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SALADAdeFRUTA

O meu aquário

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Setup:

 

Aquário Casa do Nemo 65 x 35 x 40

Móvel Vidromoldura

Filtro JBL e701

Substrato fértil e inerte Tropica

CO2 pressurizado 2kg Aquaristic com válvula magnética e difusor Aquaristic

Rocha seyriu e madeira não sei quê da Aquaeden

Duas calhas Beamswork v2 60 plant edition LED

Termostato Eheim 150W

Lily pipes

Fertlizantes secos

 

 

Plantas Tropica

 

Hydrocotyle tripartita
Fissidens fontanus
Hygrophila pinnatifida
Rotala macrandra
Utricularia graminifolia
Taxiphyllum flame
Alternanthera reineckii 'Mini'
Pogostemum erectus
Myriophyllum tuberculatum
Rotala bonsai

 

 

O musgo que está ali apenas a crescer, dado que é enviado num estado completamente sub-desenvolvido. Depois vai ser espalhado pelos troncos. A pogostemon erectus veio já bem grande e vai ficar diferente com um desbaste para melhorar o cenário.

 

 

Fotografias do terceiro dia.

 

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Edited by SALADAdeFRUTA
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Gosto bastante do layout, a minha experiência com a hi lumen plant version é que não favorecem muito os vermelhos... boa sorte com a Utricularia graminifolia ela é muito difícil de adaptar ao modo submerso.

Bem vou aguardar o crescimento, promete :)

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Viva Salada.

Partilho da opinião do A. Ferreira a montagem está muito boa e com boa escolha de plantas apenas aquela zona frontal está muito simétrica. Tento os tronco como as rochas estão quase espelho umas das outras. Sei que montado já é difícil mas se conseguires dar um toque numas das rochas iria parecer logo outra coisa.
De resto força nisso e já postando a evolução.
Já agora experimente alojar as fotos aqui no site. É simples, cómodo e ficam logo disponíveis para toda a gente tanto aqui no teu tópico como na galeria

ps- vou encerrar o teu outro tópico pq não faz sentido existir duas coisas "iguais" ao mesmo tempo. Se quiseres coloca algumas fotos inicias aqui neste... assim mostras o processo todo o que a meu ver é interessante para a comunidade.

 

Abraço

Edited by Vasco Ferreira

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boas,

 

Estou curioso para ver como a montagem evolui. A composição do hardscape está bem conseguida.

A H. tripartida vai dar um bocado de trabalho para não invadir tudo... chainsaw

Se vires que a UG não arranca, aperta com o Co2 que ela reage! (com duas calhas vais ter mesmo de apertar com ele!)

cumprimentos

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Actualização dia 5 (texto)

 

As madeiras têm alguma daquela matéria branca, que suponho serem colónias gigantes de bactérias que estão a comer o que conseguem da superfície da madeira. Sei que aquilo desaparece passadas duas a quatro semanas, portanto nem me dou ao trabalho de limpar.

 

As plantas Aquaeden da Tropica trouxeram alguns caracóis. Há uns dias já tinha visto caganitas espalhadas pelo aquário, e agora vejo-os pequenitos por ali. Enfim, já tive planorbis e estes são mais ao estilo de lago, pelo que quando mandar vir as caridinas japonica e mais alguns come-algas compro também uma helena.

 

A utricularia sofreu algumas baixas: dos 18 tufos que fiz a partir de dois vasos 1-2 Grow (que são emersos), dois derreteram quase totalmente de ontem para hoje, os outros estão practicamente todos verdes e saudáveis.

Não estava à espera de ouvir conselhos sobre a utricularia (na minha opinião é de longe o tapete mais bonito e complicado, não há ninguém a usar em grande escala por aqui que eu saiba), e é sempre bom. Já estava à espera de combate para a fazer arrancar, e vou subir o CO2 então.

 

Algas, há só uns dois ou três emaranhados minúsculos de filamentosas.

 

Quanto à fertilização é sempre um bocado na dúvida. O guia da Tropica para os primeiros 90 dias do Aquário diz para fertilizarmos com potássio e micros a partir das duas ou três semanas e com nitratos e fosfatos a partir de um mês no mínimo. Vejam por vocês mesmos.

