Marco Monteiro

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Everything posted by Marco Monteiro

  1. Boas amigos, aqui está uma criação, nascidos ontem, deste magnífico casal E que óptimos pais eles são! O começo (postura) Os pequenitos Agora é só acompanhar o crescimento P.S.: as minhas desculpas pelas fotos, mas de facto não é de fácil acesso o local onde foram depositados os ovos, para além da enorme "pequenez" dos mesmos. Abraço,
  2. Boas, o aquário está bastante simples e com um ar bem agradável. De qualquer forma, deves saber que de amazónico... tem muito pouco! Ao manteres esses magníficos Anomalochromis thomasi, podes transformá-lo num biótopo africano bem porreiro Mas isso já são opções e gostos pessoais! Grande abraço,
  3. Temos de ser flexíveis nalgumas coisas, senão a Maria não dá crédito para mais nada.... Abraço,
  4. Boas, neste momento já só tenho o saltador-do-lodo neste paludarium, no entanto, mantive durante algum tempo as bombinas com o saltador e nunca tive problemas. Como chegaram a reproduzir-se, resolvi separá-las para um paludarium novo, só para elas... Um abraço,
  5. Boas, obrigado a todos pelos comentários. Não utilizo fertilizante algum para as plantas... Um abraço,
  6. Boas, as aulonocaras são incubadores bucais, pelo que quando os ovos eclodirem os alevins serão guardados na boca da mãe até esta sentir segurança para largá-los no aquário. Durante pelo menos cerca de 20 dias, as crias são guardadas na boca da progenitora. Se quiseres aproveitar praticamente todos os alevins dessa criação deves colocá-la num aquário à parte para quando chegar a altura a fêmea largar os pequenotes. Outra hipótese é a prática do stripping fry, mas que requer alguma experiência e cuidado. Um abraço,
  7. Boas, essa "necessidade" (se é que se pode chamar assim) prende-se com o facto de obtermos um maior número de alevins (praticamente uma taxa de 100%). Por outro lado, a fêmea durante a incubação não se alimenta (salvo raros casos e mesmo quando acontece é em pouca quantidade), enfraquecendo e ficando mais vulnerável, pelo que é importante não descuidar desta situação. A progenitora só largará os pequenotes quando sentir firme segurança, situação que não se afigura facilmente em aquário Um abraço,
  8. Olá Maurício, podes adquirir apenas um exemplar sem problema algum... Os kribs podem ser mantidos em aquários comunitários e apenas na altura da reprodução se tornam bastante agressivos para quem insistir atentar contra a sua prole, ou mesmo rondar pelo seu território. De resto, é um ciclídeo anão que reage muito bem em aquário comunitário, mesmo povoado com guppys ou néons. Abraço,
  9. Boas, convém salientar que quando se realiza o stripping fry, é necessário alguns cuidados: - Não magoar a boca da fêmea quando se tenta retirar os alevins; - Fazer algumas pausas, deixando a fêmea descansar, ou seja, deve ser largada durante algum tempo; - Obviamente, demorar o menos tempo possível neste processo que deve ser feito COM A FÊMEA DENTRO DE ÁGUA! (não fiquem surpreendidos porque já vi e assisti a muito disparate!). Um abraço,
  10. Olá amigos, umas fotos do macho Tilapia sp. "obliquidens": Espécie muito bonita, com umas cores fantásticas. De referir ainda que é muito prolífera... Um abraço,
  11. Mais algumas fotos, para actualização: Labeotropheus trewavasae "Chilumba" F0 - Macho Labidochromis caeruleus - Macho E com um macho assim: é nisto que dá! Labidochromis caeruleus - Fêmea Pseudotropheus crabro - Macho Um abraço,
  12. Boas amigos, aqui ficam umas fotos dos pequenotes, que se têm desenvolvido bastante bem: E agora uma foto do papá solteiro, que tem cuidado dos filhotes com dedicação extrema Daqui a duas semanas vou retirar os pequenitos para um aquário de 100cm, onde ficarão sozinhos a crescer. A fêmea irá regressar para o macho e veremos se a agressividade deste diminuirá. Abraço,
  13. É claro que vocês repararam que estão a responder a um tópico datado de inícios de 2008, certo?! Atenção à propaganda comercial dentro do fórum... Abraço,
  14. Olá JMG, eles aguentam bastante tempo fora de água, embora adorem nadar entre os trocos.... Abraço, Obrigado Pedro, de facto não é necessário ter grandes aquários para bons projectos.... basta dar largas à imaginação e voilá! Um abraço,
