Ajuda Para Novo Setup


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Olá,

 

Tenho andado a pesquisar umas coisas para montar um setup que tenho em mente ser um tanganika, mas gostaria de algumas opiniões e sugestões, tanto de setup como sobretudo de espécies.

A montagem tem sido muito adidada (quase um ano) mas é desta que vai arrancar. Vai ficar no escritório também com efeito “decorativo”. Será o principal, um aqua de 60lt vai ficar apenas com o casal de kribs, mas não será só este o novo setup cá de casa, já que consegui “autorização” para montar os aquários todos que andavam cá por casa!! Para isso fiquei com uma divisão só para aquários. Ok, é uma despensa, mas enfim... Entretanto enquanto se ultimam os detalhes

 

O aqua tem as medidas 120x60x60 (algo na ordem dos +/-420lt) e graças à oferta de um amigo já resolvi o problema da mesa.

Descontando areia e calhaus, penso que andará algures entre 325-350 litros de água.

O filtro é exterior com 1100l/h, eventualmente terei que aumentar este capacidade com um segundo filtro (estava a pensar num interno só para mecânica), mas para já penso que este aguente (quase 4x).

Decoração, estou a pensar no mais simples possível, sem background 3D e apenas com areia, um pouco de cascalho de calcario (ajuda com o pH ou não vale a pena?) e claro, calhaus em força. A ideia seria agrupar os calhaus sobre os lados (mais no direito), escondendo equipamento, e deixar uma zona central mais aberta, mas criar uma pequena barreira visual com um monte de pedras mais baixo algures a 3/4 do comprimento (dir-esq.), e no lado esquerdo deixar mais uns calhaus amontoados.

 

Espécies, estava a pensar no seguinte:

 

- Lamprologus brevis (1.1)

- Lamprologus ocellatus (1.2)

- Neolamprologus signatus (1.1)

- Neolamprologus smilis (pequena colónia uns 8-10?)

- Cyprichromis leptosoma (5/6 para a parte superior?)

- Para cyprichromis nigrippinis (6/8 ??)

 

Outras possibilidades:

 

Brichardis – demasiado agressivos?

Julies – do que li fiquei com dúvidas, parece que toda a gente os tem, mas criam demais e podem dar problemas de ocupação territorial?

 

No caso dos smilis, dado que parecem ser mais reservados, acho-os muito interessantes e estou curioso com o comportamento em colónia. Como tenho disponível um outro aqua de cerca de 100lt, caso haja problemas poderia sempre passar a colónia para este. Ou será que aguentavam no principal?

A dúvida também está entre os leptosoma e os nigripinnis, já que optar pelos dois me parece demasiado para este aqua, começa a ser muito peixe para 300 lt

 

Uma espécie que também gosto imenso de ver é Labidochromis caeruleus, mas não será a melhor opção para mistura num tanganika? Ou é um “mal-menor”?

Sugestões? Será a primeira incursão em africanos (tirando kribs) como tal, apesar da pesquisa, opiniões práticas são bem-vindas.

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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Boas!

 

Parece-me que tens dimensoes para fazer um belo aquario.

Das 3especies de conchicolas que apresentas vais escolher só uma ou é para por as 3? A meu ver, para as 3 ficava apertado.

 

Eu apostava em por uma especie de conchiclas, uma especie de areia ( Xenotilapia, Callochromis ou Enantiopus) e um belo cardume de leptosoma. Ficavas com um aquario bem equilibrado e com especies interessantes.

 

Os brichardi seria uma boa hipotese se com eles juntasses especies também agressivas e predadoras, por exempo os altolamprolugus e os lamprolugos tetracephalus. Acho que não seria má opção e podias ver o comportamento e desenvolvimentos da colonia dos brichardi e ao mesmo tempo o comportamento predatório dos altos e/ou tetracephalus.

 

abraço

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Olá Paulo,

 

Obrigado pela resposta.

 

Os leptosomas parecem-me realmente ser a escolha mais acertada para algum movimento na zona de "água" além de que são peixes muito bonitos e seria juntar o útil ao eestético. Em relação ao fundo e aos conchicolas, bem, a ideia seria tentar perceber uma possibilidade de juntar mais que uma espécie, gostava de tentar uma colónia de smilis mas eventualmente em conjunto com outra espécie se possível será que dá ou é arriscar problemas?

Espécies de rocha/areia encontrei menos informação, e não quero meter-me em nada de muito complicado, dai ter concentrado as opções em espécies que, caso haja algum problema, possa realojar com facilidade nos outros aquas que tenho disponíveis mas que são bem menores...

 

Em litragem penso que dê, mas como não faço a minima ideia do comportamento destes bichos, preciso mesmo da ajuda prática do pessoal na escolha.

 

Cumprimentos,

Ricardo M. Pereira

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Espécies, estava a pensar no seguinte:

 

- Lamprologus brevis (1.1)

- Lamprologus ocellatus (1.2)

- Neolamprologus signatus (1.1)

- Neolamprologus smilis (pequena colónia uns 8-10?)

- Cyprichromis leptosoma (5/6 para a parte superior?)

- Para cyprichromis nigrippinis (6/8 ??)

 

Outras possibilidades:

 

Brichardis – demasiado agressivos?

Julies – do que li fiquei com dúvidas, parece que toda a gente os tem, mas criam demais e podem dar problemas de ocupação territorial?

 

Olá !

