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Showing content with the highest reputation since 07/14/2019 in all areas

  1. 3 points
    Notícia de última hora, chegaram novos habitantes a terras Auroriais!!! Apresento-vos o Hipólito (na realidade são dois Dermogenys pusilla... mas o Ambrósio, é mais tímido, e não quis aparecer na foto): Chegaram mais quatro CPO's passando, agora, a "manada da tenaz" a ser composta por 6 espécimes: E um casal de Ramirezi, que em poucas horas já tem cores incríveis, e já começou a mostrar quem vai mandar no aquário 😄
  2. 3 points
    Já temos os prêmios para entrega aos quatro primeiros classificados. Obrigado mais uma vez ao Ricardo Romão pela oferta dos produtos da Neo. Segue uma foto manhosa dos produtos: Vamos entrar em contato para combinar entregas.
  3. 2 points
    Pelo que pesquisei quando procuro por Colisa Sangue o nome cientifico que encontro do mesmo é Trichogaster Lalius e a Colisa Lalia é também Trichogaster Lalius, e como tal devem-se reproduzir e não há problema com isso, temos também a Colisa Azul Cobalto que também é uma Colisa Lalia só penso que estes últimos nomes definam a variedade e não a raça do animal, sendo assim a espécie seria Colisa a raça por exemplo temos Chuna e Lalia e dentro da Lalia temos estas 2 variedades Sangue e Azul Cobalto (Penso que que seja assim nunca sequer tive colisas na minha vida mas pelo pequeno estudo que fiz pareceu-me ser isto) Para complementar aquilo que disse coloco também aqui um texto que reforça um pouco a minha ideia: "Espécie extremamente popular entre aquaristas dado sua beleza, rusticidade e comportamento pacífico, existem inúmeras variedades de cores oriundas desta espécie. Entre as variedades mais comuns estão a variedade cobalto (azul sólido) conhecida como Colisa Azul e a variedade vermelha conhecida como Colisa Vermelha/Sangue. A variedade vermelha pode ser confundida com a Colisa Mel (Trichogaster chuna)."
  4. 2 points
  5. 2 points
  6. 1 point
    Dás nomes a uns e não dás aos outros porque???
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    Ta muito porreiro parabens
  9. 1 point
    Penso que o motivo das mortes possa estar relacionado com o Genchem No Planaria, eu tinha alguma boa quantidade de Malaysian Trumpet e Physas e morreram todos penso que talvez possa ter ocasionado um pico de amonía com a morte destes 4 animais(incluindo Hydras e Planarias) neste momento esse é o único problema que acredito que possa justificar as mortes, os caracóis não morrem todos de uma vez o que pode explicar o porquê dos camarões terem morrido aos poucos. Enviado do meu RNE-L21 através do Tapatalk
  10. 1 point
    A coisa lá vai crescendo.. [emoji16][emoji16] Ainda com um pouco de BGA aqui ou acolá... Enviado do meu Mi A2 através do Tapatalk
  11. 1 point
    Parabéns, bom projeto. Já conseguiste uma etapa difícil, agora falta a próxima. Força nisso
  12. 1 point
    Boas Tozé O que seria deste Fórum sem a força e a dedicação tua,desculpa pode parecer clichê mas não e,e aquilo que eu cinto e que muita gente neste Fórum acha e vê,e tu és a força desta comunidade que contra todos os obstáculos consegues que isto ande para a frente,BEM HAJA . Obrigada Abraços
  13. 1 point
    Hello peopluz!!! Ponto da situação antes da manutenção: Tentei começar por dar forma às moitas de Rotalas, que não estão a ganhar muita cor. Será que tenho que aumentar a intensidade da luz? Acrescentei mais areia e alteei os caminhos, mas parece-me que o central ainda vai precisar de mais altura no final. O que vos parece? Na minha humilde opinião, as Rotalas wallichii não ficam muito bem por trás da rocha... Acho que as vou substituir por outras rotalas com folha maior... o que acham? Estou também a pensar fazer algumas alterações à frente, do lado esquerdo, mas ainda não sei bem o quê... Também os lily pipes necessitam de uma limpeza urgente... Mas isso fica para a semana, que ainda tenho que dar um jeitinho ao Rookie, e tratar de uma jarra de vidro que no outro dia disse-me baixinho: "wabikusa-me"... e como sou bem mandado, estou a tentar wabikusá-la... isto enquanto estudo e ultimo os preparativos para a minha estreia no mundo Bleheriano dos biótopos puros, assim que terminar o Verão... 😄
  14. 1 point
    Dia 83 - 06.07.2019 Uma actualização 😁 E o irmão acabado de desmontar e de lavar hoje, está em progressos...
