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  1. 4 points
    Boas pessoal Aqui fica aqui uma pequena atualização. O que acham? Grande abraço
  2. 3 points
    Dia 56 - 17 Jan Boas, ontem giz uma tpa, tirei algumas, poucas de filamentosas, nada de extraordinário. Umas podas aqui e ali, continua a crescer normalmente, só comecei a fertilizar esta semana apenas por desleixo com Aquaforest já que no anterior me dei bem. E o que me chamou a atenção ara fertilizar foram as anubias que estão amateladas. Fica a foto e uma dúvida, que raio de nome dou ao aquário, desta vez está difícil, ajudem lá, sugestões necessitam-se.... Com urgência 😂 Não tenho tido paciência para tirar fotos a detalhes, a ver se tiro proximamente.
  3. 3 points
    Youtube: https://youtu.be/Fz9u5kRCaDg Facebook: https://www.facebook.com/wecareaboutcorals/posts/1764759516982036?__tn__=H-R
  4. 3 points
    Bom dia! Parece que 2019 deixou mais uma montagem. Desta vez bem mais positiva que a de 2018. Assim o espero. A nível estético, nada de muito complexo, um arranjo simples mas forte de troncos e rochas de modo a compôr/preencher o plano intermediario. Este aquario tem como foco as montagens mais antigas do takashi amano, um pouco á imagem daquilo que se vê na montagem do florestas submersas. A ideia foi tentar fazer algo simples de executar e manter por um periodo prolongado, portanto nada de silicones, colagens de hardscape, árvores miniatura ou canyons improvisados. Quanto ao nome, é bem simples. Cá em casa estão sempre a reclamar do som que produz a água á saida do filtro (quando me esqueço de repôr a água evaporada). O aquario foi montado em Outubro (4 meses), e está relativamente estável há 2 meses. Os primeiros 2 meses deste aquario foram assombrados por algas de todo o tipo, BBA,BGA, staghorn, diatomaceas, green spot...O que foi felizmente remediado através de umas limpezas e dois blackouts. Setup: Aquario: 80(c)x45(l)x40(a) Filtro: Eheim eXperience 350 (1050L/h) Iluminação: Chihiros a801, 100% 9 horas por dia Hardscape: Hornwood, rocha de lava, seiryu stone, rochas encontradas na praia, areia de silica Substrato: Tropica substrate, tropica soil, tropica capsules Fertilizantes: DIY (7ppm N, 7ppm K, 2ppm P, 0.5ppm iron/micros) semanalmente desde há um més. Manutenção: TPA 50-70% semanal, limpeza do filtro e difusor a cada 3 semanas. Flora: Anubia nana petite, Microsorum pteropus trident, bolbitis heudelotii, rotala vietnam h'ra, myriophillum guyana, marsilea hirsuta, eleocharis accicularis, cryptocorune petchii, Taxiphyllum barbieri, Vesicularia dubyana 'Christmas' Fauna: Caridina japonica, otocinclus affinis, pristella maxillaris, hyphessobrycon rosaceus, paracheirodon axelrodi, poecilia wingei, microgeophagus ramirezi Agora que o aquario está equilibrado, estou a ponderar fazer algumas alterações, nomeadamente na flora. O que acham de adicinoar uma ou outra planta no plano traseiro? tenho preferência para plantas de caule/moitas mas estou aberto a sugestões. Qualquer outra dica seria bem vinda. Deixo algumas fotos:
  5. 2 points
    Comprei uma pequena donzela. A foto não faz justiça à beleza do peixe. Chrysiptera Parasema ou Donzela Azul de Cauda Amarela. Tenho mesmo de encontrar os filtros para o telemóvel...
  6. 2 points
  7. 2 points
    Hoje é assim! @vodkasantos @solar_31 @ati_aquaristik_uk @tmciberia #wecareaboutcorals #coral #reef #hobbie #sea #love #nature #savetheplanet #likeforlike #solar31 #YouTube #sealife #Portugal #USA #reefgeek #marine #acroparadise #lps #sps #frags #ocean #fishtank #reefporn #allmymoneygoestocorals #followme #crazyforcorals #aquariumlife #saltwater #reefers
  8. 2 points
    Dia de foto final... Deixo aqui as ultimas fotografias que tirei a este aquário que vai ser renovado nas próximas semanas. _MG_6975 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6977 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6979 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6983 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6986 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6987 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6988 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6992 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6994 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6996 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6997 by Luís Cardoso, no Flickr _MG_6998 by Luís Cardoso, no Flickr Cumprimentos Luís Cardoso
  9. 1 point
    Boas, Diria que essas Cryptocorynes de trás vão crescer muito para a altura desse aquário. Do lado direita à frente, as plantas não serão fetos de java? Conheço esses aquário e dão um efeito muito bom para o tamanho que têm.
  10. 1 point
    Eu na imagem não vi Anubias o eu me pareceu que eram Echinodorus,bem mas posso estar enganado,sobre os Guppy's sim podes só ter machos não há problema de haver a sim criação. O tronco fazer a água ficar cor de chá não faz mal nenhum isso são os taninos do troco,e com o tempo o filtro acaba por limpar a água. Saudações
  11. 1 point
    Olá a Todos, Apresento-vos o aquario que me trouxe de volta ao hobby. Já teve muitas reviravoltas desde que o montei em 2017, aqui exponho o estado actual do mesmo. Ainda não esta exactamente como gostaria mas tem me dado um gozo enorme. Com ele experimentei muita coisa em que nunca me tinha aventurado. Foi a minha introdução ao aquario plantado! Recentemente ao CO2, depois de muita relutancia minha. O que me faz mais comichão de momento e o facto de não ter tido paciencia em ter colocado uma rede a separar os dois substratos, que agora estão misturados, ainda terei de arranjar solução para isto. 1 – Nome do aquário: Açores 2 – Data de montagem: Novembro 2017 3 – Dimensões do aquário: 80 x 35 x 35 cm 3.1 – Volume bruto 98L 3.2 – Móvel: Estante IKEA 4 – Equipamentos: 4.1 – Filtro: 2 x Eheim classic 150 4.2 – Termostato: 100W tenho este termostato á pelo menos 15 anos (não sempre em utilização) e quase nem acredito que esta a funcionar sem problemas. 4.3 – Iluminação/Fotoperíodo: DIY com 2 lampadas Led de 1500 Lm 6000K Calha led em aluminio 70cm 4.4 – Sistema de CO2: Tropica Plant Grow System nano 5 – Substrato & Hardscape: 5.1 – Substrato: Tropica Aquarium soil 5.2 – Hardscape: Rocha: Lava preta arredondada que trouxe comigo da Ilha de São Miguel Alguns troncos que nao sei que tipo serão, areia silica branca. 6 – Fertilização: Seachem Flourish 1 a 2 vezes por semana 7 – Flora: Rotala (não me recordo que variedade) Luwidgia Staurogyne repens Java fern anubias, anubias nana e anubia pangolin Bucephalandra Wavy green 8 – Fauna: 1x Microgeophagus ramirezi 10x Paracheirodon simulans 1x Corydora habrosus (infelizmente sozinha já há alguns meses) 3x Stiphodon Atropurpureus 2x Guppy endler macho Desde já muito obrigada pelas boas vindas no Forum, gostaria de ouvir as vossas sugestões e sabedoria. Cumprimentos, Diana
