Nuno Prazeres

Projeto Outono

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Nannostomus eques (estou à procura) - 15

Hyphossebrycon bentosi (estou à procura) - 15

Dicrossus filamentosus (a considerar muito mais para a frente) - 5

 

 

 

 

;)

 

http://www.ciclideos.com/forum/importacao-franca-alemanha-fevereiro-t23955.html

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Com filamentosas os ottos não fazem muito esse é que é o problema

 

Sent from my X10i using Tapatalk 2

 

Se não fosse por experiência própria não sugeria...

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Obrigado pessoal!

 

Magikarp:

Jordanela tenho receio. A água está nos 6 de pH eventualmente menos. Acho que elas não atinam muito com essas águas.

Ricardo:

Eu vou deixar as algas sim senhor. Queria era apenas controlá-las melhor principalmente as que crescem nas raízes das flutuantes e nas ramagens que ficam próximo da superfície.

 

Gonçalo:

Os otos comuns não existem no Rio Negro (pelo menos não encontrei nenhuma evidência, apenas está registadas uma espécie de parotocinclus) e, pelo que me dizem, estão bastante mais voltados para gsa e coisas do género do que para estas filamentosas fininhas...Os siameses são loucos por este tipo de alga.

Devo lembrar que a ideia é diminuir a infestação e depois, quando as flutuantes tiverem tomado conta da superfície, retirar a equipa de limpeza.

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Viva Nuno,

 

Antes de mais parabéns pela iniciativa. Montaste aqui um tópico muito interessante que vou seguir com atenção.

A unica critica que faço ao tópico é a qualidade e quantidade das fotos. Devias arranjar um máquina razoável, que faça justiça ao teu entusiasmo.

Biótipos são mais dificeis de fotografar por terem pouca luz, e usar flash está fora de questão.

Relativamente às algas, usar alguns siamensis infelizmente mas não deve resolver o problema. E vai-te criar dois problemas:
- Deixa de ser um biótipo. (os siamensis são asiáticos)

- Níveis de agressividade muito altos. (embora possa não parecer em loja, esta espécie é mto agressiva quando se estabelece. Além de que são estupidamente rápidos, não os apanhas sem esvaziar o aquário)

 

O que precisas de fazer para essas algas perderem força é baixar os Nitratos . Nunca irão desaparecer totalmente, mas reduzem até que mal se notam. Se os nitratos voltam a subir, elas voltam a aparecer.
Consegues baixar os nitratos através de plantas (flutuantes no teu caso são uma boa hipotese), ou usando A.O.(osmose)

Edit: Para manter os Nitratos baixos, evitar o excesso de comida é boa prática.

Edited by Spaar
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Obrigado pelo comentário.

 

Bem... Recentemente medi fosfatos e nitratos e deu em ambos os casos um zero absoluto.

 

É curioso porque a pessoa que os mediu é um reconhecido e premiado artista do aquascaping de plantados e sugeriu que eu fertilizasse a água com um KPN + traces porque, diz ele, assim sem ajuda as flutuantes não irão crescer a um nível que as faça vencer a concorrência das algas.

 

Quanto aos SAE eu já tive esse peixe no passado e ele é como tu dizes. Quando são pequenos até trabalham bem mas depois tornam-se rapidamente nuns charutos obesos que não deixam comer mais ninguém e que, para piorar as coisas são terríveis de apanhar.

 

 

A questão do biótopo não se coloca porque a entrada deles seria sempre temporária (mas teria de os apanhar depois).

 

Uma forma de o fazer é com armadilhas. Aproveita-se a gula do bicho.

 

Enfim...

 

Vou primeiro combater a coisa com camarões Amano (que depois irão ser retirados) e muita paciência.

 

Quanto à àgua de RO, eu tenho usado parcialmente nas TPAs para baixar a mineralização mas nitratos e fosfatos nunca foram um problema na água da companhia.

 

Aliás à saída da minha RO montei um desionizador diy que me baixa a mineralização para 1 ppm.

 

Acho que vou seguir aquilo que dizes e evitarei os SAE durante mais umas semanas a ver se as flutuantes começam a ganhar a guerra.

Edited by Nuno Prazeres

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Jordanellas já vi em pH de 5.5 e já vi em pH 8.2
Já vi em temperaturas de 15ºC e já vi em 28 ahaha :tongue:

 

Acho que são um tanque que aguenta de tudo!! mas percebo a preocupação porque não é aconcelhado ;)

Retirar os amano não vai ser nada facil com tanta folha :s

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boas!!

 

epah gostei bues do resultado final, embora no prencipio da montagem nao me parece-s "nada de mais" depois das folhas começarem a decompor e a asentar tudo direitinho no fundo o aqua ficou logo com outra alma!!

