Diesel_Car

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  1. Diesel_Car

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  2. Xiiii...há anos que não vejo esses meninos há venda!!!! Foram dos meus peixes favoritos, infelizmente juntei-os com gobios do deserto - Chlamydogobius eremius - e a coisa não correu muito bem. Fica um topico de 2003, quando os reproduzi pela primeira e unica vez. Ainda ofereci bastantes alevins pelo pessoal do forum. http://www.aquariofilia.net/forum/index.ph...;hl=tateurndina
  3. E achas que a água do lidl ficou com bom aspecto? Parece-me um bocado amarela.... "Um homem, de 59 anos, residente em Estremoz, caiu no chão, ontem de manhã, após ter bebido água de uma garrafa pequena comprada no Lidl, suspeitando-se que tenha ingerido uma "substância tóxica". Transportado para o centro de saúde local, foi transferido para o hospital de Évora e, ao fim do dia, para o S. Francisco Xavier, em Lisboa. O seu estado de saúde é considerado "grave"." in DN online. :) Ai que levo um processo do lidl em cima... Concerteza que o teu amigo não testou o gH da água, e logo a seguir disse que a água estava cheia de calcário, pois é teu amigo, e que não podia ser bebida por esse facto, infelizmente sei de alguns casos em que isso aconteceu...e as pessoas ficaram convencidissimas que água com calcário não podia ser bebida. A minha critica não inside na qualidade ou não da água que bebemos, mas na atenção que se presta á história que nos é contada e á legenda da imagem. E é nisso que temos de ter cuidado... Já agora, podemos beber "água das pedras"? Alguém sabe o que acontece se aplicassemos o mesmo método para testar a água das pedras?
  4. Olás, Como refere, e muito bem, o AGA, não nos podemos basear no que vemos numa foto para criticar quem fôr ou tirar conclusões sem ler na "legenda" da foto. A água do copo foi electrolisada, e essa nhanha nojenta não passa, exactamente, de um jogo "sujo" praticado pelas empresas que criam os tais filtros de osmose referidos, para nos tentarem vender um produto que, como tudo, trás os seus beneficios, mas é vendido de forma, a meu ver, bastante desonesta. O resultado seria igual caso fosse usada água de um garrafão, seja de que marca fôr, em vez da água del cano. Cumps, Nuno
  5. Olás, Tenho uma DSC-H3 há dois meses...muito boa mesma!! Para contrariares o problema da focagem, no "P" (semi automático) ou "M" (totalmente manual), escolhes a opção "foco -> ponto AF". A máquina selecciona um ponto central...e já está: só foca esse ponto no centro. Se quiseres usar flash, selecciona sempre a opção (modo manual) "nivel flash". Depois vai diminuindo a potência deste até obteres um bom equilibrio entre o excesso de luz...e a escuridão. Pessoalmente, como tenho os aquários bastante escuros, uso sempre flash em modo macro. Tem a vantagem de permitir menores velocidades (mais atenção ao pormenor), mas com a desvantagem de dar uma cor um pouco artificial aos peixes. Fotos macro tens 2 hipoteses...aproximas a máquina do peixe, ou compras uma lente "close-up". Comprei uma lente VCL-M3358 e acho bastante eficaz. Basicamente é uma lupa em frente da máquina, que evita teres de te aproximar do objecto para fazer macro - basta usar o zoom. Aqueles peixes mais assustadiços podem ser fotografados a uma maior distância. A desvantagem é que usando zoom e não uma aproximação "manual" a hipotese de a foto sair tremida é maior....muiiiito maior! Também no uso de flash sais prejudicado com esta lente, na maior parte das vezes tens de desligar o flash se não faz relexo no vidro... Com alguma experiência, consegues um bom balanço entre ambos: usar ou nao a lente close-up vs usar modo macro e flash vs velocidades maiores. Cumps, Nuno
  6. Olás, O teu aquário tem 80 litros...o peixe fica com 40cm...e ainda acham que deve colocar mais outro...há aqui qualquer coisa que não bate certo. :D Tubarões bala e martelo ficam bem...mas em aquários muito grandes, não é em penicos de 80 litros. Cumps., Nuno Reis
  7. Olás, http://www.youtube.com/watch?v=3PJgEw2YLEg Explicação visual do "vácuo" no topo do tanque - não é vácuo, é ar recirculado.