  12. 1 point
    Boa tarde, Decidi que era hora de apresentar o meu aquário. Em primeiro lugar, o porquê do nome: o aquário, já montado à quase três anos, estava um pouco "abandonado" e encontra-se em processo de Re-Habilitação. Dados do aquário: 1 – Nome do aquário: ReHab 2020 (ano da reabilitação) 2 – Data de montagem: Abril 2017 3 – Dimensões do aquário: 60 x 40 x 35 cm 3.1 – Volume bruto: 85L 3.2 – Móvel: Estante IKEA 4 – Equipamentos: 4.1 – Filtro: EHEIM Ecco Pro 200 (Eheim Liberty 200) 4.2 – Termostato: Eheim 4.3 – Iluminação/Fotoperíodo: Chihiros a601 / 8h dia 4.4 – Sistema de CO2: Sem CO2 neste momento (Tropica Plant Growth System 60) 5 – Substrato & Hardscape: 5.1 – Substrato: Tropica Aquarium soil 5.2 – Hardscape: Rochas Basalticas e uns troncos 6 – Fertilização: 7 – Flora: 8 – Fauna: 5x Neon 10x Rasboras Mosquito XX Neocaridina Wild Este aquário foi montado ainda antes da minha pequena nascer. Sem qualquer aspiração de Aquascape, era (e ainda é) pretendido ter um aquário com algumas plantas e animais para iluminar a sala a noite. À altura da montagem fez-se isto: As pedras em cima do tronco foram colocadas até estes estarem afogados, mais tarde foram retiradas. Algures em 2018, este era o estado do aquário: Foi alvo de uma poda e: Entretanto foi andando.. as planta cresciam, levava poda.. algumas TPA's outras reposições da água evaporada... e assim ia. No verão de 2019 o filtro foi substituído e pouco mais foi feito. Foi mais ou menos preparado para no 2º Aniversário da pequena estar mais ou menos apresentável (Setembro 2019) e voltou ao rengo-rengo com muito poucas TPA's, praticamente reposição do nível de água. Entretanto chegou 2020 e tinha novamente um matagal dentro do aquário, com alguma BBA a aparecer pontualmente (provavelmente porque tal era o matagal que a circulação era pouca). Levou uma valente poda, não foi total mas foi o suficiente para desequilibrar o sistema e a BBA explodir em força. Aqui tinha três hipóteses: Dar os animais e arrumar as coisas (fora de questão) Desmontar e remontar o aquário Ler algumas coisas e aproveitar para fazer experiências A opção escolhida foi a ultima (daí o nome de ReHab) e a primeira experiência foi de utilizar água oxigenada para ajudar o combate à BBA. aproveitei também para arrancar as plantas que tinha, pois na base das plantas tinha muitos restos de musgos e ver se o filtro limpava o substrato. Claro que assim tenho andado mais em cima das TPA's e em das limpezas ao filtro. As plantas que tinha estavam um pouco fracas e por isso tenho aproveitado algumas, mas hoje vêm umas podas novas. Infelizmente não tenho fotos destes últimos processos. Abraço, Gonçalo Pacheco
  13. 1 point
    Já foi a Petfestival e já foram submetidas as fotografias para o concurso. Entretanto continuo com o aquário em funcionamento e a fazer algumas alterações/melhoramentos. Hoje tirei mais uma fotografia, que agora me parece melhor do que a que enviei para o concurso. Mas é assim mesmo. Devia ter dado ouvidos á malta que me sugeriu logo colocar aqui um caminho de areia. Mas a foto do concurso tem outros problemas. A areia ficou demasiado branca na imagem, a perspectiva está demasiado aberta. Neste aquário realmente gosto mais de ver imagens com uma distância focal mais longa, o que é contra-intuitivo para a criação de profundidade. De momento o lado esquerdo precisa de crescer mais, levou uma grande poda há poucos dias. Esperamos agora pelos resultados e vamos ver quando é que este aquário dará lugar a um novo projeto! Foto para o concurso: Estado actual:
  14. 1 point
    Aqui vai uma foto da montagem que foi finalmente efectuada ontem. Foi a primeira vez que plantei a maior parte destas plantas, a ver se tenho sorte e isto pega bem.... Amanha chegam o resto das plantas, ver se as planto e depois tiro mais umas fotos. Ja agora, aconselham a fertilizar ja, ou sera melhor esperar uns dias? Tenho tambem de arranjar uma pedra para meter em cima dos troncos, pois ainda futuam um pouco como de pode ver nas fotos. 🙂 Notei so dois pequenos "problemas" com o filtro, primeiro parece-me que a agua na ponta oposta do aquario esta algo parada, e depois noto que o filtro faz uma barulho como se estivesse algo a bater por dentro. Tenho de pesquisar um pouco e ver se pode ser algum defeito, ou se fui eu que fiz borrada na instalacao do mesmo. Falta ainda ligar o CO2 tambem, que ontem ja era tarde e nao tive tempo.
  15. 1 point
    Eu não teria dúvidas em chamar Magma.... Simples, direto e com personalidade... 😉
  16. 1 point
    Boas Mário Se viestes aqui ao Fórum foi para poderes saber,e tirares duvidas ok, agora esquece o que o dono da loja onde foste te disse,volta a ler sobre o ciclo do azoto com calma,e no fim as duvidas que tiveres vens aqui e dizes quais são e o que tens que fazer,logo haverá aqui alguém que te vai ajudar na certa. Não coloques mais peixes,espero que sendo hoje segunda feira que não tenha ido na conversa do lojista e comprado mais peixes,sabes que há lojista que sabem dar conselhos e sabe do que estão a falar,no entanto há outros que não percebem nada do que estão a vender,mas que mesmo a sim querem e vender,mesmo que isso implique a morte dos peixes,pois ele sabe que logo,logo,o cliente vai voltar a comprar mais peixes. Qualquer duvida vem aqui ao Fórum e terás ajuda. Saudações
  17. 1 point
    Boas, como vão as plantas? Olha estava aqui a trabalhar neste tópico vê lá se te ajuda, não sou especialista nessa vertente mas poderá ser um ponto de partida. Alguma carência deve ser. Sem fotos também é difícil de saber com certezas o que se passa.