 

Na minha opinião tens um bom espaço para aproveitar para encher de rochas (as mais esburacadas e calcárias que encontrares), deixando, claro, pelo menos uma zona de conchas para os conchiculas (1 espécie) e espaço aberto suficiente para os Cyprichromis leptosoma e os Paracyprichromis nigrippinis.

Depois, e esta é a minha sugestão, juntava um grupo de Neolamprologus leleupi (3/4), porque gosto particularmente desta espécie, na vez dos outros Neolamprologus sugeridos por ti.

E talvez ainda te sobre espaço para meteres uma espécie de amantes dos esconderijos nas rochas, Julidochromis ou Altolamprolugus.

Com os Brichardis já tive uma experiência e tenho a dizer que são bastante "Colonizadores". Em pouco tempo reclamam todo o espaço disponivel, são bastante prolíficos.

 

De resto tens muitas mais hipóteses que podes experimentar, com a facilidade que tens para separar alguns peixes caso surjam incompatibilidades inesperadas analisa as que te surgirem e avança.

 

Informa-nos depois da tua escolha.

Cumps,

 

Zé Luís

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Boas!

 

Consegues tere espaço para duas especies distintas de conchicolas, mas tens de alterar a configuração do aqua. Não dá para teres um monte de pedras de um lado e depois as conchas todas noutro. O melhor seria dividir o aqua com as pedras, colocando conchas de um lado e do outro, assim não deverás ter problemas. Mesmo assim deverias colocar um casal de uma das especies mais agressivas (ocellatus ou brevis) e a colonia de smilis.

Os brevis ficavam com a area com as melhores conchas e corria os similis para o outro canto. Mas atenção, se tivesses 2casais de uma especie mais agressiva, possivelmente o macho dominante ficava com as melhores conchas e o macho beta corria com os similis para as rochas ou para a coluna de água. Por isso é muito importante ter apenas um casal de brevis ou ocellatus!

 

Acho que assim ficavas com um aquario bem tranquilo e ao mesmo tempo movimentado. Poder-se-ia observar o comportamento da colonia de similis, que é deveras interessante. Por outro lado tinhas os brevis, que são bastante interessantes e comportamento bem diferente dos similis. Para finalizar um belo cardume de leptosoma com uns 10 especiemes, o que dava danças de acasalamentos quase constantes. Para além de ter um tipo de reprodução que não encontras noutro lado (salvo erro) senão em ciclideos africanos: a bocal.

 

A única falha seria a falta de uma especie de rochas. No entanto, acho que assim tens um aquario mais equilibrado. Pois de momento, não estou a ver nenhuma especie que não te desse problemas de predação de alevins, ou de confrontos mais violentos com os conchicolas. A não ser que optes apenas por uma especie de conchicolas...mas pode ser que haja pessoal por ai com outras e mais experiencia.

 

abraço

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Paulo e ZL,

 

Obrigado pelas sugestões.

Bem, entretanto, tenho andado a adiantar a coisa, e não gostei da areia inicial, por isso vai de tirar e tentar de novo... Agora vou para areia branca, mas depois de ler um outro topico fiquei com duvidas se a que tenho serve ou não...

 

Em relação a espécies, acho que começa a tomar forma, mas mesmo assim pelo menos um dos lados/cantos tem que ficar com um monte de pedras por uma questão de estática acho que fica bem. De qualquer forma posso sempre analisar a questão da divisão, embora a ideia inicial de layout fosse mais para rochas nos lados e conchas no centro, mas percebo a ideia e acho que têm razão para conseguir dividir zonas.

 

Acho que prefiro nesse caso optar pelos brevis, os leptosomas tinham sido uma das opções iniciais, nisso estamos de acordo, pensei que não desse para tantos...

 

Começando então a ganhar forma:

 

1 casal brevis

10 leptosomas

 

Agora fiquei com uma dúvida, será que dava para conjugar os leleupi com os smilis? Seria sempre melhor a colónia em termos de actividade senão fica uma coisa "vazia", mas a nivel de espaço... Os leleupi iriam ocupar mais as rochas certo? podem ser uma opção para a zona que falta? Não sei se com a área livre e já que pretendo ter pelo menos um bom monte de rochas num dos lados e agora ao centro se não poderiam ser uma alternativa, apesar de já serem um peixe algo maior? Poderiam coexistir com os smilis?

 

Cumprimentos,

Ricardo M. Pereira

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Boas!

 

Meter conchas entre 2 grupos de rochas costuma dar problemas, a não ser q a distancia seja muito grande. É que os peixes das rochas (e só se este existirem é q se coloca o problema) tende a vaguear de rocha para rocha, ou seja, por cima das conchas.

 

Se afastares as conhas o suficiente das rochas, não deves ter problema com os leleupi. Embora sejam predadores, mas os brevis também se defendem bem!

Já viste os lamprologus caudopunctatus? Eu acho-os bonitos e bem mais calmos. Também tens os V.Moori que com a cor preta ficava porreiro a nivel de cor.

 

Sabes quais são os lepto que queres colocar? Ve aqui www.cichlid-forum.com , assim podes escolher os peixes em função das cores e formas dos peixes.

 

abraço

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Paulo,

 

Em relação a espécies, o estudo continua...

Estou a começar por recolher informação, mais baseado no comportamento e agressividade que no aspecto!

Depois dai, volto a chatear o pessoal com outras ideias que vão surgindo, até porque imagino que além do gostar também é preciso "encontrar" algumas destas espécies com maior ou menos facilidade.