  8. Olás, As bactérias não aparecem do nada... Só consegues iniciar o ciclo com bactérias já existentes, seja através da colocação de peixes ou plantas (carregam consigo algumas bactérias), produtos ricos em bactérias (liquidos ou pastilhas) ou através do uso de culturas existentes em aquários/filtros já usados... É provável que haja bactérias nitrificantes (as bactérias essenciais ao aquário) na água da torneira e até no areão acabado de comprar, no entanto não são suficientes para começar o ciclo - por si só, esta quantidade de bactérias pode demorar meses a reproduzirem-se em número suficiente para ciclar o aquário. Cumps, Nuno Reis
  9. Olás, Coloca 3 ou 4 peixes, 5 dias é suficiente para a água estabilizar. Vai monitorizando os valores de nitritos e amónia - se colocares poucos peixes de cada vez, os valores não vão mexer. Não tens testes de amónia ou nitritos? Se colocares poucos peixes de cada vez e continuares com o "produto para as bactérias", não vais ter problemas... Verifica o estado de saúde dos peixes e daqui a uns dias, coloca mais alguns bichanos. Cumps, Nuno
  10. Olás, Antes de mais, o que entendes por ciclo, e o que estás a fazer para "obter" o tal ciclo? O aquário tem peixes? Os valores de nitratos estão altos? Há quanto tempo montaste o aquário? Se montaste o aquário há uns dias, e já colocaste peixes, mede o valor de nitritos e nitratos - se tudo estiver bem, os nitritos estão a 0 e os nitratos estão...diferentes de 0. Neste caso, podes mudar uma parte da água só para controlar os nitratos. Se nitratos e nitritos estão a 0...não vale a pena mudar a água - continua a ser um bom sinal. Se montaste o aquário há uns dias, e ainda não colocaste peixes, mudas um pouco da água uns dias depois de colocares os peixes. Se não tens teste de nitritos e nitratos, não podes saber como está a correr o ciclo - faz a manutenção normal do aquário, com mudanças parciais de 2 em 2 semanas e muito cuidado com o excesso de população e alimentação. Cumps, Nuno
  11. Olás, Para que não haja confusões, pois este sub-forum tem bastantes utilizadores que agora começaram nos aquários, a esponja que falas tem de ser já usada e conter ela própria uma colónia de bactérias activa. Se fôr uma esponja simples, acabada de sair da embalagem, só vais encher o aquário (tupperware, caixa vodafone...) com amónia, fosfatos e...uma grande porcaria coberta de fungos!!! As bactérias terão que existir já em algum lugar.... O que podes fazer é colocar um recipiente com água e um pouco de "porcaria" retirada de um filtro antigo nesse mesmo recipiente. Colocar um filtro de esponja ou, melhor ainda, um filtro que possa levar cerâmicas, a trabalhar lá dentro e aguardar pela produção de bactérias. Não uses comida para peixes, a porcaria que colocaste chega para formar uma colónia grande de bactérias. Cumps, Nuno Reis
  12. Olás. Todos os escalares (P. scalare) são da mesma espécie, independentemente das cores que possuam. Sim, podes juntá-los todos que não há qualquer problema de hibridização. Aconselho-te a adquirir um grupo deles, ao adquirires apenas 3 exemplares corres o risco de obteres um casal e o terceiro ser morto. Com um grupo - 6 por exemplo - em principio não haverá tantos problemas - sim, os escalares são ciclideos de cardume. Já agora, as três espécies de escalares conhecidas são P. scalare, P. altum e P. leopoldi. Se misturares exemplares destas duas espécies com os P. scalare é provavel que haja hibridos - os altum e os leopoldi são bastante diferentes dos scalare e dificeis de encontrar. Quando se encontram, estão geralmente bem identificados...e são bastante mais caros. Cumps, Nuno Reis Ps- esta pergunta devia estar no sub-forum ciclideos americanos
  13. Olás, Como já tinha referido, continuam a parecer com um hibrido de labeotropheus e outra coisa qualquer. Parecem demasiado curtos e altos para ser labeotropheus puros, mas por vezes a alimentação dada nas lojas (á base de proteína animal e respectivas farinhas) torna-os mais bolachudos e com alguns defeitos no crescimento. Se calhar tiveste sorte e nao sao hibridos...pode ser que sim! Cumps, Nuno Reis