  18. 1 point
    Boas Tozé Por enquanto sem grandes problemas. o meu chiridos estragou-se, caiu agua. nao sei como aconteceu, normamente está sempre protegido. e logo depois tive BBA, que ja está resolvido. Não sei se terá alguma conexão entre essas duas coisas mas a verdade é que tive. Tirando isso tudo ok. Já estou a planear o novo projeto que deverá ser em abril. Abraço
  19. 1 point
    Com todo o gosto. Espero realmente conseguir ajudar-te imenso, seria muito bom sinal... 🙂
  20. 1 point
    Parte I - Nutrientes Toda a gente já ouviu falar em nutrientes como o “ alimento” das plantas, quer aquáticas, quer terrestres. No entanto, muito do insucesso que as pessoas têm com plantas aquáticas são, entre outros igualmente importantes, devido à carência ou excesso de nutrientes nas plantas. Num aquário plantado, especialmente com plantas mais sensíveis, a falta de nutrientes pode acontecer logo. No começo, há muitos nutrientes na coluna da água, o que ajuda a suprir as mudas de tudo que elas precisam, a ponto de precisarmos retirar os nutrientes para evitar as algas. Porém, conforme o aquário envelhece, e as plantas se multiplicam, estes nutrientes começam a rarear. As mudas que você replanta não conseguem criar raízes o suficiente para alcançar a camada fértil do substrato embaixo de toda aquela camada isolante, e começam a morrer ou crescer de forma errada. É aí que teremos que dar uma força com um fertilizante líquido ou em tabletes. Que nutrientes existem e quais os mais importantes para as plantas? Comecemos por identificar os nutrientes à disposição das plantas aquáticas, de que maneira são úteis às plantas e quais os mais absorvidos no dia-a-dia. Macronutrientes: são os nutrientes em maior abundância no aquário plantado comparativamente com os micronutrientes, visto serem provenientes dos excrementos dos peixes, da comida dos peixes e de matéria em decomposição. São também e principalmente os nutrientes que são usados em maior quantidade pelas plantas. Os macronutrientes são: Azoto ( N), Fósforo ( P), Potássio ( K) – Macronutrientes Primários; Cálcio ( Ca) e Magnésio ( Mg) – Macronutrientes Secundários Macronutrientes Primários: - Azoto/Nitrogênio ( N): Funções: - Componente essencial do protoplasma e de enzimas. Plantas absorvem o nitrogênio na forma NH4+ e NO3- (amônia e nitrato). Este é reduzido dentro da planta a NH2 e assimilado para produzir compostos mais complexos. O nitrogênio é um composto importante para muitos componentes estruturais, metabólicos e genéticos nas células das plantas. É um macro componente da clorofila e de aminoácidos,construindo blocos de proteínas, como enzimas. O Nitrogênio também é um componente de compostos de transferência de energia, como o ATP (adenosinatrifosfato). Finalmente, o nitrogênio tem papel importante na composição de ácidos nucléicos como o DNA. É aproveitado pelos tecidos das plantas sob a forma de Amónia ( NH3) ou sob a forma de Nitratos ( NO3) - através das bactérias nitrificantes que constituem o “ Ciclo do Azoto” ou através da quebra de amónia em nitritos e posteriormente em nitratos pela própria planta. Ao nível celular fornecem proteínas e amino-ácidos promovendo assim o crescimento celular e, consequentemente, o desenvolvimento saudável da planta. A observação deste nutriente na planta deve ser dirigida às folhas mais velhas. Deficiência: - Enfezamento ou nanismo (padrões de crescimento não usuais) - Aparência esguia - Amarelamento ou avermelhamento prematuro das folhas velhas A deficiência de nitrogênio rapidamente inibe o crescimento vegetal. Caso esta deficiência persista, a maioria das espécies apresenta um quadro de clorose (amarelamento das folhas), sobretudo nas folhas mais velhas, próximas à base da planta. Sob severa deficiência de nitrogênio, estas folhas tornam-se completamente amarelas (ou castanhas) e caem. Folhas mais jovens podem não mostrar inicialmente tais sintomas pois é possível que o nitrogênio seja mobilizado a partir das folhas mais velhas. Assim, uma planta deficiente de nitrogênio pode ter folhas superiores verde-claras e folhas inferiores amarelas ou castanhas. Quando a deficiência de nitrogênio ocorre de for lenta, é possível que as plantas tenham caules pronunciadamente delgados e comumente lenhosos. Este caráter lenhoso deve-se, provavelmente, a um acúmulo excessivo de carboidratos que não serão utilizados na síntese de aminiácidos ou de outros compostos nitrogenados. Estes carboidratos não utilizados no metabolismo do nitrogênio podem, entretanto, ser utilizados na síntese de antocianina (pigmento responsável pela cor vermelha/roxa dos vegetais), ocasionando o acúmulo deste pigmento. Todas as plantas ficam verdes-amareladas e as folhas velhas ficam mais amareladas e podem acabar por morrer (em casos extremos) que as folhas novas que crescem devagar. Isto deve-se ao facto de que é um nutriente móvel e, ao haver falta deste nutriente na planta, esta desloca-o para as folhas mais novas de modo a garantir a sobrevivência do novo crescimento. As folhas mais velhas não morrem, a não ser em casos extremos. ex: Excesso: as folhas velhas adquirem um verde escuro. Não são conhecidos efeitos nocivos de excesso de azoto nas plantas aquáticas. Enxofre (S) Funções: - Componente do protoplasma e enzimas Deficiência: - Semelhante a deficiência de N - Clorose intercostal das folhas jovens Muitos dos sintomas da deficiência de enxofre são similares aos da deficiência de nitrogênio, incluindo clorose, redução do crescimento e acúmulo de antocianinas. Tal similaridade deve-se a que ambos são constituíntes de proteínas. Entretanto, a clorose causada pela deficiência de enxofre aparece, em geral, inicialmente em folhas jovens e maduras, em vez de folhas velhas, como na deficiência de nitrogênio, porque, ao contrário do nitrogênio, o enxofre não é remobilizado com facilidade para as folhas jovens, na maioria das espécies. No entanto, em muitas espécies vegetais, a clorose por falta de enxofre pode ocorrer simultaneamente em todas as folhas ou até mesmo iniciar em folhas velhas. - Fósforo ( P): Funções: - Metabolismo basal - Síntese (fosforilação) O fósforo é um componente essencial, e parte de vários compostos estruturais das plantas. É o responsável por capturar e converter a energia do sol em compostos úteis às plantas. É um componente vital do DNA e do ATP, que armazena e transporta energia nas células das plantas. É aproveitado pelos tecidos das plantas sob a forma de Fosfatos ( PO4). Ao nível celular fornecem ácidos nucleicos, energia e promovem o crescimento radicular. A observação deste nutriente na planta deve ser dirigida às folhas mais velhas. Está relacionado com o azoto e a absorção de fósforo depende da quantidade de azoto disponível na planta. Deficiência: - Perturbação dos processos reprodutores (floração retardada) - Enfezamento - Descoloração das folhas Os sintomas característicos da deficiência de fósforo incluem o crescimento reduzido em plantas jovens e uma coloração verde escura das folhas, as quais podem encontrar-se malformadas e conter pequenas manchas de tecido morto (manchas necróticas).Da mesma que na deficiência de nitrogênio, algumas espécies podem produzir antocianina em excesso, conferindo as folhas uma coloração levemente arroxeada. Em comparação com a deficiência de nitrogênio, a coloração púrpura gerada pela deficiência de fósforo não está associada a clorose, podendo as folhas, apresentar uma coloração roxa fortemente esverdeade. Sintomas adicionais incluem a produção de caules delgado e a morte das folhas mais velhas. A maturação da planta também poderá ser retardada. As folhas velhas podem adquirir coloração púrpura ( deve-se à acumulação da antocianina que é um pigmento roxo-azulado que protege as plantas contra a luz UV) ou verde escura. A planta perde as folhas velhas prematuramente, o crescimento fica atrofiado e há um atraso no desenvolvimento da planta. Ex: Excesso: pode causar dificuldade na assimilação de micronutrientes por parte das plantas, particularmente do ferro ou zinco. - Potássio ( K): Funções: - Efeito coloidal (promove hidratação) - Sinergismo com: NH4+, Na+ - Antagonismo com: Ca++ - Ativação