A ideia é optar dentro do possivel por talvez menos espécies, mas daquelas em que se possa ver algum comportamento interessante ou formar colónia. Outro atributo é tamanho, quanto mais pequeno melhor!!

 

Gostei dos L. caudopunctatus isto complica-se...Os multifasciatus também me parecem interessantes (e pequenos...)

 

A estrutura de divisão que tenho em mente e começa aos poucos a ganhar forma é criar uma zona de rochas localizada sobre o fundo (costas), que ocupe cerca de 3/4 do comprimento.

Esta do lado direito vai ficar mais alta em monte (quando meter fotos percebem a ideia), mas tentar correr uma linha de rochas em todo o fundo do aquario (já que não me vou meter com fundos 3D). Mais ou menos a 3/4 do comprimento deixar uma espécie de divisão até metade da largura do aquário. Entre esta e o monte de rochas da direita uma zona aberta. Nesse espaço da frente deixar zona aberta só com areia e na zona da esquerda deixar então a maior parte das conchas. Será que isto vai condicionar as zonas de distribuição?? A ideia é "obrigar" as espécies de conchas a ficar na zona mais resguardada (sem tanta rocha e com 1/4 do aqua disponivel, deixar uma boa quantidade de rocha no fundo e meio (centrando os leleupi ai) e deixar uma zona aberta de areia. Nesse caso optaria pelos brevis + leleupi mas não pelos smilis (emboar tenha uma enorme curiosidade de ver o tão falado comportamento dos smilis num aqua grandinho...)

Obviamente em teoria parece-me interessante, mas aceito sugestões antes de fazer asneira! Por isso é que voltei atrás e voltei à fase de montagem. A ideia também é ter uma zona de rochas quase até ao topo da água, ou pelo menos 3/4 já que tenho bastante altura e gostava de a ver ocupada em parte com peixes de rocha, será que funciona? Pelo menos devem passear por lá não?

Amanhã vou tentar ter tempo para meter uns calhaus "em seco" e tentar dar uma ideia do que quero fazer.

 

Ainda me falta acabar uma série de coisas, incluindo um bocado de parede falsa por isso vamos com calma na escolha!

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Edited by avilandia

Ricardo M. Pereira

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Boas!

 

Se vais colocar peixes de rochas aconselhava a não ires para os multies. Não são tão robustos quanto os outros.

 

Os caudopunctatus são menos agressivos que os leleupi. Foi por isso que me lembrem disso... Em todo o caso, com uma boa divisao entre rochas e conchas não deves ter problemas.

 

Assim que der mete umas fotos para podermos ver como isso está e quais as melhores soluções.

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Olá,

 

Aqui ficam uma foto (desculpem ser de telemóvel) depois de alterada disposição e layout das rochas. Ainda tenho algumas dúvidas se faz sentido aumentar a altura das rochas da direita porque para ter base de sustentação obrigaria a perder área aberta no fundo...

 

Pic_11681_1.jpg

 

A ideia é deixar as conchas na zona livre do lado esquerdo.

 

O que acham?

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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A ideia é deixar as conchas na zona livre do lado esquerdo.

 

O que acham?

 

Ricardo M.

 

 

Boas! A mim parece-me curto...

Eu tirava as 3 ultimas pedras do lado esquerdo e colocava no direito, por cima ou encostadas às outras no sentido do vidro.

Acho que seria a melhor solução. É que pela foto parece-me q as rochas ficam muito pertos das futuras conchas...assim tinhas a mesma area/quantidade de rochas e deixavas a zona das conchas mais aberta.

 

abraço

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Paulo,

 

A zona da esquerda, descoberta tem cerca de 35cm pelos 50cm de fundo. Concentrei-me mais na zona descoberta já que fica mais perto das rochas e tentei não criar muitos refugios nessa "divisão". A rocha que está a terminar a linha de calhaus é praticamente lisa e a unica zona com buracos refugios fica virada para o lado direito. Ou seja dessa rocha para a esquerda é tudo liso, e parece-me pouco convidativo a que alguma espécie de rochas ai se fixe!

Vou tentar amanhã mais algumas fotos com outras perspectivas para ficarem com uma melhor ideia. De qualquer forma, o que for preciso muda-se!!

 

Como curiosidade, o filtro interno que montei nesta fase de experiências para ver as zonas mortas foi uma aquisição interessante... 1800l/h (!!??!) 3 compartimentos, bioballs incluidos no centro, falta ver quanto tempo dura... Lá que faz bastante circulação faz!

Suponho que estas espécies não necessitam de grande circulação de água ou até gostam? É que neste momento parece mais um salgado em termos de corrente...

 

Cumprimentos,

Ricardo M. Pereira

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Olá,

 

Ainda está na mesma e não tive hipótese de tirar mais (e melhores) fotos, mas esta semana trato disso.

Entretanto estive a medir o pH. A água da torneira tem pH 6.7, depois de 4 dias com a areia e pedras, filtro ligado, o pH no aqua está em 6.95. Pelo que penso que subiu. Ainda não medi nem tenho os testes para KH e gH, tenho que tratar disso, mas como ainda está a ciclar não me preocupei muito.

 

De qualquer forma é baixo, as pedras que meti são calcárias, a areia é silica. Será que as pedras chegam ou devo acescentar um bocado de areia de coral? É que parece-me que com esta água não me posso fiar só nas pedras e tenho que subir o pH.