Por não serem responsáveis no crescimento de algas já fertilizei um bocado com cloreto de potássio e micros.

 

Pode ser impressão minha mas o topo da pogostemon erectus pode estar de um verde esbranquiçado. Provavelmente é impressão minha. Todas as plantas à excepção da utricularia parecem estar a rebentar.

Edited by SALADAdeFRUTA

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Bom dia meu caro,

 

Gosto bastante do projecto e digo-te que é ousado e corajoso!

 

É isso que aprecio mais.

 

Vais ter que dar à tesourada com fartura, mas isso faz parte da beleza da aquariofilia.

 

Apenas deixo uma sugestão que seria o que eu faria. Quem tem que gostar do aquario és tu naturalmente. ;)

 

 

A azul dos lados (setas) é para onde vão crescer essas meninas.

A branco é o que vais ter com a Pogostemon. Podar e replantar lateralmente. Não a vais querer alta à mesma altura das plantas laterais senão imagina o cenário.. adeus profundidade e fica tudo assimétrico lá atrás.

 

Eu colocaria dois troncos ao alto (um mais alto que outro para não ser mais uma vez assimétrico) onde meti as setas vermelhas e tentava duas copas diferentes. Uma pode ser de "hemianthus micranthemoides" e outra á tua escolha. Só não te metas com musgos porque arruínas o aquario todo.

Depois para o futuro podes tentar uma especie de ponte entre os troncos com a Pogostemon rasa (podada) por baixo.

 

É apenas uma ideia.

 

nytwf6.jpg

 

 

Grande Abraço

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Comecei ontem com fertilização EI à la bruta, e subi o CO2, que quero manter acima dos 30 ppm.

O único nutriente que não é adicionado é cálcio, e apesar da água aqui em Lisboa não ser dura, espero que não faça diferença.

 

Agoro olho para o aquário e ponho-me a pensar se não haverá espaço a menos para as plantas e hardscape a mais, eu que gosto tanto de selva. Está-se aqui a geminar a ideia de tirar as duas madeiras da frente do lado esquerdo, aquela com um pico alto esquisito com musgo e a pequenita que está apoiada nela, mesmo no extremo esquerdo. Assim a parte da frente do lado esquerdo do aquário ficaria só com rocha e plantas, e aquele pico de madeira desapareceria. Vou considerar irsto fortemente.

Se fizer isto acrescento mais uma espécie de planta.

 

Quanto às plantas, a pinnafitida está em sofrimento, e a utricularia já derreteu metade. Ambas suponho serem emersas, o que é uma bela treta e só dá trabalho, obrigado à Tropica.

Espero que se aguentem firme.

Quando a pinnafitida crescer vou plantar alguma no extremo direito do aquário à frente da myriophilum tuberculatum. Essa está agora a rebentar, e ainda vai precisar de muita replantagem.

 

O que acham de tirar as madeiras? Têm alguma sugestão para um planta que fique à frente da pogostemon erectus do lado esquerdo no caso de a madeira sair?

Edited by SALADAdeFRUTA

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Aconselho-te calma.

Espera mais um pouco. Deixa tudo assentar, as plantas crescerem normalmente, fazeres umas podas e depois avaliar ao nível de hardscape o que podes/queres alterar. Aplica-se o mesmo à flora.

As plantas ainda vão fazer a sua parte que é compor e ajustar a composição final!

 

 

Força nisso e vai postando novidades

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Sim eu sei, estava só com ideias, primeiro vâo uns meses a crescer.

 

Jasus, a utricularia já derreteu metade. É super estranho porque apesar de terem sido plantadas sem relação ao conjunto original e com intervalos de centímetros, o derretimnto foi gradual de um lado para o outro e assim continua. Embora os bocados que sobram de um dos lados e algumas folhas no outro estejam consideravelmente mais altos e tenham desenvolvido as armadilhasitas. O raio da planta é practicamente impossível de adaptar ao meio imerso, e a Tropica sabe disso. No entanto nunca fariam venda imersa porque não rende.