  14. Olás, Nem similis...nem multis...nem tanganyikas. A mim parecem-me um hibrido qualquer com labeotropheus e outro mbuna. São de certeza malawianos. Cumps, Nuno Reis
  15. Olás, Vedas: já te respondi por mp, no entanto, para não induzirmos as pessoas em erro...volto a afirmar: a família Badidae não possui nenhum membro com labirinto. Se tivessem labirinto, pertenciam á sub-ordem Anabantoidei (não confundir com anabantidae - percas trepadoras e afins -, que é uma família pertencente á sub-ordem anabantoidei) Alguns autores consideram os badis como antecessores dos peixes com labirinto, mas os badis NÃO TêM LABIRINTO. Cumps, Nuno Reis
  16. Para evitar alguns erros cometidos por falta de informação, tanto dos lojistas como de quem compra, resolvi criar esta ficha sobre um belo e micro peixe, infelizmente raro nas nossas lojas - talvez por falta de informação, a maioria dos peixes adquiridos duram pouco tempo em aquário.... Badis bengalensis - Dario dario A principal dificuldade em manter estes badis (existem muitas outras espécies), reside no facto de só aceitarem comida viva. Com alguma sorte e paciência, acabam por aceitar comida congelada e até flocos, mas em pequenas quantidades - os meus só viva e a mexer. Deixo já o aviso, se nao tiverem culturas de comida viva, não vale a pena tentar manter badis bengalensis... Posto isto, é necessário ter em atenção que são peixes muito pequenos, não superando os 1,5-2cm no caso do macho e 1,5cm no caso da fêmea -> não devem ser mantidos com peixes grandes. O aquário ideal será um plantado, com muito musgo e plantas espessas. Pessoalmente prefiro areia no fundo, pois permite a alguns alimentos vivos permanecerem visiveis mais tempo - no areão grosso, alguns seres, como os grindal, desaparecem muito depressa não dando tempo aos badis de os alcançarem. Com areia, é possivel alimentar os badis com uma quantidade que os mantem a "brincar" por muitos minutos. As condições da água não são muito importantes, mas adoram água limpa e fresca acabada de mudar - bastantes mudanças de água são apreciadas, mas não essenciais. Também não se importam muito com a temperatura, embora 22-24ºC seja o ideal. Ideal seria mantê-los num aquário só para eles, embora se dêem bem com peixes pequenos - um grupo de 6 badis, 3 casais, num aquário de 40 litros é bastante bom, embora seja preferivel e mais simples de concretizar, 1 casal num aquário de 20 litros - as fêmeas lutam entre si e cada macho tem tendência a conquistar um território que guarda dos outros machos. Em principio as fêmeas não formam territórios, mas podem, inclusivé, atacar os machos. Podem ser mantidos em aquários comunitários ou biotopos, mas perdem um pouco do seu comportamento de quase ciclideos na presença de peixes maiores que os podem incomodar. Comparativamente, tanto em fisionomia como em comportamento reprodutivo, alimentar e instinto "territorial" aproximam-se bastante dos ciclideos anões amazónicos e alguns ciclideos da africa oriental - géneros apistogramma, microgeophagus, nannacara, pelvicachromis, nanochromis, etc... Como referido acima, é essencial no aquário a presença de musgo e outras plantas compactas - servem de refúgio ás fêmeas e alevins, local de desova e produção de infusórios para alimentação dos adultos e alevins. Plantas flutuantes completam o habitat dos badis bengalensis: poças paradas com pouca incidência solar e muita vegetação. A alimentação deve ser variada e, sempre que possível, viva. Pessoalmente tento variar entre microvermes, vermes de grindal, equitreias pequenas e artemia recem eclodida. Por vezes dou larvas de mosquito vermelhas e pretas - sempre vivas - no entanto tenho bastante cuidado em escolher apenas exemplares pequenos. Também é possível manter e alimentar os peixes com uma cultura de dáfnias, embora so os exemplares mais pequenos ou recém nascidos