bodasantos

Membro
  • Posts

    12
  • Joined

  • Last visited

  • Country

    Portugal

About bodasantos

  • Birthday 06/25/1984
  • Age 38

Profile Information

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Concelho
    non portuguese
  • Localização
    Viana do Castelo

Recent Profile Visitors

1,309 profile views

bodasantos's Achievements

Newbie

Newbie (1/14)

  • Week One Done Rare
  • One Month Later Rare
  • One Year In Rare

Recent Badges

1

Reputation

  1. Ok, parece que afinal é possível encontrar a espécie Halocaridina rubra (opae ula) à venda na europa. Halocaridina rubra - Alemanha Apesar de o preço não ser muito convidativo (7€/camarão), os portes devem ficar por volta dos 12€ (via DHL), o que torna esta alternativa bem mais atrativa do que as "eco esferas").
  2. É claro que as espécies de água doce estão mais implantadas, até porque é mais fácil vender camarões que se adaptem à maioria dos aquários já existentes. No entanto, e uma vez que os aquários de invertebrados são cada vez mais comuns, é estranho esta espécie não ter expressão aparente na maior parte da Europa. Não se pode comparar o nosso cenário (europeu) com o asiático ou americano (de onde a espécie é originaria - Havai), mas daí a não existirem criadores/vendedores em países como a Alemanha, faz-me alguma confusão. Quem tem aquários dedicados a uma única coloração de caridinas, e chega a dar 30€ por camarão, não teria interesse num aqua de Opae ula's? Os únicos entraves que eu consigo considerar são o que torna esta espécie tão interessante. Uma esperança média de vida de até 20 anos, resistência a todo o tipo de condições adversas muito acima da média para um camarão, taxas de reprodução lentas, manutenção mais do que fácil e gastos praticamente nulos com alimentação/iluminação/filtragem/etc. Não é uma boa espécie para vender mas é ótima para manter como hobby ou para aficionados. Tanto quanto sei apenas existe o fenótipo selvagem, pelo que só aí há todo um mundo novo para descobrir e desenvolver. Em meados dos anos 90 as "eco esferas" foram bastante faladas, e entretanto descobri que ainda são vendidas, mas dar 100€ por uma bola de vidro com 3 camarões lá dentro (normalmente condenados a morrer lentamente), não é uma alternativa viável. Até agora a única alternativa que encontrei para adquirir esta espécie em portugal é investir 250/300€ numa "eco esfera" de tamanho médio, partir o vidro, montar um aqua e rezar para que os camarões (uma dúzia se tanto) não sejam todos machos ou fêmeas.
  3. Viva, É normal que os cherrys reajam dessa forma num ambiente predatório. Os guppys não atacam os camarões adultos a não ser que estejam a disputar alimento. Já os platys/espadas, depende do tamanho que tiverem, mas provavelmente comem os camarões que lhes caibam na boca. Os corydoras alimentam-se de pequenos invertebrados, portanto também vão predar os cherrys de menores dimensões que se cruzarem com eles. No entanto, o comportamento dos cherrys, assim como o crescimento da colónia, estão muito dependentes da quantidade de plantas, musgos e refúgios existentes no aquário em questão. Se eles se sentirem seguros vão estar ativos independentemente da luminosidade, tal como os pequenotes vão sobreviver se tiverem onde se refugiar. Manter os peixes bem alimentados, como é óbvio, ajuda a diminuir os instintos predatórios e a equilibrar as coisas. Nos meus aquários de invertebrados com neocaridinas não consigo encontrar um padrão de atividade associado à luminosidade. Umas vezes estão mais ativos com luz, outras vezes quando não há luz. Seja como for, e talvez por não existirem predadores, não denoto qualquer tipo de comportamento de fuga ou camuflagem. Não se escondem nem fazem por isso, andam simplesmente na vida deles. Há quem refira que a coloração dos camarões se torna mais intensa quando existem peixes no mesmo habitat, mas da minha experiência pessoal não vejo relação. Creio que o aumento ou diminuição da intensidade da coloração em habitats mistos está mais dependente do tipo de superfícies e/ou substratos. Se forem mais escuros ou mais claros, os camarões tentam acompanhar de forma a serem menos visíveis para os predadores. Tendo áreas seguras onde procurar alimento, e pela minha experiência, os cherrys vão começar a "ganhar coragem" ao fim de alguns dias e a tornar-se mais visíveis com a iluminação ligada. Caso isso não aconteça ao fim de uma semana, o mais provável é eles estarem a sofrer assédio por parte dos peixes, razão pela qual mantém os instintos anti-predatórios. Cumps.
  4. Bom dia a todos, Alguém sabe se existe algum fornecedor/vendedor da espécie Opae ula em Portugal ou arredores? Ou algum de vocês mantém esta espécie? Não está fácil encontrar camarões destes para montar um aqua. Pergunto-me até se eles existem na europa, pelo menos fora do reino unido, uma vez que os raros fornecedores ou já não estão em atividade ou não os enviam para fora. Tendo em conta a suposta tenacidade, longevidade e facilidade de manutenção da espécie, é difícil compreender como é que não há pessoal a criar e a divulgar estes super camarões. Agradeço qualquer partilha de conhecimento relativa a esta espécie. Cumps
  5. bodasantos