Eu estou para ver se os bocados que sobram se espalham, duas semanas depois já é tempo que chegue para arrancar.

Com esta planta emersa para imersa é uma autêntica roleta russa, uma perda de tempo e dinheiro bem possível.

 

Tenho o CO2 acima dos 30 ppm, nitratos não se percebe bem a cor mas está entre os 10 e os 20, fosfatos nos 2 ppm, potássio ao monte, e doseio micros EI também. Magnésio cheguei a dosear porque vi alguma amarelo e na bonsai e na tripartita mas parei para não endurecer a água, que a utricularia é uma maria.

 

Todas as plantas a crescer solidamente excepto a utricularia e a pinnafitida, mas essa teve muita folha a morrer, e ao que parece é mesmo assim e vai rebentando devagarinho depois do choque. Para não variar também devia vir emersa.

Edited by SALADAdeFRUTA

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Bom dia,

 

Amigo.. Acho que estás a agir inconsequentemente e sem calma. A natureza tem o seu curso natural e não gosta de pressas nem que lhe queiramos mudar a genética. Ou damos as condições minimas para que ela siga o seu rumo ou entramos por caminhos indesejados.

 

Sabes que as plantas têm uma taxa de absorção máxima de nutrientes?

Sabes que CO2 em excesso prejudica e danifica o ecossistema?

 

Para que é esses valores?

Para onde vão esses excessos?

Ficam lá no aquario certo?

E se pensas que a TPA semanal resolve esses excessos desengana-te. Há sempre um acumulado residual que vai permanecendo e aumentando gradualmente. Além da deterioração gradual do sistema.

 

É como nos seres humanos, quando levamos medicação para curar determinado mal, e por essa via aceleramos o ritmo metabólico..ficamos frageis, vulneraveis a outras exposições.

 

O aquario foi montado a 27 de Junho (suponho) pelo que mandaria a prudência recuares nesses valores todos e deixares as plantas enraizarem bem, sobretudo nesta fase de adaptação, e daqui a um mês então começares a puchar um bocado pela máquina.

 

As plantas não são todas iguais nem respondem todas por igual às condições do aquario.

 

Primeiro aspecto que deves verificar no teu aquario é a temperatura da agua. Já a côr em Kelvins não sei porque usas leds. Mas garanto-te que a Tropica cultiva todas as suas plantas a 25º e com lampadas de 6500K.

 

A Utriculária sobretudo é uma planta dificilima pelo que tens que ter calma amigo.

A Utricularia cresce nos rios do sul do Vietname e parte da planta cresce submersa, enquanto outra parte emerge da água. É uma planta submersa! Provavelmente andas-te a ler os lamentos de quem já tentou ter esta planta e não foi bem sucedido (eu incluso). E disse algumas baboseiras por falta de informação.

 

A Tropica cultiva a mesma tal como nós. Apenas que é preciso mais tempo para a mesma se adaptar.

 

Demora meses até se conseguir um tapete dela. Outros poderão ser mais bem sucedidos claro está dependendo da agua e parametros.

 

Agora vê o seguinte e tira as tuas conclusões sobre o que a maioria faz para ter esta planta e vê lá se está correcto:

 

Dados cientificos:

A Utricularia aparece em regiões do tipo pantanoso totalmente submersa e esporádicamente nalgumas nascentes de rios.

Agora vê quando falamos de pantanos estamos a falar de habitats sombrios e onde a planta raramente cresce em pleno sol.

De acordo com alguns cultivadores intermediários, inicialmente quando a planta foi descoberta, era tão sensivel à luz e alterações de parametros, que chegavam a ter dificuldades em mantê-la viva durante o transporte até aos laboratorios ou zonas de cultivo. Só por aqui já podes ver a dificuldade.

 

Mas graças à "Tropica" (e outros diga-se em abono da verdade) a planta que está neste momento a ser produzida é muito mais resistente e adequada para aquários mas lá está.. continua a ser uma planta dificil. Está classificada "Advanced"!

