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  1. 11 points
    Olá malta. Deixo só uma de perfil... para não dizerem que nunca mais actualizei isto :) Cumprimentos Luís Fortunato
  2. 10 points
    Boas a todos os amantes da aquariofilia! Há poucos mêses atrás, a minha vida tomou posse de uma nova etapa, ser pai, é algo que me fascina todos os dias, por esse motivo e por querer dar mais de mim, optei por abrandar um pouco mais a disponibilidade para os meus aquários, e como não consigo "pausar" o hobby por completo tive de analisar bem alguns pontos para conseguir uma logística aceitável. Os principais pontos que tinha de reduzir era nas podas e replantações optando por poucas plantas e de crescimento lento, não ter obstáculos que me dificultassem a limpeza dos vidros e conseguir algo simples e natural, onde se possam ter cores vivas e espaço suficiente para os peixes desfilarem, porque este aquário será o palco principal do meu filho e claro meu também ;) Esta montagem não tem nada de "tchanannnnn" ou técnicas X para alcançar Y....é simples, mas inspirada nas incríveis baías do Vietnã em Halong Bay, um local onde praticamente não existe intervenção de mão humana, autênticas baías perdidas. Setup Nome: Lost Bay Data montagem: 29-07-2017 Móvel: [DIY] Movel ADA Style 60cm Aquário: 60*30*36 | Vidro Float | Solaqua Aquários Iluminação: 1 calha led made in china +/- 2250lm (estou estupefacto com o resultado) + Vivagrow 60 Filtragem: Eheim eXeperience 250 + Lily Pipes vidro Termostato: Externo inline 200W Jebo Co2: Pressurizado | Kit Botija 3kg + atomizador + Drop checker | 3bps Hardscape: 7kg Dragon Stone | Solaqua Aquários Substrato: NEO Soil Plant 8L, Areia de sílica 1,5kg | Solaqua Aquários Flora: Montecarlo, Blyxa Japónica, Pogostemon Helferi, Limnophila Hippuridoides, ...outras espécies a apurar Fauna: Caridinas Japónicas, Boraras Urophthalmoides, .....outras espécies a apurar Fertilização: E.I. Micros + Macros + Seachem Excel Outros: [DIY] Cooler Slim Alumínio 2 ventoinhas Esta montagem ainda está a sofrer alterações, as plantas e fauna que menciono não estão todas, será breve, mas para já deixo um pequeno vídeo da montagem. Espero que gostem! Cumprimentos,
  3. 10 points
    Hoje foi dia de manutenção. Aproveitei e tirei o material para umas fotos mais bonitas... Roots - 18082017 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-9 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-8 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-5 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-7 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-4 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-3 by Luís Cardoso, no Flickr Roots - 18082017-2 by Luís Cardoso, no Flickr No final da manutenção: Roots - 18082017-6 by Luís Cardoso, no Flickr Cumprimentos, Luís Cardoso
  4. 9 points
    Boa tarde a todos Ao fim de mais uma ausência sem partilhar nada, lá veio o Tó Zé desafiar-me a partilhar mais qualquer coisa. Esta montagem é completamente diferente do que tudo o que fui fazendo. Primeiro, O Objectivo. Era dedicado a uma especie de peixes: Apistogramma Boreli. Enquanto todos os outros aquarios que fui montando por aqui eram exclusivamente pensados para o aquascaping, escolhendo as especies de peixes depois, desta vez foi o contrário. Não sendo um entendido em apistogrammas escolhi uma especie bem facil, sugerida pela Ana Lopes da Blackwater (recomendo vivamente). Segundo, A Exigencia. Queria um aquario FACIL! De preferência que não me obrigasse a meter as mãos dentro de agua. Ao fim de tanto tempo, precisava de uns meses em que só observasse pelo prazer e não pelo desenvolvimento do que estava dentro dos vidro. queria ferias da tesoura e da pinça!!!! Assim, escolhi plantas de crescimento lento, e de preferência que pudesse utilizar as que vinham da ultima montagem - Resistebat Terceiro. A Duração. Quando montava os ultimos aquarios, sabia que depois das fotos, era contagem decrescente para desmontar. Neste não. É para ficar até me cansar dele ou ter vontade de fazer outro. Seja quando for. Ando a juntar material para a aquisição de um aquario maior (120.45.45), e enquanto vou comprando tudo (vai demorar o tempo que for necessario), este aquario vai ficando por aqui. Alem disso, como é de especies de plantas de crescimento lento, o tempo jogará sempre a favor dele e não o contrário. Nesta montagem tinha tambem um desafio: A dificuldade em arranjar uma data para que pudesse fazer isto com calma, assim, aquilo que vou descrever foi o processo de desmontagem da ultimo layout e a montagem deste, numa operação de um fim de semana. O texto (com poucas edições), foi retirado do post que fiz na página do Facebook, Aquariofilia. (data do post, 5 de maio de 2017) "Montar e desmontar aquários Este fim de semana desmanchei o layout que tinha e fiz outro, numa operação de 29 horas, que tentarei descrever a fim de ajudar quem se ‘mete’ nestes desafios. Tinha como objetivos a remodelação completa, assim como não utilizar nenhum outro aquário ‘de suporte’, não ter mortes nos peixes e gastar o menos dinheiro possível. Como é óbvio segue testamento, mas quem seguiu os outros (https://www.facebook.com/groups/Aquariofilialusa/permalink/1856989401189601/ e https://www.facebook.com/groups/Aquariofilialusa/permalink/1875338789354662/) já sabe o que espera… :) Comecei sexta feira ás 17.00. Fui buscar uma caixa do IKEA e coloquei lá água diretamente do aquário. Nessa caixa coloquei a água, um termo, uma bomba de ar, e um filtro interno com algumas cerâmicas que retirei do filtro que servia o aquário que ia desmontar. Apanhei os vivos (peixes e camarões) possíveis, uma vez que como estava severamente plantado não foi possível apanhar tudo, e coloquei na caixa. No aquário comecei a operação por podar todas as plantas de caule que tinha. Retirava o produto cortado com cuidado para não trazer vivos agarrados. Não usei a rede, apenas as mãos e deixava escorrer a água pelos dedos. Tudo junto deu um saco do pingo doce cheio… É extremamente importante não arrancar nada!!! Como podemos ter ainda alguns vivos na coluna de agua, não queremos remexer o substrato para não alterar os parâmetros da agua. Corta-se rente ao substrato com uma tesoura qualquer, porque como vamos acertar no substrato (ao de leve) varias vezes, uma tesoura de aquariofilia pode empenar ou perder qualidade na lamina. Com as plantas de caule fora, retirei anubias e musgos. As anubias estavam presas a troncos e a pedras e essas foram fáceis de retirar. As que já desenvolviam raízes para o substrato, foram cortadas essas mesmas raízes a fim de não levantar nada. Por ultimo retiram-se as criptos. Talvez as plantas mais difíceis de retirar. As criptos