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    Introdução Olá caros compartilhadores do gosto pela aquariofilia. Neste tópico vou esforçar-me por apresentar um retrato fiel da montagem de um aquário plantado. Se puder vou actualizando o tópico com fotografias da evolução do mesmo. É minha intenção assim ajudar quem quer iniciar-se em aquários plantados. Agradeço qualquer tipo de sugestões ou correcções. Melhores cumprimentos, Marc06 Antes Foto do aquário antes de ser desmontado Em tempos decidi que havia de experimentar montar um aquário plantado usando substrato inerte. O meu objectivo era conhecer melhor as necessidades das plantas ao dosear o fertilizante manualmente. Usei pastilhas enterradas e fertilizante líquido de vários tipos separados. Calculei cuidadosamente as quantidades certas e fiz testes regulares. Até tive um “clipboard” onde ia anotando os valores durante os 3 meses (menos 2 dias) que o aquário durou. Falhei miseravelmente. Fotos do aquário - pormenores Visto de perto: Algas greenspot e algas filamentosas O tapete de Glossostigma elatinoides sofreu mais. O crescimento das restantes plantas foi relativamente lento. Já tinha em tempos montado um aquário com substrato fértil e achei que estava na altura de voltar um passo atrás. Brainstorming Antes de montar um aquário fica bem a qualquer um pensar um pouco. O que quero usar no aquário e como estamos em termos de compatibilidade? Não quero começar a montagem de um aquário novo cometendo erros que podem ser evitados com planeamento e investigação. ”Hardscape” O “Hardscape” é um bom ponto de partida para uma montagem. Entende-se por “hardscape” aquilo que no aquário tem valor decorativo, mas não é nem animal nem vegetal. Basicamente falamos aqui de rochas e troncos. (Aquelas bugigangas de plástico ou barro também são “hardscape” mas eu recuso-me de falar delas.) A escolha de rochas e troncos para o aquário plantado é extremamente difícil no meu ver. Implica um conhecimento empírico da versatilidade de um elemento no ambiente de um aquário plantado. Ou seja, uma rocha, por exemplo, em si pode ser extremamente bonita, mas dentro do aquário não iria funcionar como queremos. Outra função do “hardscape” que temos de ter em conta ao escolhê-lo, é o aspecto prático da sua interligação com as plantas. Muitas vezes escolhemos rochas ou tronco não só pelo seu valor decorativo, mas porque precisamos de esconder a parte inferior dos caules das nossas plantas do fundo. Um elemento decorativo não importa tanto como a interacção de todo o conjunto. Não faz sentido ir à rua e escolher as mais lindas rochas, porque as rochas entre si, sendo de diferentes tipos, nunca farão sentido num aquário plantado que recria uma situação natural. No mesmo aquário não vou pôr dois tipos de pedra diferentes nem dois tipos de troncos diferentes. Se eu decido usar o “Hardscape” como ponto focal não posso destacar um tronco de um lado e uma pedra do outro. No meu caso arranjei (ou arranjaram-me) um tronco lindo e decidi que este tronco será o ponto focal do meu hardscape. Daí a posição do tronco no conjunto é fundamental. Decidi complementar o conjunto com diversas pedras de xisto que irei arranjar em volta do tronco de forma aleatória e natural, mas de modo que sirvam também para separar dois tipos de substrato que eu quero usar, e para apontar algumas situações que irão equilibrar a disposição. Comecei por fazer alguns esboços. Quero agradecer ao Filipe (FAAO) uma preciosa ajuda que ele me deu ao limpar uns preconceitos que eu tive em relação a este tipo de montagem com uns bons conselhos. Esboço 1 – Ainda estou indeciso, não sei onde devo usar a areia branca. Neste aquário vou usar areia branca principalmente para as minhas corydoras que gostam de ter um espaço que não esteja cheio de plantas. O aquário fica encostado a paredes do lado direito e por trás. Por isso vou usar areia branca à frente e do lado esquerdo. Esboço 2 – Não gosto do tronco aí. O problema de esboços é que as proporções estão completamente erradas. Estes esboços servem apenas como um indicar de intenções. Esboço 3 – Agora parece melhor. O tronco fica num lugar privilegiado