 

Eu já vou na 3ª tentativa (três aquarios) e já me dou por feliz por a mesma se estar a aguentar firme neste ultimo aquario á 15 dias e não ter derretido. Coloquei-a no meu aquario a fazer uma linha de 30 x 5 cm do lado esquerdo, e embora ainda não se note crescimento já estou contente por a mesma estar lá. ;)

 

Mas lá está.. contrariamente ao que muitos apregoam por aí que é dar-lhe luz com fartura, (vá-se lá saber porquê já que vai contra a natureza da mesma..) eu coloquei-a debaixo de 4000 K (tonalidade mais fraca) e tem-se aguentado. Já perdeu parte dos fios, o que é normal, mas não morreu. E provavelmente quando menos esperar começa, a brotar fios de baixo. Ela está lá! Não morreu. Calma!

 

Antes colocava-a debaixo de 8000 K e 10000 K e em menos de 48 horas derretia por completo.

 

Portanto amigo.. vê lá que parametrização e quantidades deves aplicar.

Apenas acho que como descreves-te não estás no bom caminho e não é assim que vais ver frutos.

 

Eu recuava e calma com isso. Tempo!

Sobretudo mantem uma parametrização e não lhe mexas por 15 dias a três semanas.

 

Se andares sempre a alterar parametros nunca sabes onde está o erro caso seja necessário identificar.

 

Grande abraço

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Viva Paulo,

 

Esta já é a minha segunda tentativa com a utricularis, já tinha tentado há um ano mais coisa menos coisa.

 

Eu já li e vasculhei todos os tópicos de quem teve com sucesso esta planta (bastante raros), já vi todas as opiniões, muitas contraditórias, que existem disponíveis na web. Já sei todos os detalhes, conselhos, iluminações, fertilizações, durezas, adaptações imersa/emersa e vice-versa, CO2, substratos. Sei que é uma planta extremamente frágil durante o período de adaptação e a uma série de coisas.

 

Na verdade, é consenso geral que a graminifolia não gosta de muita luz nos primeiros tempos (e que até cresce bem com pouca luz), que se deve manter um nível estável e elevado de CO2, especialmente no princípio, e que pode demorar bastante tempo a arrancar (se não derreter toda entretanto). Como as águas de onde vem são bastante macias, presume-se que goste disso, e quanto aos nutrientes, há pouca informação mas há quem diga que nitratos e CO2 em baixo podem dar asneira.

 

As calhas LED que tenho têm 6500 K, e o aquário oscila entre os 24 e os 25ºC que é a temperatura ambiente.

 

A estória do CO2 é discutível. Depois de muito ler pela web fora e de muita experiência com o CO2, sou apologista de manter níveis elevados de C02, da ordem dos 30 ppm. É essencial para manter as algas em linha e para eliminar qualquer dúvida de que o CO2 possa estar a agir como factor limitante.

 

É o mesmo com a fertilização. Admito que inicialmente estava relutante em fertilizar, e seguindo uma mistura de conselhos da Tropica e o plano de fertilização da ADA (tendo em conta os componentes dos diferentes produtos e a sua utilização), só fertilizei com potássio e micros durante a primeira semana. Era para continuar assim, mas algumas plantas estavam a mostrar sinais de deficiências, especialmente alguma amarelice.

Então arranjei magnésio e aumentei os micros. Mas isto levou-me a duvidar se não seria talvez pela nulidade de nitratos na água.

Não estava a planear fertilizar com nitratos e fosfatos até às 3-4 semanas, para evitar algas e porque supostamente as plantas não têm necessidade, mas o resultado estava a ficar à vista.

E depois de alguma pesquisa e ponderação comecei a fertilizar EI por excesso. Eu já usava este método antes, aliado a elevados níveis de CO2, e sempre tive um crescimento luxuriante, mas estava relutante de o usar num aquário novo.

 

É verdade que em termos lógicos mudar mais de metade da água deixa sempre alguns dos nutrientes que já lá estavam, mas a verdade é que por experiência própria e depois de ler muitos artigos por senhores que tiveram sucesso com EI e níveis elevados de C02 como o Tom Barr, sei que as plantas ficam maravilhosas e algas quase nem vê-las.

