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  1. Saudações! .png' alt=':biggn:'> Sem perdas nem demoras, apresento-vos o escaravelho-de-água, um inseto com forma hidrodinâmica. Alguns de vós já se depararam com este pequeno ser aquático em charcos e nas margens de alguns rios bem povoadas de vegetação. Pois bem, a sua dimensão e beleza consegue esconder o seu lado de caçador voraz, este pequeno ser não voa, e nem precisa de voar, a sua capacidade de nadar é fantástica, e, quando se trata de caçar, aí sim, este escaravelho mostra a sua grande agilidade na água! Quando ameaçado é capaz de excretar um liquido para afastar os seus predadores. Foto: A fêmea encontra-se no lado esquerdo, e macho encontra-se no lado direito. Família: Dytiscidae Género: Dytiscus Nome cientifico: Dytiscus marginalis Origem/Distribuição: Europa, Norte da Ásia Sociabilidade com insetos da mesma espécie: Boa Sociabilidade com peixes, anfíbios, e invertebrados(1): Muito má. Tamanho adulto: 25mm a 35mm (compreendido entre vinte e cinco milímetros e trinta e cinco milímetros) Parâmetros da água: -Temperatura: 1ºC - 26ºC / 33-78 °F (compreendido entre um grau celsius e os vinte e seis graus celsius / compreendido entre trinta e três graus fahrenheit e setenta e oito graus fahrenheit) -Ph: 6,0 - 8,0 (compreendido entre seis e oito) Dimensões mínimas do aquário: 10 L (dez litros) Alimentação: pequenos peixes, larvas de anfibeos, pequenos crustaceos, entre outros. Dimorfismo Sexual: Os machos têm as asas brilhantes e lisas, enquanto nas fêmeas são finamente estriadas. Reprodução(2): Pela a altura da primavera o macho e a fêmea juntam-se, assim que fecundada, a fêmea, esta deposita na vegetação aquática os seus ovos que eclodirão dentro de poucos dias. Sugestões: Introduzir no aquário só com o ciclo de azoto completo. Pesquisar antes de adquirir. Nota(s): Sociabilidade com peixes, anfíbios, e invertebrados(1)- Sendo um inseto carnívoro e um grande caçador não é aconselhável junta-lo a animais de reduzidas dimensões como guppys, girinos, camarões, etc... Reprodução(2)- Este inseto passa pela fase do ovo, pela fase larval, e pela fase adulta. Web grafia: Foto: https://www.google.pt/search?q=escaravelho+de+agua&biw=1366&bih=662&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwj0p-Cn_MbRAhVBaxQKHYzsBIwQ_AUIBigB Informação baseada em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dytiscus_marginalis Informação baseada em: http://www.charcoscomvida.org/ 11 - Dytiscus marginalis -Rui Ferreira 04-01-2017
  2. Echinodorus major Família: Alismataceae Género: Echinodorus Região: Américas Localização: Norte e América do Sul Sinónimos :Echinodorus martii var. major Micheli Luz: Média/Alta Temperatura: 20ºC a 27ºC PH: 0.0 a 7.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Não mas recomendável Estrutura da planta: Roseta Tamanho: Até 60cm Crescimento: Moderado Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Echinodorus major tem sido geralmente nomeada E. martii há alguns anos, de acordo com Haynes & Holm-Nielsen (1994), E. major é um sinónimo de E. martii. Jozef Somogyi (2006) examinou as difíceis relações entre os nomes E. intermedius, E. martii e E. major e descobriu que E. major é o nome correto para as espécies que aqui apresentamos. Os resultados de Samuli Lehtonen (2008) corroboram esta teoria. No entanto, o nome Echinodorus martii é um sinônimo de E. subalatus, de acordo com Lehtonen. Esta bela Echinodorus existe há muitos anos e ainda é muito popular no nosso passatempo, embora escassa nos dias de hoje na natureza. E. major é originária do leste do Brasil, onde se encontra principalmente submersa em riachos de pouca correnteza. E. major é uma planta de roseta de médio a grande porte que alcança uma altura máxima de 60 cm, com rizoma e folhas verdes, translúcidas, submersas, de forma estreita. A lâmina da folha atinge seu ponto mais largo um pouco acima do meio. A margem ondulada e a parte inferior estreita com uma base redonda ou e entrncada são as suas características mais marcantes. O primeiro par de nervuras longitudinais ramifica fora da nervura central perto do meio da folha. A ponta da folha é obtusa. Quando cultivada em um aquário, esta planta não forma folhas flutuantes ou emersas. E. major é uma planta de médio a grande porte que alcança uma altura máxima de 60 cm, com rizoma e folhas verdes translúcidas. A lâmina da folha atinge seu ponto mais largo um pouco acima do meio. A margem ondulada da folha e a parte inferior estreita com uma base redonda e entroncada são as suas características mais marcantes. A ponta da folha é obtusa. Um substrato rico em nutrientes é vantajoso, bem como, intensidades de luz na ordem dos 0,4 w por litro ou acima. No entanto, se for fornecida com nutrientes suficientes do substrato, esta planta tolera condições de iluminação variadas. A fertilização promove consideravelmente o seu crescimento e pode até mesmo desencadear o desenvolvimento de longos talos verticais não ramificados com flores pequenas em pedúnculos curtos, assim como plantas adventícias em seus verticilos. A planta deve ser fertilizada regularmente com ferro e micronutrientes. Não é necessário adicionar CO2, no entanto, com a sua injecção o seu crescimento aumenta significativamente. A propagação das plantas adventícias sobre os talos de flores é fácil, desenvolvem-se melhor se os talos se mantiverem de baixo de agua. Convém ir retirando as folhas velhas para um crescimento saudável e ir cortando as suas raízes e voltando a plantá-la de novo. Plantas de tons avermelhados como as Rotala macrandra contrastam bem com a E. major. Por outro lado, a sua textura única e o seu verde claro também se adapta a layout's com plantas de tons verdes. Foto: © Vera Basílio dos Santos Referências e fontes: aquaticplantcentral; tivamo; aquaflux Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016©
  3. HELANTHIUM TENELLUM Familia:Alismataceae Género: Helanthium Região: América do norte, central e sul Localização: - Sinônimos: Echinodorus tenellus Luz: Moderada Temperatura: 18ºC a 28ºC PH: 6.5 a 7.2 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Roseta Tamanho: 5 a 10 cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Frente Descrição: Helanthium tenellum , tem uma distribuição muito ampla a partir do norte dos Estados Unidos à América do Sul. Duas variedades bem distintas são conhecidas no comércio. A forma mais comummente vendida tem folhas verdes escuras e estreitas com apenas 1-2 mm de largura. As folhas novas poderão adquirir uma coloração de tom vermelho escuro com boa iluminação e fertilização. Uma variedade muito menos comum tem luz folhas verdes que são muito mais curtas e largas até 4 mm. Na variedade de folhas largas, não há tendência a produzir pigmentação vermelha. H. tenellum espalha-se rapidamente pelo substrato, formando um "relvado" denso com boa luz e mas nas áreas sombreadas mais escasso. Enquanto o crescimento é mais rápido com a fertilização e o CO2, no entanto, esta planta cresce bem com a fertilização em aquários sem CO2. Poda frequente é necessária para mantê-la e invadir todas as partes do aquário. Emersas, a variedade com folhas estreitas produz uma delicada planta, pequena, com flores minúsculas, enquanto que a variedade com folhas mais largas desenvolve flores consideravelmente maiores e mais robustas. Fotos: Versão "Green" Foto de Tozé Nunes Referências e fontes: aquaticplantcentral; tivamo; aquaflux Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  4. HEMIANTHUS CALLITRICHOIDES "CUBA" Familia: Linderniaceae Género: Hemianthus Região: Amrica Central e Sul Localização:Cuba, Hispaniola, Jamaica, Puerto Rico Luz: Alta Temperatura: 18ºC a 28ºC PH: 5.5 a 7.5 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Haste Tamanho: 0.5cm Crescimento: Moderado Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Frente Descrição: Hemianthus callitrichoides , às vezes conhecida como "lágrimas anão ', ou mais vulgarmente como " HC ", foi descoberta por Holger Windelov durante uma expedição a uma pequena zona rochosa a leste de Havana, Cuba e foi descrita na literatura aquarística, em 2003. Desde a sua introdução no hobby, H. callitrichoides tornou-se cada vez mais popular e uma planta de primeiro plano de escolha. H. callitrichoides é geralmente moderada no seu crescimento e desenvolve-se lentamente pelo aquário. Ela requer iluminação abundante, generosos níveis de nutrientes, um substrato de granulação fina e bons níveis de CO2. Com estes aspectos satisfeitos irá crescer e propagar-se pelo substrato criando uma grande quantidade de pearling. Uma boa regra de ouro para esta planta é esta: quanto mais luz e CO2 disponível, mais a planta irá prosperar. A adição de uma fonte de carbono líquido vai resultar em melhorias e num crescimento notável. H. callitrichoides podem ser cultivadas emersas, mas é um pouco propensa a ataque de fungos, se o solo não é completamente saturado com água. A planta florescerá com pequenas flores brancas, se crescer emersa, mas as flores são extremamente pequenas e passam despercebidas. Num aquário plantado, H. callitrichoides às vezes é plantada entre as rochas ou sobre a madeira para dar um aspecto envelhecido. Mais frequentemente, ela é usada como tapete, muitas vezes em combinação com outras plantas de primeiro plano como espécies de Eleocharis. Seu tamanho pequeno a torna especialmente útil para aquários nano. Ao plantar H. callitrichoides , existem duas técnicas principais, a primeira é plantar pequeninas porções no substrato com cerca de um centímetro de intervalo. A segunda é cuidadosamente plantar vários caules individuais com um bom par de pinças. Existe algum debate sobre qual será o melhor método e o mais rápido para o substrato ficar todo preenchido, mas ambos funcionam quando lhes são dadas as condições exigidas. Foto: Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; tivamo; aquaflux Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  5. HYDROCOTYLE VERTICILLATA Familia: Araliaceae Género: Hydrocotyle Região: América Localização: América do sul e do norte Luz: Alta Temperatura: 10ºC a 26ºC PH: 5.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Rizoma Tamanho: 3 a 10cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Frente e médio plano. Descrição: Hydrocotyle verticillata é uma erva daninha comum encontrada em todas as regiões mais quentes das Américas, crescendo em áreas que vão desde solos mal drenados para águas rasas. Ela difere do mais comummente disponíveis H. leucocephala em que as folhas são inteiras (como um guarda-sol em miniatura) e não incisão (corte) na base. Parece haver muitas espécies de H. verticillata, que crescem significativamente mais alto. H. verticillata não é muito difícil de manter no aquário, sendo que o factor mais importante é a iluminação, pois a altura da planta será determinada pela intensidade da iluminação. Quanto mais forte a iluminação, menor será esta planta. Caso contrário, esta planta não é muito exigente quanto a CO2 para se reproduzir. Apesar de um regime equilibrado de nutrientes e injecção de CO2 provocar o se crescimento considerável acaba por ser benéfico para a sua saúde em geral. Esta planta propaga-se pelo substrato através de runner's formando um tapete, pode ser podada pelos mesmos e ser replantada. Logo, este espécie de Hydrocotyle vai começar a desenvolver novos runner's podemos controla-la cortando os segmentos indesejados com uma tesoura. Por causa de seu único, "guarda-chuva" de folhas que parecem cogumelos verdes em miniatura e a sua baixa estatura, H. verticillata acaba por dar um toque charmoso ao plano da frente do seu aquario. Em aquários maiores, ela pode ser usada como a planta de primeiro plano no lugar de mais espécies típicas como Glossostigma elatinoides , Eleocharis spp, e. Riccia fluitans. Foto: Estado emerso © Vera Santos FONTES: aquaticplantcentral; tivamo; aquaflux Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  6. Boas parceiros, amantes da aquariofilia, e curiosos! Apresento-vos o famoso caracol assassino devorador de outros moluscos. Para quem não conhece, sim, este tipo de caracol é mesmo carnívoro. Existe quem acredite que estes caracóis conseguem caçar camarões em mudas de casca, acreditam também que as mais ágeis conseguem caçar camarões em bom estado de saúde, basta serem mais lentos. Este caracol é distinguível pela sua coloração listada de amarelo e preto/vermelho escuro. São seres muito ativos, caminham por todo o aquário, não saem fora de agua como as ampularias. Enterram-se no substrato. Tem uma esperança de vida de dois a três anos, e para a sua longevidade pedem suplemento de cálcio se necessário. Foto: Família: Buccinidae Género: Clea