podem ter raízes que atingem os 30 cm ou mais de comprimento. Se puxarmos mexemos o substrato TODO. A solução passa por levantar ligeiramente com um garfo (que entra ligeiramente perpendicular à planta, dentro do substrato, e corta-se por baixo do garfo sem o retirar do substrato. Uma vez mais, utiliza-se uma tesoura qualquer). Depois de toda a massa vegetal ter saído, retira-se o hardscape (troncos e pedras) que não estão enterrados no substrato. Por fim retira-se todos os vivos restantes. Acreditem que nesta altura em que retirei os últimos camarões, a agua ainda estava muito transparente, mesmo depois de ter retirado tanta coisa. Com os vivos todos dentro da caixa, posso mexer à vontade. Escorro a agua TODA do aquário. Faço-o com o substrato dentro do aquário, e da seguinte forma: Chego o substrato todo para um lado e do outro lado enfio uma mangueira no fundo do aqua e retiro a agua (lama) que sai. O substrato retiro à pazada para dentro de caixas. Esse substrato é depois estendido em cima de tampas dessas caixas (do IKEA por exemplo) para secarem durante a noite. O aquário é lavado com agua e raspado com uma razor. Não aconselho o uso de detergentes quando se monta o aquário logo no dia a seguir como era o caso. O silicone pode absorver esses produtos durante a limpeza e não ter tempo para os libertar em poucas horas. Com isto tudo eram 02.30. Deitei-me… No dia seguinte, sábado, começo por tratar do substrato logo pela manhã, 10.00. Não ia precisar de todo, mas de alguns quilos apenas. Assim, não precisava de tratar de tudo o que ganhava tempo. Como faço para reutilizar? Simples… Uso maioritariamente nas minhas montagens a Amazónia. Nesta ultima tinha uma mistela de substratos. Tinha Amazónia antiga (já vinha de 2 montagens anteriores), 3 kg de Amazónia nova, power sand (uma embalagem pequena), mais o terra nera da Equo (2 montagens), e uma embalagem de Vigor Plus da Equo (2 montagens). Ou seja, substratos ricos, mas já reutilizados algumas vezes. Parte do substrato já vai para o terceiro ano! Utilizo estes porque alem de serem bons, mantêm a sua integridade ao fim de muito tempo. Ou seja, não se desfazem com facilidade. São caros? Uma saco de Amazónia custa aquilo que fumo durante 8-10 dias! Visto desta forma é caro ou barato? Caro é fumar… Assim, e como se mantêm a sua integridade, uso uma peneira para os separar. Utilizo uma grossa primeiro para separar o power sand e o vigor plus do resto. Ambos têm um grão de muito maior diâmetro, e assim ficam logo de fora. Vou utilizar outra vez, porque são substratos férteis e não acredito que estejam já ‘fora de validade’. A seguir, peneiro novamente com uma malha mais fina, separando o pó ou areia que possa existir do substrato do terra nera e da amazónia. Se vos mostrasse ao vivo este substrato que veio do aquário com um novo, dificilmente viriam as diferenças. O pó e areia restante vai para lixo ou floreiras… De manhã lavo também os troncos que vou utilizar (com agua apenas e escovo-os com uma escova de dentes ‘virgem’) e as pedras. Com tempo ainda até ao almoço, trato das plantas que vou reutilizar para a nova montagem. Tinha decidido que nesta montagem ia apenas colocar plantas de crescimento lento e nada de caule. Foram muitos meses de volta do aquário com a tesoura na mão e por isso preciso de descanso. Opto por utilizar apenas anubias, criptos, trident, buces e uma ou outra coisa que possa dar jeito. Comprei 3 potes de plantas que faltavam para completar a minha ideia e estava feito. As restantes plantas estavam a caminho do lixo. Pensava que as ia vender, mas depois de as ver com cuidado abortei essa hipótese uma vez que não estavam impecáveis. Liguei para quem já me tinha comprometido e pus ao corrente da situação: a HM tinha filamentosas. Logo, para mim, se não gosto de comprar plantas com algas, também não as vendo! Nem ofereço! Nem essas, nem qualquer outra que esteja no aquário como é obvio. Se precisasse do dinheiro para esta montagem provavelmente recuperava o aquário e depois fazia dinheiro, mas como tinha decidido que ia ter custo mínimo com ele, e os próximos fins de semana iam ser caóticos, optei por mandar para as floreiras… As plantas que ia usar, recupero o possível. Banho de lixivia a 1/10 durante uns minutos, sacrifica-se tudo o que esteja em pior estado. Corto as raízes em excesso, e retiro todas as folhas que não estejam bem. Mesmo assim fiquei com muito. Dos 4 potes de anubias que tinha colocado inicialmente, tinha neste momento, sem exageros, mais de 15! Todo o tridente que usei para esta, estava num único tufo na montagem anterior… separei agora em 4 porções bem generosas. Com isto já é hora de almoço, 13.00… Recomeço com aquilo que mais gosto, brincar com o layout. Não tinha muitas preocupações estéticas e o tempo era pouco, assim, numa hora coloco os troncos e as pedras. Utilizo apenas no chão do aquário, areia de sílica. Não a branca mas uma ligeiramente mais escura. A opção é estética mas também por causa fauna que penso colocar. O efeito fica impecável, uma vez que o móvel é lacado a branco e o aquário tem as colagens transparentes, hoje ao ver o aquário ao fundo da sala parece que o layout está em cima do móvel e não dentro de um aquário. Como vou colocar criptos e uma echino, tenho de colocar o substrato que preparei. Como não quero misturas a solução passou por arranjar uns garrafões. Corto na altura desejada, retiro o fundo e furo com orifícios pequenos em toda a volta. Lá dentro meto o substrato fértil primeiro e depois a amazónia. Como fica atrás dos troncos não se vê. O espaço entre eles é preenchido com pedras de tamanho pequeno. Passo à fase de plantar. Primeiro a parte posterior (echino e criptos), passo para a bolbitis e tridente e acabo a colocar as buces e anubias nas zonas de sombra. Acabo o layout com a colocação do areão que ajuda na perceção de continuidade da areia com os troncos. Encho com agua diretamente da mangueira do jardim e coloco de imediato um termo a funcionar com o skimer a funcionar para dar circulação na agua e apanhar uma ou outra folha que se tenha soltado. A agua estava ligeiramente baça (muito pouco mesmo) por causa da areia. O filtro (2217), que entretanto esteve sempre na caixa do IKEA com o caudal reduzido, foi colocado logo no aquário. Uma vez que nunca parou (aliás, parou apenas no processo de mudança aquário-caixa-aquário) nunca deixou de estar ciclado. Ou seja, mesmo sendo uma montagem nova, o processo bacteriológico não foi interrompido dentro do filtro. A ajudar esse processo, tudo (com exceção da areia) estava ‘ciclado’ (troncos, pedras, substratos, etc…). Na caixa ficou apenas o outro filtro interno que aguentava perfeitamente algum tempo (pouco), uma vez, que tal como