 

curti tambem a escolha dos peixes, tens aí foto que realmente parece uma foto tirada dentro d 1 lago e nao de 1 aquario, mto bom!!

 

eu talvez mete-s mais uns troncos a preencher 1 pouco os cantos ou como falaste algures no topico ultilizar umas nymphea lotus, so mesmo pa nao deixar aquele vazio, mas é so uma questao d gosto, n ficaria melhor nem pior ;)

 

so tenho uma pergunta, o facto de teres tanta materia em decomposiçao nao te altera a kimica da agua???

 

 

abraço

Edited by Marco Nelson

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Gonçalo:

Os otos comuns não existem no Rio Negro (pelo menos não encontrei nenhuma evidência, apenas está registadas uma espécie de parotocinclus) e, pelo que me dizem, estão bastante mais voltados para gsa e coisas do género do que para estas filamentosas fininhas...Os siameses são loucos por este tipo de alga.

Devo lembrar que a ideia é diminuir a infestação e depois, quando as flutuantes tiverem tomado conta da superfície, retirar a equipa de limpeza.

 

http://clade.ansp.org/ichthyology/collections/fish_map_viewer.php?genus=Otocinclus& ;)

 

 

Querem ver que na natureza só andam à procura de green spots?Obviamente estou a gozar, acho é que o pessoal faz passar os peixes por "finos"...

 

Que tipo de algas são estas? :)

_MG_8145.jpg

Alguma horas depois...

_MG_7831.jpg

O mesmo tipo de algas cobria esta rocha...ficou limpinha:

_MG_6063.jpg

 

Posto isto, o diz que se diz na net nem sempre é de fiar.

Tal como referi, foi apenas umas sugestão, acho que um cardume ficava ai a matar!

Sobre os SAE nem quero imaginar a trabalheira que vais ter para apanhar estes bandidos que parecem balas nesse leito de folhas! :ph34r:

Edited by GoncaloSilvestre
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Gonçalo muito bom , tenho um cardume de 15 que entraram recentemente no aqua e tenho notado muita diferença no tronco que Ja estavam para lá das horas da morte .

 

a verdade que cada caso é um caso , à que dar uma oportunidade aos meninos .

 

belo site esse ai.

 

obrigado por partilhares, vou ficar muito mais descansado com os meus :)

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Nuno,


Li o teu tópico todo "Projecto Outono", de inicio ao fim, e fiquei fascinado com a tua dedicação e sabedoria, e como muitos aqui já o referiram, as fotos são a cereja no topo do bolo, tens que tratar disso, arranjar umas fotos que nos mostrem os pequenos e grandes "detalhes".


Parabéns pelo teu Biótopo. Abraço

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Grandes otos esses!!!

 

Agora quanto à sua presença no Rio Negro, insisto no que tinha dito.

 

Há dois "Rios Negros" na América do Sul.

 

Um na bacia do Amazonas e outro na do Paraná/Paraguay. É neste segundo que se encontram os Otos.

 

No Rio Negro que procuro modelizar é o do Amazonas.

 

Existem lá Loricarídeos mas não os otos, Há uns primos próximos deles nomeadamente os Parotocinclus mas ocorrem no Allto Rio Negro e não no médio.

 

Agora lá por não fazerem parte do biótopo, não significa que não possam ir lá fazer "trabalho temporário".

 

Eu já tive otos há uns anos e confesso que não me impressionaram muito. O trabalho duro que tenho para lhes oferecer é limpar as raízes das flutuantes e os ramos semi-imersos.

 

Não estou a ver os otos a comer algas a meia água porque a base onde elas estão fixas é muito pequena. Aquilo é peixe que percisa de apoiar bem a boca. :)

 

Vou ver se encontro as Jordanelas. Pelo menos tento um peixe que nunca tive antes ao contrário dos outros dois.

 

Algém sabe onde arranjar disso?

 

Quanto a caçar as Caridinas do Sr. Amano, não me parece tarefa demasiado complexa.

 

Relativamente aos detritos alterarem a química da água... espero que sim :)

 

As folhas também estão lá para isso. Para fornecer taninos à água.

 

As folhas secas têm poucos compostos azotados e fosfatados. É muito mais à base de carbono. De qualquer maneira é uma degradação lenta e as flutuantes estão lá para ficar com os restos.

 

Quanto ao aquascaping, estou a recolher mais galhos e aquilo hoje em dia, com as raízes das Limnobium, está mais preenchido.

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Li o teu tópico todo "Projecto Outono", de inicio ao fim, e fiquei fascinado com a tua dedicação e sabedoria, e como muitos aqui já o referiram, as fotos são a cereja no topo do bolo, tens que tratar disso, arranjar umas fotos que nos mostrem os pequenos e grandes "detalhes".

