ruibmw

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  1. Viva, Obrigado pelas vossas respostas. Vou tentar as soluções que me sugeriram para resolver o meu problema. É que, digam o que disserem, os eheim são excelentes filtros. Tenho filtros de várias marcas, e nenhum outro se compara com os eheim. E custa-me um bocado que aqueles tenham chegado ao fim de vida. Mais uma vez obrigado, Um abraço, Rui
  2. Viva, Tenho dois poroblemas com dois filtros eheim: 1 - Tenho um eheim ecco 2236 e, numa limpeza, montei mal a cabeça da bomba, e os encaixes da pega rotativa partiram.Há alguma forma de resolver isso ? 2 - Tenho um interno aquaball e partiu-se o veio cerâmico (a peça dentro do rotor). Há também alguma forma de resolver isso ? Tenho hipótese de comprar aquelas peças, ou novas ou em segunda mão ? Quem são os representantes da eheim cá em Portugal? Obrigado
  3. Se me permitem, vou meter a minha colherada. E que tal, em vez de se preocuparem com essas questões químicas, não considerassem outra solução ? Vamos lá ver, a maioria do pessoal, tem camarões em pequenos aquários com volumes até aos 50 litros. E, na maioria das vezes, trata-se de Red Cherrys ou equivalentes, Red Crystal's ou camarões que vivem bem em Ph's neutros ou mesmo ligeiramente ácidos. Se insistem em fazer trocas parciais semanais de 10% - coisa que eu desde já abomino - isso traduz-se em trocar, no máximo, 5 litros de água por semana. Ora, um garrafão de água da marca dos hipermercados, custará, vá lá, 35 a 40 cêntimos, não é ? E melhor, temos diversas ofertas, decorrente das diferentes marcas, em Ph, Carbonatos, e outras coisas que tais. Mesmo que tenham os camarões em aquários comunitários maiores, ou mesmo em dedicados com mais volume, a coisa é quê ? mais um ou dois garrafões ? Isto sou eu a falar com os nervos. Agora a minha experiência. É verdade que também não sou nenhum expert na lavoura, mas já mantenho camarões há uns bons anitos. Neste momento tenho 3 aquários de 50 litros com Red Crystal nos diferentes grades (A,B e C). Cada grade em seu aquário. Um aquário de 50 litros com Black Crystal Grade B. Nestes aquários tenho os bichos a reproduzir que nem ratos, com excepção dos grade A, que são coisa recente e ainda não deu bem para lhes tirar o pulso do impulso reprodutor. Nestes casos, as TPA's que faço são mais ou menos mensais. No passado já aqui meti um post a explicar isso, não me vou repetir, mas basicamente a razão prende-se com um excelente sistema de filtragem e o facto da experiência me ensinar que quanto menos altero a água, melhor é para a sistematização da sua biologia e, por conseguinte, a manutenção de uma microflora e microfauna essencial para o equilibrio e mesmo alimentação dos bichinhos. Costumo alimentá-los de 3 em 3 ou mesmo de 4 em 4 dias. Nas TPA's, uso água que vou propositadamente buscar à fonte e que tem Ph de 5 a 5,5 e durezas 0. (Não percebo onde vão buscar minerais para a "casca" ... mas como está tudo bem ... ). Como também andava a reproduzir uma data de peixes (Apistos Trifasciata, Dicrosso Filamentosos, Coridoras Panda, Habrosus e Pigmeus, etc) essa água era o denominador comum em todos os aquários. Também tenho num comunitário uma data de Red Cherrys (queria ver-me livre deles) e Red Crystal grade C a conviver pacificamente com Apistiogramas Trifasciata. Para além disso, tenho dois aquários a maturarem para sulawesi's, um de 50 litros e outro de 60. Nestes casos, uso uma mistura da água da fonte com água da torneira que sai com Ph = 8. E neste caso uso condicionador da água. Não sei se faço bem se faço mal exactamente por causa da razões que vocês deram. Também não queria muito usar os químicos que sobem Ph e dureza para o caso de usar só água da fonte. Lá está, era meter químicos na água. Só me falta experimentar usar essa água da fonte, num alguidar ou numa bacia, misturada com calhaus de calcário e conchas do mar e deixar aquilo a marinar uns dias. Cumprimentos, Rui