enquanto as rochas são distribuídas ao longo de “linhas de força” que originam no tronco. Um conceito muito importante na montagem de aquários é o da secção dourada. Não vou aprofundar muito este conceito mas deixo aqui um link para os mais curiosos investigarem: http://www.mcs.surrey.ac.uk/Personal/R.Kno...onacci/fib.html. Os pontos de maior importância estética são, segundo este conceito desalinhados do centro na proporção de 1,618 para 1. Isto parece ir contra a ideia de alinharmos o mais importante no centro, mas é verdade. O mesmo princípio é também usado na arte da fotografia e da pintura e também na arquitectura. Esboço 4 – Aplicação do número dourado à posição do tronco no “layout” Agora quero ter uma ideia de como vou moldar o substrato. Ao introduzir relevo, eu consigo dar a noção de profundidade ao aquário. Esboço 5 – Topografia aquática ”Softscape” Chamo “softscape” às plantas porque tem piada o termo. É importante escolher muito bem as plantas que se quer usar no seu aquário. Para isso é preciso conhecê-las em termos de necessidades, compatibilidades e crescimento. Para não facilitar, a maior parte das plantas que vemos nas lojas são criadas fora de água numa estufa com muita humidade relativa no ar, para evitar pragas de algas. Desta forma as plantas que compramos mudam de aspecto geral quando as colocamos no nosso tanque. A mesma planta também se comporta de modo diferente conforme a qualidade da água e da luz que temos. A minha rotala pode não ter nada a ver com a rotala do meu vizinho. Escolher plantas é algo que só com muita experiência conseguimos fazer. Para este layout vou usar as plantas que já tive antes, introduzindo a Bacopa australis e a Rotala “green” para ver como elas se vão comportar. Apesar de eu já agora saber que o resultado final vai ter pouco a ver com os esboços, gosto no entanto de os fazer. Ajudam-me a pensar e às vezes a evitar disparates na montagem. Esboço 6 – A Flora Vou usar na maior parte plantas que já conheço e das quais gosto: Hemianthus callitrichoides “cuba” – Uma planta muito pequena e rasteira que fica a matar entre pedras. Vou usá-la sobre as pedras que fazem a separação entre os dois substratos. Esboço 7 – Um pormenor da separação entre o substrato e a areia. Glossostigma elatinoides – Cresce depressa e faz um belo tapete de fundo. Mas precisa de ser controlada. Já misturei glosso com eleocharis, mas não gostei. Vou usar apenas glosso. Cryptocoryne wendtti “My oya” e Cryptocoryne x willisii “lucens” – Duas plantas que conheço bem e das quais gosto muito. Uma é mais pequena e verde e a outra fica maior e acastanhada. Por sugestão do Filipe tenciono usá-las entre pedras em vez de as usar em matagal como antes o fazia. Acho que é uma excelente ideia. Nymphea lotus zenkeri – Deve ser a minha planta favorita. Costumo sempre pôr uma. Mas aqui ainda não sei exactamente onde. Bacopa australis e Rotala sp. “green” – Duas plantas que não conheço muito bem. Já tive a Rotala rotundifolia mas esta não conheço. Vou usá-las no fundo. Blyxa japonica – Já tenho esta planta há algum tempo, mas no substrato que usei ela nunca ficou grande coisa. Estou curioso em relação a ela. Primeiro quero usá-la para tapar a parte inferior da rotala e depois logo se vê. ”Livescape” Agora mesmo para embirrar inventei a palavra “livescape” para dizer fauna. Mas na realidade a fauna num aquário plantado também tem um valor decorativo que quer ser conjugado com os restantes “Scapes”. Mais uma vez é necessário dar atenção às compatibilidades. No entanto aqui é ainda mais importante porque na fauna podem surgir mais problemas deste género. Ao escolher os peixes temos de pensar em termos práticos e aquilo que imediatamente se sugere num aquário plantado é uma forte equipa de limpeza. São eles que vão activa e naturalmente combater as algas no aquário e vão ajudar a processar detritos para facilitar o trabalho às bactérias do ciclo do azoto. Decidi ainda que neste aquário vou usar apenas peixes muito pacíficos. Peixes que fazem Neons parecer hooligans. Gostava que alguns deles se pudessem reproduzir sem eu andar para lá e para cá com os ovos e os pais. Esboço 8 – A Equipa de