 

Quando resolver as algas e entrarem os peixes que faltam, abro um concurso público para algum artista do fórum dar cá um salto e tirar umas fotos valentes... :)

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Quando resolver as algas e entrarem os peixes que faltam, abro um concurso público para algum artista do fórum dar cá um salto e tirar umas fotos valentes... :)

SIGA ... :naughty:

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Boas Nuno,

 

Parabéns pelo biótopo. Para mim este é o tipo de aquário mais interessante. Envolve uma grande pesquisa para assimilar informações sobre as espécies de peixes e plantas e dá imenso trabalho recriar as condições, mas depois o resultado com peixes a mostrar todo o seu comportamento natural é compensador.

Ultimamente também andei com ideias de voltar a fazer um biótopo rigoroso e encontrei muitas coisas no youtube sobre expedições. Caso não conheças ainda, vê o canal do Ivan Mikolji. Tem lá videos muito interessantes de biótopos sul americanos, em particular de Dicrossus filamentosus (caso ainda tenhas vontade de os ter)

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Boas Nuno,

 

Parabéns pelo biótopo. Para mim este é o tipo de aquário mais interessante. Envolve uma grande pesquisa para assimilar informações sobre as espécies de peixes e plantas e dá imenso trabalho recriar as condições, mas depois o resultado com peixes a mostrar todo o seu comportamento natural é compensador.

Ultimamente também andei com ideias de voltar a fazer um biótopo rigoroso e encontrei muitas coisas no youtube sobre expedições. Caso não conheças ainda, vê o canal do Ivan Mikolji. Tem lá videos muito interessantes de biótopos sul americanos, em particular de Dicrossus filamentosus (caso ainda tenhas vontade de os ter)

 

 

Obrigado!

 

Eu por acaso já conheço o canal dele. É incrivelmente rico. Houve muita coisa que vi por lá que acabou por me inspirar no meu projeto.

 

Agora relativamente a novidades.

 

Água:

Continuo com muita dificuldade em manter baixa a condutividade da água. Medindo em TDS cheguei a ir aos 200. A evaporação e um tronco mal curado parecem justificar tal tendência.

 

No passado fim de semana fiz uma TPA gigante (para os peixes equivaleu a uma chuvada e a excitação foi muita),

 

Agora tenho a coisa mais controlada em redor dos 90 mas estou a fazer pequenas TPAs diárias com água de osmose inversa até chegar aos almejados 50. Espero entretanto que o tronco esgote a produção mineral que tanto me tem irritado.

 

 

Plantas:

As algas estão-me a atrofiar as raízes das Phylanthus e diria que já são mais as que morrem do que as que se multiplicam.

 

As Limnobium resistem melhor e têm raízes que chegam quase aos 45 cm.

 

Entretanto, tenho andado a dialogar com companheiros nossos do outro lado do charco e têm-me ajudado muito na identificação de espécies do local.

 

Quanto às espécies confirma-se a Nymphaea amazonus mas, depois de muita análise, é provável que esta amiga aqui seja uma Mayaca fluviatilis:

 

 

Extraído dum video do youtube

 

JZrWplo.jpg

 

 

Se houver para aí algum especialista que queira opinar, agradecia.

 

Ou seja: o Igarapé que pretendo usar como principal modelo tem estas duas espécies vegetais.

 

A Mayaca admito que consiga encontrar, a Nymphaea só vi numa loja online no Brasil mas não exportam.

 

A alternativa temporária é usar uma N. lotus zenkeri que visualmente é semelhante embora seja uma espécie africana. Talvez o venha a fazer mas não deixarei de procurar a original N. amazonus. Sempre vou aprendendo alguma coisa sobre este fascinante género de plantas.

 

Se assim for as Limnobium e Phylanthus passam para a sump.

 

Peixes:

Pois os cardinais vendem saúde. A comer parecem autênticas piranhas e estão a crescer bem e já se notam algumas fêmeas indiscutíveis. Vamos ver se a mudança de água para outra condutividade os estimula mais à frente a colocar uns ovinhos nas folhas. Comida viva ajudaria. Vou tentar arranjar vermes de grindal e iniciar uma cultura de Daphnia (já está prontinha na varanda com a 200 litrinhos água maturada mas este frio desaconselha que comece já),

Uma nota muito relevante vai para o facto destes cardinais serem selvagens e a época da reprodução começar em finais de Março que é a altura em que começam as grandes cheias no médio Rio Negro.

 

Entretanto chegaram novidades!!!