Nome cientifico: Clea helena Origem/Distribuição: Sudeste de Ásia(1) Sociabilidade com moluscos da mesma espécie: Muito boa Sociabilidade com moluscos de espécie diferente(2): Muito má Sociabilidade com peixes: Muito boa. Tamanho adulto: 20mm a 35mm (compreendido entre vinte a trinta e cinco milímetros) Parâmetros da água: -Temperatura: 20ºC - 27ºC / 68Fº - 80°F (compreendido entre os vinte graus celsius e os vinte e sete graus celsius / compreendido entre sessenta e oito graus fahrenheit e oitenta graus fahrenheit) -Ph: 6,0 - 7,0 (compreendido entre seis e sete) -GH: 8 - 18 (compreendido entre oito e dezoito) Dimensões mínimas do aquário: +20 L (mais de vinte litros) Alimentação: Caracóis (ex: panorbis corneus, physas, melanoides tuberculata, ... ), flocos/ pastilhas (ração industrial), comida congelada (ex: miolo de ameijoa, miolo de camarão, tubifex, minhocas, entre outros).. Dimorfismo Sexual: --- Reprodução: Não é difícil. A sua reprodução é sexuada, ou seja, necessitam de ter uma fêmea e um macho para que ocorra a fecundação e sucessivamente a postura dos ovos. Assim que a fêmea é fecundada deverá colocar as cápsulas de ovo em zonas sólidas como rochas, superfícies plásticas, etc... Cada cápsula contém um único ovo amarelo. Os ovos férteis eclodem dentro de poucas semanas. Sugestões: Introduzir no aquário só com o ciclo de azoto completo. Fazer tpa´s todas as semanas de pelo menos 10%. Nota(s): Sudeste de Ásia(1)- Encontra-se pela Malásia, Tailândia e no lago Taboa na Indonésia na ilha de Sumatra. Sociabilidade com moluscos de espécie diferente(2)- Sendo um caracol carnívoro, a melhor opção é não juntar outros moluscos ao aquário Web grafia: Foto retirada de: https://www.google.pt/search?q=anentome+helena&biw=1366&bih=662&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwj0vvL3ztDQAhXJnBoKHXcJCwIQ_AUIBigB#tbm=isch&q=clea+helena&imgrc=lstd_hfQoNt9PM%3A Informação baseada em: http://entre-peces.blogspot.pt/2010/07/ficha-de-invertebrados-anentome-helena.html Informação baseada em: https://en.wikipedia.org/wiki/Clea_helena Informação baseada em: http://acuariofiliamadrid.org/Thread-Ficha-Anentome-Helena-o-Caracol-Asesino 9 - Clea helena -Rui Ferreira 30-11-2016
  7. LIMNOBIUM LAEVIGATUM Família: Hydrocharitaceae Género: Limnobium Região: América Localização: América central e do sul Sinónimos:- Luz: Média Temperatura: 20ºC a 28ºC PH: 5.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Flutuante Tamanho: 1 a 8 cm de largo Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Flutuante Descrição: Limnobium laevigatum , ou Amazon Frogbit, é uma planta flutuante que é uma reminiscência de uma grande lentilha (Lemna minor). Ela pode ser encontrada crescendo selvagem em lagos, lagoas e rios com pouca corrente em toda a América Central e América do Sul. Uma vez que esta espécie é muito mais tolerante (principalmente de temperaturas extremas) do que a padrão (L. spongia). Está integrada no passatempo e é relativamente fácil de encontrar. O hábito de crescimento de L. laevigatum é semelhante ao da maioria das outras plantas flutuantes. As rosetas flutuantes, as extremidades das quais formam plantas jovens. Se for deixada em uma área calma do aquário, um tapete grande desta plantas adulta pode-se desenvolver muito rapidamente, o que por sua vez pode resultar na sombreamento indesejado das plantas que crescem abaixo do nível da água. Sob condições de iluminação forte e fertilização boa, bem como uma elevada humidade um pouco acima da superfície da água, folhas aéreas irão desenvolver-se. A injecção de CO2 é frequentemente útil mas não obrigatória. As flores são raras no aquário mas a sua propagação é relativamente automática. Nenhum esforço especial, além do fornecimento de condições ideais devem de ser tomado por parte do aquariofilista. Muitos sentem que plantas flutuantes não tem uso prático em um layout uma vez que só adiciona sombra e raízes desagradáveis. É, no entanto, possível utilizar estes atributos, de forma bastante eficaz. O elemento de sombreamento em particular, pode ser útil para criar contrastes em diferentes áreas do aquário. As raízes são elegantes, como bem, também podem ser muito decorativas. Nota: É uma planta que gosto de utilizar em biotópos sul americanos, pois por exemplo os ciclídeos anões não gostam de muita luz nos aquários e assim permitimos-lhe alguma serenidade em termos de luz, permitindo também desfrutar melhor das suas cores. Foto de Tozé Nunes FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  8. LOBELIA CARDINALIS Família: Lobeliaceae Género: Lobelia Região: América Localização: América do norte Temperada e sub-tropical Sinónimos: Hemigraphis traian Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Não necessariamente mas aconselhável. Estrutura da planta: Caule Tamanho: 7 a 15cm Crescimento: Lento Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Lobelia cardinalis, também conhecida como "Flor Cardinal ', é nativa do leste e centro dos Estados Unidos onde podem ser encontradas crescendo em solos húmidos ao longo dos riachos, lagoas, e valas. Em seu estado emersas, produz folhas verdes com o verso arroxeado e tem um escarlate atraente, em forma de sino. Quando submersa cresce com uma tonalidade verde brilhante. Muito popularizada pelos holandeses, L. cardinalis é uma planta bastante comum na Europa. L. cardinalis é bastante fácil de crescer. A iluminação deve ser, pelo menos, moderada, embora uma maior iluminação irá resultar num crescimento mais compacto. A injecção de CO2 não é necessária, mas altamente recomendada para o crescimento vigoroso. Fertilização da coluna de água é um grande factor para o crescimento saudável desta planta. Valores superiores de nitrato entre (10-20ppm) e fosfato entre (1-2 ppm), e dosagem de micronutrientes irá resultar num crescimento mais rápido e vigoroso, quanto mais ricas em nutrientes maior número de rebentos laterais. Esta planta de haste invulgar cresce para cima a um ritmo moderado, produzindo rebentos laterais a uma taxa altamente dependente das condições de crescimento. Ela também tende a produzir muitas raízes brancas nos nós, que terão de ser escondida com poda cuidadosa. A poda deve ser feita pela cobertura e replantar os topos. Se for desejada uma via desta planta num layout tipo holandês, os topos deve ser cortados em intervalos progressivamente mais curtos. L. cardinalis tem sido muito utilizadas em aquários do estilo holandês por causa de sua taxa de crescimento moderado e altura regulável. Seu tamanho considerável e a textura da folha única fazem dela uma escolha excelente para o aquariiofilista tentar criar um layout mais formal. Foto: Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  9. Foto no estado emerso. Vera Santos LOBELIA CARDINALIS 'SMALL FORM' Família: Lobeliaceae Género: Lobelia Região: - Localização: - Sinónimos:- Luz: Alta Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Caule Tamanho: 10 a 15 cm Crescimento: Lento Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Médio plano Descrição: Lobelia cardinalis 'Small Form' é uma planta de tapete altamente desejável derivado a ser maior, que a original L. cardinalis. Eles podem ser diferenciadas pelas folhas mais redondas mais pequenas que as segundas. Esta planta é relativamente comum nos Estados Unidos e já tomou o seu lugar na Europa. L. cardinalis "Small Form" é de poucas exigências, necessita grandes quantidades de iluminação directa (2 watts por 4l ou mais). No entanto, para obter um óptimo crescimento tanto em tamanho, coloração e taxa de crescimento, a injecção de CO2 é necessária, bem como uma boa fertilização na coluna de água rica em macro e micronutrientes (10-20ppm NO3, PO4 1-2 ppm). Com as condições acabadas de referir, esta planta vai tornar-se espessa e luxuriante, concentrando-se mais no seu crescimento e no aparecimento de novos rebentos. Podem ser cortadas com uma tesoura e replantadas. As raízes internodais, sob estas condições, vai ser escondidas por rebentos laterais numerosos e folhagem densa. Sob iluminação mais fraca e sem as condições ideais, a planta vai se tornar frágil e menos atraente, produzindo brotos colaterais e, portanto, não é tão fácil para se propagar. A aparência única e hábito de crescimento desta planta pequena fazem dela uma escolha excelente para o médio plano de aquários que vão do pequeno ao grande. Em aquários grandes, esta planta pode ser usada até mesmo como um primeiro plano de baixa manutenção. Ela é frequentemente usada no estilo aquário holandês para formar diagonais, vais amplas que acrescentam movimento para agrupamentos de plantas de outra forma estática. Porque ela é lenta para ganhar altura vertical, é altamente indicada para os amadores que tentam cortar manutenção em seus layout's. FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  10. LUDWIGIA PALUSTRIS Família: Onagraceae Género: Ludwigia Região: Cosmopolita Localização: Américas, norte de áfrica, ásia e europa. Sinónimos: - Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Não mas recomendável Estrutura da planta: Caule Tamanho: 20 a 80cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Ludwigia palustris , como o próprio nome indica, pode ser encontrada principalmente em ambientes palustres (pantanosos) em todo o mundo (excluindo Austrália). Esta espécie extremamente variável pode ser encontrada crescendo rasteira e submersa em águas rasas e outros tipos de águas estagnadas e / ou de pouca correnteza. Tem sido regularmente disponível há muitos anos, às vezes como 'Red Ludwigia "e, às vezes erroneamente como L. mullertii (um nome sob o qual a venerável L. repens também foi cultivada). No entanto, nos últimos anos, tornou-se cada vez mais comum (e agora é a regra mais do que a excepção) . Uma variedade de espécie que permanece sempre verde é vendida pela Dennerle alemã - planta de viveiro. O elemento principal necessário para encorajar o crescimento satisfatório de L. palustris no aquário é luz suficiente. Embora a iluminação moderada seja tolerada, resultados adicionais de iluminação resultam numa melhor coloração. Fertilizantes macronutrientes, particularmente nitrato e fosfato, são muito apreciados por esta espécie não obstante o facto de que ela crescer sem eles. Micronutrientes e CO2 também não são necessários, mas sua inclusão irá melhorar tanto a cor como crescimento. Além disso, ao contrário de muitas plantas nativas de áreas temperadas, L. palustris é bastante adaptável a diferentes temperaturas e não tem nenhuma dificuldade crescente na água morna. Debaixo de luz forte, os caules desta espécie tendem a crescer em ângulo, especialmente se o substrato é rico. No exterior de cultivo em tanques, L. palustris irá produzir flores com quatro sépalas verdes (sem pétalas) e quatro estames amarelos. A flor desta espécie é frequentemente a característica que mais facilmente a diferencia de outras espécies no mesmo género, embora mesmo isso às vezes possa ser problemático, pois é possível que L. palustris x L. repens possam produzir a mesma flor. Apesar disso, L. palustris pode por vezes ser diferenciada da L. repens e L. palustris x L. repens com base nos seus pecíolos comparativamente mais longos (a secção fina de ligação da folha ao caule). Além disso, plantas com bordas de folhas avermelhadas, caules e / ou veias centrais são geralmente L. palustris , embora algumas variedades de L. repens tenham demonstrado ter características semelhantes. O método de poda no topo de uma haste e replantar a parte cortada é uma boa maneira de propagar a espécie, uma vez que vários novos brotos em breve se irão desenvolver nos nós da secção deixada no substrato. Embora o uso desta espécie no aquascaping dependa em grande parte da cor, a cor avermelhada (que é de longe o mais comum) é a mais decorativa. Dito isto, os brotos dessa espécie formam um atraente excelente foco se plantada em um grupo ou em camadas na zona média do aquário, onde será melhor contrastar com tons claros e escuros de verde e junto de plantas com folhas finas. Foto: Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  11. MARSILEA SPP. Família: Marsileaceae Género: Marsilea Região: Cosmopolita Localização: Cosmopolita Sinónimos: - Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Caule Tamanho: - cm Crescimento: Moderado Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Médio plano e tapete. Descrição: As várias espécies de Marsilea , colectivamente, tornaram-se das plantas mais populares no hobby. A sua facilidade de crescimento e propagação estável torna-as mais populares do que os da mesma forma de folhas elatinoides Glossostigma. Tecnicamente samambaias, há mais de quarenta espécies identificadas, e sua distribuição é cosmopolita, com