  4. Obrigado. Acreditem, que para ter esta espécie assim deslumbrante (sim, aqueles peixes estão deslumbrantes) e a reproduzir, foi resultado de muita dedicação, despesa, empenho e sei lá que mais. Os aquários, não estão própriamente bonitos, alguns têm algumas (bastantes) algas. Mas o objectivo principal não era a beleza e o aspecto, mas sim reproduzir da forma mais fiel possível o habitat deles. Quando comecei com os Dicrossus (e de resto, práticamente o mesmo pautou nas restantes espécies que tenho na fishroom), estudei um pouco a espécie e decorrente disso a minha aposta fundamental foi sobretudo na qualidade da água. Tentei várias águas até conseguir a melhor água, a água cujos parâmetros respondiam à exigência da espécie. Por outro lado, esta espécie vive maioritáriamente nos rios de águas negras, ou seja, na parte da bacia amazónica de águas com enormes cargas orgânicas provenientes não só dos sedimentos mas também (e para o caso, sobretudo) das matérias vegetais (trocos e folhas) em decomposição. Essas matérias enriquecem a água com taninos e outros oligoelementos importantes para a vida das espécies pisciculas desses rios. É o seu habitat. Daí eu ter colocado a tónica na qualidade e parâmetros da água. Não me preocupei tanto com a alimentação. Claro que alimentava-os com alguma frequência com comida congelada e cheguei a mandar vir da Alemanha comida só para anões amazónicos, comida para os alevins, etc.. Mas não estive com culturas de comida viva, nem sequer artémia. Claro também que se o fizesse teria tido taxas de sucesso superior. Mas isto não era nenhuma produção industrial, era só uma questão de prazer e "teimosia" Relativamente às fotos, tenho pena que a qualidade das fotografias deixem bastante a desejar. Nunca consegui tirar fotos decentes aos aquários. No tópico da Parte I referente aos Trifasciatas as fotos conseguem ainda estar mais horríveis que estas aqui. E por acaso lamento isso, porque, se eu tivesse jeito para a lavoura, podia mostrar aqui imagens lindissimas. E outra coisa : só agora reparei que não tenho aqui fotos das fêmeas. Se eu tiver tempo, logo ou amanhã vou tentar colocar aqui pelo menos uma. Um abraço, Rui
  5. Aqui vai então a 2ª parte referente aos Dicrossus Filamentosus. O aparato: Relativamente aos Dicrossus, tenho na minha pequena fishroom três aquários a eles dedicados (monoespécie). Dois com 60 cm (54 litros). E outro com 60 litros. Em dois aquários tenho trios reprodutores e noutro uma criação. Estão, como de resto é suposto ser, em grande parte dos habitats dos Dicrossus (há excepções), muito pouco plantados, uma criptocorine aqui e ali, mais nada. À semelhança dos aquários dos Trifasciata (vêr parte I), a água que uso tem durezas próximas de zero e o Ph à volta dos 5,5. Portanto, água ácida e muito mole. Também neste caso, com excepção de um dos aquários que é um juwel, os filtros são home made. Umas cantoneiras coladas ao vidro, uma esponja de ponta a ponta de forma a criar um espaço interior fechado, no qual coloquei uma bomba de baixo débito (a fazer passar a água pela esponja de forma lenta) e muito substrat-pro e muita turfa. A turfa é importante para o sucesso da criação desta espécie. Por um lado vai mimetizar o seu biótipo original e vai fornecer à água um vasto conjunto de oligoelemntos importantes. É também a responsável pela não existência de vegetação, pois a água torna-se num chá. As TPA's eram semanais com cerca de 10%. De há dois meses para cá, têm sido .... quando há tempo. Actualmente tenho, como disse, dois trios reprodutores em dois aquários. Mas até ao fim de semana passado, tinha num dos