 

 

Pode muito bem ser que esteja a danificar as plantas, mas nada o indica porque das 10 espécies que tenho, 8 estão em crescimento rápido (duas das quais são da secção difícil Tropica e as outras são todas médias), a utricularia é o que é e a pinnafitida ficou em choque com a mudança e por eu a ter partido em muitos bocados (suspeito, mas ainda assim parece estar a rebentar).

 

Agora no princípio é assim que vou fazer com um número maior de TPA's, depois logo se vê. Já vou em uma semana disto e não há algas para além das normais diatomácias e alguns filamentos verde-pálido.

 

 

Voltando à utricularia, ela teve um comportamento muito estranho na maneira como foi derretendo, é literal quando digo que se está a derreter gradualmente da direita para a esquerda como se alguém estivesse a passar uma linha lentamente. Quanto à cor está um pouco esbranquiçada, e os tufos mais à esquerda estão bem sem sinais de derretimento, provavelmente prestes a rebentar, mas quem sabe. Dos mais de 10 tufos que já derreteram, não ouve um único que não começasse da direita para a esquerda. Quando começam, geralmente o derretimento é exponencial à noite, mas também pode ser porque está muito mais tempo com as luzes apagadas do que acesas.

 

Ah, e uma última coisa: a Tropica cultiva a utricularia de modo emerso. Na verdade estará mesmo aí o principal problema, dado que a planta tem muita dificuldade em adaptar-se ao meio imerso, mas facilmente passa de dentro de água para fora.

Edited by SALADAdeFRUTA

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E é chato porque não posso adicionar amanos nem os red fire que queria meter lá para dentro... Comedores de algas nem vê-los, ou então adeus utricularia

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Bom dia,

 

Tens o aquário á tua frente por isso ninguem melhor que tu para uma avaliação correcta.

 

Só acho que ao fim de uma semana já teres algas é grave. E depreendo porquê mas deixo contigo não vou insistir até porque tens a coisa controlada.

 

Apenas te quero deixar uma nota. Barr Report? Não acredites em tudo o que por lá se lê e se diz porque muitas vezes não corresponde ás práticas reais ou há detalhes e pormenores que não são facultados (muito jogo de cintura). E quando andares por lá a ler vê as datas dos posts! Tópicos bastante desactualizados.

 

Abraços

Edited by Paulo Alexandre Soares

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Boas pessoal
Dando umas opiniões

Paulo aqui a matemática contraria-te:


E se pensas que a TPA semanal resolve esses excessos desengana-te. Há sempre um acumulado residual que vai permanecendo e aumentando gradualmente. Além da deterioração gradual do sistema.

 


1ª semana - adicionas 10ppm fim da semana tpa 50%, ficas com 5ppm
2ª semana - 5ppm + 10ppm = 15ppm fim da semana tpa 50% ficas com 7,5ppm
3ª semana - 7,5ppm + 10ppm = 17,5ppm - fim da semana tpa 50% ficas com 8,75ppm
4ª semana - 8,75ppm + 10ppm = 18,75ppm - fim da semana tpa 50% ficas com 9,375ppm
5ª semana - 9,375ppm + 10ppm = 19,375ppm - fim da semana tpa 50% ficas com 9,6875ppm
6ª semana - 9,6875ppm + 10ppm = 19,6875ppm - fim da semana tpa 50% ficas com 8,84375ppm
7ª semana - 9,921875ppm
8ª semana - 9.9609375ppm
9ª semana - 9.98046875ppm

Resumindo matematicamente isto é um limite que tende para 10. Não é possível ultrapassares os 10ppm nestas condições.


Salada:

E depois de alguma pesquisa e ponderação comecei a fertilizar EI por excesso

 


EI já implica excesso, para que dares ainda mais? não vejo aqui nenhuma vantagem


A aquariofilia com a net passou do 8 (falta de informação) para o 8000000 (em tudo o que é possível e o seu contrário também). Tem de haver razoabilidade e tentar levar as coisas mais descontraídas. Quer em fertilização, CO2 e iluminação. Não existem verdades absolutas. Constatamos isto todos os dias aqui no fórum.