 

E já agora umas dúvidas sobre mexidas no pH. Já sei que primeiro interessa ver o kH também e perceber o poder tampão, mas em termos de subida tanto de um como outro, tenho à disposição várias formas de cálcio tanto liquido como sólido (pó). Qual a melhor composição para subir o pH?

Alguém tem fórmulas caseiras? Encontrei um tópico sobre isso mas achei complicação a mais, pelo menos para já...

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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Olá,

 

Obrigado pela indicação da receita do buffer Paulo, este é bem mais simples!.

 

Entretanto em relação ao aqua aqui ficam mais algumas fotos, peço desculpa mas não consegui tirar com a máquina digital que não faço ideia onde esteja enfiada...

 

Esta é a zona que planeio servir para os conchicolas (de cima):

 

Pic_11681_2.jpg

 

(de frente):

 

Pic_11681_4.jpg

 

Em termos de área tem a profundidade total do aquário (50cm) e cerca de 35cm de frente.

A ciclagem parece estar a correr bem, hoje dei uma vista de olhos no filtro para meter mais umas cerâmicas usadas e tanto as que lá tinha como as bioballs parecem-me estar a colonizar.

Entretanto continua a pesquisa sobre as espécies e colocar e surgiu-me a questão se valerá a pena meter alguma coisa de plantas? Valisnérias ou anúbias? Pessoalmente acho que gosto mais do "look" calhau, mas se isso trouxer vantagens aos peixes considera-se o assunto.

 

Ainda não fiz a mistura para buffer, tenho que tratar disso esta semana, hoje medi novamente o pH e está um pouco mais alto nos 7.13, pode ter simplesmente a ver com a estabilização da temperatura, já que aumentei para os 28ºC. Entretanto meti algumas conchas, já depois das fotos, mas com a quantidade e rocha duvido que seja isso a mexer alguma coisa.

Alterar as condições com o buffer não prejudica a ciclagem?

 

O que me continuo a deixar chateado é a questão do equipamento, tenho dado voltas à cabeça e não consigo arranjar uma forma de esconder pelo menos o termostato, já que o filtro vai passar para o externo.

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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Boas!

 

Continua com duvidas se o espaço das conchas será suficiente para eles...Acho que é um território que é facilmente penetrado pelos peixes que colocarás para as rochas.

Em todo o caso é uma questão de experimentares. Caso haja problemas, tiras as rochas mais à esquerda.

 

Entretanto continua a pesquisa sobre as espécies e colocar e surgiu-me a questão se valerá a pena meter alguma coisa de plantas? Valisnérias ou anúbias? Pessoalmente acho que gosto mais do "look" calhau, mas se isso trouxer vantagens aos peixes considera-se o assunto.

As plantas dão vantagem na qualidade da agua. São elas que consomem o excesso de nutrientes e produzem oxigénio.

Um molho de valisnérias é suficiente ou C. demersum.

No entanto podes não colocar nada. Tens é que fazer mais TPA e colocar melhor filtragem!

 

Alterar as condições com o buffer não prejudica a ciclagem?

Penso que não... ;) Nunca ouvi nada nesse sentido e nem vejo porque podia prejudicar...

(todos colocamos o buffer na altura da ciclagem)

 

O que me continuo a deixar chateado é a questão do equipamento, tenho dado voltas à cabeça e não consigo arranjar uma forma de esconder pelo menos o termostato, já que o filtro vai passar para o externo.

 

Se colocares as valisnérias tens o problema resolvido. Caso contrario, tenta aumenta um pouco a altura de pedras do lado direito e inclina mais o termo.

 

abraço

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Paulo,

 

Uma vez mais obrigado.

Eu estou a considerar que uma vez retirado esse filtro interior e colocado o exterior, a saida de água fique desse lado, libertando também alguma área. Estava a pensar colocar o tubo de entrada de água por trás das rochas da direita, deixei espaço para isso, embora tenha dúvidas se isso irá comprometer a ocupação das rochas nessa zona e ainda permitir uma circulação eficaz.

 

Vou analisar a questão das plantas, sobretudo seriam valisnérias e Ceratophyllum demerson (talvez var. "foxtail") já que sinceramente não gosto muito de anúbias. Talvez alguma numa pedra superior para ajudar com esconder o equipamento.

Neste caso penso que não seja má ideia optar por colocar as plantas em vasos porque com a fama destes bichos mexerem no fundo não deve tardar a ter tudo a boiar?

 

Entretanto tenho continuado a pesquisa sobre a fauna e penso que cheguei a uma solução possível:

 

Conchas> Neolamprologus brevis

Pelo que andei a ler têm um território pequeno e neste caso isso será uma vantagem neste layout. Como disseste, também se defendem melhor que quer os multies pequenos e vulneráveis.

Agora a dúvida, os brevis um casal ou um trio?

Outra alternativa seria N. caudopuntactus, já que pelo que encontrei criam em conchas, mas não vivem nestas e talvez se adaptem a esta disposição com proximidade conchas/rochas.

 

Rochas>

Neolamprologus leleupi- Apesar de mais agressivo, queria tentar conciliar o "amarelo" neste conjunto... Este é mais uma escolha estética admito.

Julidiochromis ornatus ou J.marlieri

Ou outras ideias para ocupar as rochas com espécies de pequeno tamanho?

A alternativa aos leleupi seria juntar uns Labidochromis caeruleus, ficava o amarelo, mas sendo o proposito tanganyka não queria entrar em "misturadas"...