Limpeza. Otocinclus sp. – Come algas que aparecem em mancha. É bom para limpar os vidros. E é tão pacifico que todos o ignoram. Nem Colisas em procriação se incomodam com eles. Há tantas espécies que são tão parecidas que não faço ideia quais tenho. Affinis, macrospilus.. Crossocheilus siamensis – O SAE (Siamese alge eater) é um dos poucos peixes que toca nas algas filamentosas. Mas é preciso ter muito cuidado para que ele não se habitue a comer a comida de ração dos outros peixes senão ele não limpa mais nada. Neritina natalensis – Um caracol genial que anda constantemente a limpar. Quando o pH sobe para cima dos 6,8 a Neritina tende a passear pala casa. São resistentes como tudo. Há quem diga que se aguentam em água salgada. Em água salobra ficam à vontade de certeza. Neocaridina denticulata – Não é tão voraz como a Caridina japónica, mas ao menos pode reproduzir-se sozinha e tende ajustar a população à comida disponível. Corydoras pygmaeus – Mini-corys. Não passam dos dois centímetros e são divertidíssimas. Como bons detritívoros que são remexem o areão ajudando activamente no ciclo do azoto. Esboço 9 – Os peixes. Para peixes ornamentais decidi ir para os arco-íris australianos. São pacíficos e pequeninos e muito coloridos. Além disso tem um comportamento social engraçado e podem reproduzir no tanque sem precisarmos de fazer nada. Iriatherina werneri – Tem uma boca tão pequena que é preciso esmigalhar os flocos. Alimenta-se também de microorganismos que flutuam na água. Podia fazer parte da equipa de limpeza. Pseudomugil gertrudae – Um arco-íris de olhos azuis. Muito bem disposto. Batem as barbatanas para chamar a atenção das fêmeas. A Montagem Format C: Montei um pequeno tanque com a água do aquário anterior e coloquei lá os peixes. Contei-os com riscos no meu “clipboard” e senti-me um autêntico cientista. Juntei um filtro e um termóstato. Enchi alguns garrafões de água do antigo aquário porque vou precisar dessa água para acelerar a formação de uma boa filtragem biológica no novo aquário, visto que não vou esperar muito para lá pôr os peixes. As plantas esperam todas nos garrafões. Depois vou ter de as preparar antes de as voltar a plantar. A Glosso vai dar um trabalhão… A base da aquariofilia – “Roofmate” Primeiro escolho o lugar em que fica o aquário, pois uma vez cheio não vou poder mexer-lhe. Coloco uma base de “roofmate”. É um isolante usado na construção, feito de esferovite de alta densidade. É bom porque isola o fundo do aquário a nível térmico e, mais importante, a nível de vibrações. Peixes são sensíveis e não lhes deve saber nada bem viver num móvel que vibra com o motor da bomba… Não sei. Imagino! Tirar o substrato e lavar o aquário é uma chatice enorme. Podem imaginar. Inclino o aquário sobre a banheira e dou-lhe com o chuveiro. Depois limpo-o com glassex e papel jornal e volto a passá-lo por água. No fim seco-o todo e vejo como está. Aquário limpo – Fica bonito esse fundo preto, não fica? O fundo é uma película preta de Vinyl colada ao vidro. Em alternativa podem usar cartolina e agrafá-la ao vidro. Agora é pegar no “Hardscape” (já sabemos o que quero dizer com isso), e imaginar como fica. Isso é para decidir onde vamos colocar a areia branca. Ensaio – Frente Tinha umas capas de plástico que colei com fita para fazer uma barreira entre os dois substratos diferentes. Senão iriam misturar-se e isso dava uma grande confusão. Ensaio – Cima Desenhei no vidro da frente e na base os riscos que representam a linha de força segundo os princípios da secção dourada. (Expliquei isso antes.) Assim posso alinhar o tronco com estas linhas. Do lado direito fica mais espaço do que antes. Ainda não o que fazer aí. Logo se vê. O aquecedor de substrato Então e porquê o uso de um aquecedor de substrato? Tenho uma teoria, mas não sei se resulta. É assim: a) Raízes precisam de oxigenação. Se o substrato for muito compacto (areia) ou muito alto, é possível que a água que está no fundo do tanque não se renove com tanta facilidade. A água perde o oxigénio e as raízes “sufocam”. As plantas crescem mal, nada ou morrem. b) Ar quente sobe. Presumo que água quente faça o mesmo. E se eu aqueço a