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caramelo

duvida....

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Boas

 

No meu tambem apareceu tipo umas esponjas brancas com esse tamanho se for o que eu estou a pensar nao faz mal algum,mas umas fotos era mais facil

 

Abraços

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ola pessoal

 

como e que consigo livar-me das minhas algas.sao do tipo musgo,e apareceu uma enorme nao sei se a devo tirar do aquario e mete-la na sump.obrigado pela ajuda.

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Se já tens o aquário equilibrado o mais provável é essas algas terem surgido por introdução excessiva de nutrientes e/ou acumulação por deficiente exportação. Se já tens os nutrientes controlados talvez tenhas falta de herbívoros. Se for esse o caso, e de acordo com a capacidade do teu aquário, podes introduzir nele peixes cirurgião, caracóis, caranguejos, blenios, etc. para controlarem o crescimento das ditas cujas.

 

A l e x a n d r e

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alexandre como e que controlo os nutrientes.

so ainda introduzi um ermita,um peixe palhaço e um camarao.ainda nao meti mas nada porque quero comprar mais 10 kilos de RV.pois so tenho ainda 30 kilos de RV para 380litros no aquario principal mais 90 litros da sump.e verdade estou a fazer TPA de 40litros semanalmente nao estou a utilizar nenhums quimicos apenas kalk na reposiçao da agua evaporada,e estabilisador de ph nas TPA. e preciso mas algum quimico.

 

 

comprimentos:

 

caramelo :wink:

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Controlas os nutrientes limitando a sua introdução e acumulação no aquário e promovendo a sua exportação. A introdução pode ocorrer de várias maneiras, as mais comuns são o excesso de comida, a utilização de água não desmineralizada nas reposições e na "confecção" da água salgada, o sal, o excesso de aditivos, o excesso de peixes e nalguns casos extremos até o pó que "aterra" na superfície do aquário.

Os nutrientes acumulam normalmente sob a forma de nitratos e fosfatos. Os nitratos resultantes da conhecida conversão amonia-nitritos-nitratos e os fosfatos resultam de diversos factores como os detritos que se vão dissolvendo na água como o açucar se dissolve no café ou até na introdução de rochas e substratos já carregados de fosfatos, para além claro do excesso de comida, etc. que referi acima.

Além das medidas óbvias e sobejamente discutidas aqui como a utilização de um bom escumador, a utilização de água de osmose, de hidróxido de cálcio e as trocas parciais de água, uma das principais medidas no combate à acumulação de nutrientes, é o controlo da acumulação de detritos no aquário.

De onde é que vêm estes detritos? Vêm dos dejectos dos peixes, dos restos de comida, dos animais mortos, do "trabalho" dos microorganismos que povoam a rocha viva e que a vão escavando deixando para trás trilhos de "poeira" normalmente carregada de fosfatos.

Estes detritos, se não retirados o mais rapidamente possivel do aquário, acabam por se dissolver e libertar nutrientes para a água levando ao aparecimento e crescimento das algas, para já não falar nos efeitos que têm na calcificação e ph mas isso já são outros quinhentos.

A acumulação de detritos previne-se dispondo a rocha viva de forma o mais aberta possível evitando o mais possível zonas muito fechadas com grandes superfícies de contacto entre as rochas onde a água não circula com facilidade e onde facilmente se criam zonas de acumulação. O aparecimento de algas também ajuda na acumulação de detritos uma vez que nelas os detritos encontram um lugar onde podem repousar e se "esconder" sendo menos afectados pela movimentação de água.

A movimentação da água é outro ponto importante já que num aquário com pouco movimento de água há mais acumulação de detritos do que num aquário com fortes correntes que obrigam os detritos a "voar" de um lado para o outro até serem apanhados por um bom escumador e um aquariofilista expert em aspiração de zonas mortas.

Esta questão do movimento de água é muito mais complexa do que se pensa, não é fácil nem muitas vezes desejável ter movimentação de água forte em todo o aquário, há sempre zonas onde quer pela disposição das rochas quer pelos padrões de movimento das correntes é inevitável o aparecimento do tal montinho de "poeira" (detritos).

é bom ter muita movimentação embora também seja verdade que quanto mais movimentação mais depressa se dissolvem os detritos.