 

Areia>

Tinha ideia de haver espécies puras de areia que vivam na zona aberta, mas tenho ficado com muitas dúvidas, já que a maioria parece usar também as conchas, e as que fazem ninhos na areia necessitam de alguma área e tenho receio que isso entre em confronto com o pessoal das rochas? Ideias para ocupar o fundo?

Quando referes V.moori falas do Variabilichromis moori? Supostamente não é agressivo? Até gosto da ideia, mas parece-me que neste enquadramento e para a minha experiência de "maçarico" é capaz de não dar...

 

Água> Cyprichromis leptosoma

Sem dúvida os Cyprichromis leptosoma, estou é indeciso - e muito - nas variedades, mas talvez "Utinta" um cardume de uns 12.

 

Agora surge outra questão, começar a pensar em encontrar estes bicharocos e preparar "orçamento" estas espécies são comuns e fáceis de encontrar ou nem por isso?

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Edited by avilandia

Ricardo M. Pereira

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Boas!

 

Estava a pensar colocar o tubo de entrada de água por trás das rochas da direita, deixei espaço para isso, embora tenha dúvidas se isso irá comprometer a ocupação das rochas nessa zona e ainda permitir uma circulação eficaz.

 

Não me parece que tenhas grandes problemas. Era pior se fosse o tubo de saida, fazendo perde logo alguma movimentação de água.

 

Vou analisar a questão das plantas, sobretudo seriam valisnérias e Ceratophyllum demerson

 

Se vieres alguma vez para estes lados diz, que ofereço-te uns pés de ambas. Embora não saiba se a demerson é da variante que queres...

Em todo o caso, sempre poupas qualquer coisa.

 

Neste caso penso que não seja má ideia optar por colocar as plantas em vasos porque com a fama destes bichos mexerem no fundo não deve tardar a ter tudo a boiar?

 

Eu nunca tive problemas nesse sentido. Há pessoal que se queixa, mas a verdade é que tanto com leleupi, como conchicolas ou cyp. nunca tive problemas com isso. No entanto sei que as julies e os leleupi escavam bastante e tal poderá acontecer!

 

Entretanto tenho continuado a pesquisa sobre a fauna e penso que cheguei a uma solução possível:

 

Conchas> Neolamprologus brevis

Pelo que andei a ler têm um território pequeno e neste caso isso será uma vantagem neste layout. Como disseste, também se defendem melhor que quer os multies pequenos e vulneráveis.

Agora a dúvida, os brevis um casal ou um trio?

Outra alternativa seria N. caudopuntactus, já que pelo que encontrei criam em conchas, mas não vivem nestas e talvez se adaptem a esta disposição com proximidade conchas/rochas

 

Os brevis dão-se bem em casal, assim como os caudopuntactis. No entanto, se não me engano em relação aos brevis são peixes de harem, ou seja, podes por mais uma femea ou duas. Mas sinceramente, acho que um casal é suficiente! Principalmente nesta fase inicial...e já vais perceber porque...

 

Rochas>

Neolamprologus leleupi- Apesar de mais agressivo, queria tentar conciliar o "amarelo" neste conjunto... Este é mais uma escolha estética admito.

Julidiochromis ornatus ou J.marlieri

Ou outras ideias para ocupar as rochas com espécies de pequeno tamanho?

A alternativa aos leleupi seria juntar uns Labidochromis caeruleus, ficava o amarelo, mas sendo o proposito tanganyka não queria entrar em "misturadas"...

 

Primeiro de tudo, e sendo eu um purista, acho que fazes muito bem em não fazer misturadas! Um tanganyika é um tanganyika e mais nada!

Os leleupi são uma especie interessante, embora violenta. A nível estético ajudam a constratar com outros peixes que não tem amarelo tão forte.

Não vejo problema em mete-los num aquario desse tamanho. Mas fica atento aos confrontos com as conchas, caso comecem tira as pedras do lado esquerdo!

As julies quando começam a criar, algo que fazem com frequencia, são muito territoriais! Tudo o que passa junta a elas é corrido e bem depressa! Quanto muito metes um casal, mas pode haver o risco de expulsarem os leleupi para fora das rochas e quem paga são os brevis...

 

Areia>

Tinha ideia de haver espécies puras de areia que vivam na zona aberta, mas tenho ficado com muitas dúvidas, já que a maioria parece usar também as conchas, e as que fazem ninhos na areia necessitam de alguma área e tenho receio que isso entre em confronto com o pessoal das rochas? Ideias para ocupar o fundo?

Quando referes V.moori falas do Variabilichromis moori? Supostamente não é agressivo? Até gosto da ideia, mas parece-me que neste enquadramento e para a minha experiência de "maçarico" é capaz de não dar...

 

Sim, com especies mais agressivas e as rochas ocupadas não aconselho a usar especies para areia.

Há varias especies de areia: as xenotilapias, Callochromis, Ectodus e Enantiopus (deve haver mais, mas não me estou a lembrar...). São especies que ficam a maior parte do tempo na areia. A meu ver das mais interessantes do tanganyika, mas também das mais caras...

 

Sim, falava dos Variabilichromis moori. É um peixe que gosto bastante, embora a minha experiencia com ele seja nula...

Acho que se pode tornar um pouco agressiva, sim. Muito à semelhança dos leleupi. Talvez não se dessem mal em conjunto...não sei...ai tinha de ser alguem com experiência neste peixe a ajudar-te...

 

Água> Cyprichromis leptosoma

Sem dúvida os Cyprichromis leptosoma, estou é indeciso - e muito - nas variedades, mas talvez "Utinta" um cardume de uns 12.