sejam consumidos, dificultando bastante a tarefa, o que aliado ao pouco valor nutritivo das mesmas não trás grandes vantagens á utilização destes seres como alimento. Como comida congelada, aceitam com muita dificuldade cyclops, bosmiden e larva vermelha. Na maioria dos casos pura e simplesmente ignoram a passagem da comida á frente dos olhos!! Artemia recém nascida e larvas vermelhas ajudam bastante na intensificação das cores e na preparação para a desova. Vermes brancos (grindal, equitreias e microvermes), ajudam a criar alguma gordura, também essencial no processo reprodutivo, embora não devam ser servidos como alimento base... O macho é vermelho vivo...e a fêmea castanha - nenhuma dificuldade em distinguir os sexos. Por vezes as fêmeas apresentam as barbatanas com tonalidade "bordeaux" quando em disputas e, também, pintas vermelhas ao longo do corpo. Têm tendência a ser mais arredondadas e esquivas que os machos. A desova dá-se num local escolhido pelo macho, o qual incita a fêmea a segui-lo até ao seu território, onde a "abraça" e são libertados ovos e esperma. De seguida, a fêmea é expulsa e o macho guarda o território - não guarda nem cuida dos ovos, guarda apenas o território em volta dos mesmos. Ao contrário de outros badis, a desova dá-se no meio da vegetação e não em rochas ou troncos, sendo que os ovos são espalhados numa área de alguns centimetros quadrados, de forma muito semelhante a algumas espécies de tetras ou killies. O nascimento dos alevins dá-se em cerca de 72horas, altura na qual os alevins se escondem no meio da vegetação a fim de fugirem aos pais e demais peixes. Como primeiro alimento, podem ser fornecidas culturas de infusórios ou rotiferos de água doce. Ainda estou em fase de teste com os peixes, que já tinha mantido anteriormente em 2002, conto mudá-los daqui a uns tempos para um novo aquário de 20 litros e tentar a reprodução. Mais uma vez o conselho: não comprem peixes sem saberem o que estão a comprar e, principalmente, sem terem condições para os manter... Agradecia a quem já manteve, ou mantém, que me corrija ou acrescente ao post outras informações - nomeadamente a nível da química da água e alimentação - pois estou limitado á minha experiência e á pouca informação na net que consigo arranjar. Cumps, Nuno Reis
  17. Olás, João: refresca-me a memória: já fomos uma vez á pesca de dáfnias no palácio uma vez, não já?? Temos de ir outra vez á pesca um dia destes, ainda não testei com estes micro peixes Ficha? O que é isso? Fiz um search e não percebi onde deve ser inserida esta ficha...nem as regras... Pode ser neste sub-fórum? É so abrir um novo tópico? Vedas: o meu post não diz respeito aos badis badis, nem a outro peixe do género badis semelhante. Esses é que ficam com 6cm (os bengalensis nao passam dos 2cm). Como escrevi no post, o método de reprodução é DIFERENTE do dos badis - não é preciso cocos nem calhauzada - basta musgo e mais musgo!! Ahh...e não são labirintideos, mas pertencem á familia Badidae - tirando o facto dos ovos serem pequenos e os peixes serem asiáticos...não têem nada em comum com os betta ou outros anabantideos... Agradeço na mesma o contributo!!! Cumps, Nuno Reis
  18. http://www.aquariofilia.net/forum/index.php?showtopic=78549
  19. Não, o nome cientifico correcto é Dario dario. A forma de reprodução e o tamanho diminuto fizeram com que em 2002 passasse a pertencer a um género diferente do Badis badis...o que tem toda a lógica. "In 2002, a complete revision of the genera Badis and Dario was done. There are actually 12 species of Badis: Badis badis, B. chittagongis (species nova), B. kanabos (species nova), B. ruber, B. siamensis, B. khwae (species nova), B. ferrarisi (species nova), B. assamensis, B. blosyrus (species nova), B. corycaeus (species nova), B. pyema (species nova), and B. kyar (species nova). Many of the new species were probably thought to be varients of B. badis or B. assamensis. In addition, a new genus was made to house some fish formally classified as Badis: Dario. There are currently three species: D. dario (formally Badis dario or B. bengalensis in the hobby), D. hysginon (species nova), D. dayingensis (species nova). I believe that, as more work is done on both genera, especially on the molecular level, we'll find that both Badis are Dario are far more species-rich than we now assume. Hope you found this interesting." Espero amanha ja ter artemia recem-nascida (falta-me a lixivia em casa pa acelerar o processo ), so comecei hoje a tentativa de eclosão, entretanto vou á pesca de larvas de mosquito! Cumps, Nuno Reis