    bodasantos

  6. Boas, Tive uma infestação semelhante dessas algas filamentosas há uns anos. Na altura o aquario em questão tinha um tapete de musgo de java que cobria todo o fundo e os demais elementos de decoração (pedras, troncos, etc). Como a ideia era ter uma espécie de relvado, não me preocupei muito, mesmo quando a proporção de algas/musgo era já de 1/1. Quando dava uma poda no musgo as algas cresciam em força, mas depois o musgo voltava a crescer e as algas ficavam perdidas lá pelo meio. O único período em que tive o crescimento das algas controlado foi quanto meti um lagostim no aqua, ele devorava as algas como se não houvesse amanhã, mas infelizmente também destruía tudo o resto. Entretanto mudei o layout, retirei grande parte do musgo, ficando só com uns bocaditos agarrados aos troncos, e plantei o resto com várias plantas diferentes. Ao fim de algum tempo verifiquei que as algas apenas cresciam no musgo (em grande quantidade) e junto ao substrato (em pequenos novelos). Andei uns tempos a retirar os molhos de algas que cresciam fora do musgo, até me fartar. A conclusão a que cheguei na altura foi que a raiz de todo o mal era o musgo de java. Iniciei então uma pequena guerra, retirei todo o musgo e esfreguei o melhor que pude os troncos onde ele estava, retirei todas as plantas do aqua e removi todos os filamentos de alga que encontrei, qualquer parte mais suspeita era logo excluída. Resultado, passado algum tempo apareceram-me apenas um ou dois novelos de algas a crescer em locais isolados, removi-os com todo o cuidado e desde aí o aquario manteve-se livre de algas filamentosas. Nunca usei fertelizantes, CO2, ou outro tipo de controle das condições nesse aqua. Apenas filtragem, iluminação e aquecimento. Nem mudanças de água, apenas acrescentava a que se ía perdendo por evaporação. As únicas duas espécies animais que habitavam o aqua eram red cherrys, guppies e alguns caracois, todos em grande número. A minha ideia era manter um equilibrio, o mais natural possivel. Objectivo dificil mas que me permitiu observar com atenção o crescimento e desenvolvimento destas algas. A meu ver, enquanto existir um pedaço de alga no aqua (por mais pequeno que seja) mantém-se o potencial para que os novelos se voltem a formar, principalmente em momentos de desequilíbrio, e não há melhor local para esses pequenos filamentos se fixarem do que os musgos. A minha solução foi mesmo remover a alga por completo. Em que ponto se encontra a tua situação? Era interessante colocares mais umas fotos para mostrar o evoluir da "guerra". Cumprimentos e boa sorte
  7. Boas, Foi-me oferecido recentemente um filtro externo Hydor Prime 20, infelizmente quem se quis desfazer dele não teve o cuidado de guardar todo o material necessário ao funcionamento do mesmo. Resultado, tenho o reservatorio do filtro, o reservatorio interior necessário para que haja fluxo, a cabeça do filtro e as valvulas (torneiras). Faltam portanto matérias filtrantes (facilmente substituiveis) e os acessórios para a ligação da tubagem ao aquário (o que me interessa), entrada e saida. Pesquisei um pouco e encontrei este site (http://www.fishandfins.co.uk/aquarium-spares-hydor.htm#prime) onde supostamente se encontra para venda aquilo que procuro (referências: hydor prime20 intake XC0252 e hydor outlet unit prime 10 20 XC0105). As duvidas que tenho são as seguintes: - Não haverá uma forma mais simples ou mais barata (o mais importante) de adquirir estas duas peças? - Haverá alguma forma de eu poder utilizar peças de outra marca, adaptando-as (EHEIM, p.ex)? - Apostar em algo DIY? Alguma sugestão? Espero que alguém me possa ajudar... Cumprimentos e continuação de boas aventuras aquaticas.