  15. Aequidens rivulatus (Günther, 1859) Macho Aequidens sp. "goldsaum" Distribuição: América do Sul Equador (Rio Esmeraldas); Peru (Rio Tumbes); Colômbia; Venezuela Família: Cichlidae Ordem: Perciformes Classe: Actinopterygii Nome da espécie/População: Aequidens rivulatus Parâmetros químicos da água: Temperaturas 22º a 26ºC Ph 6.5 a 8.0 dH 15-25 Alimentação: Espécie omnívora que aceita facilmente qualquer tipo de comida em aquário. Para além dos granulados específicos para ciclídeos americanos de grande porte, a administração de artémia e larvas de mosquito é uma mais-valia. Adoram comer pequenos caracóis! Dimorfismo Sexual: A diferença de tamanho entre macho e fêmea é significativa e a barbatana dorsal e anal é mais alongada nos machos. Apesar de ambos os sexos apresentarem um padrão e cores muito idênticas, nos machos estas características realçam. Tamanho Médio: O seu tamanho em adulto ronda os 20cm para os machos e cerca de 15cm para as fêmeas. Comportamento: É uma espécie em que a sua personalidade não pode ser menosprezada. Comparativamente com outras espécies do género Aequidens, superioriza-se na agressividade e temperamento, pelo que a compatibilidade com outras espécies em aquário deverá ser bem estudada. Reprodução: Espécie ovípara, a fêmea escolhe preferencialmente uma pedra/rocha lisa para depósito dos ovos (que podem ser superiores a 200). Depois de fertilizados, os ovos eclodem após 3 dias, dando origem às pequenas larvas que se acomodam rapidamente entre as rochas. Rapidamente nos apercebemos da imensidão de crias que se apoderam do aquário, através de uma nuvem negra e enorme! O macho fica especialmente agressivo nesta fase, pelo que é aconselhável vigiar o seu comportamento, em particular com a fêmea. A reprodução desta espécie não é difícil, contudo, aconselha-se a separação do casal reprodutor para um aquário isolado, contendo somente umas quantas pedras lisas e amontoadas, ou, inclusive, um vaso de cerâmica. O desenvolvimento das larvas é notório e, assim que começam a nadar, devem ser alimentadas com náuplios de artémia (um autêntico festim, tanto para os pequenos como para os progenitores). Tamanho mínimo do aquário: Pelas características temperamentais anteriormente descritas, recomenda-se a sua manutenção em aquários com um volume mínimo de 250 litros. Observações: A espécie que actualmente mantenho e que consta da fotografia, é um exemplar F0, denominado por Goldsaum. Na realidade, a designação Aequidens sp. goldsaum será a mais adequada, uma vez que o verdadeiro Aequidens rivulatus (inicialmente identificado por Günther em 1859, no Rio Esmeraldas Equador) não aparece muito comummente em aquariofilia. Escrito por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2010 © [/color][/size] É EXPRESSAMENTE PROIBIDA A PUBLICAÇÃO DE TODO O CONTEÚDO AQUI PUBLICADO NOUTROS CONTEXTOS, SOB PENA DE ACÇÃO JUDICIAL.
  16. Olá Jorge, O lago foi comprado numa daquelas lojas de bricolage. O resto foi só inventar Obrigado pelos comentários! Um abraço,
  17. Boas, com um layout adequado (a nível de rochas) e está 5*****, sem problema algum com as espécies em questão. Um abraço e vai dando novidades sobre a evolução, com muitas fotos
  18. Boas, tenho de perder algum tempo para tirar umas fotos bacanas.... principalmente às rãs, que são mais que muitas lolol A bomba foi comprada à parte.... Um abraço,
  19. lololol Come la os mexilhoes à vontade rapaz!! Poder colocar as cascas no aqua podes, mas deixa-me advertir-te que muitas vezes essas cascas são cortantes, por isso cuidado..... é melhor não arriscar! Um abraço,
  20. Olá Viper, não existe qualquer problema em mantê-los juntos, raramente os néons ocupam o território dos kribs e, mesmo que isso viesse a acontecer, rapidamente desistiam Abraço,
  21. Boas, é de facto uma espécie muito bonita e a sua boca não engana: é realmente um predador Boa sorte com a manutenção da espécie e, sempre que puderes, vai colocando fotos com a sua evolução. Um abraço,
  22. Uma das formas que nunca falha é a cor da barbatana dorsal. Nos machos, o azul estende-se praticamente até ao final da barbatana, terminando apenas com um pouco de amarelo. As fêmeas, contrariamente, apresentam uma extensão maior de amarelo nesta barbatana Um abraço,
  23. Boas, como já deves ter constatado nas pesquisas que julgo teres efectuado, o volume desse aqua não será o mais adequado para Malawi, no entanto, no caso de não existir mais hipóteses deves optar por espécies pouco agressivas e de preferência com tamanho razoável. Os caeruleus são uma boa escolha, agora as metriaclima já pode ser complicado... Um abraço,
  24. Boas, como deves calcular essa questão é muito subjectiva e, ninguém melhor do que tu, para averiguar onde andam os peixes desaparecidos, correcto? O comportamento referido, ou seja, a timidez e o facto de passarem o tempo escondidos, é perfeitamente normal nesta fase de adaptação. O facto de nunca mais os teres visto, só mesmo tu podes desvendar esse mistério.... Um abraço,