referi, tinha matérias filtrantes cicladas. Com isto finalizado, Janta-se. Depois de jantar, e deixando a agua do aquário chegar aos 25 graus, a mesma da caixa, começo o processo de passagem dos vivos para o aquário. Retiro agua da caixa (25% de cada vez) para o cano, e volto a encher com agua do aquário recém montado. Ao fim de o ter feito umas 4 ou 5 vezes, começo a apanhar os vivos com uma rede e a colocar no aquário. No fim de tudo são 22.00 de sábado, ou seja, 29 horas depois. Hoje conto apenas um morto, um camarão que levou com um calhau na caixa. Tudo a comer bem, e feliz da vida. O melhor disto? Foi a primeira montagem que o puto (4 anos) ajudou… PS: Dinheiro gasto, +/- 20€ (em 3 potes) … PS2: O que fiz aos restantes troncos, pedras e substrato? O que faço sempre, guardo tudo, porque não quero gastar muito dinheiro na próxima vez ;)" O aquário ficou assim nesse dia, Desde esse fim de semana já sofreu algumas alterações, - alguns troncos mudaram de posição -4 cocos foram colocados para os apistos -foram retiradas algumas plantas que estavam atrás e não gostava da forma como ocupavam o aquario - foi retirado o gravel que estava de inicio -foram retirados os dois ancistrus sp. que aparecem nas fotos em baixo. O setup final do aquario, está no fim das fotos. As fotos seguintes retratam como o aquario está neste momento. Espero que gostem. Primeiro a FAUNA A REMODELAÇÃO ACTUALMENTE SETUP Fauna: Casal de Apistogramma boreli; 2 x Farlowella acus; 10 x Corydora habrosus; 15 x Paracheirodon axelrodi; 1 x Swellia leoonelata; 1 x Yunnanilus sp. rosy Flora: Anubias barteri var. nana; Bolbitis heudelotii; Bucephalandra sp. 'Red'; Bucephalandra 'Wavy Green'; Echinodorus palaefolius; Lagenandra meeboldii 'Red'; Microsorum pteropus 'Trident'; Taxiphyllum 'Spiky'; Hardscape: Hornwood; Seiryu Stone; Areia de Silica; Amazonia reciclado Filtro 2217 (5kg de Stilla); Calha MasWas 30w; CO2 pressurizado (1 bps); TPA: Semanal 25% Fertilização Equo: 1ml P, 2ml K, 3 Trace (3 x semana) Valores Agua: Nitratos 5; Ph 6; kH 4; gH 4; 26ºC Aquario 70x50x45
  5. 9 points
    Bom venho aqui deixar 2 fotos deste layout a primeira já com alguns dias !!! Generated from my Samsung SM-G950F using tools.rackonly.com A segunda foi tirada hoje após uma grande tesourada e manutenção !!! Generated from my Samsung SM-G950F using tools.rackonly.com Espero que gostem da evolução !!! [emoji4] Enviado do meu SM-G950F através de Tapatalk
  6. 8 points
    Ao longo dos mais de 14 anos que esta comunidade tem, milhares de novos membros nos perguntaram qual seria a melhor escolha para começar no hobby ou nos questionaram sobre se o kit X ou Y à venda seria uma boa escolha. A todos fomos respondendo com mais ou menos escolhas acertadas de acordo com o que existia à venda no mercado. Nas últimas semanas, aquando de mais um novo membro que nos procurava para saber qual material comprar, fez-se luz nas nossas cabeças e surgiu a ideia de criarmos um kit dentro de certos requisitos que entendemos ser os mais acertados para quem começa poupando assim algum dinheiro e dores de cabeça aos membros. Evitamos assim que os membros comprem os kits em grandes espaços comerciais, na sua grande maioria inadequados, obrigando a deitar fora algum equipamento por troca de material mais de acordo com o ideal. Aos nossos patrocinadores propusemos que dentro de uma lista de material que achamos equilibrada para quem começa o hobby ou mesmo para quem pretende adquirir novo aquário, que nos enviassem listagem dos produtos que cada um disponibiliza nas suas lojas. Podemos então desde já divulgar os kits que quer a Soluções Aquáticas quer A Casa dos Discus nos indicaram e que achamos serem boas escolhas daí levarem o selo recomendado pelo forum. Queremos desde já deixar claro que não teremos qualquer lucro associado à venda destes kits sendo da exclusiva responsabilidade dos lojistas toda a parte comercial e técnica dos produtos que compõe os kits. Este tópico será actualizado sempre que haja alterações de produtos. Boas compras! . . . . . .
  7. 8 points
    Data de Montagem: 06/05/2017 Aquário: 60x40x40 Móvel: Estrutura em Aço Iluminação: Twinstar Light 600E Filtragem: EHEIM 2215 Aquecimento/Arrefecimento: Nada Outros Equipamentos: Kit CO2 CHIHIROS Garrafa 2kg A CASA DOS DISCUS Valvula Solenoide BAVARIA FLUID TECH ADA Pollen Glass Large Ø20 ADA Glass Counter ADA CO2 Indicator Twinstar M5 ADA Inflow V5 + ADA Outflow P4 Hardscape: Frodo Stone Redmoor Wood Substrato: Power Sand Special S Tourmline BC Aquasoil Amazonia Fertilização: ADA Brighty K ADA Step 1 Fauna: Flora: Bucephalandra Mini Needle Leaf Bucephalandra Wavy Leaf Cryptocoryne Flamingo Eleocharis Acicularis "Mini" Hemianthus Callitrichoides "Cuba" Hydrocotile Verticilata Hygrophila Pinnatifida Ludwigia Arcuata Pogostemon Erectus Pogostemon Helferi Pogostemon Stellata "Brod Leaf" Rotala "Coin Leaf" Rotala "Green" Rotala Macandra "Narrow Leaf" Staurogyne Repens Fotos:
  8. 8 points
    Bom quase a perfazer 2 semanas de vida o arranque não podia ter sido melhor, as plantas arrancaram logo em força, posso dizer que ja levou tesoura 2x !!! Aqui fica uma fotografia tirada hoje !!! IMG_4399 by Nuno Matos, on Flickr
  9. 8 points
    Obrigado Sérgio. Agradecemos as tuas sugestões e levaremos em conta se houver interesse quer de quem compra quer dos lojistas, isto não depende de nós! A nossa opção por um aquário de 60 foi após muitas horas de discussão interna de maneira a termos um compromisso entre litragem e restante material que fosse equilibrado a preços atingíveis por quem começa ou mesmo para aqueles que já tendo algum aquário pretendam um destas dimensões. NGE, ainda bem que sentiste curiosidade :) Quanto aos materiais que compõe cada kit, ao contrário daquilo que achas, nós enquanto equipa não vimos nenhuma fraqueza para os efeitos pretendidos ou não teríamos colocado o nosso selo de recomendação! Apesar de não ser da nossa responsabilidade a escolha de cada elemento que compõe o kit nunca aceitariamos escolhas que prejudicariam o kit final! Quanto à tua sugestão de kits para crianças, não sei se elas se sentiriam confortáveis dentro de um aquário de 60 cms! :p Agora a serio, nós não fazemos aquários para crianças mas sim para peixes, invertebrados, etc etc. A aquariofilia responsável não deve ser considerada como se de novo brinquedo para brincar e depois chutar para canto! Infelizmente muitos pais oferecem pequenos nanos ou pior ainda boiões junto com alguns desgraçados peixes de agua fria num impulso o que vai contra tudo aquilo que defendemos!!!! Se os papas querem oferecer um ser vivo que criem condições para tal e ensinem as crianças! Isto serve para peixes como para tartarugas, cães, gatos, pássaros, etc etc.