aquários mais um macho beta (daqueles que mimetizam as fêmeas para passar despercebidos) e 5 juvenis. Esse macho beta e os 5 juvenis já os mudei para um comunitário. No segundo aquário tenho um trio reprodutor (com um macho alfa lindíssimo) e uns poucos (não sei quantos) juvenis. O juwel é que não está como os aquários dos reprodutores. Só tem a mesma água. Não tem turfa e tem algumas plantas. Neste momento está com 10 juvenis que aliás já têm destino. Da mesma forma que aconteceu com os Apistos, quando tinha tempo, separava as crias dos adultos e tentava torna-las viáveis. Mas agora não tenho hipótese, e deixo sobreviver os mais aptos, ou os que têm mais sorte. As fotos : Comecemos pelos macho alfa : Um juvenil no aquário de 60 litros. Este rapazinho é bastante novo mesmo : O juwel : Finalmente o comunitário de 200 litros, que já tem o macho beta e 5 juvenis, mas que é para onde vou transferir todos os outros. Reparem a diferença que vai do macho beta para os dois alfas. E são da mesma idade : Enfim, mais uma vez foi uma bela aventura. Mas acabou. Quando tiver tempo, falo-vos aqui (no sub-fórum dos peixes gato), com fotos, das minha reproduções de coridoras Panda, Habrosus e Pigmeus. E quando houver novidades, das minhas Pekoltias Tocantins. Um abraço, Rui
  6. Viva Como já ando a prometer há uma data de tempo a alguns membros aqui do fórum, aqui vai um pequeno fio de história da minha aventura com os ciclideos anões. Começo esta 1ª parte com os Trifasciata, e depois abro um tópico com a 2ª parte referente aos Dicrossus Filamentosus. Começo antes de mais por dizer que, por motivos pessoais, esta aventura está a chegar ao fim. Portanto, isto é o canto do cisne. Como disse, já ando há uma data de tempo, realmente, a pensar abrir um tópico aqui com as fotos desta rapaziada. Bem, aqui vai o aparato: Relativamente aos Trifasciata, tenho numa pequena fishroom um aquário a eles dedicado (monoespécie) com 60 cm (54 litros). Está medianamente plantado, só por uma questão de beleza, com uma anúbia num tronco e criptocorines. Para além disso tenho meio côco e dois pequenos vasos de barro. A água que uso tem durezas próximas de zero e o Ph à volta dos 5,5. Portanto, água ácida e muito mole. O filtro é home made. Umas cantoneiras coladas ao vidro, uma esponja de ponta a ponta de forma a criar um espaço interior fechado, no qual coloquei uma bomba de baixo débito (a fazer passar a água pela esponja de forma lenta) e muito substrat-pro. As TPA's eram semanais com cerca de 10%. De há dois meses para cá, têm sido .... quando há tempo. O aquário, como podem observar, está carregadinho de algas. Mas sempre esteve assim, não é de agora. No caso dos Trifasciata, tenho só um macho adulto, duas fêmeas adultas e 4 juvenis que ainda não os tirei de lá. Uma das fêmeas adultas está neste momento com uma postura dentro do côco. Noutros tempo, quando tinha o tal tempo, separava as crias dos adultos e tentava torna-las viáveis. Mas agora não tenho hipótese, e deixo sobreviver os mais aptos, ou os que têm mais sorte. Aqui está o macho. Se virem bem, está lá no meio da Criptocorine um juvenil : Mais três fotos do Macho (com alguns juvenis à beira) : O macho e uma das fêmeas : De novo o macho, uma das fêmeas e se repararem, estão 3 juvenis à volta : A fêmea que tem a postura no côco, a espreitar à entrada : E agora os Juvenis : Daqui a dias, estes Apistos vão ser mudados para um comunitário. Decorrente disso, as reproduções acabaram e a dedicação que eu lhes oferecia também vai ser muito menor. Mas foi uma aventura muito interessante e enriquecedora. Um abraço, Rui