de enzimas (fotossíntese, nitrato-redutase) - Osmorregulação (estômatos) O potássio é vital para muitos processos das plantas. Mesmo não se agregando à estrutura da planta, ele tem papel importante regulando processos de desenvolvimento. O potássio ativa pelo menos 60 enzimas diferentes envolvidas no crescimento plantar. As plantas dependem de potássio para controlar a abertura e fechamento dos estômatos, poros os quais fazem as trocas gasosas (O2 e CO2) e de água. Este elemento também regula a atividade fotossintética da planta, conforme as necessidades. Também é responsável pelo transporte de açúcares, síntese proteica e de amido. É o segundo macronutriente, a seguir ao azoto, que está presente em maior quantidade nos tecidos das plantas saudáveis. Ao nível celular é um poderoso catalizador das reacções químicas e um transportador de iões. Promove o crescimento da planta. É um nutriente muito importante pois é dele que depende a absorção do azoto pela planta. A observação deste nutriente na planta deve ser dirigida às folhas mais velhas. Deficiência: - Balanço hídrico perturbado - Extremidades secas - Enrugamento das margens das folhas mais velhas - Apodrecimento da raiz Os primeiros sintomas vísíveis da deficiência de potássio é a clorose em manchas ou marginal, evoluíndo para a necrose, principalmente nos ápices foliares, margens e entre nervuras, estendendo-se posteriormente em direção à base. Como o potássio pode ser remobilkizado para as folhas mais jovens, esses sintomas aparecem inicialmente nas folhas mais maduras da base da planta. As folhas podem curvar-se e o caule deficiente em potássio é delgado e fraco, apresentando regiões internodais anormalmente curtas, acarretando o tombamento do indivíduo. Zonas bem limitadas das folhas de coloração amarela, bordos das folhas amarelos e, em casos extremos, nessas mesmas zonas, pode evoluir para buracos de contornos amarelos ( daí muita gente pensar que este ou aquele animal andou a comer as folhas das plantas) e pontas das folhas “ roídas”. Pontos mortos no meio das folhas. Estes sintomas aparecem normalmente em folhas mais antigas porque o potássio é um nutriente móvel, indo para as folhas novas que mais necessitam. O crescimento da planta fica comprometido visto não haver potássio que contribua para a absorção de azoto. Ex: Exceso: pode dificultar a assimilação de magnésio ou cálcio, embora só mesmo estando em grandes quantidades na água, o que é raro. Macronutrientes Secundários: - Magnésio ( Mg): Funções: - Regulação da hidratação (antagonismo com Ca++) - Metabolismo basal (fotossíntese, transferência de fosfatos) - Sinergismo com: Mn, Zn. Deficiência: - Crescimento enfezado - Clorose internerval das folhas velhas O crescimento da planta fica comprometido (é reduzido) com os meristemas apicais ( ápices das plantas) a caírem prematuramente. Dá-se um amarelecimento das folhas velhas que começa nas extremidades das folhas e progride para o centro. A nervura principal da folha pode permanecer verde enquanto as nervuras secundárias ficam amarelas ou esbranquiçadas e morrem. Um dos sintomas característicos da deficiência de magnésio é a clkorose entre as nervuras foliares, ocorrendo primeiro nas folhas mais velkhas devido a mobilidade deste elemento dentro do vegetal.. Se a deficiência é muito grande, as folhas tornanm-se amarelas ou brancas. Um sintoma adicional da deficiência de magnésio pode ser a abscisão foliar prematura. Faz parte dos pigmentos de clorofila, é um activador de enzimas e é essencial para a fotossíntese. É responsável pela assimilação do ferro ( Fe) por parte da planta. A observação deste nutriente deve ser feita nas folhas mais velhas. Ex: Excesso: as altas concentrações são toleradas pela planta; contudo um desiquilíbrio com o cálcio ( Ca) e potássio ( K) pode reduzir o crescimento. - Cálcio ( Ca): Funções: - Regulação da hidratação (antagonismo com: Ca+, Mg++) - Ativador de enzimas (amilase, ATPase) - Regulador do crescimento em extensão basal Sintomas característicos da deficiência de cálcio incluem a necrose das regiões meristemáticas jovens, como os ápices radiculares ou folhas jovens. A necrose em plantas de lento crescimento pode ser precedida por uma clorose generalizada e um curvamento, para baixo, das folhas. As folhas jovens podem parecem também deformadas. O sistema radicular de uma planta deficiente em cálcio pode apresentar-se acastanhado, curto e altamente ramificado. Pode haver redução severa no crescimento se as regiões meristemáticas da planta morrerem prematuramente. É essencial para o seu bom crescimento e estrutura e é um importante constituinte da parede celular e da membrana plasmática das células. A observação deste nutriente é feita nas folhas novas ( novo crescimento). Cálcio insuficiente leva à deterioração da membrana celular: as células acabam por apresentar "vazamentos" que leva à perda de componentes celulares e morte da célula e dos tecidos. O Cálcio também funciona como um assistente mensageiro secundário em várias funções da planta, desde absorção de nutrientes até mudanças no status da célula para reagira a impactos do meio ambiente e stress de doenças. Deficiência: - Perturbação no crescimento por divisão (células pequenas) - Extremidades secas - Deformação das folhas - Crescimento das raízes prejudicado Crescimento reduzido ou morte dos meristemas apicais - leve deficiência leva a que as folhas novas fiquem ligeiramente engelhadas e pequenas, terão seu crescimento inibido ou com má formação. As folhas mais velhas não serão afetadas, pois nestas o acúmulo de cálcio é muito maior. Os tecidos vegetais das folhas ficam reduzidos com a nervura principal a persistir. As folhas ficam em forma de cúpula ou cálice, em vez de lisas ou direitas; deficiência moderada leva a súbitas torcidas das folhas que é agora muito mais reduzida em tamanho. As raízes estão igualmente torcidas e reduzidas, podendo os meristemas radiculares morrer; deficiência acentuada resulta num novo crescimento completamente branco e os meristemas apicais são muito reduzidos. Quer os meristemas apicais ou radiculares morrem. Ex: Excesso: pode levar à má assimilação da planta de magnésio ( Mg) ou potássio( K). Micronutrientes ou elementos traço: são nutrientes que são usados em menor quantidade pelas plantas e são repostos pela comida dos peixes e pelas trocas de água ( TPAs). Os micronutrientes são: Ferro ( Fe), Manganês ( Mn), Cobre ( Cu), Zinco ( Zn), Boro ( B) e Molibdénio ( Mo) Alguns deles são requisitados em menor e outros, em maior quantidade. As plantas não absorvem os nutrientes apenas por estes ocorrerem em abundância. Existem peculiaridades na absorção de cada elemento, tais como: pH, temperatura, aeração, Luz, nível de Co2, etc. Isto significa que o nutriente deve estar no lugar certo, em quantidade adequada e no momento mais propício para ser aproveitado. Os sinais dessas deficiências são bem visíveis e específicos. Ferro: O ferro é um elemento essencial para as plantas na produção de clorofila, e por isso é o responsável pela coloração vermelha em plantas vermelhas. Deve ser observado no novo crescimento ( folhas novas). Deficiência: Folhas jovens pálidas devido à má produção de clorofila (sendo esta reduzida) e isso traduz-se em folhas e caules da mesma coloração que normalmente é amarelo e progride para pálido em casos mais acentuados. As nervuras permanecem verdes em carências leves e tornam-se pálidas em carências acentuadas, levando à sua morte e queda prematura das folhas. Em casos piores, as folhas mais antigas começam a ficar amareladas nas margens e entre os veios. Manganês: O manganês é relativamente imóvel dentro das plantas, e não é realocado de tecidos antigos para novos. Está envolvido com a fotossíntese e ativação de diferentes enzimas. Em excesso, é um elemento altamente tóxico para as plantas. Deficiência: Os sintomas incluem pontos amarelos, mortos e buracos nas folhas entre os veios. Enxofre: É essencial para a produção de proteínas, enzimas e vitaminas pelas plantas bem como para sua atividade. Ajuda na síntese da clorofila e no crescimento das raízes. Deficiência: Folhas amareladas e morrendo, começando