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  1. 3 points
    Pessoal obrigado pelas dicas. Dia 70 e na TPA houve limpeza de filtro de externo. Limpeza do filtro e medias com água do aquario para manter as bacterias benéficas. Muita porcaria e lá encontrei apenas 1 camarão Sakura Red Cherry dentro do filtro que cresceu e voltou de novo para o aquário ileso. TPA sem poda. Vou deixar crescer até cima para depois replantar. Lá continuam as filamentosas verdes, sempre a insistir.. Passei hoje o fotoperiodo para 5h30 até ter o controlador LED para reduzir a intensidade da luz que creio não estar a ajudar eliminar as algas filamentoras verdes. Obrigado
  2. 3 points
    Ontem foi dia de sessão fotográfica, lá tirei o pó ao equipamento de estúdio e transformei a sala num estúdio! Obrigado ao Luís Alves pela ajuda, as fotos seguintes são da usa autoria :) agora é tratar as imagens e escolher a melhor para enviar até ao fim deste mês para o Japão. Desculpem o desfoque na imagem mas tem a ver com as regras do ialpc.
  3. 3 points
    Boas, Deixem-me começar este texto com um aviso sobre a imparcialidade do autor destas linhas no que toca ao tema em epígrafe. Sim, confesso: sou absolutamente suspeito quando o assunto são os aquários de biótopo, tal como sou absolutamente contra a hibridização de espécies, este último um tema muito na moda hoje em dia (mas que para mim é um verdadeiro atentado ao património genético dos nossos peixes, muitos deles em risco de extinção na Natureza. Defendo até que deviam ser proibidas as hibridizações em larga escala e que nós aquariófilos temos a responsabilidade de ajudar a conservar esse património genético...). Mas adiante… Um debate sobre a hibridização terá de ficar para uma outra altura... Hoje vamos centrar-nos nos aquários de biótopo, onde se juntam peixes e plantas da mesma região e se tentam recriar ao detalhe as condições que eles encontram na Natureza, criando um habitat o mais natural possível, um caminho que começou a ganhar uma nova dinâmica ao longo da última década e meia (e que pessoalmente tento seguir há mais de 35 anos). Vem isto a propósito do projecto Biotope Aquarium, a mais recente iniciativa de Heiko Bleher, apresentada há poucos meses. Para os mais desatentos, Heiko Bleher é um investigador, autor, fotógrafo e cineasta alemão muito conhecido entre a comunidade científica pela sua contribuição para a exploração de habitats de água doce e salobra em todo o mundo (já esteve em mais de 200 países), bem como pela descoberta de muitas espécies (sendo que várias delas foram inclusivamente baptizadas com a latinização do seu nome de família). Quem de nós, aquariófilos, não ouviu já falar de espécies de peixes de água doce como o Hemmigrammus bleheri, o Leporinus bleheri, a Bleheratherina pierucciae, o Streatocranus bleheri, a Channa bleheri, o Phenacogrammus bleheri, a Moenkhausia heikoi, a Chilatherina bleheri, a Vrisea bleheri, entre vários outros? Além de várias plantas? São todas espécies que foram descobertas por Heiko Bleher ou pela sua família, pois ele pertence à terceira geração de uma família que já deu enormes contributos no campo da aquariofilia… Para ficarmos sintonizados sobre o assunto, deixo aos meus caros leitores já aqui em baixo o filme de apresentação do projecto Biotope Aquarium: Ora o projecto Biotope Aquarium está agora a fazer crowdfunding através do site Indiegogo, para angariar fundos que lhe permitam produzir suportes multimédia informativos e com um público-alvo à escala global —multi-idioma, portanto —, destinados a educar os aquariófilos sobre os habitats aquáticos naturais de todo o mundo, A ideia é dar-lhes acesso a conhecimentos mais detalhados sobre o ambiente natural das espécies, que lhes permitam replicar com mais fidelidade essas comunidades ecológicas — mais conhecidas por biótopos — nos respectivos aquários domésticos. Para quem quiser saber mais sobre o projecto e as várias formas de participar ou contribuir, o link está aqui em baixo: https://www.indiegogo.com/projects/biotope-aquarium-project-apps-water#/ Aquário comunitário versus aquário de biótopo