  20. Olas, Por acaso nao conhecia esses cachimbos de água doce, muito fixes!! Ontem comprei um casal de Badis bengalensis (o nome cientifico é Darios darios ou Darios bengalensis). Já os tinha mantido há cerca de 6 anos atrás e já nao os via desde então. Mal vi...comprei :grin: O macho esta com 1cm e a fêmea um pouco mais. O macho é bem vermelho, e a fêmea castanha sem riscas. São lixados pa comer, só pegam em larvas de mosquito pequeninas ou recém nascida VIVAS e a MEXEREM. Congelada nem cheiram (bosmiden, larva vermelha, mysis partido...nada) e liofilizada nem pensar (tubifex, artemia partida, larva vermelha, dafnias). Flocos nem tentei!! Quem tem, o que me aconselha para dar pa eles comerem? Estou a fazer artemia recem eclodida e terça-feira ja tenho microvermes e grindals.... Estão num cubo vodafone, com areia fina no fundo e cheio de musgo de java. Cumps, Nuno
  21. Olás, Se cobrires uns bons calhaus com espuma de poliuretano, e depois "pintares" com cimento, ficas com umas belas pedras de grande tamanho e que não flutuam - pelo menos em principio... Cumps, Nuno Reis
  22. E o papá, é também um polit? Se não fôr, cuidado com os hibridos...
  23. Se é isto que pretendes, então: - Escolhe o biotopo que pretendes - Escolhe, dentro do biotopo, os peixes que queres e, caso queiras, as plantas - Enche o aquário com água e decorações, incluindo boa quantidade de plantas - são uma boa fonte inicial de amónia e bactérias - Põe a trabalhar - se quiseres, adiciona algumas bactérias ou água suja de um filtro velho - ambas vêm com niveis medios de amónia...e com poucos fosfatos que é o mais importante (comida a apodrecer no aquário aumenta os fosfatos, por isso é estupido introduzir - amónia pura é demasiado arriscado) - Se pretendes um aquário com águas velhas (amazonas ou algum rio africano), podes também adicionar um pouco de turfa granular ou em fibra no filtro. Se pretendes água mais duras que a que te sai da torneira, usa bicarbonato de sódio e sal de cozinha- geralmente so nos lagos africanos e biotopo da america central ou viviparos - 2 ou 3 dias depois, enfia la dentro 2 ou 3 peixes resistentes dentro dos que pretendes - alguns caracideos gostam de águas mais velhas, assim como muitos loricarideos e ciclideos. - Controla os níveis de nitritos (se há aumento e respectiva diminuição, ou se os valores se mantém sempre a zeros). Se vives numa zona de água não neutra, verifica a tendência do pH aumentar ou diminuir. Também podes testar os niveis de amónia e nitratos, mas não me parece muito importante. Controla os valores com mudanças de água e adição de bactérias. - Se os valores estiverem a zeros nos nitritos, espera alguns dias e chuta com mais 2 ou 3 peixes. Se o ph andar a passear, verifica os valores de kH e, em último caso, faz alguma correcção - em último caso repito. - Vai colocando peixes, verificando as alterações de ph (se existem ou não e qual a razão) e aumento ou não de nitritos. Tá feito. Cumps, Nuno Reis
  24. Olás, Em água doce...ciclo sempre com peixes (é o mais lógico e prático). Como lojista, onde todo o cuidado é necessário ao indicar ao cliente, aconselho sempre adição de bactérias e peixes só ao fim de uma semana, com controlo dos parâmetros químicos (era tão bom que alguém usasse outros testes para além do de pH...) . Como aquariófilo, nem por isso - 3 ou 4 peixes mal se monta o aquário e está despachado. Cumps, Nuno