 

Um cardume de 12 era porreiro para esse aquario...mas não sai nada barato...

Em termos de variadades...é uma questão de gosto...eu tenho estas: C. leptosoma "mupulungu".

 

Agora surge outra questão, começar a pensar em encontrar estes bicharocos e preparar "orçamento" estas espécies são comuns e fáceis de encontrar ou nem por isso?

 

Bem...esta é a parte mais dificil para quem vai começar um tanganyika...

 

brevis- 10€ cada

leleupi- 10€ cada

julies- 10€ cada

v. moori- 10€ cada

peixes de areia- 30/40€ cada...mais ou menos...

cyp. leptosoma- 20€ cada

 

mas depende um pouco de loja para loja...

O melhor seria arranjar a alguem que tenha crias disso aqui no forum...que fica mais económico...

 

cumprimentos.

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Olá Paulo,

 

Mais uma vez obrigado pela tua paciência ::D:

 

Não me parece que tenhas grandes problemas. Era pior se fosse o tubo de saida, fazendo perde logo alguma movimentação de água.

 

Também tenho essa ideia, a minha dúvida é mais no sentido de haver movimentação suficiente numa zona mais escondida, para não deixar depositar lixo. Limpar/apirar essa zona vai ser mais difícil. Por outro lado andei a fazer umas experiências ontem e ao obrigar a água a circular entre as rochas para um tubo de saida esta ganha velocidade, com algum jeito se não ficarem zonas mortas não deve haver problema. Por outro lado estou realmente impressionado com a circulação que este filtro interior faz e começo a ponderar se não o mantenho também (além de que faz uma oxigenação considerável - certas zonas parecem "rebentação").

 

Se vieres alguma vez para estes lados diz, que ofereço-te uns pés de ambas. Embora não saiba se a demerson é da variante que queres...

Em todo o caso, sempre poupas qualquer coisa.

 

Agradeço a oferta e o convite. Também tenho curiosidade de ver mais aquas do pessoal.

 

Brevis casal ou trio, sendo possivel e se não se chateiam com a coisa, para já ficam casal (a minha dúvida era mais com a formação livre de casais).

 

Primeiro de tudo, e sendo eu um purista, acho que fazes muito bem em não fazer misturadas! Um tanganyika é um tanganyika e mais nada!

 

Nisso concordo e percebo. Mas isto tem que ser negociada a parte purista com a estética (pronto admito, com a minha respectiva...e se quer amarelo...) Mas ok, caeruleus fora de questão...

 

As julies quando começam a criar, algo que fazem com frequencia, são muito territoriais! Tudo o que passa junta a elas é corrido e bem depressa! Quanto muito metes um casal, mas pode haver o risco de expulsarem os leleupi para fora das rochas e quem paga são os brevis...

 

Numa fase inicial não são uma prioridade na lista, embora ache que fazem um contraste interessante com os restantes ciclideos pela diferença de forma.

 

Continuo com duvidas se alguma espécie de areia seria indicada, acho que para já não e talvez a melhor opção até em termos de tamanho seja tentar conciliar os leleupi com os moori.

 

Bem...esta é a parte mais dificil para quem vai começar um tanganyika...

 

brevis- 10€ cada

leleupi- 10€ cada

julies- 10€ cada

v. moori- 10€ cada

peixes de areia- 30/40€ cada...mais ou menos...

cyp. leptosoma- 20€ cada

 

mas depende um pouco de loja para loja...

 

Sinceramente não fico muito surpreendido com os valores, embora quanto mais barato melhor como é lógico!!!!

Só o caso dos leptosoma é que tem que ser "ponderado", já que no meio disto tudo seriam a maior despesa em fauna e apesar de tudo não tenho experiência alguma com ciclideos e pouca com aquariofilia. E nisto não basta ter vontade, pela experiência de uns aninhos que tenho com aves já sei que no inicio é sempre para meter uma ou outra "argolada" e fazer asneira. Sem qualquer desrespeito pela vida dos peixes, a fazer asneira que saia o mais barato possível.

Isso cria um dilema, sendo os leptosomas peixe de cardume, estar a meter poucos não faz sentido e é contra a sua natureza e comportamento, estar a fazer um cardume completo nesta quantidade/valor acho que é capaz de ser abusar da sorte.

 

O melhor seria arranjar a alguem que tenha crias disso aqui no forum...que fica mais económico...

 

Claro, a ideia também passa por ai, mais por uma questão de qualidade/fiabilidade dos peixes que pelo preço em si. Sempre preferi comprar a quem cria. Faço o mesmo com as aves.

E já agora mais uma pergunta, é preferivel comprar peixes mais jovens ou já mais cresciditos? Isto claro assumindo que não vou meter adultos de uns e alevins de outros como é lógico!

Existem alterações/problemas com introdução de peixes mais tarde e definição de novos territórios? Ou deve ser feito tudo inicialmente para se entenderem logo?

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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Boas!

 

Por outro lado estou realmente impressionado com a circulação que este filtro interior faz e começo a ponderar se não o mantenho também (além de que faz uma oxigenação considerável - certas zonas parecem "rebentação").

 

Eu acho que é uma boa opção, sempre ajuda na movimentação da água. No entanto, não deves abdicar do filtro externo, pois este aumenta a capacidade e qualidade de filtragem.

 

Agradeço a oferta e o convite. Também tenho curiosidade de ver mais aquas do pessoal.