espécies encontradas na Europa, Ásia, África, América do Norte e Austrália. Várias estão disponíveis no hobby. No entanto, a diferenciação entre eles é problemática, sem ter as estruturas sexuais reprodutivas, chamados esporocarpos, que são formados nas condições de emersas apenas. Os padrões de crescimento e aparência das espécies amplamente distribuídas em aquários são semelhantes o suficiente para que a determinação da espécie exacta o que muitas vezes não é de grande importância. Espécies comummente observadas incluem M. crenata , M. hirsuta , M. quadrifolia , M. mutica e M. minuta . Menos comuns são M. drummondii e M. angustifolia . As mais fáceis de diferenciar entre as espécies deste grupo é M. minuta. Com nutrientes adequados e luz elevada, as suas folhas serão menores do que as das outras espécies disponíveis. No entanto, sob condições mais modestas, a sua aparência pode ser semelhante à do resto. As variadas espécies de Marsilea são relativamente pouco exigentes e podem ser plantadas com iluminação moderada e um regime regular de fertilização. A iluminação forte e injecção de dióxido de carbono melhora a taxa de crescimento e promove um crescimento mais compacto. O crescimento desta espécie emersa é possível em solo muito húmido, enraizadas ou flutuantes em águas de pouca profundidade, como por exemplo as lagoas. Em ambas as situações, estas plantas crescem com [/background]folhas de quatro lóbulos semelhantes às de trevos de quatro folhas. Os vários espécies de Marsilea são plantadas no substrato, com intervalos regulares entre si. A propagação é simples, como rizomas e folhas novas se formam a partir das secções plantadas. Precisam muitas vezes de um período de adaptação, mas uma vez que as plantas se adaptam, o crescimento é constante. Todas as folhas em plantas que cresceram completamente imersas ou flutuantes devem ser removidas; folhas novas da última fornada após o plantio devem ser cortadas. Este grupo de plantas tornou-se muito popular como planta de primeiro plano em vários tipos de aquascaping. As áreas sombreadas ou iluminação inadequada promovem o crescimento das folhas mais altas e dois, três ou quatro lóbulos. Estas podem ser facilmente cortadas, ao critério do aquascaper. A manutenção envolve o desbaste do tapete de forma a não se tornar muito grosso. Isto pode ser conseguido cuidadosamente, puxando para cima grupos de runners e de corte. Alternativamente, as secções completas podem ser removidas e, então, replantadas. Criando uma encosta com o substrato antes do plantio proporciona maior sensação de profundidade, quando se utilizam as várias espécies de Marsilea. Dada a sua popularidade actual, as várias espécies Marsilea podem ser facilmente obtidas a partir de outros amadores, viveiros e lojistas. Fotos cedidas em exclusivo para esta ficha pelo membro Tozé Nunes, reservados os direitos de autor. Com os meus agradecimentos e desta comunidade. FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  12. MICROSORUM PTEROPUS Família: Polypodiaceae Género: Microsorum Região: Ásia Localização: Sudeste asiático Sinónimos:- Dificuldade: Fácil Luz: Pouca Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Rizoma Tamanho: 15 a 30cm Crescimento: Lento Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano ou atada a hardscape. Descrição: Microsorum pteropus , largamente conhecida como Fetos de Java, pode ser encontrada em diversos locais da Ásia. Esta planta universal está disponível para venda em todos os estabelecimentos da área, embora os plantios de M. pteropus 'Tropica' e M. pteropus 'Windelov' (assim chamado pela planta aquática berçário Tropica e seu dono) sejam menos frequentes. M. pteropus é uma das mais fáceis de plantar, e como tal, é um ponto de partida indispensável para o principiante de plantas aquáticas. Esta facilidade de manutenção combinada com a sua capacidade de enraizar nas rochas e outras superfícies que são normalmente indisponíveis para o plantio garantiram a longevidade desta espécie no hobby. Como as plantas do gênero Anubias , M. pteropus apresenta um rizoma a partir da qual ambas as folhas e raízes desenvolvem. Esta pode ser ancorada a uma pedra ou um pedaço de madeira flutuante usando linha de pesca e outros materiais; depois de alguns meses as raízes vão agarrar-se e os meios de ligação podem ser removidos. Se o aquariofilista deseja plantar esta planta no substrato, deve ter o cuidado de enterrar somente as raízes e não o rizoma. Embora a fertilização e o CO2 não sejam necessários, uma boa circulação é essencial para um bom crescimento. Plantadas emersas dentro de um paludarium ou terrário é fácil, enquanto a superfície de plantação ou substrato é mantido bastante húmido. A propagação de M. pteropus é meramente uma questão de qualquer divisão do rizoma com uma faca e recolocar ou replantar a peça cortada, ou remover as plantas adventícias que, periodicamente, formam sobre as folhas e prender. Um lugar favorito para esta espécie será em um pedaço de madeira na área de meio ou de trás do aquário. Outra prática comum é o plantio de um fundo cortiça com esta espécie, sempre que se revelar um excelente cenário para outras espécies que crescem no substrato. Foto: Foto de Tozé Nunes FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  13. MONOSOLENIUM TENERUM Família: Monoseleniaceae Género: Monosolenium Região: Ásia Localização: Ásia Sinónimos: Pellia endiviifolia (erroneous) Luz: Pouca Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Não Estrutura da planta: Caule Tamanho: Infinito Crescimento: Moderado Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Primeiro e médio plano, atada ao hardscape Descrição: Monosolenium tenerum hepática é uma rara planta nativa da Ásia. Foi introduzida no hobby pela Tropica como Pellia endiviafolia em 2002 e imediatamente se tornou bastante popular. Só mais tarde foi descoberto que a planta é de fato M. tenerum. M. tenerum poderia ser descrita como uma versão maior e mais escura, da Riccia fluitans . Esta planta não é de crescimento difícil e dá-se bem desde que os parâmetros sejam adequados. No entanto, ela vai crescer muito mais robusta e mais atraente em aquários com instalações de luz generosa e dióxido de carbono. Ela não tem sensibilidades aparentes, mas não tende a crescer melhor com temperaturas moderadas e um nível generoso de fosfato. M. tenerum pode propagar-se sem quaisquer problemas através das podas. Infelizmente, M. tenerum não se apega a qualquer substrato particularmente bem. Enquanto ela pode simplesmente ser solta no aquário (onde se pode tornar uma das maiores pragas), é muito melhor contê-la da mesma forma que a Riccia. Uma boa maneira de fazer isso é empilhar alguma sobre uma pedra plana e embrulhá-la nela com linha de pesca fina. O produto final pode não parecer bom no início, mas em breve transforma-se num arbusto atraente e uniforme que pode ser facilmente cortado. Recomenda-se que isso seja feito fora do aquário, se possível. Porque M. tenerum é um esconderijo popular para camarões, certifique-se de examinar a moita antes de passar para outro aquário por exemplo. M. tenerum é relativamente versátil e pode ser utilizada para os planos médios e frontais. Com a sua coloração verde proporciona um grande contraste com plantas de verdes mais claros, como primeiro plano elatinoides Glossostigma e parvulus Eleocharis. Ficam bem intercaladas entre as plantas, tais como arbustos de dimensão variável. Foto: Foto de Tozé Nunes FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  14. MYRIOPHYLLUM MATTOGROSSENSE Família: Haloragaceae Género: Myriophyllum Região: América central e sul Localização: América central e sul Sinónimos: - Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Não Estrutura da planta: Caule Tamanho: 30 a 60cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Myriophyllum mattogrossense vem das regiões húmidas da América do Sul. Esta espécie já foi confundida com a tuberculatum Myriophyllum, mas à última foi dado o nome de espécie própria. Esta planta é bastante recente no comércio, devido à sua beleza e facilidade de crescimento, está rapidamente a ganhar popularidade no hobby e em particular nos aquários plantados. A iluminação deve ser, pelo menos, moderada (2 + watts por 4l de energia com lâmpadas compactas como uma regra de ouro de tamanho moderado para aquários plantados), mas a iluminação mais intensa leva a folhas maiores e pearling mais intenso. Esta planta de caule é uma excelente candidata para aquários que não necessitam de CO2, moderadamente iluminada, ela ainda vai crescer saudável. Claro que, a adição estável de ​​CO2 promove o crescimento mais rápido. Não é muito exigente quanto a níveis NO3 e PO4, mas enquanto os valores de NO3 forem de 10 ppm ou mais e o maior valor de PO4 for entre 1,5-2 ppm vai provocar caules mais robustos, no entanto, se ela fica pálida ou branca, esta planta não está a receber quantidade suficiente de ferro e micronutrientes. Devido à sua taxa de crescimento rápida, M. mattogrossense, exigirá poda frequente. A poda pode ser feita no topo da planta e replantar os topos deixando as partes enraizadas no lugar. A propagação é simples, pois esta planta produz uma profusão de rebentos laterais que podem ser cortados e plantados no substrato. Esta planta, talvez inadvertidamente, é pouco utilizada nos aquários nature ou layouts estilo holandês. Esta planta farfalhuda e verde, torna-se atraente no plano de fundo de um aquário. Assim, M. mattogrossense é uma excelente escolha para os iniciantes no hobby, derivado ao seu rápido crescimento. Foto: Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  15. PHYLLANTHUS FLUITANS Familia: Euphorbiaceae Género: Phyllanthus Região: América central e do sul Localização: Bacia do Amazonas Sinônimos: Hemigraphis traian Dificuldade: Fácil Luz: Alta Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Flutuante Tamanho: 2cm de largura Crescimento: Rápido Emersas: Não Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Flutuante Descrição: Phyllanthus fluitans é originária da Bacia do Rio Amazonas. Apesar de vir de uma família dominada por plantas do deserto, esta planta adaptou-se como planta flutuante num ambiente muito húmido. Esta espécie é comum no comércio devido ao seu rápido crescimento quando as condições são boas. P. fluitans não é de crescimento muito difícil quando tem luz e nutrientes suficientes. A iluminação deve ser intensa (cerca de 3 watts por 4l) e o CO2 é desnecessário. O nitrato e o fosfato deve ser mantido acima de zero (10 ppm ou mais, e 1 ppm ou mais, respectivamente)- Esta planta, como a maioria das plantas flutuantes, prefere condições ricas. Ferro pesado e dosagem de micronutrientes é essencial para a saúde desta planta. Se a quantidade de ferro não for suficiente, esta planta não conseguirá prosperar. Quando as condições são boas, esta planta flutuante vai produzir folhas levemente avermelhadas com pequenas flores brancas e é de propagação fácil. Esta pequena planta flutuante é muito fácil de podar, como você simplesmente tem que retirar qualquer excesso da superfície da água. P. fluitans é mais adequado em aquários maiores onde sua bela folhagem e flores pequenas podem ser mais apreciados. O peludo, sistema radicular vermelho pode adicionar um toque de cor para a superfície da água do aquário. Foto de Tozé Nunes FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  16. POGOSTEMON ERECTUS Familia: Lamiaceae Género: Pogostemon Região: Asia Localização: Sudoeste da india Sinónimos: Rotala verticillaris (erroneous) Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Caule Tamanho: 15/30cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Originalmente recolhidas para o hobby do estado ocidental indiano de Maharashtra e apresentada como Rotala verticillaris da família Lythraceae, erectus Pogostemon encontrou um lugar em muitos aquários ao longo dos últimos anos. É superficialmente semelhante á Rotala Verticillaris e a alguns tipos de Rotala mexicana , mas pode ser caracterizada como uma planta submersa, em parte pelo seu padrão de crescimento vertical e tamanho um pouco maior. Emersas, as diferenças são muito mais evidentes: enquanto que R. verticillaris e R. mexicana são bastante discretas, flores sésseis, P. erectus tem picos de terminais muito evidentes e decorativos de flores roxas. Além disso, no seu estado emerso P. erectus possui folhas com aspecto de agulhas de pinheiro e cabelos óbvios sobre os filamentos no estame de suas flores. Não para os chamados aquários Low-Teck, Pogostemon erectus é no entanto relativamente pouco exigente, desde que seja dada luz abundante e dióxido de carbono. Ocasionalmente esta planta cresce em condições de água salobra no meio