doenças: Prevenção, Sintomas, Causas e possíveis tratamentos! De onde destaco DOENÇA DO NEON OU PLISTOFOROSE. É causada pelo Plistophora hyphessohryconis . Ataca principalmente os neons tetra e outros peixes como os danios rerio's, etc. Sintomas: perda de apetite, nada sem parar, inclusive à noite; fica muito agoniado, nada em posição anormal (oblíqua); apresenta descoloração, como nos casos do neon tetra e do cardinal, nos quais começa como manchas que se estendem até atingir sua faixa fosforescente; fica separado do cardume; emagrece, ficando desbarrigado; há endurecimento e destruição dos tecidos. Ataca os rins. Não há tratamento especifico. Tentar banho em uma solução de 2,5 g de euflavina ou 2 g de azul de metileno para 100 litros de água, durante 15 dias. Pode ser tentado também o formaldeído. A cura é difícil. Será isto????????????? Por ultimo, o tópico foi movido para local adequado, enganaste-te e colocaste-o na área dos salgados, depois ali não tinhas resposta porque a malta não repara tanto. Limpa os vidros para tirares a foto, sempre sai mais visível.
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LIMNOBIUM LAEVIGATUM Família: Hydrocharitaceae Género: Limnobium Região: América Localização: América central e do sul Sinónimos:- Luz: Média Temperatura: 20ºC a 28ºC PH: 5.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Flutuante Tamanho: 1 a 8 cm de largo Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Flutuante Descrição: Limnobium laevigatum , ou Amazon Frogbit, é uma planta flutuante que é uma reminiscência de uma grande lentilha (Lemna minor). Ela pode ser encontrada crescendo selvagem em lagos, lagoas e rios com pouca corrente em toda a América Central e América do Sul. Uma vez que esta espécie é muito mais tolerante (principalmente de temperaturas extremas) do que a padrão (L. spongia). Está integrada no passatempo e é relativamente fácil de encontrar. O hábito de crescimento de L. laevigatum é semelhante ao da maioria das outras plantas flutuantes. As rosetas flutuantes, as extremidades das quais formam plantas jovens. Se for deixada em uma área calma do aquário, um tapete grande desta plantas adulta pode-se desenvolver muito rapidamente, o que por sua vez pode resultar na sombreamento indesejado das plantas que crescem abaixo do nível da água. Sob condições de iluminação forte e fertilização boa, bem como uma elevada humidade um pouco acima da superfície da água, folhas aéreas irão desenvolver-se. A injecção de CO2 é frequentemente útil mas não obrigatória. As flores são raras no aquário mas a sua propagação é relativamente automática. Nenhum esforço especial, além do fornecimento de condições ideais devem de ser tomado por parte do aquariofilista. Muitos sentem que plantas flutuantes não tem uso prático em um layout uma vez que só adiciona sombra e raízes desagradáveis. É, no entanto, possível utilizar estes atributos, de forma bastante eficaz. O elemento de sombreamento em particular, pode ser útil para criar contrastes em diferentes áreas do aquário. As raízes são elegantes, como bem, também podem ser muito decorativas. Nota: É uma planta que gosto de utilizar em biotópos sul americanos, pois por exemplo os ciclídeos anões não gostam de muita luz nos aquários e assim permitimos-lhe alguma serenidade em termos de luz, permitindo também desfrutar melhor das suas cores. Foto de Tozé Nunes FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
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LOBELIA CARDINALIS Família: Lobeliaceae Género: Lobelia Região: América Localização: América do norte Temperada e sub-tropical Sinónimos: Hemigraphis traian Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Não necessariamente mas aconselhável. Estrutura da planta: Caule Tamanho: 7 a 15cm Crescimento: Lento Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Lobelia cardinalis, também conhecida como "Flor Cardinal ', é nativa do leste e centro dos Estados Unidos onde podem ser encontradas crescendo em solos húmidos ao longo dos riachos, lagoas, e valas. Em seu estado emersas, produz folhas verdes com o verso arroxeado e tem um escarlate atraente, em forma de sino. Quando submersa cresce com uma tonalidade verde brilhante. Muito popularizada pelos holandeses, L. cardinalis é uma planta bastante comum na Europa. L. cardinalis é bastante fácil de crescer. A iluminação deve ser, pelo menos, moderada, embora uma maior iluminação irá resultar num crescimento mais compacto. A injecção de CO2 não é necessária, mas altamente recomendada para o crescimento vigoroso. Fertilização da coluna de água é um grande factor para o crescimento saudável desta planta. Valores superiores de nitrato entre (10-20ppm) e fosfato entre (1-2 ppm), e dosagem de micronutrientes irá resultar num crescimento mais rápido e vigoroso, quanto mais ricas em nutrientes maior número de rebentos laterais. Esta planta de haste invulgar cresce para cima a um ritmo moderado, produzindo rebentos laterais a uma taxa altamente dependente das condições de crescimento. Ela também tende a produzir muitas raízes brancas nos nós, que terão de ser escondida com poda cuidadosa. A poda deve ser feita pela cobertura e replantar os topos. Se for desejada uma via desta planta num layout tipo holandês, os topos deve ser cortados em intervalos progressivamente mais curtos. L. cardinalis tem sido muito utilizadas em aquários do estilo holandês por causa de sua taxa de crescimento moderado e altura regulável. Seu tamanho considerável e a textura da folha única fazem dela uma escolha excelente para o aquariiofilista tentar criar um layout mais formal. Foto: Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