Pessoalmente, não podia estar mais de acordo com a iniciativa de Bleher. Não acho graça nenhuma a aquários comunitários de água doce, onde se juntam várias espécies de peixes e plantas só com base nas cores ou nas formas dos peixes, mau grado o facto de na maior parte das vezes eles terem requisitos ambientais totalmente diferentes. Para mim, sempre que me deparo com um aquário desses fico logo com a ideia de que a pessoa que o mantém deve ser principiante e não deve perceber quase nada do assunto… O que nem sempre corresponde à realidade, também tenho de admitir. Mas são as raras excepções que confirmam a regra… A realidade é que a maior parte dos aquariófilos começa o seu percurso neste hobby a juntar simplesmente animais e plantas de uma forma aleatória no aquário, decorando-o segundo uma estética pessoal e socorrendo-se muitas vezes de elementos totalmente artificiais. São os chamados aquários comunitários, que na maioria das vezes pouco ou nada têm de natural. Além das vulgares plantas e rochas de plástico, já vi aquários com castelos de plástico, sereias, barcos e até carros afundados. Às vezes até me arrepio… Gostos não se discutem, é certo... Mas já a falta de gosto é outra coisa completamente distinta… Porém, à medida que vamos aprendendo mais sobre o assunto, quase que diria que a tendência natural é passarmos a tentar recriar os habitats naturais de determinadas espécies, em vez de comunidades que integram peixes e plantas de diferentes partes do mundo. Na minha opinião há um prazer muito mais especial quando observamos os animais a interagirem entre si e com o ambiente que os rodeia como fazem na Natureza… Além de que num aquário de biótopo lhes proporcionamos as condições ideais, tal como os parâmetros de água mais adequados e a decoração que ajuda a manter esses parâmetros estáveis, exactamente como sucede na Natureza. Basicamente, estamos a reproduzir as condições para os seres vivos no nosso aquário terem um ambiente mais saudável. Tão simples quanto isto. Ou seja, um aquário de biótopo é a criação de um ambiente aquático onde todos os distintos organismos — sejam eles peixes, camarões, caracóis ou plantas — têm ao dispor as melhores condições para formarem uma comunidade verdadeiramente biológica, interagindo entre si e dependendo uns dos outros num micro-ecossistema que tenta ser a replicação mais próxima possível do que encontrariam no ambiente natural (tal e qual como se estivéssemos a ver um programa da National Geographic Wild ao vivo, só que este foi criado na nossa casa…) Com isso, todos os seres vivos dentro do nosso aquário passam a ter um comportamento natural e a recompensar-nos mostrando as suas melhores cores e reproduzindo-se com muito mais frequência. Para um aquariófilo consciencioso, é a simbiose perfeita entre a pesquisa científica e a paixão pelo aquário. Algo a que eu me costumo referir como aquariologia (ciência) e já não simples aquariofilia (lazer)… A história por detrás do movimento Segundo Heiko Bleher e Natasha Khardina, os dois principais mentores do projecto, tudo terá começado em Setembro de 2000, durante a feira semestral Zierfische & Aquarium, realizada em Duisburg, na Alemanha. Eles foram convidados pelos membros do clube de aquários belga De Zilverhaai para jantarem num restaurante italiano e discutirem a organização de um novo evento chamado AquaXpo, que acabou por se realizar em Hasselt, na Bélgica, um ano depois. Heiko concordou em ajudá-los e propôs-se decorar 23 aquários biótopos. O problema é que ele tinha uma agenda muito apertada e só iria dispôr de 5 dias para os montar… Foi uma tarefa ciclópica, mas Heiko lá conseguiu, com a ajuda de Natasha, decorando os aquários durante o dia e sofrendo de terríveis ataques de malária durante a noite, que não o impediam todavia de voltar a trabalhar de manhã. Embora o resultado desse trabalho não fosse aquários perfeitos do ponto de vista estético e artístico — pelo menos segundo os padrões estabelecidos por Takashi Amano (o japonês “pai” do chamado “aquário natural”, conceito que não se confunde com o aquário de biótopo, pois raramente coincidem…) — esses