natural e podem, portanto, ser mais adaptáveis se tiverem sido encontradas neste estado. Variação da espessura da folha e textura podem resultar de diferenças relativamente pequenas em condições como uma planta de paisagismo, ela é melhor utilizada em segundo plano, mas num aquário mais alto, cresce a uma taxa moderadamente rápida, mas ainda controlável. As suas folhas finas de luz verde é particularmente estranha ao lado de plantas vermelhas ou de cor magenta como Praetermissum Polygonum . Muitos rebentos laterais serão formadas após o seu corte, tornando-a mais densa. Foto: Estado emerso. Vera Santos FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  17. RANUNCULUS INUNDATUS Família: Ranunculaceae Género: Ranunculus Região: Austrália Localização: Sudeste australiano Sinónimos: - Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Rizoma Tamanho: 5 a 15cm Crescimento: Rápida Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Meio ou primeiro plano Descrição: Ranunculus inundatus é uma planta nativa do sudeste da Austrália. Ranunculus espécies, ou buttercups, são comuns em áreas húmidas em todo o mundo (incluindo América do Norte), mas R. inundatus é um dos poucos que cresce relativamente submersa. Foi introduzida no hobby como R. papulentus , que já foi demonstrada ser uma outra espécie mas as duas muito semelhantes. Embora ela cresça sem dificuldade em aquários, ainda é mais facilmente obtida através de outros hobbyists . Para ter um crescimento salutar, R. inundatus requer uma boa dose de luz. Tal como acontece com muitas plantas que necessitam de luz, os níveis de dióxido de carbono em cerca de 30ppm e a boa fertilização são bastante recomendáveis. Fora isso, esta espécie apresenta-se ao aquariofilista como uma boa escolha e sem problemas de maior. A R. inundatus leva o seu tempo de adaptação, mas posteriormente tem um crescimento rápido na maioria dos casos. Em seguida, ela produz uma profusão de brotos laterais de baixo crescimento que em breve irão preencher o aquário todo se não forem mantidas sob controle. Esta espécie, sem dúvida fica melhor quando não completamente preenchida, com o crescimento denso disfarça a forma de folha que a distingue. R. inundatus é uma planta de primeiro/médio plano dando graça ao layout de um aquário. Foto de Tozé Nunes FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  18. RICCIA FLUITANS Família: Ricciaceae Género: Riccia Região: Cosmopolita Localização: Cosmopolita Sinónimos: - Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Flutuante Tamanho: Infinito Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Plantada em hardscape Descrição: Riccia fluitans , ou crystalwort, é um bladderwort flutuante que pode ser encontrada em todo o mundo. Primeiro catalogada por Linnaeus em 1753, a Riccia não se tornou popular como uma planta do aquário até que Takashi Amano começou a usá-la como uma epífita amarrada a troncos ou pedras. A Riccia rapidamente se tornou uma planta de sucesso e está disponível através de todos os viveiros de plantas. Existem pelo menos quatro variedades de Riccia fluitans - Japão, Europa, Tailândia e Cingapura, mas apenas a variedade japonesa é adequada ao crescimento submerso. Riccia fluitans é realmente uma planta muito fácil de plantar, formando um tapete muito bonito e propagando-se pela superfície do substrato de um aquário. Este facto deve-se á sua capacidade de tolerar uma grande variedade de parâmetros e águas. Como uma planta "flutuante", a iluminação moderada é suficiente para um bom crescimento e a injecção de CO2 é desnecessária. Seus requisitos para a luz (3 + wpg) e CO2 (30 ppm) são altos quando agarradas a objectos no aquário. Ele também aprecia uma fertilização rica através da coluna de água, incluindo nitrato, fosfato, potássio e ferro. Quando plantada no substrato, esta planta vai-se expandir rapidamente em tamanho como uma massa amorfa. Neste estado, a poda da Riccia é muito simples basta remover as quantidades indesejáveis no seu aquário. No entanto, o uso mais popular desta planta é que cresça ligada a pedras ou troncos. Para o fazer, basta utilizar uma rede de cabelo e espalhá-la sob ele. Depois, pegue na rede de cabelo cheia e enrole em um pedaço de madeira ou pedra. Alternativamente, a Riccia pode também ser utilizada como um tapete tendo de ser podada com frequência. Como Takashi Amano mostrou, a Riccia tem grande potencial no aquapaisagismo. Foto: (in Vitro) Vera Santos FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  19. ROTALA MACRANDRA Familia: Lythraceae Género: Rotala Região: Ásia Localização: India Sinônimos: - Luz: Alta Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Estrutura da planta: Caule Tamanho: 20/30cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Moderada Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Rotala macrandra é uma planta muito popular mas exigente. Esta planta vem da Índia, onde pode ser encontrada crescendo perto da costa em solos pantanosos. O seu crescimento de forma submersa resulta num vermelho brilhante, enquanto que o seu crescimento emerso é prostrado e principalmente verde. Embora seja uma planta difícil de adaptar e crescer, está bem estabelecida no nosso passatempo. R. macrandra é uma planta excelente como indicador da maturidade de um plantado, devido à sua sensibilidade a más condições de água onde o seu crescimento é débil. Em águas de parâmetros adequados o seu crescimento é visível e normalmente rápido. A iluminação deve ser forte (pelo menos 2 watts por galão de energia com lâmpadas compactas para um aquário de 40-60 litros). Quando a iluminação é fraca, as hastes mais baixas da planta, acabam por se deteriorar. A adição de CO 2 , embora não totalmente necessária, é altamente recomendada para que ela possa atingir seu pleno potencial. Os níveis de NO 3 e PO4 desempenham um papel importante no crescimento desta planta. Altos valores de NO 3 níveis (10 ppm ou mais), juntamente com baixos PO4 níveis (menos de 0,5 ppm) de chumbo provocam bom crescimento e evidenciam os tons laranjas nas suas folhas. Baixos níveis de NO 3 (10 ppm ou menos), juntamente com valores altos de PO4 (1,5 a 2 ppm) podem levar ao seu crescimento compacto e evidenciar os vermelhos. A dosagem de ferro pesado e de micronutrientes é necessária. Se a planta apresentar tons de vermelho pálido ou marcas brancas, então não está a receber a quantidade suficiente de ferro. R. macrandra deve ser podada, removendo as raízes e replantar os topos das mesmas. Hastes individuais devem ser espaçadas suficientemente longe de modo a que a luz pode alcançar as folhas inferiores. À medida que cresce, irá preencher os espaços com uma profusão de rebentos laterais. Para propagar, simplesmente cortar fora um dos rebentos laterais e replantar no substrato, permitindo que a planta cresça e se propague ao longo da superfície incentivando em cada tronco e aparecimento de brotos laterais em cada entre nó. Esta Rotala é popular nos plantados de estilo holandês e layouts estilo Nature Aquarium. Densos, brilhantes cachos vermelhos são grandes como toques de vermelho ou pontos focais em um layout. Esta planta adiciona um brilho especial a um aquário. Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  20. ROTALA ROTUNDIFOLIA Família: Lythraceae Género: Rotala Região: Ásia Localização: Sudeste asiático Sinónimos: Rotala indica (erroneous) Luz: Média Temperatura: 22ºC a 28ºC PH: 6.0 a 8.0 Substrato Fértil: Não CO2: Não Estrutura da planta: Caule Tamanho: 20/80cm Crescimento: Rápido Emersas: Sim Dificuldade: Fácil Localização no aquário: Fundo e médio plano Descrição: Rotala Rotundifolia é uma planta de aquário clássica embora as suas origens estejam no sudeste da Ásia, onde cresce como uma erva daninha em plantações de arroz e solos húmidos. Esta planta pode ser diferenciada embora relacionada com a R. indica pelas diferenças de inflorescências das duas espécies. R. rotundifolia tem grupos de inflorescência terminal, enquanto R. indica tem flores solitárias no eixo das folhas. R. rotundifolia é agora uma das plantas de aquário mais comummente disponíveis através de vendedores on-line, bem como muitas lojas de peixes locais, embora ainda seja frequentemente vendida erradamente como R. indica . R. rotundifolia é uma planta de fácil crescimento no aquário. Enquanto isso vai crescer a média luz, esta planta realmente precisa de luz alta para mostrar suas verdadeiras cores. Para incentivar a coloração vermelha, R. rotundifolia deve ser mantido bem iluminada (2,5 watts por litro ou mais) sem sombreamento. Os níveis de nitrato magras (~ 5 ppm), níveis elevados de fosfato (~ 1,5-2 ppm) e ferro pesado / dosagem micronutrientes irá ajudar a intensificar as cores desta planta. Variando estas condições, é capaz de transformar vários tons de rosa em tons de amarelo. Para propagar, simplesmente basta cortar fora uma haste saudável e replantar no substrato. A poda também pode ser feito por descartando as partes enraizadas e plantando as porções superiores no substrato. Se for permitido que crescem na superfície, a planta também irá produzir rebentos laterais muitos a partir de cada nó ao longo da haste. Em aquapaisagismo, esta planta versátil pode ser utilizada nas posições midground e de fundo, como um ponto focal ou sotaque avermelhado. É comummente utilizada tanto em estilo Nature Aquarium e layouts estilo holandês. Foto de Pedro Rosa FONTES: aquaticplantcentral; TIVAMO; AQUAFLUX Adaptado, traduzido e actualizado por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 ©
  21. Partilho aqui dois artigos sobre planárias, de dois autores que merecem a minha confiança, e que conheço virtualmente de outras andanças. Um deles é membro aqui do nosso fórum, o Hugo Feio. Planaria (2).mp4 Pequeno video cedido por Carole Harrison Planárias - A Ameaça Silenciosa Artigo Original por Chantal Quando eu decidi ter camarões red crystal pesquisei sobre as melhores condições da água, alimentação, plantas, companheiros de aquário e tudo o que achava necessário para a criação dessas simpáticas criaturas. Comprei 10 exemplares para deixar no meu nano aquário e logo me fascinei mais ainda por seu comportamento e beleza. Demorou algum tempo para que eu conseguisse ter uma fêmea ovada, acompanhava ansiosamente a incubação dos ovos para ter os meus primeiros redzinhos. Tinha outras criaturas no nano plantado, como caramujos Physa sp., que eu considero úteis por comerem algas, assim como os Planorbis sp. Também tinha alguns exemplares de Neocaridina denticulata sinensis e pequenas planárias, que eu nunca tive em nenhum outro aquário. Daquelas que a gente vê nas aulas de biologia, com os simpáticos "olhinhos". Ficava interessada observando os adultos e filhotes passeando pelo aquário, aparentemente inofensivos. Ao comentar por msn sobre esses habitantes do aquário me alertaram que as planárias comem camarões! Mas como? Não tinha acreditado muito, pois até agora os camarões estavam bem, a primeira fêmea ovada, tudo normal. Perdi um camarão ou outro e notava planárias se alimentado dos corpos, ou se alimentado de caramujos mortos, mas qualquer animal detritívoro se aproveita de animais mortos, pensei. Culpei minha própria falta de experiência com camarões. Pouco tempo depois tive um desastre generalizado no aquário, logo quando tinha visto a fêmea ovada liberando os primeiros filhotinhos, perdi todos os camarões. Desisti da criação por enquanto, mas novamente surgiu o assunto planárias X camarões. Notei que na remontagem desse aquário, agora sem camarões, não tenho nenhuma planária. Nem em qualquer outro aquário. Resolvi pesquisar a fundo e tive a confirmação: Planárias produzem um muco com toxinas, que mata os camarões! Elas "atacam" os pobres coitados, e esperam a toxina fazer efeito, em especial camarões adoentados, fêmas ovadas e filhotes. Ou seja, camarões que ficam mais vulneráveis, parados e escondidos Quando a toxina faz efeito e o camarão morre, lá estão elas se banqueteando com o corpo! Planárias São vermes Platyhelminthes da classe Turbellaria, existem em ambientes terrestres e aquáticos marinhos ou dulcícolas. A maioria das espécies atingem poucos milímetros ou centímetros enquanto outras podem chegar a 60cm. Reproduzem-se por bipartição ou fecundação cruzada, são hermafroditas e os ovos são resistentes a frio, calor e seca. O hábito alimentar de grande parte das espécies é carnívoro ou necrófago. Os "olhinhos" são chamados e ocelos e tem percepção de luz, sendo muito mais rudimentares que olhos. Embora não sejam nem um pouco bem vindas em nossos aquários, são usadas em muitos estudos científicos por causa da sua incrível capacidade de regeneração. Justamente por causa dessa capacidade regenerativa nunca, mas jamais