água que fica no fundo do tanque (nem que seja só um pouco), ela sobe sendo substituída por água mais fria. Assim a água que fica junto das raízes está sempre em movimento e as raízes estão sempre oxigenadas. Acho que isto está tudo certo. Não sei é se na prática isso faz alguma diferença. Por isso vou experimentar. ADA Powersand – Essa porcaria custa os olhos da cara. Aconselho. Ainda tinha Powersand que me sobrou da primeira montagem há um ano. E mesmo assim ainda me sobrou. Não se deve pôr muito. Isto é uma excelente mistura de nutrientes que ajuda o aquário a arrancar. Além disso é muito poroso e favorece a instalação de bactérias nitrificantes. Aquasoil Eu sei que é um substrato caro, mas não tenho carro e não fumo, por isso não me chateiem. Acho que é do melhor que há por aí. Ainda por cima faz um buffer ao pH aí pelos 6,5. É óptimo para o que eu quero. Areia de Sílica Areia de sílica não altera o pH da água. Não é calcária, é muito branca e é usada no fabrico de vidro. Vinda de lá, já vem lavada e tudo. Não é preciso passar por água e é fininha e muito branquinha. É isso mesmo. H2O x 5cm O Hardscape: Tenho este tronco Como o tronco veio do aquário existente ele não precisa de nenhum tratamento. Tinha atado algum musgo deste tipo: http://www.tropica.com/catalog/images/prod...r003N_large.jpg Esse musgo agarrou. Nas mudanças tive de ter cuidado para o musgo não secar. Alguém sabe alguma coisa sobre este musgo? Tenho estas pedras Aquelas que vieram do aquário anterior não levaram nenhum cuidado especial. As novas eu cozi em água durante dez minutos. Pronto. O pior já está. Agora vem o pior. É separar e plantar as verduras. Por enquanto juntei uns 5cm de água ao aquário. É tarde e vou dormir. Amanhã preparo as plantas. Acho que posso deixar tudo assim. (Espero.) Plantar Tenho poucas plantas e aquelas que tenho estão em más condições devido ao mau funcionamento do aquário anterior. Este facto traz a meu ver duas consequências que podem ser desagradáveis. a) Com poucas plantas o aquário acabado de montar não vai parecer grande coisa. Já que estou a escrever isto tudo queria que o resultado fosse mais mediático. No entanto, se tudo corresse bem, não iriam aprender nada. b) O substrato que uso é potente e tendo poucas plantas tenho de ter muito, muito cuidado com os níveis de nitratos. Nas primeiras semanas o substrato liberta uma considerável quantidade de nutrientes. Se não houver plantas para absorver esses nutrientes tenho de compensar com muitas TPA’s. Os camarões são particularmente sensíveis a níveis elevados de substratos. Primeiro tive de tratar das plantas todas. Separar as algas e o material vegetal morto. Assim as poucas plantas ficaram menos ainda. Glossostigma elatinoides É só corta-la assim. Hemianthus callitrichoides “cuba” Esta planta é uma chatice de plantar. É preciso enterrá-la bem de modo que ela não se solte. Na foto dá para perceber como ela cresce. É uma planta linda, mas esta está escurecida pelas más condições no anterior aquário. Creio que esta planta depende bastante de alimentos absorvidos pelas raízes. Há um artigo muito interessante sobre a Hemianthus no site da trópica. Cryptocoryne x willisii “lucens” Cryptocoryne x willisii “lucens” e Cryptocoryne wendtti “My oya” levam uma poda nas raízes antes de as plantar. Estas plantas têm uma particularidade que é importante notar nesta altura. Quando são plantadas num aquário com condições diferentes da água elas sofrem de um sintoma chamado “Cryptocoryne melt”. Este consiste de literal derretimento de parte ou de todas as suas folhas. Esta pasta de folhas derretidas deve ser removida do aquário, mas os cotos das plantas não, pois não estão mortos. Em poucos dias verão novas folhas já adaptadas as novas condições da água. Bacopa australis Esta planta não perde as folhas da parte de baixo do caule. Pelo que entendi, ela forma um tufo agradável de um verde claro. Rotala sp. “green” A Rotala pode ficar esplêndida desde que seja bem podada com cuidado e experiência. Ao plantá-la convêm deixar os caules mais juntos no centro do conjunto e mais afastados na periferia. Blyxa japonica Coitada da blyxa. Vemos claramente pela