  10. 8 points
    Ciclo do Azoto & Síndrome do Novo Aquário O que é o Ciclo do Azoto? Tal como todas as criaturas vivas, os peixes libertam excrementos (xixi e cócó). Estes compostos à base de nitrogéneo decompõem-se em amónia (NH3),que é altamente tóxica para a maioria dos peixes. Na natureza, o volume de água por peixe é extremamente alto, e os resíduos diluem-se para baixas concentrações. No aquário, ao contrário, pode demorar tão pouco como algumas horas para que as concentrações de amónia atinjam níveis tóxicos. Quanta amónia é demais? A resposta rápida é: se um kit de teste é capaz de a medir, já é demais (i.e. está em concentrações que pode prejudicar os peixes). Considere acções de emergência (mudanças de água, zeólitos, argila) para reduzir o perigo. (uma discussão mais detalhada da toxicidade da amónia está mais à frente nesta secção.) Falando em termos de aquários, o "ciclo do azoto" (mais precisamente, o ciclo de nitrificação) é o processo biológico que converte a amónia noutros, relativamente inofensivos, compostos de azoto. Felizmente, existem bactérias que fazem esta conversão para nós. Algumas espécies convertem amónia (NH3) para nitritos (NO2-), enquanto outras convertem os nitritos para nitratos (NO3-). Assim "fazer o ciclo do o aquário" refere-se ao processo de estabelecer colónias de bactérias no substrato filtrante que convertem amónia -> nitritos -> nitratos. As espécies desejáveis de bactérias nitrificadoras estão presentes em todo o lado (e.g. no ar). Portanto assim que tiver amónia no aquário é apenas uma questão de tempo antes que as bactérias desejáveis estabeleçam uma colónia no substrato do seu filtro. A melhor maneira de conseguir isto é colocar um ou dois (ênfase no UM ou DOIS) peixes resistentes e baratos no seu aquário. Os detritos dos peixes contém amónia da qual as bactérias vivem. Não dê comida a mais! Mais comida significa mais amónia! Sugestões para algumas espécies são: peixes dourados comuns (para tanques de água fria), zebras, barbos para tanques de água quente e peixes donzela em aquários de água salgada. Durante o processo de ciclo, os níveis de amónia vão subir e depois repentinamente baixar à medida que as bactérias formadores de nitritos se estabelecerem. Dado que as bactérias formadoras de nitrato só começam a aparecer quando houver nitritos presentes em quantidade suficiente, os níveis de nitrato vão disparar (à medida que a amónia acumulada é convertida), continuando a subir à medida que a amónia produzida é convertida em nitritos. Uma vez as bactérias formadoras de nitratos estejam estabelecidas, os níveis de nitritos vão cair, os níveis de nitratos vão subir, e o aquário está em ciclo. O seu aquário estará totalmente em ciclo assim que haja produção de nitratos (e os níveis de amónia e de nitritos sejam zero). Para determinar quando o ciclo está completo, compre os kits de teste apropriados (veja a secção de Test Kits) e meça os níveis, ou leve uma amostra de água à loja de peixes deixando-os efectuar os testes por si (talvez por uma pequena quantia). O processo de ciclo demora normalmente entre 2 a 6 semanas. A temperaturas abaixo de 21C, demora mais a fazer o ciclo do aquário. Em comparação com outros tipos de bactérias, as bactérias nitrificadoras crescem lentamente. Em condições óptimas, são precisas 15 horas para uma colónia duplicar de tamanho! Muitas vezes é possível acelerar o tempo de ciclo. Alguns procedimentos comuns são descritos mais abaixo nesta secção. Cuidado: EVITE A TENTAÇÃO DE COMPRAR MAIS PEIXES ATÉ QUE O SEU AQUÁRIO TENHA EFECTUADO O CICLO COMPLETO! Mais peixes significam maior produção de amónia, prejudicando o seu bem estar e provavelmente causando mortes. Uma vez atingidos níveis de amónia altamente prejudiciais ou tóxicos, o seu aquário sucumbiu ao "Síndroma do aquário novo", o aquário ainda não está totalmente em ciclo e a amónia acumulada tem concentrações letais para os peixes. Quanta amónia é demais? Num aquário estabelecido, a amónia não deve ser detectada usando os test kits comuns, disponíveis nas lojas. A presença de níveis detectáveis indica que o iltro biológico não está a trabalhar em condições, ou porque o aquário ainda não estabilizou completamente, ou porque o filtro não está a funcionar de forma adequada (e.g. demasiado pequeno para a carga de peixes, entupido, etc.) É imperativo que trate do problema (o filtro) conjuntamente com os sintomas (altos níveis de amónia). A concentração letal para os peixes varia entre espécies; algumas são mais tolerantes do que outras. Além disso, outros factores, tais como a temperatura da água e a química têm um papel importante. Por exemplo, a amónia (NH3) muda continuamente para amoníaco (NH4+) e vice-versa, com as concentrações relativas de cada um dependendo da temperatura da água e do pH. A amónia é extremamente tóxica: o amoníaco é relativamente inofensivo. A altas temperaturas e pH, há mais azoto na forma de amónia do que com um baixo pH. Os test kits comuns medem a amónia total (amónia + amoníaco) sem distinguir entre as duas formas. O quadro seguinte dá-nos a quantidade máxima de amónia-N em mg/L (ppm) que pode ser considerada segura a uma dada temperatura e pH. De novo, note que um aquário com um filtro biológico estabelecido não terá amónia detectável; este quadro é apenas para fins de emergência. Se os seus níveis se aproximam ou excedem os níveis mostrados, tome medidas de emergência IMEDIATAMENTE Temperatura da água pH 20C(68F) 25C(77F) ______________________________ 6.5 15.4 11.1 7.0 5.0 3.6 7.5 1.6 1.2 8.0 0.5 0.4 8.5 0.2 0.1 Minimize o stress dos peixes durante o ciclo Se os níveis de amónia se tornarem altos durante o processo de ciclo devem ser tomadas medidas correctivas de modo a prevenir a morte dos peixes. Provavelmente será necessário efectuar uma sequência de mudanças parciais de água, diluindo a amónia para níveis seguros. Como medida de precaução final, vários produtos comerciais (i.e. "Amquel ou "Amno-Lock") neutralizam com segurança a toxicidade da amónia. Amquel não remove a amónia, apenas neutraliza a sua toxicidade. Filtragem biológica é sempre necessária para converter a amónia (neutralizada) em nitritos e nitratos. Assim, adicionando Amquel, a amónia produzida pelos peixes