josegmoreira

.Membro Ausente
  • Content Count

    19
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    2
  • Country

    Portugal

josegmoreira last won the day on May 27 2018

josegmoreira had the most liked content!

Community Reputation

36 :)

About josegmoreira

  • Rank
    Recém Chegado

Profile Information

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Concelho
    Oeiras (Lisboa)
  • Localização
    Oeiras

Recent Profile Visitors

800 profile views
  1. Não vá tão depressa. Vá por partes. Ainda por cima porque hoje tem os grupos e tudo isso para fazer trocas. Antes do mais, os severuns (Heros é o género, efasciatus é a espécie e o nome severum vinha da anterior nomenclatura, em que eram todos Cichlasoma severum) devem ser mantidos em casal e embora sejam relativamente fáceis de sexar, não basta juntar um macho e uma fêmea para ter garantias de obter um casal harmonioso. Por outro lado, também as Platydoras são uma espécie gregária, na Natureza vivem em cardumes com muitos indivíduos. Por outro lado, embora muita gente tenha só um óscar, isso
  2. Sim, até o Parachromis crescer, apesar de certas variedades dos loisellei não serem das mais agressivas. Porém, há por aí muitos loisellei que na realidade até são friedrichsthalii (há umas correntes no ramo da taxonomia que defendem mesmo a revisão da actual classificação das espécies) e esses têm pior feitio. Mas todos os ciclídeos são peixes gregários em juvenis e a na maioria das espéciesdevem ser mantidos em casal em adultos.
  3. Vou citar o que você escreveu: “Aprendi que (...) deveria comprar aos poucos e estudando as suas compatibilidades”. Então, se aprendeu isso, porque não estudou as compatibilidades das espécies?! Lamento, mas o que se constata no seu relato é que tem vindo a cometer uma série de disparates e que continua a fazê-los. Deixe-me lá tentar ajudá-lo a clarificar por pontos o que é que na aquariofilia se deve entender por “compatibilidade”: 1) Comecemos por definir o tipo de meio ambiente que queremos criar, se é um aquário de água dura e alcalina, se a água vai ser macia e ácida, enfim, os parâmetros
  4. A Área Marinha Protegida das Avencas é inquestionavelmente o melhor sítio na Linha entre Lisboa e Cascais para apanharmos água do mar para os nossos aquários, pois não existem ali descargas de esgotos sanitários nem de efluentes industriais, além de serem proibidas embarcações até a ¼ de milha da costa, bem como a prática de desportos náuticos motorizados. Ou seja, a água ali não está contaminada, sendo que a sua qualidade é sujeita a monitorizações regulares. Compreende a zona entre as praias da Parede e da Bafureira e o link para quem quiser saber mais sobre o regime de protecção é este: ht
  5. Boas, Deixem-me começar este texto com um aviso sobre a imparcialidade do autor destas linhas no que toca ao tema em epígrafe. Sim, confesso: sou absolutamente suspeito quando o assunto são os aquários de biótopo, tal como sou absolutamente contra a hibridização de espécies, este último um tema muito na moda hoje em dia (mas que para mim é um verdadeiro atentado ao património genético dos nossos peixes, muitos deles em risco de extinção na Natureza. Defendo até que deviam ser proibidas as hibridizações em larga escala e que nós aquariófilos temos a responsabilidade de ajudar a conservar e
  6. Boas, Antes do mais, devo admitir que não venho muito ao aquariofilia.net. Mas também é inegável que quando passo por cá tento sempre contribuir com alguma coisa interessante para o resto da comunidade. Ora, ao ler as mensagens em debate neste tópico, confesso que fiquei muito surpreendido por não ver aqui mencionadas duas lojas que são para mim uma referência (e de visita periódica obrigatória), a saber: 1) A Aquamagia, em Santo Amaro de Oeiras (o site deles é https://aquamagia.com/pt) - Sou cliente assíduo desta loja desde que abriu — vai já para uns 15 anos —, e devo dizer que com