 

É uma questão de combinarmos! :|

 

Mas isto tem que ser negociada a parte purista com a estética (pronto admito, com a minha respectiva...e se quer amarelo...) Mas ok, caeruleus fora de questão...

 

É uma questão pessoal. Acho que cada um deve decidir por si neste ponto! Eu, sinceramente, tento criar o melhor possivel o habitat natural dos peixes. O aspecto estetico, para mim, vem depois. Mas como disse, é uma questão que cada um opinirá à sua maneira.

 

Continuo com duvidas se alguma espécie de areia seria indicada, acho que para já não e talvez a melhor opção até em termos de tamanho seja tentar conciliar os leleupi com os moori.

 

Eu acho que não deves por já especies de areia. Por norma são mais exigentes e mais caras. Além de que, com especies de area deverias abdicar das especies de rochas, ou pelo menos, da forma como elas estão dispostas.

Experimenta primeiro com especie mais comuns, embora interessantes, depois vais evoluindo. É o que fazemos todos nós.

 

E nisto não basta ter vontade, pela experiência de uns aninhos que tenho com aves já sei que no inicio é sempre para meter uma ou outra "argolada" e fazer asneira. Sem qualquer desrespeito pela vida dos peixes, a fazer asneira que saia o mais barato possível.

 

Sim, concordo contigo. No entanto, se tiveres uma água de qualidade e a alimentação for boa, não terás grandes problemas! O mais dificil é definir as especies para teres um aquario equilibrado.

 

Isso cria um dilema, sendo os leptosomas peixe de cardume, estar a meter poucos não faz sentido e é contra a sua natureza e comportamento, estar a fazer um cardume completo nesta quantidade/valor acho que é capaz de ser abusar da sorte.

 

Os leptosoma em aquario são sempre um pouco artificiais...pois eles vivem em cardumes de milhares e não de 10 ou 20...

Com 6exemplares consegues formar um bom grupo de inicio. 2 machos e 4 femeas é o suficiente para começares a criar, depois, alimentas bem as crias, e quando estas tiverem idade junta-as ao grupo inicial. Assim vais aumentando o grupo ao longo do tempo e com um investimento inicial mais baixo.

 

Claro, a ideia também passa por ai, mais por uma questão de qualidade/fiabilidade dos peixes que pelo preço em si. Sempre preferi comprar a quem cria. Faço o mesmo com as aves.

 

Até certo pontos tens razão. No inicio acho que é muito importanto irmos comprar aos criadores. Pois trocas sempre dois ou três dedos de conversa, ficando sempre a aprender qualquer coisa de uma pessoa que cria os peixes e sabe especificamente como mante-las.

No entanto, numa fase mais evoluida começas a procurar especeis mais raras, melhor catalogas ou mais proximas dos selvagens. Estas tem comportamento e cor mais proxima do habitat natural.

Mas na fase em que estás, acho muito importante falar e visitar pessoal com boas fishroom's!

 

E já agora mais uma pergunta, é preferivel comprar peixes mais jovens ou já mais cresciditos? Isto claro assumindo que não vou meter adultos de uns e alevins de outros como é lógico!

 

Isto depende dos peixes. No teu lugar eu fazia o preenchimento da seguinte forma:

 

1º::::casal de brevis. Estes ambiantar-se-iam logo às conchas, defenindo o territorio deles. Convém que sejam adultos para poder sexa-los (algo muito dificil em jovens) e para que posteriormente se defendão bem dos leleupi.

2º::::grupo de cyp. Só os introduzia em segundo, para deixar o mais violento para o fim! Um grupo de 5 ou 6 era o suficiente para o inicio. 2macho e o resto femeas e tem que ser obviamente crescidos para poder sexa-los e para que possam criar o mais depressa possivel.

3º::::leleupi e moori ao mesmo tempo. Assim metes os violentos de uma só vez, fazendo com que estes definam o territorio ao mesmo tempo. Aqui apostava em grupos mais jovens. Para além de não ser facil sexa-los, em adultos são peixes muito agressivos, principalmente entre machos da mesma especie. Assim, crescendo em conjunto atenua um pouco a agressividade.

 

Existem alterações/problemas com introdução de peixes mais tarde e definição de novos territórios? Ou deve ser feito tudo inicialmente para se entenderem logo?

 

Sim, existe. Os peixes tem territórios definidos e como tal, não toleram outros peixes nos seus território. Assim, deves remodelar a decoração sempre que introduzas novas especies. Ou seja, se vais meter novos peixes de rochas, retiras os outros todos e mudas a decoração das rochas. Depois introduzes todos ao mesmo tempo, para que eles possam lutar e definir novos territorios todos ao mesmo tempo. Assim , consegues atneuar o problema.

Com peixes de conchas é mais ou menos a mesma coisa, no entanto deves separa as conchas uma das outras o mais possivel. Assim podes dividi-los por duas colonias.

O mais fácil é o cyp. introduzes e pronto...as femeas são sempre bem aceites e os machos, são dominados, mas sem grande problema.

 

Mas tem o cuidade para que, independentemente da especie, os novos exemplares tenham aproximadamente o mesmo tamanho que os que lá estão!

 

Cumprimentos

Edited by paulo_lourenço
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Paulo,

 

O que estou a pensar é isso mesmo, instalar o externo mas manter também este, vai depender apenas da circulação com que ficar.

 

O aspecto estetico, para mim, vem depois. Mas como disse, é uma questão que cada um opinirá à sua maneira.