  8. Está engraçado, barato e interessante do ponto de vista do reaproveitamento de materiais. Em relação à esponja de esfregão, caso seja daquelas amarela com a tira verde, eu não a utilizaria. Experimentei uma vez aplicá-la na entrada de um filtro de cascata para os camarões pequenos não serem sugados e ao fim de um ou dois meses a esponja acabou por se desfazer em mil bocados. Não sei se foi por a esponja ser das mais baratas que estava à venda no pingo doce, mas a impressão com que fiquei é a de que não se trata de um material duradouro nem resistente. Continuação de bons projectos! Cumps
  9. Pois, eu apenas fiz post aqui porque me pareces ter bastante experiência no que toca a esta espécie. Peço imensa desculpa por ter feito "asneirada" naqueles dois meio posts. Vou seguir o teu concelho e retirar o filtro. Estava a pensar improvisar uma esponja adaptando uma daquelas esponjas amarelas (tipo Scotch Brite?) à entrada do sifão do filtro, mas vou antes colocar a pedra difusora para evitar as TPA diárias e tentar dar estabilidade ao aqua. O filtro ainda tem alguma potência, não sei se mesmo com a esponja as larvas não ficariam lá coladas... Outra hipotese seria colocar a esponja e enterrar o sifão debaixo do areão (vou tentar testar e ver o efeito). Sou estudante de biologia e sei que as larvas de invertebrados aquaticos crescem (na sua maioria) mais rapidamente e têm taxas de sobrevivência maiores com temperaturas mais elevadas (talvez tenha sido por isso que as tuas larvas morreram durante a noite?).Vou equacionar a adição de um termostato para a temperatura não baixar dos 25ºC. Além disso são muito sensiveis a alterações da qualidade da água, temperatura, pH, dureza, oxigenação, etc... A minha ideia será tentar manter as condições estáveis e o mais parecidas com aquelas em que encontrei a minha "camaroa". Quanto à aeração, não quero contradizer o caso de sucesso de que falas, mas no rio a água é bastante oxigenada, o que não invalida uma possibilidade; as fêmeas podem procurar pequenos lagos onde depositam as larvas (pode ser uma questão importante na sobrevivência dos pequenitos e na recriação das condições ideais). Em relação à iluminação, visto que o aqua está à janela e no entanto não apanha luz directa, vou continuar com a iluminação natural. Em relação à alimentação, vou tentar utilizar uma mistura de comida seca pulverizada com a mixórdia que trouxe do laguito à beira rio. Vou manter o garrafão bem iluminado e colocar lá dentro alguma comida pulverizada para activar os processos biológicos. A água é rica em dáfnias, outros invertebrados minúsculos, microalgas, algas filamentosas e caracois. Vou tentar administrar umas quantas (não muitas) gotas desta solução todos os dias. Assim que os ovos eclodirem e as larvas se soltem da progenitora vou retira-la do aqua. Penso que estes camarões são detritivoros, logo não devem apresentar risco para as larvas, no entanto, podem produzir hormonas que impeçam o desenvolvimento das mesmas (acontece com diversas espécies ripículas para evitar o "overcrowding" e a falta de recursos). O areão parece ter sido boa escolha, além de ja estar biologicamente vivo e conter potencial alimento e esconderijo para as larvas, a fêmea passa o dia e a noite "agarrada" às pedritas enquanto executa uns movimentos tipo "dança do ventre" que penso ser uma forma de oxigenar