mesmo, corte ou esmague uma planária achando que vai se livrar dela. Elas tem uma capacidade incrível de formar outra planária a partir de um corte, o que era um problema vai virar vários. Uma pesquisa de Tim Henshaw do Bolton Museum (Lancashire, U.K.) indica que planárias produzem uma toxina especialmente tóxica para camarões. Elas também podem entrar nas guelras de peixes, causando irritação. Uma planária sozinha não consegue capturar um camarão adulto saudável, mas em grande número podem adquirir uma espécie de estratégia de grupo, juntando-se em um "novelo" e atacando juntas para acumular uma grande quantidade de muco e aumentar as chances de sucesso. Nem todas as espécies de planárias dulcícolas são nocivas a camarões, peixes e caramujos, mas fique de olho nesta: Seqüência de planária atacando caramujo Physa sp. Métodos de Combate pH Planárias não toleram pH abaixo de 4.0, limpar equipamentos e vidros com uma solução ácida matará os adultos. Ovos são resistentes a este método. Calor Planárias são especialmente sensíveis a altas temperaturas, tirar a fauna e elevar a temperatura do aquário por 35º durante 24 horas pode resolver o problema. Para filtros e demais equipamentos colocar em água quente (quando possível) e esfregar bem com escovas. Os ovos são resistentes a água morna, sempre que possível usar água fervente em equipamentos. Químicos Vermífugos veterinários e para uso humano se mostraram eficientes em eliminar planárias sem afetar os outros animais do aquário, mas todo tratamento deve ser feito com cuidado pois as doses são muito pequenas e qualquer erro pode levar a um desastre. É importante ressaltar que no caso de apresentações em comprimido em que a dose precise ser fracionada é mais seguro esmagá-lo e dissolvê-lo para depois fracionar. Pois o princípio ativo pode não estar distribuído e corre-se o risco de usar uma fração sem princípio ativo nenhum. Em todos os tratamentos convém dosar novamente depois de alguns dias, pois os ovos são resistentes. O vermífugo menbendazol para uso humano em comprimidos de 100mg pode ser usado, sendo que a dose efetiva foi de 1 mg por litro. A dose deve ser repetida a cada 12 horas por 3 dias e esta concentração não afetou os camarões. O princípio ativo flubendazol é eficiente, a apresentação adequada a ser usada em aquários é em pó, aplica-se 0.2 grama por 100 litros de água. Outro remédio utilizável é o fenbendazole, de nome comercial Panacur ®, vermífugo para cães. Segundo a experiência descrita em uma das minhas fontes, uma dosagem de 0,6ppm é eficiente contra hidras e planárias, sem afetar outros animais ou o filtro biológico. Para atingir essa dosagem usa-se aproximadamente 0.1 grama para 40 litros. O efeito é rápido, bastando uma aplicação para matar os adultos. Predadores Poucos peixes vão comer as planárias, seu muco tóxico não as torna muito atrativas. Os que irão comê-las, comerão também os filhotes de camarão. Convém deixar os peixes sem ração para incentivá-los a caçar. Os animais que se alimentam de planárias são: Pomacea sp. (Ampulárias) - opção mais segura com camarões Trichopsis pumila Macropodus sp. (Peixe paraíso) Betta sp. Pelvicachromis sp. (Kribensis) Farlowella sp. (Peixe-galho) Rineloricaria sp. Remoção manual com armadilha Planárias são facilmente atraídas com alimento, por isso pode-se construir uma pequena armadilha para capturá-las. A idéia é pegar um pote com tampa. Fazer um furo e colocar uma espécie de funil, para que seja fácil entrar mas não seja fácil sair. Colocar algum alimento atrativo dentro, como ração, pedaço de carne. Deixar a armadilha no aquário com a luz apagada (planárias são noturnas) por no máximo uma hora para evitar decomposição. A armadilha está explicada neste site, junto com outros métodos que usei para complementar o artigo, mas está em alemão. As fotos ajudam muito: http://www.wirbellose.de/planarien/ Método Drástico Quando nenhum método funciona, o jeito é usar uma combinação de todos, desmontando o aquário. Ferver e tratar o substrato, decorações, pedras, equipamentos, vidros. Escovando tudo muito bem para que não sobre nenhum ovo. Como regra para todas as pragas e moléstias, o melhor remédio é a prevenção, esterilizar plantas, equipamentos e decorações antes de introduzi-las no aquário. Espero que o artigo tenha sido útil, mantenham as planárias longe do seus camarões! Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plan%C3%A1ria http://www.fshfanatic.com/?p=134 http://www.wirbellose.de/planarien/ http://www.aquarticles.com/articles/management/Ali_Planaria_Worms.html Informações cedidas por José Bentes, Minoru Nagayama e Gustavo Naame. Artigo Original Chantal http://www.sekaiscaping.com.br/2009/06/planarias-ameaca-silenciosa.html#more ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Planárias Artigo original por Hugo Feio O que são e como são ? As planárias são seres primitivos, vermes, fazem parte da Classe Turbellaria, e do grupo dos Platelmintes, são seres bastantes simples, parasitas. Têm o corpo achatado, semelhante a uma folha alongada. Possuem um par de ocelos, que lhes permitem medir a luminosidade do local onde se encontram, têm também um par de receptores, sensores para a corrente da água, possuem também mecanoceptores que lhes permite sentir estímulos mecânicos como o tacto. E ainda, por fim, têm também quimioceptores que lhes permite sentir estímulos químicos como o olfacto. As planárias, parasitam tanto vertebrados como invertebrados, alimentando-se de moluscos, de outros vermes e de cadáveres de outros animais de maior dimensão. Este ser, movimenta-se através de minúsculos cílios no ventre que auxiliam a sua locomoção. Estes seres curiosos, possuem também um sistema digestivo incompleto constituído por boca, faringe e intestino, não possuindo anûs, excretando a matéria orgânica, não digerida, pela boca. Como se reproduzem ? As planárias quando em adultas, são hermafroditas, sendo que têm tanto órgão reprodutivo masculino, como feminino, e podendo-se reproduzir tanto de forma sexuada(copulação), como assexuada(bipartição). Reprodução sexuada (copulação) Na reprodução sexuada intervêm 2 indivíduos de sexos diferentes onde ocorre a união das células reprodutoras masculinas e femininas, ao seja, o óvulo, é depositado por um indivíduo, algures no aquário, sendo posteriormente fecundado por outro. Reprodução assexuada (bipartição) Na reprodução assexuada apenas intervêm 1 indivíduo, não existindo união de células reprodutoras. Os novos seres são idênticos ao indivíduo original, e são designados de clones. A bipartição, pode-se dar espontaneamente, ou por acidente. Como surgem nos nossos aquários? Sendo parasitas, podem surgir através de novas adições ao aquário, tais como peixes e invertebrados infectados, plantas, inertes, etc. Devido ao seu reduzido tamanho torna-se difícil a sua eliminação manualmente antes da colocação de novos vivos ou inertes no aquário. Muitas vezes o facto de as planárias serem pequenas e se esconderem por vezes debaixo do areão, permanecendo indetectáveis durante algum tempo, pode levar á especulação de que não existem planárias no aquário, ou que a praga foi extinta. São prejudiciais aos meus Peixes e Invertebrados? Tendo em conta que se tratam de parasitas, podem tornar-se prejudiciais, podem parasitar tanto invertebrados como peixes. As planárias produzem uma toxina especialmente letal para camarões, podem também ainda parasitar as guelras dos peixes e causar irritações. Planárias adultas são capazes de matar crias de camarões, porém são necessárias várias planárias a trabalhar em conjunto, num único camarão adulto, para provocar a sua morte, dado que as planárias podem trabalhar em grupo criando um tipo de estratégia, agregando-se numa esfera, atacando em conjunto, aumentando as suas hipóteses de sucesso. Como eliminar uma praga de Planárias? Existem diversas maneiras de eliminar uma praga de planárias, umas mais fáceis que outras, e outras mais eficazes, e ainda algumas mais ou menos adequadas para diferentes situações, porém, o que se deve evitar fazer a todo o custo, será tentar esmagar ou cortar uma planaria, dada a sua extraordinária capacidade regenerativa, podendo-se multiplicar várias vezes aumentando cada vez mais o nº de indivíduos. O uso de *Fluvermal*, seria eficaz no combate ás planárias, porém qualquer descuido nas dosagens poderá ser prejudicial aos restantes invertebrados no aquário. As planárias não aguentam também um pH inferior a 4.0, sendo por isso indicada, a limpeza de inertes e de material com uma solução ácida, antes da sua colocação no aquário, além do pH são intolerantes a temperaturas superiores a 35 º, sendo portanto necessário retirar a fauna do aquário antes de se iniciar o aumento de temperatura. Existem ainda certos peixes e invertebrados que são capazes de comer as planárias, tais como as Pomacea bridgesi, Anentome helena, Betta splendens, Farlowela, Kribensis, etc. Observações Este artigo refere-se a planárias dulcícolas, mais especificamente encontradas muitas vezes em aquário. Bibliografia http://planarias.blogs.sapo.pt/ http://www.sekaiscaping.com/2009/06/planar...silenciosa.html Imagens: 1,2,3,4: http://planarias.blogs.sapo.pt/ 5 e 6: Hugo Feio Autoria: Hugo Feio todos os direitos reservados http://www.shrimpscapingmagazine.weebly.com
  22. Nome científico: Dicrossus Maculatus Macho Fêmea Classificação: Cichlidae Subfamilia: Geophaginae Biótopo: Encontram-se nos Rios Tapajós e Maués, bem como, algumas áreas da bacia amazónica. Água: Necessita de uma água de excelente qualidade, nitritos a zero e um valor muito baixo de nitratos, convenientes as tpa's semanais, mas tendo o cuidado de não variar os parâmetros mínimos da água do aquário e mudando 20 % do volume do aquário. É um peixe muito sensível ás condições da água. Temperatura : 26 a 28 ° C) pH : muito ácida - 3,4/5,4 Dureza : Muito suave. Menos de 1 ° dH. Tamanho: Machos: 5 cm a 7 cm Fêmeas: 6 cm Sexagem: As fêmeas por vezes tendem a ser maiores que os machos, apresentando menos coloração que os machos. Características do Aquário: Penso que este ciclídeo tem poucas probabilidades de reprodução, será aconselhável colocar num aquário de 60 litros no mínimo. Convém adquirir no máximo um trio, ou seja 1 macho e duas fêmeas. Este peixe é geralmente tímido, portanto, são aconselháveis plantas abundantes e troncos; assim, sempre se sentem seguros de qualquer incidente no aquário. Também se deve colocar algumas pedras e/ou esconderijos, servem para se esconderem e estarem mais tranquilos, se houver reprodução mais tarde, estes locais servirão para desovas e para implementar e esconderem a descendência. É preciso lembrar que este tipo de ciclídeos estão mais na parte mediana e inferior do aquário, se os avistarmos sempre na zona da superfície é porque algo não está certo ou não corre bem. Alimentação: Esta deve de ser variada, em flocos, granulados e alimentação congelada. Se utilizarmos comida viva, as probabilidades de reprodução aumentem. Comportamentos e compatibilidades: Reparei que se dão bem e são sociáveis com outros peixes que não sejam da mesma espécie. Convém adicionar no aquário, os ditos dither fish, por exemplo, as varias espécies de nannostomus ou algumas espécies de tetras. Reprodução: É um verdadeiro desafio conseguir criação desta espécie em cativeiro pelas características que exigem em termos de parâmetros da água, no entanto não é impossível. A qualidade da água tem de ser excelente e bastante ácida. Sempre possível com água de osmose, quase impossível com água da nossa rede. Não conheço em Portugal quem os tenha reproduzido com sucesso. É a femea quem escolherá o local para a desova, são oviparos. Depois de fertilizados os ovos pelo macho, estes eclodem ao fim de três dias, alimentando-se do saco vitelino por dois ou três dias. a seguir começam a nadar com a sua mãe pelo aquario alimentando-se de comida viva. Algumas notas da minha experiência: É um peixe lindíssimo, com umas cores verdadeiramente espectaculares como se pode ver nas fotos que tirei aos meus. Na minha perspectiva não me canso de dizer que os acho mais bonitos que os seus irmãos, Filamentosus. Mas é apenas a minha opinião não desfazendo os segundos, como é óbvio muito bonitos também. Em Portugal são imensamente difíceis de arranjar, dai que para os ter no meu caso tive de ficar com 8 na esperança de ficar com um casal pelo menos, o meu problema foi que desses 8 que vieram, 7 eram machos e só vinha uma fêmea. Sendo raros, tornam-se muito dispendiosos. Referências: Fishbase; seriouslyfish. Escrito por Vera Basílio dos Santos © Copyright 2016 © É EXPRESSAMENTE PROIBIDA A PUBLICAÇÃO DE TODO O CONTEÚDO AQUI PUBLICADO NOUTROS CONTEXTOS, SOB PENA DE ACÇÃO JUDICIAL.