aquários transmitiram uma boa ideia aos visitantes sobre como pareciam os correspondentes habitats naturais, os autênticos. Os visitantes do evento entenderam que num aquário de biótopo os habitantes sentem-se instintivamente muito mais protegidos, reconhecem os arredores e comunicam com as outras espécies, que reconhecem, tal como estão acostumados a fazer nos habitats originais. Seguiram-se várias outras exposições semelhantes na Alemanha, Itália e Estados Unidos, todas com uma taxa de sucesso muito significativa. Depois desses eventos Heiko foi convidado para decorar aquários de biótopo na China, na Polónia, em Espanha, na Suécia, na Indonésia, na Austrália, nos Emiratos Árabes Unidos, na Índia, na Noruega, na Dinamarca, em França, no Canadá e em muitos outros países. O projecto Biotope Aquarium começou a ganhar forma como movimento, sobretudo por se tratar de passo natural e inevitável no desenvolvimento do hobby. Os aquários de biótopo modernos vieram unificar o conceito da beleza estética do Aquascaping com as pesquisas científicas indispensáveis para os aquariófilos conseguirem reproduzir uma expressão documental da Natureza, retratando lugares que poderão até vir a desaparecer dentro de pouco tempo. A consciencialização subjacente ao projecto A realidade é que nós, aquariófilos, temos de nos consciencializar de que os lugares de onde provêm muitos dos nossos peixes e plantas estão a desaparecer a um ritmo incrivelmente rápido. Se estivermos atentos ao que se passa no planeta, vemos que é urgente tomarmos todos medidas mais ecológicas, pois a pressão dos interesses modernos sobre os recursos do planeta — as agendas políticas, as crises económicas, a globalização, a poluição, o aumento da populações, etc — está a ameaçar o equilíbrio do mundo tal como o conhecemos. E a água doce é provavelmente um dos recursos naturais mais ameaçados… Heiko Bleher faz questão de salientar que a água doce constitui apenas 1% da superfície do planeta e que, incrivelmente, mais de 40% de todas as espécies de peixes conhecidas vivem nesse 1% . Ora o ser humano é uma das espécies que não conseguiria sobreviver sem água doce. Ou seja, enquanto espécie continuamos a destruir um dos fundamentos da nossa própria vida, que são os habitats de água doce. E estamos a fazê-lo em todo o planeta. Nem os glaciares — as reservas mais antigas de água doce — escapam a este ritmo destrutivo. É absolutamente evidente que precisamos de mudar urgentemente a nossa abordagem, a nossa consciência colectiva sobre a questão. O plano a longo prazo do projecto Biotope Aquarium é educar as pessoas, começando pelas mais novas, sobre a importância da conservação da água doce e de tudo o que vive nos seus habitats. Mas existe outro plano, este a curto prazo: antes que seja tarde demais, é urgente pesquisar e documentar cada um dos habitats de água doce em detalhe. Há muito poucas pessoas que já começaram a fazer esse trabalho há décadas. A viajarem por todo o mundo para fazerem pesquisa, enfiando-se de cabeça em cada canto dos rios, dos lagos ou mesmo de charcos de água, para procurarem peixes, plantas ou crustáceos e fotografá-los e anotar cada detalhe, por forma a documentarem todas as formas de vida aquática. Heiko Bleher é uma dessas pessoas. Quanto a mim, estou-lhe extremamente agradecido por isso. Cumprimentos
  4. 2 points
    Boas noites alegria 179 Eu na foto não deu para ver o que você diz,mas qualquer das maneiras veja aqui se não será isto, https://peixeseaves.wordpress.com/2016/05/11/lerneose-verme-ancora/ Cump. Álvaro Silva
  5. 2 points
    Em modo de cruzeiro a criar algas profissionalmente :-) Fotos com telemóvel novo, ainda não tive tempo para treinar os settings, mas já se nota a diferença: é possível agora entrar dentro do aqua, desgraças à vista... e ampliadas!! Ainda por cima sem limpeza prévia, tudo em estado selvagem hehe Vou tentar trazer fotos do aqua jardinado da próxima vez, esta realidade assim é demasiado crua, só com bolinha :-)
  6. 2 points
    Mais umas fotos, espero que gostem... , não há dúvida que desta vez está a correr bem, estou mesmo entusiasmada.