  7. Viva Convinha que fosses mais específico: Que espécies é que te interessam mais ? De acordo com essa escolha, tens biótopos distintos. Por exemplo, os dicrossus filamentosus, como na sua maioria (há excepções, mesmo dentro desta espécie) vivem nas águas negras, preferem águas escuras, com muita turfa, quase sem vegetação, e com Ph's a rondar os 5. Já os Apistogramas Borelli preferem águas mais claras com Ph's superiores. Os Apistogramas Trifasciata vivem bem em aquários plantados com Ph's também a rondar os 5,5 a 6. Tenho Trifasciatas a reproduzir bem em Ph's de 5,5. Também tenho os dicrossus filamentosus a reproduzir muito bem com Ph's de 5 a 5,5. No caso dos Apistogramas, tenho-os num aquário bem plantado. Nos aquários dos dicrossus filamentosus, nem vale a pena lá colocar plantas. As poucas que conseguem crescer, são umas criptocorines que estão pegadinhas ao vidro e conseguem assim apanhar alguma luz de fora. De resto, a águas desses aquários é de tal forma escura, que se torna difícil o crescimento das plantas mais interiores. Um abraço, Rui
  8. Na verdade, os barbilhos voltam a crescer. Também não sei se a reprodução é ou não viável sem eles. Posso, contudo, a título de exemplo, partilhar a minha experiência. Tinha um conjunto de Pandas num aquário com akadama. A akadama que lá tinha era agresora para os barbilhos delas, tanto é que ficaram sem eles. Coloquei-as num outro aquário com areia fina. Ao fim de cerca de meio ano, não só cresceram os barbilhos, como até já reproduziram. Um abraço, Rui
  9. Exactamente. Não podia estar mais de acordo. Tenham juizo. Não se expulsa ninguém, creio eu, por manifestar a sua opinião. Quando não concordamos com essa opinião, debate-se com argumentos e com ideias, não com palermices. Quase todos perderam razão, independentemente da validade das posições que defendem. E curiosamente, acho que à partida, todos têm a sua razão. Trata-se é de perspectivas diferentes que se tem da aquariofilia, de resto, com o seu mérito. Mas depois, ou por imaturidade, ou por cansaço (o pessoal já está a precisar de férias, ou a crise e tal), ou porque, vá lá, às vezes acordamos assim meio broncos, as posições extremam-se para a zona do ridiculo. Eu, por exemplo, (sim, vou dar a minha opinião, não fazia sentido ficar com o post por aqui .... para isso, estava quieto. O tiagoagfaria disse tudo o que havia para dizer, e com toda a razão), tenho as duas formas : - Aquário comunitário, com as bichanices todas de plantinhas, uns paus, uma coisa bonitinha a tentar recriar as condições naturais e tal ... está giro. E é porreiro e eu gosto. - Uma porrada de aquários monoespécie para reprodução. É evidente que esses aquários têm que, pela sua natureza, recriar ainda melhor o biótopo da espécie em causa. E dá um trabalho do caraças. E uma despesa monstra. Se eu soubesse, tinha ficado quietinho com os comunitários. Só para terem ideia, consegui em dois aquários reproduzir dicrossos filamentosos (podem ter a certeza que se as condições da água não forem excelentes - não é boas não, é excelentes - eles não reproduzem. E quem conhece, sabe do que falo). Já tenho um outro aquário com cerca de 10 crias, com mais ou menos 1,5 cm de dicrossos a nadar, juntamente com apistos trifasciata também nascido num outro aquário monoespécie. E num dos aquários dos dicrossos já lá tenho uma fêmea de novo a apascentar uma nuvem de filhotes. E não me fico por aqui nos aquários ...... mas fico-me por aqui no texto. Um abraço, e tenham lá calma. Hoje chove, mas amanhã já dão bom tempo. Rui
  10. Viva, As coridoras, de uma forma geral, pelo menos as que eu mantenho (Pandas, Habrosus e Pigmeus) suportam mal temperaturas de 30º As mortes podem resultar disso. O melhor será experimentar baixar isso para, no máximo, 26º. Quanto aos bótias, não sei. Abraço, Rui
  11. Sim senhor, grande loja, recomenda-se. E o Nuno, como já aqui se disse, domina a lavoura (mais de olhos fechados, que eu e muita gente de olhos esbugalhados).