é neutralizada instantaneamente, no entanto ainda permite a continuação do ciclo do azoto. Usar Amquel durante a fase de ciclo tem, no entanto, uma significante desvantagem. Amquel e produtos similares podem provocar falsas leituras em test kits, tornando difícil determinar exactamente quando o ciclo se completou. Veja a secção test kits para mais detalhes. Também é possível fazer o ciclo de um aquário sem adicionar peixes. O papel dos peixes no processo de ciclo é apenas a produção constante de amónia; o mesmo efeito consegue-se adicionando formas químicas de amónia manualmente (e.g. cloreto de amoníaco). No entanto é uma pouco mais complicado do que usar peixes porque a química da água precisa de ser controlada mais de perto de modo a adicionar a quantidade certa de amónia diariamente. Acelerando o processo de ciclo O ciclo do azoto pode ser acelerado ou ter uma boa ajuda de diversas maneiras. Infelizmente requerem o acesso a um aquário já estabelecido, o que um aquariofilista principiante pode não ter disponível. A ideia principal é encontrar um aquário já estabelecido, tirar algumas das bactérias e colocá-las no novo aquário. Muitos filtros têm uma esponja ou lã no interior, à qual as bactérias nitrificantes aderem. Colocando todo ou parte desse conteúdo (proveniente de um aquário estabelecido) no interior do filtro do novo aquário acelera um pouco as coisas. Se o aquário já estabelecido usa um filtro de fundo, as bactérias nitrificadoras aderem ao areão. Leve algum do areão (uma chávena ou mais) e suspenda-o, embrulhado num saco de pano, dentro do seu filtro (se possível), ou disponha-o por cima do areão do aquário novo (se este tiver um filtro de fundo). Se tiver um filtro externo, de esponja ou de canto, ligue-o a um aquário estabelecido e deixe-o funcionar durante mais ou menos uma semana. As bactérias na água irão estabelecer uma colónia no novo filtro. Após uma semana mude o filtro, já "cultivado", para o novo aquário. Ultimamente, produtos que contêm colónias de bactérias nitrificadoras estão disponíveis nas lojas de animais (e.g. "Fritz", "Bio-zyme", "Cycle"). Em teoria, adicionar bactérias acelera o processo de colonização. A experiência na "net" com estes produtos tem sido contraditória: algumas pessoas têm sucesso, enquanto outras avisam que não funciona de todo. Em princípio, tais produtos deveriam funcionar bem. No entanto, as bactérias nitrificadoras não conseguem viver indefinidamente sem oxigénio e alimento. Assim, a eficácia do produto depende da sua frescura e pode ser afectada por uma má utilização (e.g. sobreaquecimento). Infelizmente, estes produtos não vêm com data de embalagem, assim não há forma de saber a idade que têm. Algumas (não muitas) lojas de aquários fornecem aos compradores uma chávena de areão de um aquário já estabelecido. Uma palavra de cuidado é apropriada nesta altura. Devido à natureza do negócio, os aquários das lojas muito provavelmente contêm agentes patogénicos indesejáveis (bactérias, parasitas, etc.), não quer certamente inseri-los num aquário já em ciclo. Para alguém que está a montar o seu primeiro aquário, no entanto, todos os peixes serão provavelmente comprados nessa mesma loja, assim o perigo é relativamente pequeno, dado que os novos peixes já estiveram expostos aos mesmos agentes patogénicos. Se possível faça o ciclo com bactérias que não sejam provenientes de um aquário de uma loja. Claro que há muitas variações ao que foi dito que também funcionam. No entanto, é um pouco difícil dar uma receita exacta que funcione de certeza. O melhor é usar uma atitude conservadora e não adicionar peixes muito rapidamente. Além disso, teste a água para se certificar que os nitratos estão a ser produzidos, eliminando o trabalho de adivinhar quando o seu aquário está em ciclo. Cumprimentos, Autor: FAQ http://fins.actwin.com/mirror/pt/begin-cycling.html
  11. 7 points
    Data de Montagem: 19.06.2017 Aquário: Brothers side by side - YIN & YANG YANG Dimensões: 30*30*30 Volume: 27 litros brutos Iluminação: Projector de led com 10W, 6500kv e cerca de 1000lm Filtragem: Cascata HBL - 601 Aquecimento/Arrefecimento: Termostato de _ W. Temperatura = 25º Hardscape: Rocha Maple Leaf Substrato: Neo Plant soil CO2: Garrafa de 2kgs da TMC, Kit Redutor de pressão 2 manómetros, Válvula solenoide e de ajuste fino Difusor Neo Mini (S) Fertilização: Nenhuma. Fauna: Nome comum : Chocolate Shrimp, Nome cientifico : Neocaridina Heteropoda Var. Chocolate Tamanho macho / fêmea : 2 cm / 2.5 cm Origem : Taiwan Parâmetros aconselhados: KH : 0 - 8 GH : 4 - 14 pH : 6.5 - 7.5 TDS : 100 - 300 Temperatura : 18ºc - 28ºc Flora: Ammannia sp. "Bonsai" Bucephalandra "Deep Purple" Bucephalandra sp. Lamandau mini Micranthemum Monte Carlo Vesicularia "Weeping" Parâmetros da agua: pH = 7 Dureza Carbonatos (KH) = 0 Dureza Total (GH) = 0 Amónia (NH3) = 0 Nitritos (NO2) = 0 Nitratos (NO3) = não medi que acabou o teste. Vista do conjunto
  12. 7 points
    Olá a todos. Tinha para aqui um nano aquário a apanhar pó, e um destes dias resolvi dar-lhe alguma vida. Achei o resultado engraçado e gostaria de partilhá-lo convosco. A ideia era ter algo mais a cair para o decorativo, algo que contribuisse para o Feng Shui da casa. Talvez mesmo sem qualquer peixe. O aquário é bem pequeno. Tem 40x25x20cm, penso que equivale a 18lt. Como subtrato utilizei uma areia fina branca que para tinha para aqui de uma anterior montagem. plantei um mix de plantas de tapete, espalhando sementes no substrato humido, com muito pouca água. Comprei uma estatueta que achei interessante, para o que queria, e imprimi uma imagem de uma floresta de bamboo para o fundo. Coloquei uns pequenos pés de fetos bolbitis nas laterais para criar alguma profundidade e tentar esconder um pouco os equipamentos. Por fim acrescentei um filtro de ar (a ser substituido em breve), um termostato de 25w e uma calha led. Como unico habitante está actualmente um peixe (pseudomungil furcatos) adoptado da minha sogra, sendo que é o ultimo sobrevivente de um cardume da mesma especie. Está para oferta para quem tiver algum cardume de australianos. Um dia que o deixe de ter talvez coloque um betta no aquário, se encontrar o certo. Qualquer sugestão ou questões estejam á vontade. Abraço.