  7. 2 points
    Hoje é dia de manutenção aqui por casa. E este menino vão levar uma poda valente. Aqui ficas umas fotos tiradas com tele. Sent from my GT-I9305 using Tapatalk
  8. 2 points
    Obrigada Tozé, vindo de ti fico lisonjeada. Aqui ficam mais umas... Yin - Adicionada em Abril - Bucephalandra sp. Lamandau mini red.
  9. 2 points
    Um pequeno update. A crescer sem problemas. Mesmo sendo um setup rápido e sem preparação não deixa de ser bonito de se apreciar. Vai melhorar entratanto pois hoje meti mais algumas podas de outras especies de rotalas. 25052018-_MG_3522-Editar-2 by Luís Cardoso, no Flickr
  10. 2 points
    Já agora, na sequência do texto anterior, em que defendi o uso do sal marinho para o tratamento da falsa doença fúngica, deixo ao pessoal uma tabela para facilitar a consulta sobre como podemos usar o sal marinho de forma terapêutica nos nossos aquários... table, th, td { border: 1px solid #999999; } tr:hover { background-color: #f5f5f5; } tr:nth-child(even) { background-color: #f2f2f2; } th { background-color: #444445; color: #ffffff; } th, td { padding: 6px 8px 15px; } Dosagens de sal marinho para o tratamento de doenças ou alívio do stress Problema Concentração e duração do tratamento Parasitas externos de peixes em criação Encher um recipiente externo com água do aquário, adicionar 30 gramas de sal por litro e dar um banho rápido de 15 segundos ao peixe Parasitas externos (Costia, Epistylis, Trichodina, Chilodonella e Dactylogyrus/Gyrodactylus): Método A) Encher um recipiente externo com água do aquário, adicionar entre 10 a 20 gramas de sal por litro e dar um banho de até 30 minutos no máximo (ou até o peixe mostrar sinais de stress) Método B) Dissolver entre 1 a 2 gramas de sal por litro e adicionar à agua do aquário como tratamento de longa duração Envenenamento por nitritos Dissolver 5 gramas de sal (uma colher de chá rasa) por cada 20 litros e adicionar à água do aquário (quando os níveis de nitritos excederem 0,5 ppm) Recuperação de stress (e durante o transporte) Dissolver entre 1 a 3 gramas de sal por litro na água para facilitar a recuperação ou como tratamento preventivo
  11. 1 point
    Olá, olá!! Hoje trago-vos um camarão de que muitos falam e que pouco dele se sabe, é também conhecido por camarão Ibérico mas não é só Ibérico como podemos ver na sua origem/distribuição. Este camarão é conhecido por muitos como camarão camaleão devido à sua coloração esverdeada, ou azulada, ou acinzentada, ou acastanhada e pintalgada, há quem acredite que este fabuloso espécime mude de cor mediante o meio em que se encontra, ajustando-se à cor das folhas ou das rochas de modo a tornar-se impercetível. O modo de como este camarão é pouco explorado pelo meio da aquariofilia existindo praticamente por toda a Europa é o resultado da sua camuflagem e enquadramento com o meio natural. Foto: Família: Atyiidae Género: Atyaephyra Nome cientifico: Atyaephyra desmaresti Origem/Distribuição: Sul da Europa(1), Norte de África. Sociabilidade com crustáceos da mesma espécie: Muito boa Sociabilidade com peixes: Muito boa. Tamanho adulto: 2cm a 3cm (compreendido entre zero ponto dois milímetros a cinco milímetros) Parâmetros da água: -Temperatura: 1ºC - 26ºC / 33-78 °F (compreendido entre um grau celsius e os vinte e seis graus celsius / compreendido entre trinta e três graus fahrenheit e setenta e oito graus fahrenheit) -Ph: 6,0 - 7,0 (compreendido entre seis e sete) Dimensões mínimas do aquário: +10 L (mais de dez litros) Alimentação: Plâncton de água doce, flocos triturados(ração industrial) e comida congelada.. Dimorfismo Sexual: As fêmeas são maiores que os machos. Reprodução: --- Sugestões: Introduzir no aquário só com o ciclo de azoto completo. Fazer tpa´s todas as semanas de pelo menos 10%. Nota(s): Sul da Europa(1) - Pensa-se que esteja, atualmente, distribuído por toda a Europa excluindo ilhas. Web grafia: Foto retirada de: http://www.peixefauna.com/t3889-atyaephyra-desmaresti-o-nosso-camarao-iberico Informação baseada em: https://pl.wikipedia.org/wiki/Krewetka_nakrapiana Informação baseada em: http://www.peixefauna.com/t3078-atyaephyra-desmaresti-iberico 8 - Atyaephyra desmaresti -Rui Ferreira 09-10-2016
  12. 1 point
    Tenho andado ocupado com coisas de casamentos, casa nova, novo trabalho etc. Uma rebaldaria completa! Mas o hobby continua cá, apesar de menos intensivo mas continua. Ainda no sábado fiz um rescape ao pequeno. Ver se o mostro por aqui. Abraço ToZé.