  12. Olá Nesta acertei. Lá estou eu com a minha mania .... penso que não existem bee's em estado selvagem. Existem sim Caridina cantonensis. Penso eu, mas posso sempre estar enganado. Mais uma vez penso que o Bee só assume essa designação após apuramento num "produto" estável, independentemente do grade. Senão já existiam Orange Crystal's. Mas, mais uma vez, posso muito bem estar enganado. Algum biólogo que me corrija. Errado (acho eu). Certo na observação, mas errado no método. As colónias de Bee's, em alguns exemplares, manifestam tons de laranja, é certo, mas não é liquido que esse tom de laranja possa dar origem a exemplares com a côr laranja dominante. Estamos aqui a falar de método científico. Essa permissa carece de comprovação cientifica ou mesmo até de uma conclusão baseda em processos empiricos de observação sistematizada da evolução de uma colónia ao longo de várias gerações. Se queremos ser sérios, então sejamos sérios. Claro que sim, tem sim senhor. A origem dos CRS e dos CBS é a mesma : Caridina cantonensis. Que é a mesma origem para um possível COS (Crystal Orange). Mas claro que tem que ter o gene da respectiva côr. Ahhh ... ora bolas. Devia ter começado pelo fim. Escusava de ter escrito tanto até aqui. É que isto, para a minha idade, cansa . Bem ... desculpem lá ter-me metido onde não era chamado, dar opiniões que não foram pedidas sobre um assunto sobre o qual não percebo nada. Não torna a acontecer. Estou tão cansado ... vou ver se me deito um bocadito. Fiquem bem, Rui
  13. Olá, viva A ideia parece interessante e gostava de a poder acompanhar. Pena ser de longe, senão era capaz de me envolver também nessa saga. Mas ... a vêr se entendo : Querem tentar apurar um ... digamos ... "orange crystal" (por contraponto dos red crystal e black crystal, vulgo bee), certo ? Se não for isso, entendi mal e não faz sentido as questões seguintes. Qual é o vosso ponto de partida ? black crystal (ou red crystal) grade C ? Ou partem de um Caridina cantonensis em estado selvagem, semelhantes à foto no planetinverts.com ? (by the way, penso não existirem Bee's em estado selvagem .... mas isto é uma mania minha). Já agora, o que são matrizes ? Outros grades dos black ou red crystal para além do C ? Por pena minha não percebo grande coisa desta lavoura, mas se vocês falam em matrizes (e até dizem estar uns mais avançados que outros), é porque, creio eu, estão a partir de formas mais apuradas de Bee's ou Red's (quando falo em Red's, refiro-me naturalmente aos crystal e não aos cherrys). Repito: não sei do que é que estou a falar, mas parece-me errada essa abordagem, quanto mais não seja por deficiência de método. Senão vejamos : O gene da côr preta não é nem recessivo nem dominante relativamente ao gene da côr vermelha. Se juntarmos Red's com bee's, a côr manifestada nas gerações resultantes do amor entre eles é fácilmente determinada por métodos probabilisticos não dependendo da dominância do gene de uma das cores. Nada nos indica que o laranja se comporte de maneira diferente. Ora, se o laranja não se manifesta nos nossos (pelo menos nos meus) aquários (tenho um aquário com uma porrada de Bee's e outro com pouco mais de duzia e meia de Crystal's), dizia eu, se o laranja não se revela, é porque o gene está ausente. Ou não será ? Não percebo um chavo do que estou para aqui a falar. Estou tão cansado. Penso (sou um inconsciente) que o melhor método seria tomar como ponto de partida os Caridina cantonensis em estado selvagem identicos ao da foto do planetinverts.com e realizar todo o trabalho de apuramento a partir daí. Isto sou eu a falar, claro. Vou ver se durmo um bocado.
  14. Viva, Vou ver se consigo aparecer. Vai ser apertado, mas vou tentar. É que, à semana, tenho mesmo o tempinho contadinho. Em todo o caso, poderei é ter que ficar lá pouco tempo. Vamos ver. Fica aqui o meu contacto : rui.aquario@gmail.com Um abraço, Rui