  13. 7 points
    Boas NGE! A mancha vermelha já saltou fora...... irá permancecer a cor mas mais suave! Aqui vai então algumas actualizações, foi retirada a planta vermelha e deu entrada a Limnophila Hippuridoides, retirei também algumas repens da frente que já eram demais (cresce bué) e claro foi introduzida alguma fauna que ainda não tinha colocado fotos e acabei por colocar mais uma dragon stone para dar altura que pretendia.. Vamos ver como vai ficar ali aquele canto esquerdo com a Limnophila Hippuridoides a ver se fiz boa escolha ou se foi escolha precipitada! Cumps,
  14. 7 points
    Boas pessoal, fui abençoado com um sábado à noite sozinho em casa! Eis o resultado: DSC_0014 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0032 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0042 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0046 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0025 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0037 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0040 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0051 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0052 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0053 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0054 by Gonçalo Silva, no Flickr DSC_0010 by Gonçalo Silva, no Flickr
  15. 7 points
    Boas, Após 10 semanas, resolvi dar a primeira poda à monte carlo, à blyxa e plantar a Limnophila Hippuridoides, esta última ainda não se vê mas será para breve. @Joana M, conforme solicitado pela sua excelência lol aqui vai uma foto da "casa das máquinas" ....e não, não está organizado como as apreensões policiais! (ainda não me apeteceu...lol) Para a próxima semana, entrada da fauna, tinha inicialmente pensado num cardume de Boraras Urophthalmoides mas mudei de ideias e vou optar por um cardume de Tetras Âmbar, o segundo cardume ainda está por apurar. Cumps,
  16. 7 points
    ...Em fase de desmontagem pensada e faseada. Vou oferecer os vivos e as plantas e reaproveitar o substrato. Filtro será mantido ligado para um "Nature Aquarium" que é o projecto que vai dar inicio. Um verdadeiro "Nature" com troncos, e algumas pedras. A todos os que seguiram estes "socalcos" que redundaram num estilo holandês agradeco as palavras de carinho e apreço, bem como os conselhos e visão. Foi uma bonita viagem mas sobretudo uma grande escola. E assim se despede o "Sussoa" que deriva de dois nomes. "SUSete / SOAres". À minha companheira um grande aplauso por me ter acompanhado nesta jornada. A vocês.. um Muito Obrigado de coração. Enviado do meu SM-A510F através de Tapatalk
  17. 7 points
    Boas, Tenho constatado que muitos aquariófilos (e até alguns importadores...) se referem incorrectamente a peixes selvagens como sendo F0. Por isso, permitam-me aqui clarificar um detalhe: se queremos utilizar a nomenclatura correctamente, não existe a classificação F0. Os peixes de aquário ou são WC (sigla de "Wild Caught", que significa capturados no seu habitat natural) ou TR (sigla de "Tank Raised", que significa criados em tanques, em cativeiro). Ora só os peixes TR podem ser F1, F2 e por aí em diante (ou seja, "filhos de"...), apesar do facto de depois da quarta geração a árvore genealógica já não fazer muita diferença... Já a qualidade da linhagem e o grau de parentesco, esses sim, fazem muita diferença, pois qualquer criador minimamente experiente sabe bem que há riscos de os defeitos serem transmitidos geneticamente e que os malefícios das consanguinidades podem resultar em criações inteiras de peixes defeituosos... Isto porque o "F" vem da palavra latina "filialis", o que significa algo como "filho de" ("fīlius" = "filho" and "fīlia" = "filha"). Portanto, algo como "Filialis Zero" é coisa que não existe. Na árvore genealógica, o "zero" são os pais (no caso dos nossos peixes, o casal de exemplares WC...) Um peixe F1 é um peixe TR que é filho de dois peixes WC e que é portanto a primeira geração de crias desse casal. Os F2 são filhos de um casal em que ambos os pais são F1 (portanto são a segunda geração obtida a partir de peixes WC...) e por aí em diante... Há quem fale até de F1.5, quando um dos pais é WC e o outro é F1... Lembrei-me de publicar este "post" porque muitas pessoas que me contactam para saber mais sobre os peixes que crio e que às vezes ponho à venda me perguntam se são "F's" (éfes qualquer coisa...) Não, não são e por uma boa razão. Regra geral, não gosto de fazer criações com peixes selvagens e não os escolho para reprodutores. É uma escolha pessoal. Está muito na moda falar-se de peixes selvagens (penso que alguns importadores até se utilizam disso para inflacionar os preços... Porém, também isto é uma opinião pessoal, sublinhe-se...) mas convém ter-se em conta o seguinte: antes de tudo, só porque um peixe é selvagem, não significa que seja perfeito. Está provado que um criador que trabalhe com peixes selvagens pode oferecer peixes TR (sejam eles F1, F2 , ou mesmo sem "F"...) tão bons ou mesmo melhores (mais resistentes, mais saudáveis e até mais bonitos) que os selvagens. Desde logo porque (a não ser que o peixe venha de uma fonte absolutamente fidedigna, sem intermediários...) nunca se sabe quantos anos tem um peixe selvagem, o local exacto onde foi capturado, etc. Quem nos garante que essa informação é absolutamente correcta? No Malawi e no Amazonas, só para dar dois exemplos, há montes de peixes que são criados em redes colocadas no seu habitat selvagem, sendo que na sua maioria são exportados como sendo "Wild Caught". Porém, quando entram nos circuitos comerciais tudo muda, perde-se o controlo e já foram identificados inúmeros casos de falsificações de documentos. Mas há mais riscos. Veja-se a foto em baixo, retirada do site do Projeto Piaba, por exemplo. Quais são as probabilidades de estarem ali peixes irmãos? Como é fácil de imaginar, eles não testam o ADN de cada peixe que vai para exportação... Por outro lado, há peixes selvagens que nunca recuperam do trauma (nunca se alimentam como deve ser, apanham doenças frequentemente, etc) e duram poucos anos. Eu tenho um óscar selvagem (com ocelos na barbatana dorsal, uma espécie que o Dr Axelrod até tentou classificar como diferente do Astronotus ocelatus) com cerca de 3 anos que só me dá problemas sempre que o tento acasalar. Intraespecificamente é muito mais agressivo que a maioria dos óscares, requer muito mais território do que os outros, etc. A realidade é que há muito menos problemas com peixes criados em cativeiro: não são tão esquisitos, são menos tímidos, estão perfeitamente adaptados ao ambiente em que foram criados e sobretudo comem qualquer coisa. Ora, como hoje em dia há muitos alimentos no mercado que fornecem todas as vitaminas para termos peixes saudáveis (e até ajudam a realçar as cores), o risco de comprar exemplares problemáticos é menor quando se compram peixes criados em tanques. Volto a salientar que muito do que aqui escrevi é apenas reflexo de opiniões pessoais. Como isto é um fórum, é suposto ser um espaço aberto, vocacionado para fomentar debates. Mas espero ter conseguido ajudar a clarificar o assunto. Cumprimentos a todos. Post-Scriptum: Como não vi no Aquariofilia.net nenhuma referência ao falecimento do Dr Herbert Axelrod, no dia 15 de Maio de 2017, aproveito para partilhar o link do obituário publicado pela Practical Fishkeeping com o resto do pessoal (a leitura vale a pena): http://www.practicalfishkeeping.co.uk/news/fishkeeping-news/articles/2017/5/30/obituary-dr-herbert-r-axelrod