  13. 1 point
    Boas Daniel Sabes que o Plecostomus torna-se um peixe muito grande,para esse aquário,e quando ele e grande,cada vez que se assusta e dá um arranque pelo aquário vai levar plantas,e tudo a sua frente,devias ir há loja onde compras os teus peixes haver se o lojista te trocava por um peixe mais pequeno,mas não mais do mesmo,não se me entendes,se queres um aquário com plantas esse peixe fica fora do contesto. Cump: Álvaro Silva
  14. 1 point
    Boas Alexandre Começo pelo fim,para já tpa,s devias fazer-las todas as semanas ai 20 ou 30% sobre os litros do aquário,tira o carvão activado,só deves colocares o carvão a quando fazes um tratamento ao aquário com remédios,ai sim no fim do tratamento colocas então o carvão mas só durante uns 15 dias ou um mês,depois lixo,sobre o filtro,na minha opinião,devias de limpar o filtro só quando ele estiver mesmo a ficar sujo,ou teres estado a mexer no substrato e tenha levantado muito lixo,e tu veres que o filtro começou a perder caudal,então uma limpeza ao mesmo,sobre os Guppys estarem a evacuarem fezes brancas penso que seija parasitas intestinais,olha o que eu de vez em quando faço e o seguinte tiro um pouco de água do aquário para um recipiente que possa ir ao lume,coloco um dente de alho descascado e dou um corte no dente,e deixo ferver,depois deixo arrefecer a água e espalho pelo aquário,sem o dente de alho e claro,mas isso sou eu que faço,e faço isso já há muitos anos e tenho-me dado bem,qualquer das maneiras vou-te deixar aqui um artigo que te pode ser util,olha aqui https://www.aquaa3.com.br/2016/10/protozoarios-intestinais-nos-peixes-ornamentais.html outra coisa abaixa a temperatura para 26 graus que esta bom,e ainda poupas energia ( € ) sobre as physas ser uma manada como tu dizes,isso quer dizer que estas a dar muito comer aos peixes e esta a sobrar para as physas,acho que e tudo,boa sorte. Cump: Álvaro Silva
  15. 1 point
    Akadama é argila cozida, se não tiver mais nada adicionado serve perfeitamente. Antes de haver os substratos próprios era muito usado para os aquários, especialmente um que tinha duas riscas vermelhas, pesquisa por double red line akadama. Já as terras para bonsai que tem akadama e mais qualquer coisa não aconselho!