coloração das raízes que a planta passou um mau bocado. Em boas condições de luz a folhas ficam ligeiramente avermelhadas. Vai demorar um bocado até a planta crescer como eu quero. Até lá muita parte do aquário vai parecer despido. Já agora Quero agradecer ao Rui Alex Pedro a bondade de me ter oferecido esta planta. Rui, lamento não ter cuidado muito bem dela. Nymphea lotus zenkeri Aqui nota-se que a falta de micro-nutrientes provocaram o nascimento de folhas torcidas e com buracos. Desta feita espero que ela floresça bem. Bem cuidada é realmente uma planta fenomenal. Minha oficina improvisada Tive a ver um filme e meio na televisão enquanto fui tratando das plantas sentado no sofá com uma mesa improvisada a minha frente. Esta parte foi um bocado chata, mas é absolutamente necessário usarmos plantas cuidadosamente preparadas antes de iniciarmos o trabalho de planta-las no aquário. Tudo pronto – Plantas limpas e separadas, prontas para plantas Agora chegou o magnifico culminar de todo o trabalho que até agora se tem desenvolvido. Está na altura de juntar tudo no aquário. Tão grande foi o labor e a expectativa associada a ele, que no final fiquei um bocado desapontado como o resultado. Não sei bem o que esperava, mas suponho que a parca existência das plantas não ajude muito. Mas estou a adiantar-me. Vamos por partes. Infelizmente as fotos que tirei da montagem do hardscape saíram bastante desfocadas. Tive de as tirar sem tripé visto de cima e tremi. Tenho pena. Assim como as fotos de como plantei a glosso, elas também saíram mal. Já estava cansado suponho. E não ajuda ter estado sozinho. Mas nestas coisas prefiro fazer tudo ao meu próprio ritmo. É muito importante não apressar as coisas o que geralmente acontece quando não estamos sós. Hardscape – Nesta foto já tenho alguma glosso e hemianthus plantado. Demorei a fazer o Hardscape. Nesta fase é natural que se experimente diversas posições de rochas e troncos. Lembramo-nos que o aquário deve ficar assim durante bastante tempo. Ajuda muito nesta fase pensar nas plantas. Ao colocar as pedras já fui criando nichos para as plantas. Uma condicionante era a divisão de substratos. Já tive um aquário sem divisão entre os tipos de substrato e foi um crasso erro. É muito difícil mantê-los separados. Por isso, desta vez usei as rochas para separar fisicamente os dois tipos de substrato. Antes tirei cuidadosamente o plástico que usei como divisória. Imagino aqui que o movimento natural do solo expôs 3 estratos diferentes. O inferior é a areia branca mais fina, depois as rochas de xisto que tentei dispor de modo a sugerir que foram expostas durante um violento terramoto. O substrato da ADA representa o solo superior que se abriu para expor o seu ventre. As chuvas nas montanhas desaguam pela ruptura na crosta e forma um riacho ou mesmo um lago. Ao compormos um “layout” natural temos de ter em conta os efeitos dos processos naturais da erosão dos terrenos. Para isso é preciso ficar atento ao mundo em nosso redor. Mas temos de olhar para pormenores. A maneira como certas plantas crescem junto ao tronco de árvores ou entre rochas e o modo como as rochas aparecem naturalmente semienterradas devido a erosão da chuva e do vento. Além disso é considerável o efeito terapêutico de combate a pressão da sociedade, que a contemplação da Natureza traz consigo. Enchendo e plantando Fui enchendo o aquário a medida da altura das plantas que fui plantando. Primeiro a glosso e a hemianthus, como se vê na última foto. Tentei plantar a hemianthus da maneira como tinha previsto, e espero que ela cresça bem. Vou precisar de muito disso. Mais tarde gostaria de interromper essa suspeita fileira desta planta com apontamentos de outras plantas. Neste momento estou a planear una apontamentos especiais usando as cryps. O Esquema montado Geralmente uso um Balde vermelho com embutidos de peixes, por cima do aquário com um tubinho que por gravidade vai enchendo o aquário muito devagarinho sem lavantar muita poeira. De vez em quando uso um tupperware para “re-encher” o balde. Enquanto o nível da água no aquário sobe eu vou plantando as plantas que correspondem ao nível a que está a