  18. 7 points
    Boas, Tinha prometido a alguém fazer este diy, fui aproveitando os espaços livres e aos poucos lá acabei. A minha primeira ideia era fazê-lo da forma mais fácil e clean possível, como não gosto de ver equipamentos pretos no aquário teria de optar por outro material desde que não revelasse ferrugem derivado à humidade. então aqui vai: Material: 2 ventoínhas 12v 80mm*80mm*1cm 6 parafusos próprios para ventoínhas 1 led 3mm azul 3v 1 resistor 470 ohms 1 barra em L de alumínio 1 metro (14mm*10mm) Fios eléctricos/ solda/ Serra ou dremel/ Esquadro/ Alicate Para primeira fase, defini as medidas a olho e fui mancando com um lápis para depois fazer os ângulos de 90º nos cantos onde pretendia dobrar o alumínio: Pronto, este é o ponto principal da estrutura visto que vamos repetir em todos os cantos não sendo necessário parafusar, rebitar, nem outra coisa qualquer. Aqui voltei a fazer os ângulos mas na parte oposta que são os apoios que irão encaixar no vidro do aquário: Feito de ambos os lados, dobrei e quis logo ver como ficava com as ventoínhas Feito isto, fiz os cortes para encaixar no vidro, neste caso 6mm, deixando uma pequena aba para se quiser subir o apoio endireitando-a. Neste momento a aba está aberta para o lado de fora, mas são para ficar do lado de dentro, havia um motivo para as abas mas não foi necessário. Aqui estava tudo certinho parti para as furações onde serão parafusadas as ventoinha (quem quiser aqui pode colar com cola quente) Agora vamos à parte da montagem, na parte da frente coloquei 1 led azul apenas para saber se as ventoínhas estão a trabalhar, o led só liga quando as ventoínhas ligam, isto porque o controlador vai ficar dentro do móvel. Vou usar um transformador de 12v que irá alimentar as ventoínhas, neste caso para usar um led de 3,3v temos de usar um resistor de 470 ohms para limitar os volts recebidos pelo led para não queimar, portanto testei e preparei o led antes de montar as ventoinhas: Tudo pronto, colocado o led e as ventoínhas no sítio, para o próximo passo: Entre as ventoínhas usei um pouco de tubo termorectátil para esconder os fios do led e das ventoínhas, depois cortei um pouco de uma placa de circuito para soldar os fios ligando-os de forma limpa e que não ocupe espaço: Inicialmente esta placa era para ficar no topo mas entretanto verifiquei que conseguia colocá-la dentro do tubo e assim o fiz, desta forma a calha irá fechar o suporte sem se ver rigorosamente nada de ligações ficando assim: Pronto, cooler acabado vamos testá-lo no aquário a ver como fica E pronto ficou como o idealizei Só para esclarecer que uma das ventoínhas apenas tem 3 hélices, um pequeno descuido e parti algumas, para não vibrar arranquei todas as outras ficando apenas as 3 centrais, ficou um mimo e dá quase tanto vento como a outra, cheguei a perguntar-me para quê tantas lol.....adiante a nova ventoínha vem a caminho para ser reposta ;) Também já tenho o controlador de temperatura a trabalhar, só me falta fazer uma caixa para ficar xpto ;) Espero que tenham gostado, e já sabem, qualquer crítica será bem vinda, um trabalho melhorado só com a ajuda de todos. Cumps,
  19. 7 points
    Já nasceu o meu peixe preferido pessoal :D
  20. 7 points
    Bom dia, No seguimento do meu anterior tópico : Decidi elaborar mais este em complemento e atendendo a muitas duvidas que vou vendo por aí. Porque cada aquário tem as suas particularidades e vida própria, acertar o CO2 depende de muitos factores, como sendo logo à cabeça a qualidade do material que temos em mãos, a força do filtro a provocar corrente/caudal (como lhe quiserem chamar, é-me indiferente desde que percebam que estamos a falar da velocidade de água que circula pelo aquário e assim transporta CO2), a construção que fizeram, o tipo de plantas, a luz etc. Pretendo com este post ajudar a clarificar ideias e tentarei aqui reproduzir de forma mais fiel possível apenas um método que possa ser utilizado por quem se inicia, e que de alguma forma dê garantias de menor erro neste âmbito. Quando falamos de humanos há sempre o fator erro associado por mais que tentemos dar uma explicação o mais detalhada. E ler é uma coisa ouvir é outra, e ver fazer então seria o ideal mas não é possível. E digo para os que se iniciam porque os mais experientes fazem a seu gosto e encontram uma metodologia com que se adaptam. Não recomendo seguir a dualidade PH/KH porque embora esta temática/quadros permaneça nos milhentos sites da web, contem erros já clarificados também na web mas não em todos os sites o que ainda leva muita gente a percorrer penosos caminhos de aprendizagem. Nem usem a técnica do copo invertido. Assim e partindo do pressuposto que temos o equipamento mínimo necessário: Botija/Extintor de CO2 Regulador de Pressão Válvula Solenoide Tubo rígido e macio Conta Bolhas Difusor Reagente Drop Checker Temporizador Primeiro aspeto: Reagentes são um elemento chave neste processo. Pessoalmente não confio em soluções caseiras 4Dkh. Não corro o risco de deitar tudo por terra para poupar 5 a 10 euros num reagente. Um reagente mal produzido/calibrado pode equivaler a uma enormíssima dor de cabeça e no limite até à obrigatoriedade do aquariofilista ter que recomeçar do zero e deitar tudo fora ou o mais lamentável neste oficio, a morte da fauna por nossa culpa. De todos os que já testei até hoje e já foram bastantes aquele que mais garantias me deu de fiabilidade foi o da JBL. 2 ML ou 35 Gotas deste reagente puro para dentro do DropCheker. Mudo de 2 em 2 meses mais coisa menos coisa. Calibração /Regulação do Co2: Acertar o CO2 é como andar de carro. Quanto mais injeção lhe dermos mais ele acelera. Entendam o aquário como sendo o carro e a injeção é o acelerador. E aqui cabe a cada um ter consciência das suas habilidade de condução e quais os riscos que pretende correr. Eu recomendo uma velocidade cruzeiro e é a que se segue. Nota 1 – Fazer isto ou num fim de semana ou para os que não têm um Sabado e Domingo completo em casa, tentar coordenar folgas ou como conseguirem para estarem sempre presentes em casa. Este procedimento obriga a estar em casa. Não há volta dar. Quem o quiser fazer sem este principio está ( mais uma vez) por sua conta. Nota 2 – Marcar no GPS do carro que o destino principal é que uma hora após as luzes ligarem o reagente no drop checker esteja de acordo com a sua função. Se for o JBL referido lá atrás deverá estar numa cor verde normal o que equivalerá a uns 20 PPM. Agora claro está dependendo do reagente que forem usar pode ser uma cor verde normal, ou verde claro porque aí não sei quantificar e lá está mais uma vez é uma das razões de terem que estar em casa para monitorizar o que vai acontecendo nesse dia. Mas este procedimento sustenta-se sobretudo no reagente da JBL. Que isso fique claro. Depois de tudo instalado é hora de dar ignição ao motor e clicam no punho do extintor. Ligaram a máquina. Agora vão através da valvula de regulação injetar CO2 para o aquário. E aqui tenham calma porque se aceleram demais o mais certo é na primeira curva estarem a chamar o reboque. Vamos lá meter isto em velocidade de cruzeiro. Portanto depois de aberto vão abrindo a válvula de injecção até aparecerem as bolhas no