  7. Já agora, na sequência do texto anterior, em que defendi o uso do sal marinho para o tratamento da falsa doença fúngica, deixo ao pessoal uma tabela para facilitar a consulta sobre como podemos usar o sal marinho de forma terapêutica nos nossos aquários... table, th, td { border: 1px solid #999999; } tr:hover { background-color: #f5f5f5; } tr:nth-child(even) { background-color: #f2f2f2; } th { background-color: #444445; color: #ffffff; } th, td { padding: 6px 8px 15px; } Dosagens de sal marinho para o tratamento de doenças ou alívio do stress
  8. Boas Emílio, Antes do mais, deixe-me dizer-lhe que por si só o facto de o seu óscar ficar deitado não é necessariamente razão para você ficar preocupado. Desde logo porque o seu óscar vem comer. Ou seja, preocupante seria se ele não se mexesse para vir comer. Peixe saudável é peixe que está sempre com fome... Também acho que não tem nada a ver com a luz, como você sugere. Na realidade, um diagnóstico correcto só seria possível olhando bem para o aquário e sobretudo para o peixe, porque se ele permanece deitado porque não se sente em forma, então há de haver outros indícios para o ajudar a
  9. Boas, Lembrei-me de escrever este texto a propósito do mais recente problema que tive no meu aquário de ciclídeos da América Central: uma infestação de parasitas protozoários do género Epistylis, também conhecida como "falsa doença fúngica". Como infelizmente existe pouca informação em português sobre esta doença — altamente contagiosa e que ocorre com relativa frequência—, achei que não me custava nada perder uns minutos a escrever um texto que pudesse ser útil ao resto da comunidade aquariófila lusitana. Se eventualmente vier a ajudar alguém, já terá valido a pena. Porque a verdade é qu
  10. Caro Gilberto, Sugeri as (G a m b u s i a s) Espécie inserida no DL 565/99. Lista de espécies cuja venda é proibida em Portugal sobretudo porque as carpas Koi são peixes caros e nāo é boa ideia usá-las como "cobaias" no arranque do lago. Por outro lado, como são um peixe muito mais pequeno que uma Koi (mesmo do que uma Koi juvenil), um pequeno cardume de (G a m b u s i a s) Espécie inserida no DL 565/99. Lista de espécies cuja venda é proibida em Portugal representa para o lago uma carga de biomassa muito inferior ao de 3 ou 4 carpas Koi, não o saturando tão depressa na fase de arranque
  11. Boas Gilberto, Vi o seu post e como no início do Verão ajudei um amigo com um problema algo semelhante, decidi responder-lhe. O membro Tozé Nunes já lhe deu umas boas pistas, mas permita-me que lhe diga como eu resolveria o problema passo a passo... Passo 1: Retirava já todos os peixes ainda vivos do lago e punha-os num aquário-hospital (já com o filtro maturado e água de boa qualidade, evidentemente). O facto de os peixes estarem a largar muco é sinal de que a qualidade da água não está nada boa. Muito provavelmente os seus peixes estão com uma intoxicação por amónia (NH4), decorren
  12. Boas, Dois amigos aquariófilos por quem tenho grande consideração pessoal e cujas opiniões muito respeito chamaram-me a atenção para alguns detalhes do meu "post" anterior que merecem explicações um pouco mais precisas, em nome do rigor. Assim sendo, aqui vão elas: A primeira tem a ver com a clarificação da nomenclatura da genética, pois nas experiências de Mendel ele utilizava a sigla P (do latim "parentes" ou "parentum") para designar os pais nas suas experiências de criação. Ou seja, não devemos falar de F0 (tal como eu tentei explicar antes), mas sim de P, para designarmos os pr
  13. Boas, Tenho constatado que muitos aquariófilos (e até alguns importadores...) se referem incorrectamente a peixes selvagens como sendo F0. Por isso, permitam-me aqui clarificar um detalhe: se queremos utilizar a nomenclatura correctamente, não existe a classificação F0. Os peixes de aquário ou são WC (sigla de "Wild Caught", que significa capturados no seu habitat natural) ou TR (sigla de "Tank Raised", que significa criados em tanques, em cativeiro). Ora só os peixes TR podem ser F1, F2 e por aí em diante (ou seja, "filhos de"...), apesar do facto de depois da quarta geração a árvore gen