água. Plantar a Blyxa Vista de cima Plantando Rotala O Ciclo do Azoto Pronto Montei o filtro do aquário e o aquecimento e tenho tudo plantado. Juntei à água do aquário um liquido para acelerar a formação da uma vida bacteriológica que ajuda na decomposição de matéria orgânica e que forma o ciclo do azoto. Isto é importante num aquário novo. Qualquer matéria orgânica em decomposição liberta amónia. Falo de plantas mortas, detritos de peixe e restos de comida. Amónia é absorvida pelas plantas pois traz nitrogénio que é fundamental para o seu crescimento. No entanto amónia é tóxica para peixes. Na natureza a amónia é decomposta por certas bactérias. O produto deste processo é Nitrito que continua a ser prejudicial para a fauna aquática. É por causa destas substâncias que devemos trocar água com mais frequência em aquários acabados de montar. O Nitrito é decomposto por outras bactérias que libertam Nitratos que não são prejudiciais a vida aquática e que são também absorvidas pelas plantas (Embora elas prefiram amónio). Até este ciclo se estabelecer no nosso aquário temos de ter muito cuidado. Se já temos um aquário podemos usar água desse aquário no novo pois essa água já contém as bactérias necessárias para decompor as substâncias tóxicas na água. Devemos sempre esperar até juntamos os primeiros peixes. Geralmente uma semana deve chegar. E nunca devíamos juntar demasiados peixes de uma vez. Para saber mais sobre esse assunto aconselho a ver o seguinte sítio: http://faq.thekrib.com/pt/begin-cycling.html Acabamentos O pior (Ou melhor) já está. Agora apanho todo o lixo que flutua na superfície com uma rede fina. Ajusto algumas rochas e plantas. Estes ajustes são caprichos de artista. Mania que sei o que estou a fazer. A areia está muito porca como é natural. Com o tubo fininho aspiro (por gravidade) a areia até ela ficar limpinha. Fiquei surprezo com a fascilidade com que consigo apanhar as bolinhas maiores do substrato castanho sem aspirar muita areia. Fico contente. Se calhar não vai ser assim tão penoso manter este aquário limpo. Alisar a areia Depois aliso a areia com um cartão qualquer que já não uso. Aconselho Visa porque só nos fazem gastar dinheiro que não temos. São maus! Primeiros Habitantes Estou pronto. O aquário está limpo e já dormiu uma noite. Acho que posso juntar uns Camarões e os Caracóis e tirar a última foto. Espero que gostem. Ora digam lá, quem teve paciência de ler isto tudo? <span style='font-size:23pt;line-height:100%'>Setup</span> Aquário: 75x45x45 @ 8mm (Mandei fazer à medida) CO2: Botija com reactor exterior. (Explico isso mais tarde) Fundo: Fundo Vinyl Preto Filtro: EHEIM 2233 Termóstato: Jäger 125W Termómetro: JBL Precision Substrato: Areia de Sílica; ADA Aquasoil Amazonia (mais ou menos 12litos); ADA Power Sand Special M Iluminação: Projector HQI com lampada HCI da OSRAM com Ignitor Electrónico (Com o Ignitor convencional a HCI fazia muitissimo barulho) E já falei da flora e da fauna. Se não acretitam procurem no texto. Olá a todos. Espero que não se importem que não coloque mais nenhum tópico pelos próximos anos. é justo não? Cumprimentos, Marc06
  17. 1 point
    Aquário: 120x50x50 - vidro extra claro Filtragem: Eheim Professionel 3 + DoAqua Violet Glass Outflow 17 mm (Lilly Pipe) & DoAqua Violet Glass Inflow 17 mm (Lilly Pipe) Iluminação: Solstar by Ramirezi 4x 39 w Substratos: Ada Aquasoil Powder (em cima) + Elos Terra (da montagem anterior - cerca de dois anos na água) + Ada Power Sand L CO2: Pressurized 3 bps + Solenoid Valve + TMC Bottle + DoAqua CO2 Music Glass (difusser) Para ver o tópico e discussão completa, consulte: http://www.aquariofilia.net/forum/index.php?showtopic=212786&page=1
  18. 1 point
    Eu já nem na papa de coração de vitela confio... O Zidane esteve com flagelados à pouco tempo, por causa de papa caseira. Já andava com fezes brancas. Dou-lhes estes porque são criados em cativeiro e esterilizados com raios gamma. Contudo, faço-lhes desparasitações a cada 2 meses. É raro dar-lhes larvas vermelhas. Uma vez por semana, dou-lhes um miminho. Eles adoram bloodworms. Por norma dou-lhes mais artémia com alho e com spirulina, da Gamma Blister.