conta bolhas. E aqui vão ter que ter paciência para ir ajustando até conseguirem ter 1 a 2 bolhas por segundo no conta bolhas. Sugiro duas. Esforcem-se! Arranjem maneira de afinar isso para duas. De cada vez que mexerem no ajuste (botão) têm que esperar um bocado até o efeito dessa mexida se reflectir ao que está no conta bolhas. Há sempre um retardamento (delay). Se fecham ou abrem um bocadinho a válvula de ajuste, se aceleram ou desaceleram portanto, tal como o carro a aceleração é evolutiva e a desaceleração igualmente inversa mas não imediata também o mesmo acontece quando mexem no botão do CO2. Mexeu no botão? Aguarde uns 2 minutos até poder contar as bolhas que estão lá dentro com alguma certeza. Acelerem e desacelerem com calma até dominarem a caixa de velocidades e terem 1 a 2 bolhas por segundo. Não há pressa. Uma vez acertada a velocidade (Injecção) vamos ao passo seguinte. Um bocadinho como faz um piloto de automóveis.. a afinar a máquina antes de ir para a estrada. O ligar o CO2 uma ou duas ou três horas antes e desligar não sei quantas antes também antes da luz apagar é muito relativo. Não tem que ser uma ou duas até pode ser três ou quatro. Tudo depende dos imensos factores abordados logo no inicio e o débito que está a ser efectuado. Lembrem-se : O nosso destino (Objéctivo) principal é que uma hora após as luzes ligarem o reagente no drop checker esteja de acordo com verde normal! Se passar ligeiramente disso ninguém morre nem há acidentes. Mas esse é o objectivo. Amarelado nunca! (Ver notas no fim) E uma hora depois porquê? Porque a maioria dos reagentes tem também um “delay”. Não é estalar os dedos e já está a marcar. Não é começar a entrar CO2 para a água e pensar que o reagente acusa ou indica de imediato a volumetria/débito injetado. E medimos uma hora depois porque pelo menos assim temos uma garantia que se uma hora depois das luzes ligarem já tivermos o reagente com uma coloração adequada, significa isso que À HORA que as luzes ligaram lá atrás (uma hora antes) já tinhamos CO2 a nível dentro do aquário. Ou seja a hora que o Timer abre o Solenoide está boa. Portanto para atingir este objectivo é por tentativa e regulação. Mas com um ponto de partida de 1 a 2 bolhas por segundo no conta bolhas acredito que num fim de semana ou mais tardar em três dias isto esteja afinado. Assim, já com o reagente dentro do aquário e tudo a postos, num dia regulam o reostato/timer para que o CO2 ligue uma hora antes das luzes. Nesse dia e uma hora depois das luzes ligarem vão verificar o Drop. Se estiver com um verde normal ou ligeiramente mais claro é como referi lá atrás. Está correcto. Duas horas depois verificam se continua com verde normal ou ligeiramente mais claro. Se assim for não mexe mais. Significa que está no ponto. O CO2 que entra está a ser consumido e mantém-se a nível porque a côr do reagente à uma hora atrás é a mesma que está agora. (verde normal ou claro conforme visualização)… Será uma sorte acertar à primeira.. Sorte de principiante mesmo. Se não estiver verde normal ou claro uma hora depois das luzes ligarem, nesse dia não mexe mais e deixa isso correr assim. Recomendo assim para não mexerem no débito e por conseguinte a aceleração.. se já tiveram o trabalho a afinar a máquina é preferível mexer apenas no Timer. Apenas irão alterar a regulação do timer para que o CO2 no dia seguinte ligue não uma hora antes mas sim duas horas antes. E nesse dia voltar a verificar as cores do Drop tal como descrito antes. E repetir isto até acertar. No limite à terceira tentativa isso estará no ponto. A partir daí o meu amigo não mexe mais na válvula de regulação nem no conjunto do CO2. Perigo: Inversamente pode suceder que o reagente duas horas depois das luzes ligarem esteja mais amarelado que verde e aí estará em excesso. - Ver comportamento da Fauna - Nesta situação temos mesmo que desacelerar e teremos que reduzir ligeiramente o débito de entrada (mexer na válvula) e no dia seguinte repetir tudo. Porque certamente que está a debitar mais que o necessário e embora esteja com 1 a 2 BPS pode estar a debitar muito. Dependendo dos equipamentos pode suceder que no limite 2 BPS seja demasiado. (Aconteceu-me com um regulador que tive antes deste) Não é comum mas pode acontecer. Fica o reparo. O regulador era usado e por isso nunca consegui ter total confiança comprei um novo. Ou não estão a contar bem as bolhas… há conta bolhas e valvulas e ajustes finos “danadinhos” e até o utilizador estar familiarizado com o equipamento que tem, os erros podem suceder por isso muita atenção ao Drop e à Fauna. No caso de excesso de CO2 sugiro desligar o equipamento e tomar atenção à Fauna. Se reacções estranhas começarem a suceder com os vivos é de efectuar imediatamente uma TPA de 30% Com 2 BPS isto não é suposto acontecer. Só se houver algo de errado com os equipamentos e/ou erro humano. Mas nunca é demais avisar já que aqui não temos luz vermelha no painel de instrumentos nem aviso sonoro. Por isso é altamente recomendável a quem nunca afinou um sistema de CO2 que esteja por casa, que veja como os equipamentos trabalham, e se familiarize com a coisa. Mas joguem sempre pelo seguro: Afinem o motor para 1 a 2 BPS e não haverá riscos maiores. Com o tempo e domínio do sistema poderá o aquariofilista quando se sentir mais à vontade mexer no débito e assim alterar toda a cadência do circuito. Se me escapou alguma coisa acrescentem que é para isso que o forum serve. Espero que vos seja útil. Abração a todos.
  21. 7 points
    O irmão mais novo está a nascer... IMG_2596-Editar by Luís Cardoso, no Flickr Nos próximos dias aparece com toda a informação...
  22. 7 points
    Gonçalo, decidi seguir o teu conselho, hoje dei logo uma de manhã Entretanto tive dar uma bela lixadela e voltar a colocar massa em todos os topos porque é uma zona que absorve muita tinta e via-se as junções do mdf e não gostei, após todo o trabalho consegui que ficasse melhor, as fotos abaixo foram tiradas logo após a pintura portanto o brilho não é como vai ficar no final visto ser acetinado, é esperar até secar. Já só falta pintar melhor o interior das furações e dar a última demão na porta, e finalmente começar interior Brevemente mais novidades ;) Cumps,
  23. 7 points
    Brown Fingers in the Jungle (180L) DSC_0323 by Gonçalo Silva, no Flickr Tópico: http://www.aquariofilia.net/forum/topic/252078-brown-fingers-in-the-jungle/
  24. 7 points
    Boas, Sei que ando desaparecido, mas fica aqui uma foto rápida via telemóvel. Abraços
  25. 6 points
    Boas, A pedido do membro @Marco Lopes, seguiu mais um desafio para aliviar o stress das mãos ! Fazer um cooler mas o obstáculo era a tampa do aquário.......apenas olhei 1 vez para a tampa e era como se já estivesse feito lol O que imaginei foi isto: Portanto, do lado direito a entrada de ar onde são colocadas as ventoinhas, e do lado esquerdo a furação para a saída de ar. Não tenho fotos de todo o processo, ia fazendo conforme a disponibilidade e tb me esquecia de tirar para o passo-a-passo, mas pelas fotos já dá para ter uma noção da bricola, então aqui vai: Está feito, a partir daqui é só ligar o controlador à tampa e ao transformador e voilá! Aqui está uma foto geral com tudo no sítio. Segundo o @Marco Lopes, o controlador está ali provisoriamente, será colocado no móvel ou na parede. Espero que tenham gostado! Cumprimentos, Miguel