pelas mais novas. Crescimento raquítico, com plantas finas e tortas. Zn (Zinco) Funções: - Formação de clorofila - Ativador de enzimas - Metabolismo basal (desidrogenases) - Degradação de proteínas - Biossíntese de reguladores de crescimento (AIA) Deficiência: - Descoloração das folhas mais velhas - Perturbações na frutificação A deficiência de zinco é caracterizada pela redução do crescimento internodal e, como resultado, o crescimento rosetado apresentado pela planta, no qual as folhas um agrupamento circular que se irradia do substrato ou próximo do mesmo. As folhas podem apresentar-se pequenas e retorcidas, com margens de aparência enrugada. Em algumas espécies as folhas mais velhas podem apresentar clorose internervuras e consequentemente desenvolver manchas necróticas brancas. Cu (Cobre) Funções: - Metabolismo basal (fotossíntese, oxidases) - Metabolismo do N - Metabolismo secundário Deficiência: - Extremidades secas - Enrolamento das folhas - Clorose em folhas jovens O sintoma inicial de sua deficiência é a produção de folhas verdes escuras, que podem conter manchas necróticas. As manchas necróticas aparecem primeiro nosápices das folhas jovens e então estender-se em direção a base da folha, ao longo das margens. As folhas podem também ficar retorcidas ou malformadas. Sob deficiência extrema, as folhas podem cair prematuramente. Mo (Molibdênio) Funções: - Fixação do N (redutases) - Metabolismo do P - Absorção e translocação de Fe Deficiência: - Perturbação do crescimento - Escurecimento das margens das folhas Oprimeiro indicativo desta deficiência é a clorose generalizada entre as nervuras e a necrose das folhas mais velhas.. Em algumas espécies,pode não existir a necrose, mas asfolhas podem tornar-se retorcidas e morrer. Existe a possibilidade que a formação de flores seja inibida ou as flores podem cair prematuramente. Ni (Níquel) Funções: - Componente da urease (mobilização do N durante a germinação) - Catalisa a hidrólise da uréia em NH3+ + CO2 Deficiência: - Sintomas de deficiência pouco documentados. Plantas deficientes em níquel acumulam uréia em suas folhas e, em consequência, apresentam necrose nos ápices foliares. B (Boro) Funções: - Transporte e metabolismo de carboidratos - Metabolismo do fenol - Ativação de reguladores do crescimento (crescimento de tubos polínicos) Deficiência: - Perturbação do crescimento (necrose no meristema) - Reduzida ramificação das raízes - Necroses no floema - Perturbações da frutificação - Excessiva formação de cortiça Um sintoma característico da deficiência de boro é a necrose preta de folhas jovens e gemas terminais, ocorrendo nas folhas, principalmente na base da lâmina foliar. Os caules ficam anormalmente rígidos e quebradiços. A dominância apical pode ser perdida, tornando a planta altamente ramificada,tornando os ápices terminaisnecróticos devido a inibição da divisão celular. Podem apresentar anormalidades relacionadas a desintegração de tecidos internos. Cl (Cloro) Funções: - Efeito coloidal (aumenta a hidratação) - Ativação de enzimas (fotossíntese) Deficiência: - Enrolamento das folhas - Engrossamento das raízes Plantas deficientes em cloro desenvolvem murcha dos ápices foliares, seguida por clorose e necrose generalizadas. As folhas podem exibir crescimento reduzido, eventualmente assumindo umacoloração bronzeada "bronzeamento". Os íons cloretossão muito solúveis e geralmente disponíveis no solo porque a água do mar é carregada para o ar pela evaporação e transpoirtada pelo vento e distribuída pelo solo quando chove. Portanto, a deficiência de cloro é desconhecida nas planatas que crescem em habitats nativos ou agrícolas. Adaptação de vários artigos Vera Santos, da autoria de Vany, PabloBOliveira, André Silvestre, A. Lage, Chuck Amaral http://www.aquahobby.com/articles/b_nutricao_vegetal.php Parte II - Fertilizantes
  21. 1 point
    E vamos ao primeiro update de 2020 Username Status Joined-Retired Total Run Time (y:d:h:m:s) Points Generated Results Returned joaocb 04/18/2012 24:091:11:25:13 33.207.011 53.786 nummell 07/07/2017 0:364:21:41:45 2.674.749 4.250 jrteixeira 04/18/2012 0:362:20:16:47 1.328.304 3.206 Anonymous tuning_sound 09/17/2017 0:051:16:17:33 147.755 232 thormenthor 09/18/2017 0:013:02:25:10 84.022 153 Clara Silva_72677 08/08/2017 0:021:09:05:40 42.533 70 pedradatattoosupplies 07/12/2017 0:000:00:18:03 124 4 A nível de Portugal, descemos um lugar, pois a equipa PSP está com uma actividade muito boa! Parabéns para eles! Team: Points Generated: Portugal@Home 1.471.150.937 IBM Portugal 430.226.864 abc_team 46.125.265 Açores 45.667.363 PSP 42.070.287 INFORTRI - ELVAS 39.561.377 Aqua Team 38.926.285 PMC Tuning 29.094.560 ICANA 28.321.671 ET_team 26.219.167 PT-Pride 20.645.070 A Team Portugal 17.242.540 Vila Nova de Gaia 16.322.054 Moustachios 15.658.152 Grupo Medilogics SGPS SA 14.891.090 Classicos Mania 14.250.228 Universidade de Aveiro 13.694.126 ISCTE 13.535.693 Espamol 12.642.700 Clube MazdaPT 12.319.479 EMARP 12.195.999 RLTOC - www.resultadoliquido.com 11.935.140 Circulo de Cristais 11.665.169 Novotipo 8.929.149 Eu 8.884.898 Lisboa 8.462.987 Almeirim- Portugal 7.684.543 Gil Team 7.602.334 Companhia Lusa 7.527.523 Fabricios 7.423.593 Escola Profissional de Almada 7.140.332 Universidade de Lisboa 7.003.515 PARA QUE OUTROS VIVAM 6.713.231 AIESEC Portugal 6.538.034 Abyssal 6.335.051 Ciborro 6.185.179 FMUP 5.619.681 Avalon 5.028.091 Oporto Grid 4.793.134 Rotaract Clube de Santo Tirso 4.686.259 Gloria - Aveiro 4.396.217 maquinadigital.com 3.950.888 NOVA Lisboa 3.894.050 Ric@rdo 3.827.002 Team Anic-GPL 3.818.945 Safira 6 3.220.344 Elvas Portugal Team 3.082.918 Techzonept 2.973.688 Fernão Ferro 2.591.849 Portugal Community 2.421.036
  22. 1 point
    Boas bettaa Muito obrigada pelas tuas palavras,mas sabes que os camarões Amanos ainda são conectados da Natureza e por vezes quando chegam aos nossos aquários parecendo que estão bem,muitas das vezes eles não chegam a habituar-se há nova vida dentro de quatro vidros,ou por outras razões acabam por morrer,ai gera muita confusão para quem os tem,e vai dai começa-se logo a procurar o motivo das mortes,testes para aqui mudanças para ali e acabamos por ficar confusos e não sabemos a verdadeiro motivo das mortes. Quando eu digo deixa que o aquário fale contigo e tu chegares ao pé dele e olhares para os peixes e vez qualquer coisa estranhas no nadar,ou vez que uma ou outra planta esta a ficar estranha,e nesses momentos que tens que pensar o que poderá estar a acontecer,e qual o motivo,para tirar a primeira duvida podes então ai fazer testes,ou falta fertilização nas plantas,e qual a falta que e,no caso dos peixes se todos os parâmetros estão bons,para tirares duvidas fazes uma tpa e esperas para veres. Saudações
  23. 1 point
    @Alvaro Silva antes de mais muito obrigada por ter sempre um minuto para deixar uma palavra no meu tópico. O senhor é o exemplo do que eu acho ser uma das bases de um fórum: a entreajuda. 😉 Quanto ao seu conselho, também acho que tem razão. Eu estou a fazer testes com mais regularidade devido ao que aconteceu com os camarões Amano que comprei. Eu bem tento "ouvir" o aquário mas ainda estou a aprender a "linguagem dele". ☺️
  24. 1 point
    Boas betta Vou dar-te uma opinião muito pessoal,deixa de fazeres tantos testes,porque quanto mais testes fizeres mais confusa ficas,deixa que o aquário fal contigo, observa o aquário e ele vai-te dizer se alguma coisa esta mal,e então a partir dai vais actuar conforme a situação. Desculpa,mas não te estou a dizer que deixes de fazeres os testes a quando for necessário,fora isso tem calma,desfruta do aquário. Saudações 😄
  25. 1 point
    Boas Bruno! Primeiro que tudo, acho que tens um projecto muito interessante, parece que não te apressaste para defiir os pequenos detalhes, e muito bem! A nível do hardscape, acho que é um pouco ao gosto de cada um, eu gosto do teu. Se pudesse acrescentar o meu pózinho, num ponto de vista funcional, talvez deixasse mais espaço entre os ramos e o vidro da frente (para limpeza/manutenção), relativamente ás rochas, talvez tentasse dar mais altura/elevar algumas. Mas lá está, eu prefiro como está, é a tua versão!