 

z4mzDJF.jpg

 

nH0MMAH.jpg

 

Tratam-se de Nannostomus eques! Peixes fascinantes. O comportamento deles foi magnífico. Assim que entraram parecia que conheciam os cantos à casa. Andam com a sua postura habitual e frequentam invariavelmente a zona da superfície junto aos troncos e plantas flutuantes.

 

Infelizmente, quando os comprei (são dez) não me apercebi que dois deles não eram N. eques mas sim N, unifasciatus. São bastante semelhantes mas mais desinteressantes no que toca a coloração. Logo que aloja receba mais N. eques, irei trocá-los. Não quero "gastar" peixes em espécies não estratégicas embora existam comprovademente neste biótopo.

Fica a nota que além da coloração, o comportamento também diverge dos N. eques. Não ficam tanto à superfície e, pasme-se, passam o tempo a "bicar" nas algas filamentosas enquanto os outros nem lhes ligam. Agora nota-se-lhes algum stress por serem apenas dois, Um deles ainda interage qualquer coisa com os outros mas o maior fica sempre isolado e tenho dificuldade em alimentá-lo.

 

Ficam a faltar os Hyphessobrycon bentosi (que confirmei num artigo científico brasileiro que existem num raio de 50km de Barcelos do Rio Negro) e talvez os Dicrossus filamentosus mas esses quase de certeza que só depois do verão.

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Nuno eu já nem sei o que te diga... Nunca estive tão interessado num topico como estou neste!!

 

Os eques são realmente peixes com um comportamento muito engaçado tal como a maioria dos nannostomus espero mesmo que consigas a reprodução ;)

 

Se tencionas mesmo a reprodução dessas duas especies não sei se é muito aconcelhado adicionar tanto os Hyphessobrycon bentosi como os Dicrossus filamentosus sendo que devem tentar predar os alevins mas deves saber mais do que eu sobre isso sem duvida nenhuma

 

Continua com o excelente trabalho

 

Abraço

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Boas,

 

Reproduzir os N. eques nestas condições deve ser quase impossível porque desovam em elementos verticais junto à superfície e os ovos aderem. Como resultado ficam à disposição dos cardinais.

 

Só acredito na viabilidade de desovas de espécies cujos ovos se percam na confusão das folhas. Caem nessa categoria os cardinais e os H. bentosi,

 

Contudo, se já tiver os Dicrossus, a coisa complica-se mesmo muito porque, na natureza, eles passam o dia a investigar as folhas do fundo em busca de comida.

 

Ou seja: Os Dicrossus inviabilizam reprodução de cardinais e bentosi e os cardinais e os bentosi inviabilizam a reprodução de N. eques.

 

Como não se pode ter tudo e Março-Junho corresponde ao período mais ativo da reprodução dos tetras desta região, os Dicrossus vão ter que esperar.

 

Esses sim. Depois só têm que fazer bem o trabalho de pais.

 

 

Nota adicional:

 

À custa de TPAs à bruta deixei de ter o problema de subida constante e abrupta de TDS e a água já está nuns muito mais aceitáveis 65 ppm.

 

Vou manter a água nesses níveis. Quando sentir que os peixes estão suficientemente condicionados, baixo para uns 20ppm a ver se estimulo qualquer coisa.

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Hoje introduzi uma Nymphaea lotus zenkeri para simular a N. amazonum que ainda não arranjei mas vou arranjar (já vou no terceiro grossista brasileiro que tem mas não exporta, mas não desisto).

 

Também estive a fazer a base dum controlador da iluminação para amanhã começar a simular o nascer e por do sol. Se fosse peixe detestaria o acordar repentino com a luz no máximo ou o cair súbito e instantâneo da noite.

 

Mais para a frente vou simular nuvens e talvez relâmpagos noturnos. Sou tonto o suficiente para simular o ruído também se conseguir algum método de o produzir na água porque não quero acordar os vizinhos (há-de ser um som de baixa frequência que os peixes sentem via linha lateral).

 

Não sei se é mito mas diz-se que há espécies relutantes em reproduzirem-se que mudam de ideias com estes "gadgets ambientais" acompanhados por TPAs em que entra água bastante mais mole.

 

Por falar nisso, os P. axelrodi e os N. eques têm mostrado alguma agressividade intra específica o que é um excelente indicador de que as hormonas estão a fluir. Os N. unifasciatus são claramente um casal e o macho passa o tempo a exibir-se perante a fêmea mas esta está bastante magra e tirando o picar constante nas algas, tem estado demasiado tímida para comer artemia congelada, bloodworms ou flocos.

 

Entretanto, aqui fica uma foto geral do tanque (bastante má como de costume)...

 

UNILVfo.jpg

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