A utricularia é uma planta reconhecidamente especial, mas dificilmente vais conseguir saber com alguma certeza qual a razão do melt. A probabilidade é que possas perder 90% da planta (vaso), sim pq todos essas pés são no máximo uma planta ou duas e depois o remanescente irá vingar e com calma vais conseguir o pretendes.

Abraços

Edited by Vasco Ferreira

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Vasquinho,

 

Não podes pensar num aquario aritmético porque existem "N" variaveis na microbiologia dele que não está ao alcance da matemática

Estamos a falar de sistema eutróficos, com nutrientes, biomassa e uma dinâmica complexa.

As TPA servem para controlar resíduos não-metabolizados pela biologia do aquário.

 

A partir de um determinado nivel de concentração (excesso) o retirar/mudar 50% de água não é equitativo ao mesmo nivel retirado de componentes não metabolizados

 

Vamos lá ver.. se forem lá ao Barr Report poderão ver que o que ele fez e preconiza é dosear numa faixa optimizada e não andar a deitar á bruta.(ver tambem tabela de taxas de aborção).

 

Dosear NPK em quantidades suficientes para atingir essa concentração optimizada. E entre as doses de NPK ele aconselha e faz a dosagem dos micronutrientes para evitar que se criem sais ou misturas insolúveis (mais uma vez excesso em catadupa) sobretudo com o nosso amigo PO4 que se quer quase nulo no aquario.

 

Vê isto na forma inversa de quando fazes a solução de "EI" na garrafa, (por exemplo 500 ML) que a partir de determinada quantidade os sais não dissolvem nessa agua. Tornam-se insoluveis. Acumulam dentro da garrafa no fundo. Que fazes? Mudas 50% da agua da garrafa. OK diluiu um pouco, mas um bocadinho, mas os sais acumulados continuam lá. Continua lá no fundo um excesso por dissolver. Voltas a a tirar mais 50% e novamente dissolve mais um bocado os sais. Mas o excesso é tanto que continua a haver sais no fundo. Ou seja terias que fazer "N" TPA´s á garrafa até os sais em excesso se dissolverem.

 

A menos que aumentasses a quantidade de agua (outra garrafa mas por exemplo de 1000 Ml) os sais não iriam dissolver tão depressa apenas coim uma TPA de 50%.

 

O mesmo acontece no aquario. Se o excesso ultrapassar aquela faixa limitadora as TPA não é garantia de se retirar o mesmo excesso. E não vale a pena pensarem nos testes como garante de nada ... apenas nos indicam da presença efectiva de determinado sal.

Os testes são colorímetros, resultados em cores, e com espectros/resultados bastante amplos e na "EI" é necessário precisão. Desde a balança até às medições no aqua. ;)

 

 

Tabela optimizada BARR (que desconheço se ainda está em vigor porque também nestas coisas existe dinâmica ;)

 

CO2 entre 20-30 ppm

NO3 entre 5-20 ppm

K+ entre 10-30 ppm

PO4 entre 0.4-1.5 ppm

Fe 0.5 ppm

 

Abraços

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Paulo não podes advogar matemática, concentrações e afins quando se trata de um modelo de fertilização (ADA, que penso que é o que estás a usar) e depois dizer que a matemática não se pode aplicar quando se trata de outro sistema de fertilização... Que um aquário já é um sistema eutrófico, com nutrientes, biomassa e uma dinâmica complexa.

 

Se a matemática funciona para um tem de funcionar para o outro ou então assumimos (que é o que verdadeiramente acredito) que não sabemos bem o que se passa dentro do nosso aquário.

 

 

Vê isto na forma inversa de quando fazes a solução de "EI" na garrafa, (por exemplo 500 ML) que a partir de determinada quantidade os sais não dissolvem nessa agua. Tornam-se insoluveis. Acumulam dentro da garrafa no fundo. Que fazes? Mudas 50% da agua da garrafa. OK diluiu um pouco, mas um bocadinho, mas os sais acumulados continuam lá. Continua lá no fundo um excesso por dissolver. Voltas a a tirar mais 50% e novamente dissolve mais um bocado os sais. Mas o excesso é tanto que continua a haver sais no fundo. Ou seja terias que fazer "N" TPA´s á garrafa até os sais em excesso se dissolverem.