 

Claro, e acho muito interessante a criação de biótopos o mais aproximado possível do natural. Quando falo no estético é que esta montagem foi "negociada" com a respectiva e a ideia inicial era muitos peixinhos com cores, tudo ao molho e deu algum trabalho conseguir "reconverter" essa ideia para um aqua de ciclideos :snipersmile:

 

Experimenta primeiro com especie mais comuns, embora interessantes, depois vais evoluindo. É o que fazemos todos nós.

 

Sim, concordo contigo. No entanto, se tiveres uma água de qualidade e a alimentação for boa, não terás grandes problemas! O mais dificil é definir as especies para teres um aquario equilibrado.

 

Estou a ver que sim e tenho-me apercebido que o estudo e pesquisa tem muito que se lhe diga para o conseguir.

 

Os leptosoma em aquario são sempre um pouco artificiais...pois eles vivem em cardumes de milhares e não de 10 ou 20...

Com 6exemplares consegues formar um bom grupo de inicio. 2 machos e 4 femeas é o suficiente para começares a criar, depois, alimentas bem as crias, e quando estas tiverem idade junta-as ao grupo inicial. Assim vais aumentando o grupo ao longo do tempo e com um investimento inicial mais baixo.

 

Pela forma como o dizes até parece que é só meter os leptosoma, "agitar" e começam logo a criar. Tenho dúvidas se será tão fácil, mas vamos ver no que dá! A minha dúvida é mesmo a falta de experiência, acho que quero primeiro aprender e ver como as coisas correm. Se estiver tudo equilibrado a vontade de meter uns quantos aparece logo.

 

Mas na fase em que estás, acho muito importante falar e visitar pessoal com boas fishroom's!

 

Sim, a ideia é essa, aprender. O resto logo se verá.

 

1º::::casal de brevis. Estes ambiantar-se-iam logo às conchas, defenindo o territorio deles. Convém que sejam adultos para poder sexa-los (algo muito dificil em jovens) e para que posteriormente se defendão bem dos leleupi.

2º::::grupo de cyp. Só os introduzia em segundo, para deixar o mais violento para o fim! Um grupo de 5 ou 6 era o suficiente para o inicio. 2macho e o resto femeas e tem que ser obviamente crescidos para poder sexa-los e para que possam criar o mais depressa possivel.

3º::::leleupi e moori ao mesmo tempo. Assim metes os violentos de uma só vez, fazendo com que estes definam o territorio ao mesmo tempo. Aqui apostava em grupos mais jovens. Para além de não ser facil sexa-los, em adultos são peixes muito agressivos, principalmente entre machos da mesma especie. Assim, crescendo em conjunto atenua um pouco a agressividade.

 

A minha ideia era mesmo essa, começar com os brevis, mas talvez um macho e mais fêmeas nesta fase, já que o aqua ainda vai ficar vazio. Dependendo de como estes estiverem passar depois aos outros. Mas aqui talvez salte para já os leptosomas e

opte pelos leleupi e moori, retirando algumas fêmeas de brevis. Na prática ficariam nessa fase apenas 2-3 brevis, 2 leleupi e 2 moori, acho mais que viável mesmo com pancadaria para um aqua deste tamanho.

Estes introduzidos jovens como dizes e em grupos, eventualmente pouco depois pensar então nos leptosoma. E nisto estamos a falar de ser feito ao longo de uns meses possivelmente.

 

Entretanto vou-me entretendo com os outros aquas, para uma colonia de smilis.

 

Vamos ver no que dá. Agora é começar a procurar os peixitos.

 

Cumprimentos,

Ricardo M. Pereira

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Olá Paulo,

 

Nada de novo, meti só mais algumas pedras para aumentar os esconderijos e tapar o termostato do lado direito, de resto continua a ciclagem (acrescentei uma molly para continuar a ciclagem). Entretanto já falei com dois membros do fórum sobre alguns peixes que me interessam e vou este fim de semana buscar 3 brevis (1m+2f segundo ele) a um amigo.

 

Sobre os peixes mais uma questão, quero meter uma colónia de smilis num aqua só deles (80x30x40) será que dá para juntar uns de leleupi se meter uma rocha ou duas num dos cantos? Ou é melhor não arriscar/existem alternativas melhores?

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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Sobre os peixes mais uma questão, quero meter uma colónia de smilis num aqua só deles (80x30x40) será que dá para juntar uns de leleupi se meter uma rocha ou duas num dos cantos? Ou é melhor não arriscar/existem alternativas melhores?

 

 

Não arrisques! Leleupi com conchicolas num aquario desse tamanho dá molho! Mete só os conchicolas e ficas com um aquario para pores os alevins de cyp. que possas ter do outro. Acho que é a melhor solução!

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Paulo, entendido :D !!

 

Não arrisques! Leleupi com conchicolas num aquario desse tamanho dá molho! Mete só os conchicolas e ficas com um aquario para pores os alevins de cyp. que possas ter do outro. Acho que é a melhor solução!

 

E já agora, quantos smilis é que poderão fazer colónia num aqua destes? Presumo que mais fêmeas será boa ideia?

Estou com alguma dificuldade em encontrar conchas decentes para eles, o que é que usam? Já "assaltei" tudo o que tinha cá em casa, mas mesmo assim ainda preciso de bastantes mais, mas búzios e caracóis de tamanho aceitável está complicado.

 

Cumprimentos,

 

Ricardo M.

Ricardo M. Pereira

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