  26. 1 point
    Ora hoje de manhãzinha foi dia de dar uns retoques em alguns pontos que achei que não estavam tão bem, muito provavelmente esta será a última atualização. Bem então isto era o meu aquário hoje de manhã: Achei que principalmente a zona traseira do aquário estava a precisar de mudanças.. E esta é a situação atual: Espero que gostem, acho que consegui repôr a profundidade que tinha antes de aumentar o substrato, que foi um dos grandes problemas após a alteração. (Adicionei um ramo que também não estava ali mas acho que encaixou/preencheu bem o layout) Todas as dicas/críticas são aceites.
  27. 1 point
    Peço desculpa. Com todo o respeito, simplesmente não entendi o porquê do comportamento passivo-agressivo, tendo em conta que eu pedi ajuda num fórum. Eu perguntei se podia fazer algo quanto a salvar um ser vivo que por engano veio parar ao meu aquário. Consequentemente o senhor respondeu que eu não sabia o que era um aquário e que o caracol ia morrer. Portanto está sugerir que nada faça para evitar que morra?
  28. 1 point
    Mais um update ao meu aquário. Enviado do meu ASUS ROG Phone II através do Tapatalk
  29. 1 point
    Obrigado Bruno. 🙂 As tpa's são todas de cerca de 30% de água.
  30. 1 point
    Atualização: Fotoperiodo: 7 horas Co2: 1 bps liga 2 horas antes do fotoperiodo começar. Temperatura: 24.4 a 24.9 Fertilização: Nada TPA: Dia sim dia não. Ainda não há sinais de algas e o crescimento de toda a flora é notável com exceção da eleocharis mini que pouco desenvolveu. Como a "Sera Siporax" veio de um aquario maturado, arrisquei em meter já 3 ottos para irem limpando as eventuais algas que possam aparecer. Para já tudo bem com eles. Obrigado por verem. 🙂
  31. 1 point
    Muito obrigado 🙂 É sobre o aqua , é sobre a fertilização que estou a usar , não é off-topic 😉 estas a vontade , a fertilização que uso é Aqua Rebell , não é prejudicial para camarões , diz mesmo na embalagem e no site. No aquário , fora alguns que já tenham nascido e não veja tenho 22 caridinas CRS e 10 neocaridinas bloody mary.
  32. 1 point
    Este aquário está sublime!!👍 Desde já peço desculpa pela intrusão com uma pergunta tendencialmente off-topic😁 ...Vejo que tem outros camarões além dos Caridina e vejo que faz fertilização liquida no aquário. Mas os camaróes, que não os Caridina, podem estar em aquários com fertilização liquida? Eu estava a pensar em colocar camarões (já tenho caridina) no meu pequenino aqua de 30L mas nunca o fiz porque li pelo fórum que os aquas com camarões não podem ter fertilização liquida. Estou errada? Mais uma vez peço desculpa pelo possível off-topic e se quiser retiro esta questão.
  33. 1 point
    Eu bem que estava a achar estranho o aquário ter sempre a amónia a 0,05mg/l 😅 A medição dá <0,05mg/l já é diferente isto pode crer dizer que está a 0 xD Quando fizeres testes mete aqui fotos dos testes de amónia e nitritos, esses nitritos a 0,1 também é estranho a esta altura já devia de estar a 0 há um bom tempo. De facto o cobre pode intoxicá-los, no entanto posso estar errado mas o problema não me parece ser esse. Cuidado com as TPA's os camarões gostam de estabilidade e TPA's constantes = variações constantes
  34. 1 point
    Finalmente uma foto geral xD Já está a começar a levar caminho. Essas Bloody Mary estão com uma cor espetacular 👌
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    Top top! Muito bom ver essa saúde de aqua. Parabéns
  37. 1 point
    uau , parabéns , que verdes 🤩, espero que o meu também fique com cores fabulosas como o teu , bom trabalho 😉
  38. 1 point
    Ciclo do Azoto & Síndrome do Novo Aquário O que é o Ciclo do Azoto? Tal como todas as criaturas vivas, os peixes libertam excrementos (xixi e cócó). Estes compostos à base de nitrogéneo decompõem-se em amónia (NH3),que é altamente tóxica para a maioria dos peixes. Na natureza, o volume de água por peixe é extremamente alto, e os resíduos diluem-se para baixas concentrações. No aquário, ao contrário, pode demorar tão pouco como algumas horas para que as concentrações de amónia atinjam níveis tóxicos. Quanta amónia é demais? A resposta rápida é: se um kit de teste é capaz de a medir, já é demais (i.e. está em concentrações que pode prejudicar os peixes). Considere acções de emergência (mudanças de água, zeólitos, argila) para reduzir o perigo. (uma discussão mais detalhada da toxicidade da amónia está mais à frente nesta secção.) Falando em termos de aquários, o "ciclo do azoto" (mais precisamente, o ciclo de nitrificação) é o processo biológico que converte a amónia noutros, relativamente inofensivos, compostos de azoto. Felizmente, existem bactérias que fazem esta conversão para nós. Algumas espécies convertem amónia (NH3) para nitritos (NO2-), enquanto outras convertem os nitritos para nitratos (NO3-). Assim "fazer o ciclo do o aquário" refere-se ao processo de estabelecer colónias de bactérias no substrato filtrante que convertem amónia -> nitritos -> nitratos. As espécies desejáveis de bactérias nitrificadoras estão presentes em todo o lado (e.g. no ar). Portanto assim que tiver amónia no aquário é apenas uma questão de tempo antes que as bactérias desejáveis estabeleçam uma colónia no substrato do seu filtro. A melhor maneira de conseguir isto é colocar um ou dois (ênfase no UM ou DOIS) peixes resistentes e baratos no seu aquário. Os detritos dos peixes contém amónia da qual as bactérias vivem. Não dê comida a mais! Mais comida significa mais amónia! Sugestões para algumas espécies são: peixes dourados comuns (para tanques de água fria), zebras, barbos para tanques de água quente e peixes donzela em aquários de água salgada. Durante o processo de ciclo, os níveis de amónia vão subir e depois repentinamente baixar à medida que as bactérias formadores de nitritos se estabelecerem. Dado que as bactérias formadoras de nitrato só começam a aparecer quando houver nitritos presentes em quantidade suficiente, os níveis de nitrato vão disparar (à medida que a amónia acumulada é convertida), continuando a subir à medida que a amónia produzida é convertida em nitritos. Uma vez as bactérias formadoras de nitratos estejam estabelecidas, os níveis de nitritos vão cair, os níveis de nitratos vão subir, e o aquário está em ciclo. O seu aquário estará totalmente em ciclo assim que haja produção de nitratos (e os níveis de amónia e de nitritos sejam zero). Para determinar quando o ciclo está completo, compre os kits de teste apropriados (veja a secção de Test Kits) e meça os níveis, ou leve uma amostra de água à loja de peixes deixando-os efectuar os testes por si (talvez por uma pequena quantia). O processo de ciclo demora normalmente entre 2 a 6 semanas. A temperaturas abaixo de 21C, demora mais a fazer o ciclo do aquário. Em comparação com outros tipos de bactérias, as bactérias nitrificadoras crescem lentamente. Em condições óptimas, são precisas 15 horas para uma colónia duplicar de tamanho! Muitas vezes é possível acelerar o tempo de ciclo. Alguns procedimentos comuns são descritos mais abaixo nesta secção. Cuidado: EVITE A TENTAÇÃO DE COMPRAR MAIS PEIXES ATÉ QUE O SEU AQUÁRIO TENHA EFECTUADO O CICLO COMPLETO! Mais peixes significam maior produção de amónia, prejudicando o seu bem estar e provavelmente causando mortes. Uma vez atingidos