 

Discordo de ti... quimica é quimica ou seja matemática disfaçada! Quando falas em 10ppm de um qualquer nutriente falas em concentração, ou seja g/l. Neste caso especifico é sensivelmente 0,001g/l. Ou seja em 200l tens 0,2g do nutriente e se tiveres 100l tens 0,1g de nutriente è a definição de concentração. Ora se em seguida acrescenta água (soluto) vais realizar uma diluição.

Na diluição que realizo os sais dissolvem-se na garrafa imagina quando eu deito um pequeno volume numa aquário de 200l. O fator de diluição é exponencial.

 

O Tom barr fala de um método em que se fertiliza por forma a todos os valores estarem moderadamente por excesso, eles até usam colheres (queres algo mais vago e inexatoque isso?). Daí o facto de não recorrerem a testes. As plantas estão todas alimentadas e tu recorres a diluições generosas para evitar que o sistema eutrofise (o que num aquário densamente plantado é extremamanente dificil)

 

Temos visões diferentes da mesma questão, mas pessoalmente eu já dei mais que o suficiente para historia dos testes e dos incrementos, dos consumos e afins. Ambos os métodos resultam, cada um escolhe aquele que melhor se lhe adequa.

 

Abraço

 

 

 

 

 

 

 

 

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Esse exemplo matemático foi muita giro, não tinha pensado nisso. São dois métodos, e são os dois bons enquanto funcionarem ;)

 

O derretimento parece ter parado e sobram quatros tufos mais umas folhinhas, mas nunca se sabe (estou a falar da utricularia), um dia destes posto novas fotos (quando tiver a máquina outra vez).

 

Hoje vai no 15º dia.

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O Tom barr fala de um método em que se fertiliza por forma a todos os valores estarem moderadamente por excesso, eles até usam colheres (queres algo mais vago e inexatoque isso?). Daí o facto de não recorrerem a testes. As plantas estão todas alimentadas e tu recorres a diluições generosas para evitar que o sistema eutrofise (o que num aquário densamente plantado é extremamanente dificil)

 

 

 

"Ratios change cause the spoon measures are suposed to be rounded to the nearest common dose.

But of course with smaller or high teck tanks, this has to be rounded very heavily!"

 

Na diluição que realizo os sais dissolvem-se na garrafa imagina quando eu deito um pequeno volume numa aquário de 200l. O fator de diluição é exponencia

 

 

 

Não percebes-te o que eu expliquei ou expressei-me mal.

 

Abraço

Edited by Paulo Alexandre Soares

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Tranquilo Paulo...concordamos em discordar!!!! ;)

Eu entendi o que disseste mas dp na resposta acabei por divagar e não responder concretamente ao que tinha feito quote.

Quando dissolves um soluto num solvente como quando fazes a dissolução de fertilizantes numa garrafa ou atinges a o limite de solubilidade do soluto e nesse caso precipita ou não se dissolve mais.

Isso não me acontece quando faço as minhas dissoluções, mas mesmo que acontecesse isso não inviabiliza a matemática. Se eu tirasse parte da água e acrescentasse nova, a parte que não se dissolveu dissolver-se-ia e aqui sim, neste caso concreto a concentração iria aumentar ao longo do tempo.

Eu penso que é aqui que teu raciocínio difere do meu, tu extrapolas para um aquário de 200l cuja a capacidade de diluição é infinitamente maior e as concentrações que inseres são infinitamente menores (já que tu pegas pequena dose de solução concentrada e inseres no aquário) e por cima disso tudo fazes uma TPA semanal de 50%

Edited by Vasco Ferreira

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Este tópico tem mais de 6 meses de antiguidade... Se fizer sentido, por favor considere criar um novo tópico em vez de reactivar este. Obrigado!

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