  23. Água Doce: Tratamento da Água Água Canalizada Muitas pessoas usam água da torneira no aquário; é mais barata e fácil de usar. Infelizmente (para os aquariofilistas), as companhias da água adicionam químicos à agua de modo a torná-la segura para beber (e.g., cloro, cloramina para matar as bactérias). Mais recentemente, preocupações acerca da água em velhos tubos de chumbo provocou que se começasse a adicionar químicos que aumentam o pH à água (porque o chumbo dissolve-se menos em água alcalina). Consequentemente, a água da torneira tem de ser especialmente tratada antes de ser utilizada com segurança em aquários de peixes. Outro problema potencial tem a ver com as variações nas propriedades químicas do fornecimento de água ao longo do tempo (e.g., mês a mês). Algumas zonas não têm água suficiente, vendo-se assim obrigadas a comprar água a zonas vizinhas em tempo de escassez. Se essa água tiver propriedades químicas diferentes (e.g. dureza), a química da água da torneira vai também variar. Como exemplo comum, altos níveis de bactérias são um problema maior no Verão do que no Inverno, especialmente em climas quentes. Em consequência, não é invulgar as companhias usarem mais cloro nos meses de Verão para manter as bactérias sob controlo. Até mesmo os factores como o tempo local podem ter impacto; fortes chuvas podem ter como causa uma baixa na dureza do seu fornecimento de água à medida que os reservatórios locais se enchem. Em geral o cloro e a cloramina são os dois aditivos que causam maiores problemas. Note que estas duas substâncias são MUITO DIFERENTES! Assegure-se que sabe o que existe na água da sua torneira e trate-a de forma correcta. Cloro Nos EUA, as orientações exigem que a água da rede em qualquer torneira contenha uma concentração mínima de cloro de 0,2ppm, reduzindo assim a concentração de bactérias (estas podem exigir mais do que 0.2 ppm de cloro para serem mantidas sob controlo). Dado que o cloro se decompõe com o tempo, a concentração de cloro que surge em sua casa é menor do que a que é colocada na origem. Assim a concentração exacta na torneira depende da distância do abastecimento, quanto tempo demora a chegar do abastecimento a sua casa, quanto cloro é inicialmente adicionado. O cloro em altas concentrações é fatal para os peixes; em baixas concentrações perturba os peixes danificando-lhes as guelras. Concentrações tão baixas como 0.2-0.3 ppm matarão a maioria dos peixes bastante depressa. Para prevenir perturbações as concentrações máximas admissíveis são da ordem de 0.003 ppm. Felizmente o cloro pode ser facilmente removido da água através do químico tiosulfato de sódio, disponível em lojas de peixes nas mais variadas marcas. O tiosulfato de sódio neutraliza o cloro instantaneamente. Note que existem muitos produtos de "tratamento de água" publicitados como "torna a agua da torneira segura". Leia os rótulos cuidadosamente. Inevitavelmente, todos os que neutralizam o cloro contém tiosulfato de sódio, mais outras substâncias que podem ou não ser úteis. Se a sua água contém apenas cloro (ao contrário da cloramina), tiosulfato de sódio é tudo o que precisa. O tratamento com um custo mais eficiente consiste numa gota por cada 4 litros de água. Muitos outros tratamentos são muito mais caros a longo prazo; podem requerer um colher de chá (ou mais) por cada 4 litros! O cloro é relativamente instável na água, escapando-se para a atmosfera por si próprio. A água num balde (ou aquário) com adequada circulação (e.g. filtro ou pedra difusora) ficará sem cloro ao fim de 24 horas ou menos. Muitas pessoas na net dizem que não fazem qualquer tratamento à água da torneira sempre que efectuam mudanças parciais de água. Tenha em atenção que, embora os peixes não exibam APARENTEMENTE sinais de doença, isso não significa que o cloro não esteja a afectar os peixes. O nível de perturbação depende do nível de cloro introduzido no aquário, que depende de muitos outros factores (incluindo a percentagem de água adicionada). Dado que os removedores de cloro são tão baratos a segurança que fornecem não deve ser desprezada. Cloramina Um dos problemas ao usar cloro para tratar a agua é que este se decompõe muito rapidamente. Outra preocupação com o uso de cloro é que podem surgir, na associação com certas matérias orgânicas, trialometanos, uma família de cancerígenos. Consequentemente, muitas companhias mudaram do cloro para a cloramina. A cloramina é um composto que contém cloro e amónia, é muito mais estável do que o cloro. A cloramina coloca duas significativas dores de cabeça aos aquariofilistas. Primeiro, os únicos produtos neutralizadores de cloro, do tipo tiosulfato de sódio, só neutralizam a parte de cloro, deixando o problema maior: a mortal amónia. As consequências podem ser devastadoras para os peixes. Embora o filtro biológico do aquário converta (eventualmente) a amónia em nitratos, o tempo que demora a fazê-lo pode ser superior à capacidade de resistência dos peixes. O segundo problema está relacionado com as mudanças de água parciais. Uma das principais razões para efectuar mudanças parciais de água regulares prende-se com a remoção de nitratos que se acumulam. Se a água de substituição contém amónia, está a colocar o azoto novamente no aquário e é impossível reduzir os nitratos abaixo da concentração da torneira. Felizmente, as concentrações da água da torneira são relativamente baixas (1 ou 2 ppm); você terá provavelmente uma concentração muito superior no aquário. A cloramina pode ser neutralizada com segurança através de produtos como Amquel, que neutralizam ambos os compostos, a amónia e o cloro, das moléculas de cloramina. A amónia neutralizada ainda será convertida para nitritos e nitratos via filtro biológico. Outro método de neutralizar o cloramina é envelhecer a água à medida que se faz filtragem biológica. Por exemplo, arranje um contentor de lixo (plástico) de tamanho apropriado, encha-o de água, elimine o cloro com tiosulfato de sódio, e então ligue um filtro biológico já estabelecido. Tal como no seu aquário, o filtro biológico converte a amónia em nitrato, após o que pode ser adicionada ao seu aquário com segurança. Note: é necessário juntar tiosulfato de sódio para neutralizar o cloro; senão o cloro mata as bactérias do filtro biológico. Em alternativa, a amónia pode ser removida filtrando a água através de zeolite ou carvão activado antes de a adicionar ao seu aquário. Nota: há notícias divergentes sobre o sucesso deste método). Se tiver experiências concretas (positivas ou negativas), por favor avise a equipa de manutenção desta FAQ. Outras impurezas da água a que deve estar atento Além dos aditivos descritos acima (cloro e cloramina), a água canalizada pode conter outros elementos que o aquariofilista precisará de conhecer. A água em alguns locais contém realmente nitratos. Noutros locais, a água contém elevadas concentrações de fosfatos (1ppm ou mais). Elevada concentração de fosfatos tem sido ligada a problemas com algas. Uma estratégia de controle de algas pode exigir a remoção de fosfatos. Altos níveis de ferro (1ppm ou mais) também têm sido ligados à ameaça das algas. Consulte a secção algas desta FAQ para mais detalhes. Como saber quais os aditivos usados que a sua companhia de água local O mais simples é perguntar a quem sabe. Uma loja de peixes local (se pertence ao mesmo concelho) deve ser capaz de o informar. Alternativamente, telefone para o escritório da companhia de água. Peça para falar com o "químico da água", diga-lhe que é um aquariofilista e que quer saber quais são os valores do pH, GH e KH da sua água, bem como a variação das características da água ao longo dos meses. Por fim (nos EUA) se quer mesmo detalhes, peça-lhe para lhe mandarem uma cópia do relatório periódico que fornecem à EPA. Contém uma lista detalhada e exacta do que a sua água contém e em que concentrações (e.g. ferro. nitratos, fosfatos, etc.). Por lei, o relatório está disponível para inspecção publica. Água do Poço Pode ser que tenha acesso à água de poço ou furo em vez de água da rede municipal. Uma vantagem é que não tem de lidar com cloro ou cloramina. Por outro lado, a água de poços é frequentemente muito mais dura do que a água disponível através de serviços locais. Além disso a única forma de saber a sua composição (GH, KH, etc.) é efectuar testes. Em alternativa há empresas que efectuam análises detalhadas do seu conteúdo embora essas análises possam ser dispendiosas. Um dos problemas ao usar água de poços é que frequentemente contém altas concentrações de gases dissolvidos (que podem ser perigosos para os peixes). Por exemplo, a água de poços está frequentemente saturada com CO2, o que baixa o seu pH. Uma vez o CO2 libertado, o pH aumentará. Os peixes não devem estar sujeitos a tais flutuações temporárias do pH. Por uma questão de segurança, areje a água de poços convenientemente várias horas antes de a adicionar ao seu aquário. Cumprimentos, Autor: FAQ http://fins.actwin.com/mirror/pt/begin-tapwater.html
  24. Acorus gramineus Nome genérico: Acorus Nome científico: Acorus gramineus Familia: Aráceas Origem: Leste Asiático Iluminação: 0,7 W/L pH min : 6,8max : 7,5 Temperatura min : 15ºC max : 21ºC GH min : 4 max : 18 Tamanho: 30 cm Posição no aquário: Fundo. Manutenção: Média Características :,Planta de rizoma cilíndrico, de onde saem folhas em forma de sabre, duras e esverdeadas. Necessita de substrato fértil e boa iluminação Acorus gramineus decoratus Nome genérico: Acorus verde amarelo Nome científico: Acorus gramineus Familia: Aráceas Origem: Leste Asiático Iluminação: 0,7 W/L pH min : 6,8max : 7,5 Temperatura min : 15ºC max : 21ºC GH min : 4 max : 18 Tamanho: 30 cm Posição no aquário :Fundo. Manutenção: Média Características : Planta de rizoma cilíndrico ,de onde saem folhas em forma de sabre, duras e esverdeadas e amareladas. Necessita de substrato fértil e boa iluminação Aciotis Acuminifolia Alternanthera reineckii lilacina Alternanthera reineckii rosaefolia Anúbia glabra Nome Popular: Anubia glabra Nome Científico: Anubias barteri var. glabra Outros Nomes: Família: Araceae (Aráceas) Estrutura: Rizoma Origem: África Crescimento: Lento Plantio: Grupo Iluminação:: 0.5 Watts/Litro pH: 6.0 a 9.0 Temperatura: 20 a 30 ºC Tamanho: 15 a 40 cm Porte: Médio Posição: Fundo Reprodução: Divisão do Rizoma Dificuldade: Fácil Substrato Fértil: Não CO2: Não Suporta Emersão: Sim Ficha técnica desenvolvida por: Felipe Langoni Ammania Gracilis Aponogeton Crispus Aponogeton de madagascariensis Aponogeton rigidifolius Nome Popular: Ammania senegalensis Nome Científico: Ammania senegalensis Família: Lythraceae (Litráceas) Estrutura: Caule Origem: África Crescimento: Médio Plantio: Grupo Iluminação: 1.0 Watts/Litro pH: 5.0 a 7.0 Temperatura: 20ºC a 28ºC Tamanho: 15 a 25 cm Porte: Médio Posição: meio Reprodução: Corte e Replantio do Ramo Dificuldade: Média Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Bacopa caroliniana Nome Popular: Bacopa caroliniana Nome Científico: Bacopa caroliniana Outros Nomes: Lemon bacopa, Water hyssop, Giant bacopa Família: Scrophulariaceae (Escrofulariáceas) Estrutura: Caule Origem: América do Norte Crescimento: Médio Plantio: Solitária Iluminação: 0.5 Watts/Litro pH: 5.5 a 8.0 Temperatura: 18ºC a 28ºC Tamanho: 20 a 40 cm Porte: Médio Posição: fundo Reprodução: Replantio de Podas Dificuldade: Fácil Substrato Fértil: Sim CO2: Sim Ficha técnica desenvolvida por: Felipe Langoni Bacopa lanigera Nome genérico: Bacopa peluda Nome científico: Bacopa lanigera Familia: Scrophulariáceas Origem: América do Sul Iluminação: 1 W/L pH min : 6 max : 7,5 Temperatura min : 22ºC max : 28ºC GH min : 4 max : 12 Tamanho: 30 cm Posição no aquário :Fundo Manutenção: Difícil. Características : Planta palustre que pode ser adaptada à aquários.De caule grosso , onde surge a penugem que lhe dá o nome , possui duas folhas redondas e verde-claras por nó.Plantada no fundo , em grupo , necessita de muita luminosidade , substrato fértil e CO2 para um bom crescimento.De difícil enraizamento quando plantada por estaca.Pode ser podada e geralmente surgem dois caulles acima do local da poda.Na forma emersa ,apresenta