níveis de amónia altamente prejudiciais ou tóxicos, o seu aquário sucumbiu ao "Síndroma do aquário novo", o aquário ainda não está totalmente em ciclo e a amónia acumulada tem concentrações letais para os peixes. Quanta amónia é demais? Num aquário estabelecido, a amónia não deve ser detectada usando os test kits comuns, disponíveis nas lojas. A presença de níveis detectáveis indica que o iltro biológico não está a trabalhar em condições, ou porque o aquário ainda não estabilizou completamente, ou porque o filtro não está a funcionar de forma adequada (e.g. demasiado pequeno para a carga de peixes, entupido, etc.) É imperativo que trate do problema (o filtro) conjuntamente com os sintomas (altos níveis de amónia). A concentração letal para os peixes varia entre espécies; algumas são mais tolerantes do que outras. Além disso, outros factores, tais como a temperatura da água e a química têm um papel importante. Por exemplo, a amónia (NH3) muda continuamente para amoníaco (NH4+) e vice-versa, com as concentrações relativas de cada um dependendo da temperatura da água e do pH. A amónia é extremamente tóxica: o amoníaco é relativamente inofensivo. A altas temperaturas e pH, há mais azoto na forma de amónia do que com um baixo pH. Os test kits comuns medem a amónia total (amónia + amoníaco) sem distinguir entre as duas formas. O quadro seguinte dá-nos a quantidade máxima de amónia-N em mg/L (ppm) que pode ser considerada segura a uma dada temperatura e pH. De novo, note que um aquário com um filtro biológico estabelecido não terá amónia detectável; este quadro é apenas para fins de emergência. Se os seus níveis se aproximam ou excedem os níveis mostrados, tome medidas de emergência IMEDIATAMENTE Temperatura da água pH 20C(68F) 25C(77F) ______________________________ 6.5 15.4 11.1 7.0 5.0 3.6 7.5 1.6 1.2 8.0 0.5 0.4 8.5 0.2 0.1 Minimize o stress dos peixes durante o ciclo Se os níveis de amónia se tornarem altos durante o processo de ciclo devem ser tomadas medidas correctivas de modo a prevenir a morte dos peixes. Provavelmente será necessário efectuar uma sequência de mudanças parciais de água, diluindo a amónia para níveis seguros. Como medida de precaução final, vários produtos comerciais (i.e. "Amquel ou "Amno-Lock") neutralizam com segurança a toxicidade da amónia. Amquel não remove a amónia, apenas neutraliza a sua toxicidade. Filtragem biológica é sempre necessária para converter a amónia (neutralizada) em nitritos e nitratos. Assim, adicionando Amquel, a amónia produzida pelos peixes é neutralizada instantaneamente, no entanto ainda permite a continuação do ciclo do azoto. Usar Amquel durante a fase de ciclo tem, no entanto, uma significante desvantagem. Amquel e produtos similares podem provocar falsas leituras em test kits, tornando difícil determinar exactamente quando o ciclo se completou. Veja a secção test kits para mais detalhes. Também é possível fazer o ciclo de um aquário sem adicionar peixes. O papel dos peixes no processo de ciclo é apenas a produção constante de amónia; o mesmo efeito consegue-se adicionando formas químicas de amónia manualmente (e.g. cloreto de amoníaco). No entanto é uma pouco mais complicado do que usar peixes porque a química da água precisa de ser controlada mais de perto de modo a adicionar a quantidade certa de amónia diariamente. Acelerando o processo de ciclo O ciclo do azoto pode ser acelerado ou ter uma boa ajuda de diversas maneiras. Infelizmente requerem o acesso a um aquário já estabelecido, o que um aquariofilista principiante pode não ter disponível. A ideia principal é encontrar um aquário já estabelecido, tirar algumas das bactérias e colocá-las no novo aquário. Muitos filtros têm uma esponja ou lã no interior, à qual as bactérias nitrificantes aderem. Colocando todo ou parte desse conteúdo (proveniente de um aquário estabelecido) no interior do filtro do novo aquário acelera um pouco as coisas. Se o aquário já estabelecido usa um filtro de fundo, as bactérias nitrificadoras aderem ao areão. Leve algum do areão (uma chávena ou mais) e suspenda-o, embrulhado num saco de pano, dentro do seu filtro (se possível), ou disponha-o por cima do areão do aquário novo (se este tiver um filtro de fundo). Se tiver um filtro externo, de esponja ou de canto, ligue-o a um aquário estabelecido e deixe-o funcionar durante mais ou menos uma semana. As bactérias na água irão estabelecer uma colónia no novo filtro. Após uma semana mude o filtro, já "cultivado", para o novo aquário. Ultimamente, produtos que contêm colónias de bactérias nitrificadoras estão disponíveis nas lojas de animais (e.g. "Fritz", "Bio-zyme", "Cycle"). Em teoria, adicionar bactérias acelera o processo de colonização. A experiência na "net" com estes produtos tem sido contraditória: algumas pessoas têm sucesso, enquanto outras avisam que não funciona de todo. Em princípio, tais produtos deveriam funcionar bem. No entanto, as bactérias nitrificadoras não conseguem viver indefinidamente sem oxigénio e alimento. Assim, a eficácia do produto depende da sua frescura e pode ser afectada por uma má utilização (e.g. sobreaquecimento). Infelizmente, estes produtos não vêm com data de embalagem, assim não há forma de saber a idade que têm. Algumas (não muitas) lojas de aquários fornecem aos compradores uma chávena de areão de um aquário já estabelecido. Uma palavra de cuidado é apropriada nesta altura. Devido à natureza do negócio, os aquários das lojas muito provavelmente contêm agentes patogénicos indesejáveis (bactérias, parasitas, etc.), não quer certamente inseri-los num aquário já em ciclo. Para alguém que está a montar o seu primeiro aquário, no entanto, todos os peixes serão provavelmente comprados nessa mesma loja, assim o perigo é relativamente pequeno, dado que os novos peixes já estiveram expostos aos mesmos agentes patogénicos. Se possível faça o ciclo com bactérias que não sejam provenientes de um aquário de uma loja. Claro que há muitas variações ao que foi dito que também funcionam. No entanto, é um pouco difícil dar uma receita exacta que funcione de certeza. O melhor é usar uma atitude conservadora e não adicionar peixes muito rapidamente. Além disso, teste a água para se certificar que os nitratos estão a ser produzidos, eliminando o trabalho de adivinhar quando o seu aquário está em ciclo. Cumprimentos, Autor: FAQ http://fins.actwin.com/mirror/pt/begin-cycling.html
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    Boas. Como não encontrei nenhum topico por aqui sobre como criar uma solução 4dKH para usar no drop checker resolvi criar o dito. Não vou florear o topico com detalhes, parto do principio que se sabem o que é uma solução 4dKH, sabem o seu proposito e como funciona... Tenho visto por essa net fora muitas receitas mas todas envolvendo 3,4 e 5 litros de agua destilada. Como não me interessa ter 4 ou 5 litros disto, faço em apenas 1 litro o que a 2ml cada semana, me vai dar para quase 1 decada... Ainda se pode fazer em menores quantidades para quem tiver balança de 0,01 e 0,001... Solução 4dKH: Medir 500ml de agua destilada e adicionar 0,6g de bicarbonato de sódio para criar 500ml de solução 40dKH. Medir 100ml de solução 40dKH e juntar 900ml de agua destilada para criar 1L de solução 4dKH, a que queremos. Cumps.