  19. 1 point
    Novidades! Finalmente, fotos novas dos meus pirralhos. Desculpem lá as algas... mas exagerei um pouco na dose do fertilizante e agora tenho o aquário repleto de algas... O Zidane Espinha: IMG_0329[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0322[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0321[1] por sarawarfare, no Flickr A provar pedras de JBL Manado... Malditas Corys... Desarredam-me o substrato todo. Enterram a cabeça até aos olhos e, na zona do substrato onde a camada ficou mais fina, saem pedras. IMG_0294[1] por sarawarfare, no Flickr A Família: Vedeta: IMG_0325[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0349[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0352[1] por sarawarfare, no Flickr Sr.Rusty (este tem um grande problema de crescimento. É muito pequeno para a idade que tem): IMG_0318[1] por sarawarfare, no Flickr Zarolhito: IMG_0312[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0342[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0311[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0297[1] por sarawarfare, no Flickr O Rolex (à direita)quase que se mata à espera de comida IMG_0346[1] por sarawarfare, no Flickr Paloma Cauda-Torta: IMG_0302[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0333[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0337[1] por sarawarfare, no Flickr Iron: IMG_0290[1] por sarawarfare, no Flickr IMG_0351[1] por sarawarfare, no Flickr Algas no vidro... IMG_0356[1] por sarawarfare, no Flickr Bucha: IMG_0332[1] por sarawarfare, no Flickr Sardento (Resgatado): IMG_0334[1] por sarawarfare, no Flickr O Sardento, a fazer o que ele tem mais jeito: Porcaria e Chiqueiro. Parece fogo-de-artifício pelo aquário. IMG_0358[1] por sarawarfare, no Flickr Rolex (foi-me vendido como um Golden Red... Cá para mim é tanga. Parece-me um Red Alenquer) http://www.flickr.com/photos/95083761@N05/8665729191/in/photostream/ À direita, a ter um "ataque", à espera da comida. Quase que salta do aquário... É um comilão... IMG_0346[1] por sarawarfare, no Flickr Não lhe consegui tirar fotos melhores, pois ele é irrequieto quando me vê a aproximar do aquário. Só pensa em comida. Fica eufórico.
  20. 1 point
    Eu também tenho esses bichinhos no meu aquário, mas FELIZMENTE não tenho tido nenhuma doença há anos. Por uma pesquisa que fiz, encontrei a seguinte informação: Collembola Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Classificação científica Reino: Animalia Filo: Arthropoda Subfilo: Hexapoda Classe: Entognatha Ordem: Collembola Lubbock, 1869 Subordens Arthropleona Symphypleona A ordem Collembola é constituída por pequenos artrópodes ápteros e hexápodes, encontrados em todo o mundo, podendo viver no folhiço, no solo, em árvores, em troncos em decomposição etc. Possui aproximadamente 2.000 espécies. Caracterização São animais ametábolos pequenos, geralmente medindo de 1 a 3 mm. Apresentam peças bucais alongadas do tipo mastigadoras, em forma de estilete e escondidas na cabeça (entognatos). Sua cabeça é pequena, disposta de ocelos laterais, porém sem olhos compostos. Possui antenas com 4 a 6 artículos. O nome é derivado do grego colla = cola + embolon = pino, inserção, e significa "cauda que salta", pois seu apêndice traseiro funciona como uma espécie de catapulta — a fúrcula — impulsionando o corpo para um grande salto. O abdome possui, no máximo, 6 segmentos; no lado ventral do primeiro segmento abdominal, existe uma estrutura em forma de tubo bilobado, conhecida como colóforo, cuja função é a de absorção de água. São conhecidos por atuarem como dispersores de fungos, auxiliando na decomposição da matéria orgânica, juntamente com outros invertebrados. Alimentam-se também de bactérias, fezes de artrópodos, pólen, algas, entre outros tipos de matéria orgânica. Pode haver canibalismo. http://pt.wikipedia.org
  21. 0 points
    Vera eu sei que são Dermogenys pusilla... Mas sei quando estou a ler, o nome. Porque quando olho para o aquário, e os quero chamar, o nome nunca me vem à cabeça... Assim, por exemplo, digo "Hipólito... fishy, fishy, fishy", e ele vem logo a abanar a barbatana para receber aquelas simpáticas festinhas nas escamas 😄
  22. 0 points
    Porque não consigo decorar o nome científico do Hipólito e do Ambrósio 😄
  23. 0 points
    Então, fiz exatamente o que tinha feito da última vez... Dei aquela poda básica, à chapada, depois tirei os pedaços maiores do tapete solto, com o auxilio de uma pinça de sonho, e só depois inundei a situação para ver aquela flutuada de folhedo de Cuba, que o meu super skimmer rapidamente sugou... Desinundei a coisa através de um sistema de inundação inversa, et voilà - fim do espetáculo!!! Se ficou com dúvidas - disque 1 Se ficou feliz e satisfeito - disque 2 Se ficou com fome - vá comer um gelado à melhor gelataria do país
  24. 0 points
    Conta-nos lá, como foi que tiraste o excedente da poda? Foi aspirado? Tiraste pé por pé com a pinça? Ou foram ET's vegan que visitaram o Margem Sul e paparam tudo?
  25. 0 points
    Well.. para manter dentro desse aquário o único peixe que recomendo é este até há uns que quando você dá corda eles nadam sozinhos Enviado do meu RNE-L21 através do Tapatalk