coloração verde-escura , podendo dar flores azuladas. Reprodução: por estaqua. Bacopa monnieri Bacopa red Bacopa sp red Nome científico:Bacopa sp red Família:Scrophulariaceae Origem:América do Sul pH:6,0 ~ 8,0 gH:-- Temperatura:20 ~ 30°C Posição:Do meio para o fundo do aquário Tamanho:15 ~ 35 cm Iluminação:Forte a intensa Substrato:Fértil Cuidados:Moderado Reprodução:Corte e replantio do ramo Mais informações: A Bacopa sp red possui pequenas folhas e é uma planta de crescimento lento. Sua reprodução deve ser feita pelo corte do ramo, aconselha-se replantar os ramos separadamente em grupos de dois com uma distância de 2 cm entre eles. Para um melhor crescimento da Bacopa sp red é essencial adicionar CO2 e substrato fértil, além de nutrientes para a planta. Estando sob essas condições, ela apresentará folhas extremamente brilhantes com a coloração vermelha perto da coroa. Ficha técnica desenvolvida por: Marcela Boch Boch Bacopa Rotundifolia Nome cientifíco: Bacopa Rotundifolia Altura: De 20 à 30cm pH: Ácido à neutro Temperatura: 20-28°C Luz: Exige boa iluminação Obs: Exige substrato rico em nutrientes, crescimento rápido. Cabomba caroliniana Cabomba furcata Cardamine lyrata Ceratophyllum demersum ou rabo de raposa Ceratopteris pteridoides Ceratopteris thalictroides (não existe ficha no fórum) Cyperus Helferi Echinodorus amazonicus Nome Genérico: Amazonense Nome Científico: Echinodorus amazonicus Familia: Alismataceas Origem: América do Sul Iluminação: 1,0 watt/l pH min : 5,5 max : 8,5 Temperatura min : 20ºC max : 30ºC GH min : 2 max : 8 Tamanho: 60 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção : Média. Características : Planta da Região Amazônica , em forma de roseta , de folhas largas , esverdeadas.Necessita de substrato argiloso e rico em nutrientes (principalmente ferro) devido ao seu crescimento acelerado.Gosta de muita luz e prefere água mole e ácida. Echinodorus amazonicus Rataj (não existe ficha no fórum) Echinodorus andrieuxii (não existe ficha no fórum) Echinodorus angustifolius (não existe ficha no fórum) Echinodorus argentinensis (não existe ficha no fórum) Echinodorus aschersonianus (não existe ficha no fórum) Echinodorus berteroi Echinodorus bleheri (não existe ficha no fórum) Echinodorus bracteatus (não existe ficha no fórum) Echinodorus bolivianus (não existe ficha no fórum) Echinodorus cordifolius (não existe ficha no fórum) Echinodorus glaucus (não existe ficha no fórum) Echinodorus grandiflorus (não existe ficha no fórum) Echinodorus grisebachii (não existe ficha no fórum) Echinodorus horizontalis (não existe ficha no fórum) Echinodorus isthmicus (não existe ficha no fórum) Echinodorus tunicatus (não existe ficha no fórum) Echinodorus latifolia (não existe ficha no fórum) Echinodorus longiscapus (não existe ficha no fórum) Echinodorus macrophyllus (não existe ficha no fórum) Echinodorus martii (não existe ficha no fórum) Echinodorus nymphaeifolius (não existe ficha no fórum) Echinodorus opacus (não existe ficha no fórum) Echinodorus osiris (não existe ficha no fórum) Echinodorus ovalis (não existe ficha no fórum) Echinodorus paniculata (não existe ficha no fórum) Echinodorus parviflorus Echinodorus scaber (não existe ficha no fórum) Echinodorus subalatus (não existe ficha no fórum) Echinodorus Rosé Nome genérico:Echinodorus Rosé Nome científico: Echinodorus rosé Família: Alismatáceas Origem: Cultivar. Iluminação: 0,5 W/L pH min :5,5 max : 8 Temperatura min : 20ºC max : 28ºC GH min : 4 max : 12 Tamanho: 40 cm Posição no aquário: Fundo Manutenção: Fácil Características: Planta híbrida ( Echinodorus horizontalis x Echinodorus horemanii "Rot") de folhas mais velhas verdes até folhas mais novas rosadas. Resistente, não necessita de CO2 ou boas condições de iluminação. Cresce mais rápido em substrato fértil. Reprodução: Por plantas adventícias. Echinodorus tenellus (não existe ficha no fórum) Echinodorus trialatus (não existe ficha no fórum) Echinodorus uruguayensis Echinodorus virgatus (não existe ficha no fórum) Egeria densa Egeria densa Eusteralis broad leaf (não existe ficha no fórum) Heteranthera reniformis Família: Pontederiaceae Distribuição geográfica: Crescimento: médio Forma de plantio: solitária ou grupo Iluminação: média pH: 7,0 a 8,0 Temperatura: 22 a 30oC Porte: médio Região de plantio: meio ou fundo Reprodução: por estolho Heteranthera zosterifolia Nome genérico: Zosterifolia Nome científico: Heterantera Zosterifolia Familia: Pontederiaceae Origem: América do Sul - Brasil Iluminação: 1 W/L pH min : 5,5 max : 8 Temperatura min : 18ºC max : 30ºC GH min : 1 max : 12 Tamanho: 30 a 50 cm Posição no aquário : Meio Manutenção: Requer podas constantes Características : Planta muito delicada e de crescimento rápido,a H. zosterifolia é relativamente fácil de se manter e é uma excelente indicadora das condições do aquário.Pode ser mantida em condições de pouca iluminação (0,5w/l com fluorescentes compactas) e sem CO2, mas só mostra todo seu potencial sob luminosidade alta e injeção de CO2 : largura da folha ficando maior e o comprimento de seus nós diminuindo. Pouco crescimento sob iluminação forte é , geralmente, o resultado de más condições de nutrientes no aquário, pois ela é uma planta devoradora de macronutrientes (10 ppm ou mais de NO3 e 1ppm ou mais de PO4 para um crescimento abundante). Ela reage à falta de nitratos ficando transparente e derretendo. Deficiências de fosfato resultam em plantas de verde muito escuro e compactas. Deficiências de ferro e micronutrientes resultam em pontos brancos ou numa coloração preta nas bordas das folhas. Hygrophila Corynbosa Siamensis Nome Popular: Hygrophila corymbosa "siamensis" Nome Científico: Hygrophila corymbosa "siamensis" Outros Nomes: Família: Acanthaceae (Acantáceas) Estrutura: Caule Origem: Ásia Crescimento: Médio Plantio: Grupo / Solitária Iluminação:: 0.5 Watts/Litro pH: 5.0 a 8.0 Temperatura: 20 a 28 ºC Tamanho: 20 a 35 cm Porte: Médio Posição: Meio/fundo Reprodução: Corte e replantio do ramo Dificuldade: Fácil Substrato Fértil: Sim CO2: Não necessário, mas recomendável Suporta Emersão: Sim Ficha técnica desenvolvida por: Felipe Langoni Hygrophila balsamica Hygrophila corymbosa angustifolia Hygrophila disformis Hygrophila polysperma Hygrophila polysperma ceylon Hygrophila polysperma sunset Hygrophila sp. bold Hygrophila sp. red Hygrophila sp. tiger Hygrophila stricta Nome Popular: Hygrophila stricta Nome Científico: Hygrophila stricta Outros Nomes: Thai stricta, Green stricta Família: Acanthaceae (Acantáceas) Estrutura: Caule Origem: Ásia Crescimento: Médio Plantio: Grupo / Solitária Iluminação:: 0.5 Watts/Litro pH: 5.0 a 8.0 Temperatura: 20 a 30 ºC Tamanho: 20 a 40 cm Porte: Médio Posição: Meio/fundo Reprodução: Corte e replantio do ramo Dificuldade: Fácil Substrato Fértil: Sim CO2: Não necessário, mas recomendável Suporta Emersão: Sim Ficha técnica desenvolvida por: Felipe Langoni Isoetes (não existe ficha no fórum) Lagarosiphon madagascariensis (não existe ficha no fórum) Lysimachia nummularia Nome genérico: Lysimachia Nome científico: Lysimachia nummularia Familia: Primuláceas Origem: Europa Iluminação: 1 W/L pH min : 6max : 8 Temperatura min : 15ºC max : 25ºC GH min : 4 max : 18 Tamanho: 25 cm Posição no aquário :Fundo Manutenção: Média Características :Planta de folhas arredondadas (semelhantes à moeda : daí a origem do nome) e verde-claras. Requer boa iluminação.Desenvolve-se melhor com CO2 e substrato fértil.na forma emersa apresenta flores amareladas. Reprodução: por estaquia. Limnophila aromatica (não existe ficha no fórum) Limnophila aquatica (não existe ficha no fórum) Limnophila hippuroides (não existe ficha no fórum) Limnophila sessiflora Limnophila sp. gigantea Lobelia cardinalis Lobelia cardinalis small form Ludwigia brevipes Origem: América do Norte Crescimento: médio Forma de plantio: grupo Iluminação: média pH: 6,5 a 7,5 Temperatura: 22 a 27oC Porte: médio Região de plantio: meio ou fundo Reprodução: por estaca Ludwigia glandulosa Ludwigia inclinata Ludwigia inclinata cuba Ludwigia inclinata verticillata pantanal Ludwigia palustris Ludwigia sp red Nome genérico: Ludwigia Vermelha Nome científico: Ludwigia mullertii Familia: Onagráceas Origem: América do Norte Iluminação: 0,5 W/L pH min : 6 max : 7,5 Temperatura min : 20ºC max : 30ºC GH min : 8 max : 20 Tamanho: 45 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção: Média Características : Planta de caule com folhas avermelhadas , usada para contrastar o verde de outras plantas no fundo do aquário.Não nececessita de muita luz ,mas gosta de substrato rico (principalmente em ferro) , adubações periódicas com fertilizantes líquidos e CO2.Crescimento rápido , em boas condições. Reprodução: Por estaquia. Ludwigia repens Ludwigia sp. RUBIM Mayaca fluviatilis Marsilea spp Myriophyllum aquaticum green Nome popular: Pinheirinho aquático Nome científico: Myriophyllum aquaticum Família: Haloragaceae Origem: América do Sul Crescimento: Rápido Iluminação: média pH: 6.0 a 8.0 Temperatura: 23ºC a 28ºC Tamanho: 15 a 30 cm Posição no Aquário: Meio ou fundo Reprodução: Estaca / Mudas laterais Dificuldade: fácil Substrato Fértil: Sim CO2: dispensável Myriophyllum matogrossense Myriophyllum tuberculatum red Najas guadelupensis Nome genérico: Naja Nome científico: Najas guadalupensis Familia: Hydrocharitháceas Origem: América do Norte Iluminação: 0,5 W/L pH min : 6,5max : 8,5 Temperatura min : 20ºC max : 28ºC GH min : 2 max : 12 Tamanho: 30 cm Posição no aquário :Fundo. Manutenção: Fácil Características : Planta de fácil cultivo , barata e resistente.Recomendada para iniciantes.Apresenta folhas finas ,verdes , que na presença de muita luz pode apresentar tons avermelhados.De crescimento rápido , pode ser fixada no substrato ou deixada flutuando no aquário.Não necessita de substrato fértil , CO2 ou iluminação intensa. Reprodução: por brotação lateral. Pogostemon erectus Pogostemon stellatus Pogostemon stellatus broad leaf Pomatogeton gayi Pomatogeton perfoliatus Proserpinaca palustris Rotala goias (não existe ficha no fórum) Rotala macandra sp. green Rotala macandra red Rotala sp. nanjewnshan ROTALA MEXICANA 'ARAGUAIA' ROTALA ROTUNDIFOLIA ROTALA SP. 'GREEN' Rotala sp ceylon Familia: Lythraceae Origem: Asia Iluminação: 0,5 a 1W/L pH min: 5,5 max : 8 Temperatura min: 18ºC max : 29ºC GH min: 1 max : 122 Tamanho: 20 a 40 cm Posição no aquário: Meio ou fundo Manutenção: fácil crescimento rápido Similar a rotala rotundifolia. Forma moitas em cor salmão. Se os ponteiros ficarem esbranquiçados, revela falta de CO2 e/ou nutrientes. Rotala sp pink (não existe ficha no fórum) Rotala vietnam Rotala wallichii Saururus cernuus Nome Genérico: Rabo de Lagarto Nome Científico: Saururus cernuus Familia: Saururáceas Origem: América do Norte Iluminação: 1 watt/l pH min : 6 max : 7,2 Temperatura min : 15ºC max : 26ºC GH min : 4 max : 12 Tamanho: 30 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção : Difícil Características : Planta anfíbia de folhas largas e pontudas , verde-escuras.Pode apresentar floração branca , semelhante à um rabo de lagarto.Em aquários , necessita de substrato fértil , CO2 e muita iluminação.Recomendada para aquários grandes , onde possa crescer além da linha d'água. Reprodução : por recortes da planta. Valisnéria americana (não existe ficha no fórum) Valisnéria gigante Nome Genérico: Valisnéria gigante Nome Científico: Vallisneria gigantea Familia: Hidrocharitáceas Origem: Filipinas e Nova Guiné Iluminação: 0,7 watt/l pH min : 6,5 max : 8,5 Temperatura min : 18ºC max : 30ºC GH min : 4 max : 20 Tamanho: 2 m Posição no aquário : Fundo Manutenção : Fácil Reprodução : Por estolho. Características : Planta de folhas largas , verde-escuro , de crescimento rápido.Apreciada pelo efeito bonito que apresenta ao chegar à superfície do aquário e ficar ao sabor da correnteza produzida.Não é exigente quanto à substrato , mas necessita de aporte contínuo de ferro.Necessita de podas constantes. Valisnéria nana (não existe ficha no fórum) Valisneria neotropicalis (não existe ficha no fórum) Valisneria spiralis Nome Genérico: Valisnéria Nome Científico: Valisneria spiralis Familia: Hidrocharitaceas Origem: Cosmopolita Iluminação: 0,5 watt/l pH min : 6,2 max : 7,6 Temperatura min : 18ºC max : 28ºC GH min : 3 max : 30 Tamanho: 70 cm Posição no aquário : Meio/Fundo Manutenção : Fácil Reprodução : por estolho Características : Planta de folhas largas , verde-escuro , de crescimento rápido.Apreciada pelo efeito bonito que apresenta ao chegar à superfície do aquário e ficar ao sabor da correnteza produzida.Indicada para principiantes , pois não é exigente quanto à substrato ou iluminação.Necessita de podas constantes. Vallisneria tortifolia Nome Genérico: Valisnéria Nome Científico: Vallisneria tortifolia Familia: Hidrocharitaceas Origem: Cosmopolita Iluminação: 0,5 watt/l pH min : 6,2 max : 7,6 Temperatura min : 18ºC max : 28ºC GH min : 3 max : 30 Tamanho: 10 a 25 cm Posição no aquário : Meio/Fundo Manutenção : Fácil Reprodução : por estolho Características : Planta de folhas largas , verde-escuro , de crescimento rápido.Apreciada pelo efeito bonito que apresenta ao chegar à superfície do aquário e ficar ao sabor da correnteza produzida.Indicada para principiantes , pois não é exigente quanto à substrato ou iluminação.Necessita de podas constantes