os ovos. Estive a averiguar e pelos vistos uma investigadora do meu departamento já fez alguns estudos com esta espécie. Caso se trate efectivamente de Atyaephyra desmaresti, vou tentar entrar em contacto com ela e perguntar em que moldes ela fez e manteve a criação destes camarões. As fotos ficaram muito pequenas . Tenho de fazer uns quantos testes para ver se consigo colocar aqui no forum fotos decentes. Entretanto deixo aqui os links para algumas das fotos que tirei com muito mais qualidade: Foto1 Foto2 Foto3 Foto4 Vou seguir atentamente os teus resultados e partilhar os meus. Espero que estas experiências nos ajudem a compreender melhor esta espécie e que tanto as tuas como as minhas larvas cheguem a bom termo para que possamos no futuro fazer uma troca de património genético e melhorar as nossas culturas. Cumps
  10. Boas AlbCab, espero que não haja problema em colocar aqui isto, mas talvez me possas dar umas dicas. Acontece que encontrei esta fêmea (que penso tratar-se de Atyaephyra desmaresti) a passear pelo fundo do rio aqui na praia fluvial em coimbra (rio Mondego). Assim que a apanhei apercebi-me imediatamente de que carregava ovos. Trouxe-a para casa e preparei um aqua só para ela (os ovos ainda não eclodiram). Tem apenas 20 litros, filtro de cascata(ainda sem esponja de protecção), a temperatura é a ambiente (entre os 22 e os 26 ºC), o substrato é areia que trouxe do local onde a encontrei, adicionei um pouco de musgo de java e tenho também um garrafão de 5 litros com água de um lago que lá estava (trouxe-o por conter muitas dáfnias, outros invertebrados e microalgas). As duvidas que tenho são as seguintes: 1-Esta "camaroa" é realmente Atyaephyra desmaresti? 2-Tendo em conta a situação em que ela está, que conselhos me dão para melhorar as condições de forma a que a taxa de sobrevivência das larvas seja a maior possivel? Espero que me possam ajudar, que as imagens sejam claras, com dimensões razoáveis e espero não ter feito nenhum "asneira" em ter colocado aqui a minha situação. Cumps ps: Sou mesmo noob nestas coisas, carreguei sem querer duas vezes no "Enter" enquanto estava a escrever e criei dois posts que não queria. Se puderes apaga-os... Sory.
  11. Boas AlbCab, espero que não haja problema em colocar aqui isto... Acontece que encontrei esta fêmea (que penso tratar-se de Atyaephyra desmaresti) a passear pelo fundo do rio aqui na praia fluvial em coimbra (rio Mondego). Assim que a apanhei apercebi-me imediatamente de que carregava ovos. Trouxe-a para casa e preparei um aqua só para ela. Tem apenas 20 litros, a temperatura é a ambiente (entre os 22 e os 26 ºC), o substrato é areia que trouxe do local onde a encontrei, adicionei um pouco de musgo de java e tenho também um garrafão de 5 litros com água de um lago que lá estava (trouxe-o por conter muitas dáfnias, outros invertebrados e microalgas).
  12. Boas AlbCab, espero que não haja problema em colocar aqui isto... Acontece que encontrei esta fêmea (que penso tratar-se de Atyaephyra desmaresti) a passear pelo fundo do rio aqui na praia fluvial em coimbra (rio Mondego). Assim que a apanhei apercebi-me imediatamente de que carregava ovos. Trouxe-a para casa e preparei um aqua só para ela. Tem apenas 20 litros, a temperatura é a ambiente (entre os 22 e os 26 ºC), o substrato é areia que trouxe do local onde a encontrei, adicionei um pouco de musgo de java e tenho também um garrafão de 5 litros com água de um lago que lá estava (trouxe-o por conter muitas dáfnias, outros invertebrados e microalgas).