  40. 1 point
    O video no youtube dos Stiphodon no jogo Rei do castelo: Video por pabloxanibar, cmps Pol
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    Manutenção de plantas aquáticas Parte I - Nutrientes Toda a gente já ouviu falar em nutrientes como o “ alimento” das plantas, quer aquáticas, quer terrestres. No entanto, muito do insucesso que as pessoas têm com plantas aquáticas são, entre outros igualmente importantes, devido à carência ou excesso de nutrientes nas plantas. Que nutrientes existem e quais os mais importantes para as plantas? Comecemos por identificar os nutrientes à disposição das plantas aquáticas, de que maneira são úteis às plantas e quais os mais absorvidos no dia-a-dia. Macronutrientes: são os nutrientes em maior abundância no aquário plantado comparativamente com os micronutrientes, visto serem provenientes dos excrementos dos peixes, da comida dos peixes e de matéria em decomposição. São também e principalmente os nutrientes que são usados em maior quantidade pelas plantas. Os macronutrientes são: Azoto ( N), Fósforo ( P), Potássio ( K) – Macronutrientes Primários; Cálcio ( Ca) e Magnésio ( Mg) – Macronutrientes Secundários Micronutrientes ou elementos traço: são nutrientes que são usados em menor quantidade pelas plantas e são repostos pela comida dos peixes e pelas trocas de água ( TPAs). Os micronutrientes são: Ferro ( Fe), Manganês ( Mn), Cobre ( Cu), Zinco ( Zn), Boro ( B) e Molibdénio ( Mo) Macronutrientes Primários: - Azoto ( N): é aproveitado pelos tecidos das plantas sob a forma de Amónia ( NH3) ou sob a forma de Nitratos ( NO3) - através das bactérias nitrificantes que constituem o “ Ciclo do Azoto” ou através da quebra de amónia em nitritos e posteriormente em nitratos pela própria planta. Ao nível celular fornecem proteínas e amino-ácidos promovendo assim o crescimento celular e, consequentemente, o desenvolvimento saudável da planta. A observação deste nutriente na planta deve ser dirigida às folhas mais velhas. Carência: toda a planta fica verde-amarelada e as folhas velhas ficam mais amareladas que as folhas novas. Isto deve-se ao facto de que é um nutriente móvel e, ao haver falta deste nutriente na planta, esta desloca-o para as folhas mais novas de modo a garantir a sobrevivência do novo crescimento. As folhas mais velhas não morrem, a não ser em casos extremos. Ex: Excesso: as folhas velhas adquirem um verde escuro. Não são conhecidos efeitos nocivos de excesso de azoto nas plantas aquáticas. - Fósforo ( P): é aproveitado pelos tecidos das plantas sob a forma de Fosfatos ( PO4). Ao nível celular fornecem ácidos nucleicos, energia e promovem o crescimento radicular. A observação deste nutriente na planta deve ser dirigida às folhas mais velhas. Está relacionado com o azoto e a absorção de fósforo depende da quantidade de azoto disponível na planta. Carência: as folhas velhas podem adquirir coloração púrpura ( deve-se à acumulação da antocianina que é um pigmento roxo-azulado que protege as plantas contra a luz UV) ou verde escura. A planta perde as folhas velhas prematuramente, o crescimento fica atrofiado e há um atraso no desenvolvimento da planta. Ex: Excesso: pode causar dificuldade na assimilação de micronutrientes por parte das plantas, particularmente do ferro ou zinco. - Potássio ( K): é o segundo macronutriente, a seguir ao azoto, que está presente em maior quantidade nos tecidos das plantas saudáveis. Ao nível celular é um poderoso catalizador das reacções químicas e um transportador de iões. Promove o crescimento da planta. É um nutriente muito importante pois é dele que depende a absorção do azoto pela planta. A observação deste nutriente na planta deve ser dirigida às folhas mais velhas. Carência: zonas bem limitadas das folhas de coloração amarela, bordos das folhas amarelos e, em casos extremos, nessas mesmas zonas, pode evoluir para buracos de contornos amarelos ( daí muita gente pensar que este ou aquele animal andou a comer as folhas das plantas) e pontas das folhas “ roídas”. O crescimento da planta fica comprometido visto não haver potássio que contribua para a absorção de azoto. Ex: Exceso: pode dificultar a assimilação de magnésio ou cálcio, embora só mesmo estando em grandes quantidades na água, o que é raro. Macronutrientes Secundários: - Magnésio ( Mg): faz parte dos pigmentos de clorofila e é um activador de enzimas. É responsável pela assimilação do ferro ( Fe) por parte da planta. A observação deste nutriente deve ser feita nas folhas mais velhas. Carência: o crescimento da planta fica comprometido com os meristemas apicais ( ápices das plantas) a caírem prematuramente. Dá-se um amarelecimento das folhas velhas que começa nas extremidades das folhas e progride para o centro. A nervura principal da folha pode permanecer verde enquanto as nervuras secundárias ficam amarelas ou esbranquiçadas e morrem. Ex: Excesso: as altas concentrações são toleradas pela planta; contudo um desiquilíbrio com o cálcio ( Ca) e potássio ( K) pode reduzir o crescimento. - Cálcio ( Ca): é um importante constituinte da parede celular e da membrana plasmática das células. A observação deste nutriente é feita nas folhas novas ( novo crescimento). Carência: crescimento reduzido ou morte dos meristemas apicais - leve deficiência leva a que as folhas novas fiquem ligeiramente engelhadas e pequenas. Os tecidos vegetais das folhas ficam reduzidos com a nervura principal a persistir. As folhas ficam em forma de cúpula ou cálice, em vez de lisas ou direitas; deficiência moderada leva a súbitas torcidas das folhas que é agora muito mais reduzida em tamanho. As raízes estão igualmente torcidas e reduzidas, podendo os meristemas radiculares morrer; deficiência acentuada resulta num novo crescimento completamente branco e os meristemas apicais são muito reduzidos. Quer os meristemas apicais ou radiculares morrem. Ex: Excesso: pode levar à má assimilação da planta de magnésio ( Mg) ou potássio( K). Elementos traço ou Micronutrientes: ( vou apenas falar do ferro ( Fe) que é, quanto a mim, o mais relevante e o que se encontra normalmente em falta) - Ferro ( Fe): responsável pela síntese de clorofila. Deve ser observado no novo crescimento ( folhas novas). Carência: clorofila reduzida no novo crescimento e isso traduz-se em folhas e caules da mesma coloração que normalmente é amarelo e progride para pálido em casos mais acentuados. As nervuras permanecem verdes em carências leves e tornam-se pálidas em carências acentuadas, levando à sua morte e queda prematura das folhas. Excesso: clorose em forma de manchas nas folhas novas. Ver artigo: “ Parte II - Consumo de nutrientes e fertilização” para continuação e complemento ( em construção) Para discussão sobre este tema ( dúvidas, ideias, correcções, etc), por favor façam-no aqui.
  42. 0 points
    ja li sobre isso algures XD quando começar vou te chatear haha ai ja vais estar batido nos salgados 😛 fico a espera dessas fotos hehehe
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    Fica prometido. Mas tal como aa foto do peixe, sempre que tiro uma geral fica com cor esquisita. Estava a ver se conseguia encontrar os filtros de cor para o telemóvel porque com fotos decentes até parece um aquário diferente. Se iniciares vais coemçar com introdução de bactérias desde o início... não faças como eu.
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