  25. ALTERNANTHERA REINECKII 'LILACINA' ALTERNANTHERA REINECKII 'ROSAEFOLIA' BACOPA COLORATA BACOPA MONNIERI Bananinha (Nymphoides aquatica) Nome Genérico: Bananinha Nome Científico: Nymphoides aquatica Familia: Meniantáceas Origem: Estados Unidos Iluminação: 1,0 watt/l pH min: 6,5 max : 7,5 Temperatura min: 20ºC max : 28ºC GH min: 4 max : 10 Tamanho: 15 cm Posição no aquário: Meio ou Frente Manutenção: Média Reprodução: por divisão dos rizomas ou plantas adventícias. Características: Planta perene de talo curto , com tubérculos que crescem à partir de um rizoma , semelhantes à um cacho de banana. Folhas flutuantes ,em forma de coração de cor verde ou roxa. Pode apresentar pequenas flores brancas. Necessita de intensa iluminação e substrato rico , onde o rizoma deve ser ligeiramente enterrado para que possa lançar raízes. BOLBITIS HEUDELOTII (não existe ficha no fórum) CYPERUS HELFERI (não existe ficha no fórum) CRYPTOCORYNAS CORDATA VAR. CORDATA 'BLASSII' (não existe ficha no fórum) CRISPATULA VAR. BALANSAE (não existe ficha no fórum) CRYPTOCORYNE BECKETTII 'PETCHII' (não existe ficha no fórum) Cryptocoryne ciliata (não existe ficha no fórum) Cryptocoryne crispatula (não existe ficha no fórum) Cryptocoryne gomezii (não existe ficha no fórum) Cryptocoryne língua (não existe ficha no fórum) CRYPTOCORYNE PONTEDERIIFOLIA Cryptocoryne retrospiralis (não existe ficha no fórum) Cryptocoryne spiralis (não existe ficha no fórum) CRYPTOCORYNE UNDULATA (não existe ficha no fórum) Cryptocoryne Wendtii Grenn (não existe ficha no fórum) CRYPTOCORYNE WENDTII 'MI OYA' (não existe ficha no fórum) CRYPTOCORYNE WENDTII 'RED' (não existe ficha no fórum) DIDIPLIS DIANDRA (não existe ficha no fórum) Echinodorus apart (não existe ficha no fórum) Echinodorus argentinense (não existe ficha no fórum) Echinodorus guyanensis (não existe ficha no fórum) Echinodorus honnemanni (não existe ficha no fórum) Echinodorus latifolius (não existe ficha no fórum) Echinodorus macrophyllus Nome genérico:Echinodorus Radicans Nome científico: Echinodorus macrophyllus Família: Alismatáceas Origem: América do Sul Iluminação: 0,7 W/L pH min :6,5 max : 7,5 Temperatura min : 20ºC max : 28ºC GH min : 3 max : 15 Tamanho: 50 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção: Fácil Características : Facilmente confundida com a Echinodorus grandifolius.Apresenta folhas grandes , ovaladas , com a base em forma de coração, marcadas por nervuras, verdes ou acastanhadas. Necessita de substrato rico em ferro e responde bem a uma boa iluminação , crescendo melhor na presença de CO2. Adapta-se melhor em lagos , chegando a florescer.Também usada para fins medicinais. Reprodução: Por estolhos. Echinodorus maior(martii) Nome genérico:Echinodorus Ondulada Nome científico: Echinodorus martii Família: Alismatáceas Origem: América do Sul Iluminação: 0,7 W/L pH min : 6,5 max : 7,5 Temperatura min : 18ºC max : 28ºC GH min : 5 max : 10 Tamanho: 30 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção: Fácil Características : Planta de folhas verdes , largas e onduladas com nervuras marrons.Pode florir.Necessita de substrato rico (principalmente em ferro) , boa iluminação (com iluminação intensa adquire cor amarronzada) , crescendo melhor na presença de CO2.Considerada ideal para postura de bandeiras. Reprodução: Por sementes ou estolhos. Echinodorus Marble Queen (não existe ficha no fórum) Echinodorus Oriental Família: Alismatáceas Origem: Cultivar. Iluminação: 1 W/L pH min :5,5 max : 7 Temperatura min : 20ºC max : 26ºC GH min : 4 max : 12 Tamanho: 40 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção: Média Características: Planta que surgiu de uma mutação espontânea em cultura de tecido de Echinodorus Rosé.Suas folhas mais novas são avermelhadas, quase transparentes e as mais velhas são vermelho mais escuro ou esverdeadas. De crescimento lento, usada para criar contrastes, necessita de CO2, boas condições de iluminação e substrato rico. Reprodução: Por plantas adventícias. Echinodorus ozelot Nome genérico:Echinodorus Ozelot Nome científico: Echinodorus ozelot Família: Alismatáceas Origem: Criada em laboratório Iluminação: 0,7 W/L pH min : 6 max : 9 Temperatura min : 15ºC max : 30ºC GH min : 1 max : 6 Tamanho: 40 cm Posição no aquário : Fundo Manutenção: Fácil Características : Planta obtida através de hibridização entre Echinodorus barthii com Echinodorus schlueteri Var. "Leopard". Apresenta duas variedades : red e green (assim destacadas por apresentarem folhas largas com a cor característica). Considerada de fácil manutenção , pois não é exigente quanto à parâmetros, boas condições de iluminação e CO2, embora se desenvolva melhor na presença desses.Ainda rara, torna-se um pouco cara para a maioria dos aquaristas. Sua reprodução é fácil: libera rebentos que vão soltando plantas adventícias, que devem ser dirigidas para o substrato, onde fincarão raízes.Esses mesmos rebentos podem apresentar flores brancas e bonitas, porém efêmeras (podem durar só um dia). Reprodução: Por plantas adventícias. ECHINODORUS PARVIFLORUS 'TROPICA' Echinodorus sp. "Kleiner Bär" Nome popular: Echinodorus Ursinho Nome científico: Echinodorus sp. "Kleiner Bär" Família: Alismataceae (Alismáceas) Origem: Híbrido Crescimento: médio Plantio: solitária Iluminação: 0.7 W/L pH: 6.5 a 7.5 Temperatura: 22 a 28ºC Porte: grande Zona: meio ou fundo Reprodução: plantas adventícias nas hastes florais Eleocharis Acicularis (não existe ficha no fórum) Eleocharis vivipara Nome popular: Eleocharis vivipara Nome científico: Eleocharis vivipara Família: Cyperaceae Origem: América do Norte Crescimento: Rápido Plantio: Grupo Iluminação: 0.6 W/L (moderada) pH: 6.0 a 8.0 Temperatura: 18ºC a 26ºC Tamanho: 20 a 50 cm Posição no Aquário: Fundo Reprodução: Corte e replantio das mudas (ponta das folhas) Dificuldade: Fácil Substrato Fértil: Sim CO2: Não necessário, mas recomendável Suporta Emersão: Sim EGERIA DENSA Hemigraphis colorata (não existe ficha no fórum) Hemiantus micranthenoides Nome genérico: Hemianthus Nome científico: Hemianthus micranthemoides Familia: Scrophulariaceas Origem: América Central Iluminação: 1 W/L pH min : 6 max : 7 Temperatura min : 18ºC max : 28ºC GH min : 2 max : 10 Tamanho: 20 cm Posição no aquário: Meio Manutenção: Média Características: Planta de caule com folhas pequenas, verde claras, verticiladas ou opostas.Necessita de substrato fértil , fertilizações líquidas freqüentes, CO2 e iluminação forte.Gosta de água mole e ácida. Muita usada na transição do meio para o fundo do aquário por formar moitas densas. Pode ser cultivada na forma emersa onde não cresce verticalmente, formando carpetes. Sensível ao cobre e à algicidas. Existem relatos de que produz subtâncias que impede o desenvolvimento. HYDROCOTYLE LEUCOCEPHALA Hydrocotyle verticillata Nome genérico: Hydrocotyle Nome científico: Hydrocotyle verticillata Familia: Apiaceaes Origem: Américas Iluminação: 1 W/L pH min : 5,8 max : 7,5 Temperatura min : 5ºC max : 25ºC GH min : 5 max : 12 Tamanho: 15 cm Posição no aquário : Meio Manutenção: Média Características : Planta com características anfíbias , que aceita emersão em boas condições de iluminação.Apresenta um caule com folha única , arredondada e com ponto branco central.Alheia ás condições de substrato , não pede CO2 para se desenvolver. Reprodução: Por brotação lateral ou por plantio de segmentos que contenham nós. Ludwigia arcuata Nome genérico: Ludwigia arcuata Nome científico: Ludwigia arcuata Familia: Onagraceae Origem: América do Norte Iluminação: 1 W/L pH min : 6 max : 8 Temperatura min : 20ºC max : 28ºC GH min : 4 max : 12 Tamanho: 35 cm Posição no aquário : Meio/Fundo Manutenção: Média Características : Planta que , sob forte iluminação , apanha cor vermelha .Muito usada para contrastar com o verde de outras plantas.Gosta de substrato fértil ,CO2 e muita iluminação.Frágil em relação á variação de parâmetros da água.Reprodução por brotação lateral. LUDWIGIA OVALIS MICRANTHEMUM UMBROSUM MICROSORUM PTEROPUS Microsorum Windelov (não existe ficha no fórum) MONOSOLENIUM TENERUM (round pellia) NESAEA PEDICELLATA NESAEA SP. 'RED LEAVED' NYMPHAEA MICRANTHA Nuphar japonica Nome genérico: Nuphar japonica Nome científico: Nuphar japonica Familia: Nymphaeaceae Origem: Japão Iluminação: 0,75 W/L pH min : 5,5 max : 7,5 Temperatura min : 18ºC max : 28ºC GH min : 2 max : 12 Tamanho: 40 cm Posição no aquário : Meio Manutenção: Média Características: Planta de folhas grandes,verde-claras com secções transparentes.Gosta de substrato fértil,CO2 e muita iluminação. Propaga-se por sementes.Usada no meio de aquários grandes, de forma solitária. Muito resistente ás algas. Ophiopogon japonicum (anã) Origem: Japão pH: 6 - 8 Temperatura: 18 a 28o C Luz: média Altura: 5 - 6 cm Ophiopogon sp. KIOTO Origem: Japão pH: 6 - 8 Temperatura: 18 a 28o C Luz: média Altura: 15 - 20 cm POGOSTEMON STELLATUS Pogostemon helferi Nome Popular: Pogostemon helferi Nome Científico: Pogostemon helferi Outros Nomes: Downoi Família: Lamiaceae (Lamiáceas) Estrutura: Caule Origem: Ásia Crescimento: Médio Plantio: Grupo / Solitária Iluminação:: 0.7 Watts/Litro pH: 6.0 a 8.0 Temperatura: 20 a 30 ºC Tamanho: 2 a 10 cm Porte: Pequeno Posição: Frente/meio Reprodução: Mudas laterais Dificuldade: Média Substrato Fértil: Sim CO2: Não necessário, mas recomendável Suporta Emersão: Sim Ficha técnica desenvolvida por: Felipe Langoni RANUNCULUS INUNDATUS ROTALA MACRANDRA 'NARROW LEAF' Rotala indica Nome Popular: Rotala indica Nome Científico: Rotala indica Outros Nomes: Erroneamente chamada de Ammannia sp. "Bonsai" Família: Lythraceae (Litráceas) Estrutura: Caule Origem: Ásia Crescimento: Médio Plantio: Grupo / Solitária Iluminação:: 0.5 Watts/Litro pH: 6.0 a 7.5 Temperatura: 20 a 26 ºC Tamanho: 10 a 20 cm Porte: Médio Posição: Meio Reprodução: Replantio de Podas Dificuldade: Média Substrato Fértil: Sim CO2: Não Suporta Emersão: Sim Ficha técnica desenvolvida por: Adilson Borszcz Sagittaria platyphylia Nome genérico: Sagitária Gramínea Nome científico: Sagittaria platyphylla Familia: Alismatáceas Origem: América do Norte Iluminação: 0,7 W/L pH min : 5,5 max : 8 Temperatura min : 19ºC max : 26ºC GH min : 4 max : 15 Tamanho: 25 cm Posição no aquário : Frente/Meio. Manutenção: Fácil. Características: Planta em forma de roseta de folhas verde , em tiras. De crescimento lento, melhora sua perfomance em substrato fértil e com boa iluminação. Indicada como planta inicial. Deve ser plantada em grupos na frente ou meio dos aquários. Reprodução: por estolhos e sementes. SAGITTARIA SUBULATA Samulos parviflorus Nome científico: Samulos parviflorus Família primulaceae Origem América do Sul Hábito: aquática emergente Tamanho 5 a 20cm Temperatura 20 a 28 Iluminação forte Ph: 6 a 8 Manutenção: difícil Crescimento: lento Propagação: por estolhos Posição: meio do aquário Há controvérsia de opiniões sobre essa planta suportar ou não submersão. Spathiphyllum cannaefolium (não existe ficha no fórum)