Por mais diligente que um aquariofilista seja, é impossível aspirar todos os detritos e na maioria dos aquários de sucesso o que acontece é que grande parte destes detritos é apanhada pelo escumador e outra parte se dissolve na água libertando os seus nutrientes para o aquário. O que acontece é que muitos dos aquários de sucesso têm grande quantidade de corais e por conseguinte também algas (zooxantelas) que consomem esses nutrientes libertados para a água. Por outro lado as TPAs regulares diminuem a concentração destes nutrientes por aumento do volume da água limpa introduzida. Também o elevado pH retira os fosfatos de solução podendo estes eventualmente ser apanhados pelo escumador.

Depois há também a possibilidade de utilizar macro-algas num refúgio onde poderão absorver parte deste nutrientes sendo facilmente controladas podando os seus caules e folhas. Mas atenção às macro-algas, na minha opinião as caulerpas são de evitar sendo muito mais seguras a chaetomorpha. Não raras vezes a caulerpa morre libertando para a água todos os nutrientes que absorveu até então o que para além dos conhecidos fosfatos inclui também um importante nutriente para as algas, o ferro.

O ferro pode ser introduzido também através da água doce de reposição ou da água que se utilizou para misturar o sal caso não se use água natural. Aparece na água da torneira e muitas vezes mesmo depois de tratada por osmose.

Um outro nutriente que também se pode tentar limitar e que igualmente fomenta o crescimento das algas é o dióxido de carbono. A agitação da água à superfície (sem bolhas!!!) a escumação agressiva e a manutenção do pH em níveis altos ajuda a minimizar o seu efeito embora este seja um composto que influencía muito o crescimento dos corais e a química da água sendo mais difícil encontrar o ponto de equilibrio ideal.

 

Em resumo o que deves fazer para controlar os nutrientes é ter o aquário montado segundo a receita conhecida de rocha viva + escumador + água de osmose + sal de qualidade ou água do mar + hidróxido de calcio + boa circulação de água + iluminação de qualidade e correcto povoamento (não excessivo).

 

Juntando a isto a manutenção da alimentação cuidada sem excessos, as tpas, a limpeza regular do escumador, do vidro dos projectores (com as lampadas desligadas há algumas horas!!!!!), das bombas de circulação e de reposição, a manutenção dos niveis de ca e kh e a aspiração dos detritos acumulados permitem-te, se tiveres paciencia, "eliminar" as algas indesejadas e conseguir um aquário com um aspecto limpo e saudável.

 

Podes, se o problema já tiver dimensões consideráveis (leia-se muitas algas) limpar as rochas e vidros "à unha" e além dos procedimentos que referi atrás, usar um absorvente de fosfatos como o rowaphos e introduzir mais alguns herbívoros por exemplo.

 

Há ainda outros métodos menos tradicionais e mais "modernos" de controlar os nutrientes mas que não perdoam os erros de manutenção e que só devem ser usados por aquariofilistas muito experientes e com grandes doses de paciência. Bem, mas isso fica para outra altura.

 

A l e x a n d r e

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Já agora aproveito para acrescentar mais umas opiniõezinhas :)

O Ferro não é necessariamente negativo. Aliás, desde que não ocorra em excesso, a adição de ferro em aquários que tenham muitas macroalgas (ex.: áquários com refúgios) tem-se revelado muito positiva.

O ferro pode ser considerado um nutriente limitante para as algas, ou seja, na falta dele as algas não conseguem realizar a fotossíntese (um bom exemplo disto são as experiências do Iron-Ex no Pacífico).

Nos nossos aquários (desde que não em excesso) o ferro é importante para as zooxantelas dos corais e para a manutenção do crescimento das macroalgas. É um facto comprovado que adição de ferro a aquários com macroalgas torna essas mesmas macroalgas mais viçosas, verdes e, muito importante, reduz muito significativamente a sua reprodução sexuada, além de melhorar a sua eficácia na absorção de fosfatos e compostos azotados, ou seja, ajuda, por competição, a reduzir as microalgas.

Mas deixemos o ferro de lado e entremos em áreas mais polémicas no combate a microalgas.

Não raras vezes encontramos situações de ausência de nitratos e fosfatos (os testes não revelam vestígios) e as algas filamentosas ou outras estão presentes.

Depois de acauteladas as questões mencionadas atrás pelo Alexandre (que também considero questões críticas e de extrema importância) acontece, por vezes, que as algas teimam em persistir.

Nesta altura, o aquariofilista já não sabe o que fazer e pensa em desistir ou começar tudo de novo. Não tem nitratos nem fosfatos!!!

O que é muitas vezes esquecido é que as algas não se limitam a processar nitratos e fosfatos. Aliás, as algas crescem muito mais rapidamente com os outros compostos azotados que não os nitratos. As plantas e as algas obtêm uma maior eficiência energética da amónia (NH4) do que de nitritos (NO2) e também mais destes últimos de que nitratos (NO3). As algas consomem menos energia no processamento de amónia do que nos restantes compostos azotados, sendo que a amónia é um nutriente preferencial.

Na situação atrás exposta de um aquário, as algas serão o principal elemento consumidor de amónia e não as bactérias. Para inverter esta situação temos de aumentar a população de bactérias e oferecer-lhes um local para se estabelecerem. É necessário ter em conta que as algas ocupam muito dos espaços que deveriam estar a ser ocupados pela filtragem biológica aeróbica.

Aqui entra a questão polémica: a inserção de um filtro biológico, como um filtro fluidizado de areia ou, melhor ainda, um filtro de zeolite (combinando absorção de amónia e filtragem biológica). A ideia é competir com as algas removendo amónia. É claro que convem manter debaixo de olho os nitratos, mas se eles já estavam a zero, à partida não aparecerão.

A adição de culturas de bactérias é também importante para acelerar o processo.

O resultado é geralmente o desaparecimento gradual das algas e sua substituição por alga coralina.

Atenção que estamos a tentar resolver um problema e esta solução implica uma combinação de esforços (muitos dos quais já citados pelo Alexandre).

Abraços e espero não ter ferido muitas susceptibilidades :lol:

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obrigado pelas dicas. algem me pode falcultar uma fotografia de caulerpas e das chaetomorpha. :(

 

 

 

 

comprimentos:

 

caramelo

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ola pessoal

 

tenho o KH muito alto o que devo fazer para o baixar?

 

comprimentos:

 

caramelo

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Define KH alto :twisted:

 

Eu tenho o meu muito baixo 5-6...

 

Que teste estás a usar?

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o teste que estou a utilizar e da sera . em 5ml de agua tenho que juntar gota a gota ate que fique azul,mas logo nas 2 primeiras gotas fica azul e no teste diz que e apartir da 8 gota .quais as consequencia de ter o KH alto?

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Olá caramelo.

 

Se esse teste for o que estou a pensar, o que tu tens é um kH demasiado baixo.

 

Quando te referes à 8ª gota, julgo que é o kH indicado como ideal pela Sera.

 

Eu também tenho um kH semelhante ao do Nuno ... água natural powaaaaa!

 

Abraço

DC

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entao tenho que aumentar o KH.qual a consequencia de ter tao baixo?

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tudo bem pessoal

 

tenho um peixe com pontos brancos o que devo fazer?

ajudem-me pessoal

 

 

 

comprimentos .

 

caramelo

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Boas,

 

Peixe com pontos brancos. O que fazer? para começar podes colocar uma foto para a malta ver.

 

Segundo quanto tempo tem o peixe no teu aquário? Qual é o peixe? Ele está a comer?

 

Abraços,

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nao esta a comer o nome nao sei

 

tem 3 dias no meu aquario mas deve durar pouco mais pois ja esta imovel e de bariga para cima :lol: :D :(

 

vou tentar trata-lo no aquario hospital com o produto para os pontos brancos .

 

deve ter as guelras ja apanhadas.

 

comprimentos:

 

caramelo

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Boas,

 

Não deves adquirir peixes sem saber o que são, se são adequados para o teu aquário e sem leres primeiro sobre eles para saber os aspectos específicos da sua espécie. Tipos de correntes, tipos de alimentação, compatibilidade com outros, etc ...

 

Podes estimular o apetite do peixe com alho. Esmagas uns dentes de alho com um almofariz e aproveitas o sumo para juntar à comida que lhe vais dar. Esperas um pouco para que o sumo seja absorvido pela comida e serves. Podes também juntar umas gotas de spirulina.

 

Não consegues colocar uma foto do peixe ou pelo menos descrevê-lo para que se possa tentar uma identificação?

 

Acho que não deves tentar nenhum tratamento sem saber primeiro que doença é. Podes sempre colocá-lo no aquário hospital. Este deve ser cheio com água do próprio aquário para que o peixe não sofra ainda mais stress.

 

Se o conseguires pôr a comer é um bom princípio.

 

Abraços e boa sorte.

 

R(/)G

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