  16. 1 point
    Peço desculpa. Eu li o tópico um pouco por alto e não estava nem de perto nem de longe a criticar a abordagem. Quer faças testes ou não, pelo facto que tenho um respeito enorme por aqueles que conseguem manter essa vontade de aprender e compreender o que se passa dentro do aquário. Eu pessoalmente não consigo faze-lo divido ao defice de atencao e hiperactividade que faz com que tenha dificuldades em me concentrar,por isso tive que procurar um método que me permitisse navegar essa dificuldade. Mas posso dizer que pelo menos a soluções aquáticas vende os sais, deduzo que outras lojas portuguesas o farão. Pela tua resposta noto que até tens tido um nível alto de paciência com este aquário. O que é muito bom, no meu caso pessoal as coisas começaram a correr - me muito melhor desde que deixei de preocupar - me tanto. Faço a minha manutenção religiosamente e vou alterando as coisas lentamente e não entro em pânico ao menor sinal de problema. Cada um tem o seu método com o tempo vais desenvolvendo o teu. Eu acho que o aquário esta bom e com o tempo vai ficar muito melhor por isso continua no bom caminho e vai postando updates para a gente ver como isso cresce. Sent from my GT-I9305 using Tapatalk
  17. 1 point
    Boas Vasco, Espero que assim seja, estava tudo a andar bem até que tive um pequeno percalço com o filtro... Uma fuga de água na zona de engate das mangueiras levou a que tivesse de desactivar o filtro por uns dias. Resultado ganhei uma piscina nova, e perdi grande parte da biologia do filtro... Agora está resolvido e espero bem que o impacto no ecossistema do aquário tenha sido o menor possível. O que me valeu foi o 2217 que está ali ao canto para as emergências! Quanto às algas em si, muito lentamente vou conseguindo dominar a coisa, reduzi para 7h o tempo de fotoperiodo até estabilizar, parece-me um bom tempo para permitir que as plantas tenham capacidade de resposta perante a competição directa das verduras indesejadas. Abraço
  18. 1 point
    Estou curiosa de ver o resultado final!
  19. 1 point
    @Tozé Nunes, fantástico! Força com essas fotografias!! Aproveito para agradecer o post que partilhaste comigo sobre o tema, está muito bom! Abraço!
  20. 1 point
    Ontem os meus peixinhos andavam cá fora, a nadar todos contentes, não sei que bicho lhes mordeu. Assim tirei uma foto para vos apresentar os meus amigos sempre ausentes, uma prova existencial da sua existência hehe...
  21. 1 point
    Isso está top!! acho que aquilo que estás a passar é o normal...e quando lá para o natal releres o tópico vais ver que vai parecer algo tirado do fundo do baú que já nem te lembras. Coloca mais umas fotos para ver-mos a evolução. PS- menos luz é sempre um bom antidoto para quando as algas atacam.
  22. 1 point
    Boas Telmus, dicas sobre fotografia de aquários deu o Nigel, com direito a vídeo e tudo:
  23. 1 point
  24. 1 point
    Boa tarde. Após vários anos sem estar muito activo aqui no Fórum, eis que vos trago imagens de um dos meus aquários de casa... Equipamentos Aquário: 65x40x40 cm Iluminação: Twinstar Light 600E + suportes DIY (8 horas diárias) Filtração: Eheim 2215 só com esponjas azuis e lã filtrante Aquecimento: Termostato externo Hydor 200W 12/16mm CO2: Pressurizado. Diluição feita através de reactor AquaGro 1000 (temporizador independente; liga 30 minutos antes da luz, e desliga-se 1:30 antes da luz se apagar) Eheim skimmer 350 (funciona apenas 1 hora a cada 3 horas fora do fotoperíodo, e a meio do fotoperíodo apenas 30 minutos) Twinstar Nano 2 + Reactor M9 Hardscape e substractos Nesta parte, espero que os puristas não se chateiem... Usei restos de bastante material que fui guardando ao longo dos anos. ADA Bacter 100 Penac P & W Elos Terra Zero JBL Aquabasis plus Tropica Plant Growth Substrate Elos Terra ADA Amazonia Flora Eleocharis sp. Mini Helanthium tenellum "Green" Cryptocoryne "Tropica" Microsorum sp. "Mini" Bucephalandra "Deep Purple" Bucephalandra "Wavy Green" Anubias nana petite Vesicularia montagnei "Christmas Moss" Ludwigia palustris Rotala sp. Vietnam Rotala sp. Green Proserpinaca palustris "Cuba" Fauna 10 Rasbora espei 2 Otocinclus affinis xx Neocaridina davidi "Carbon Rili" yy Caridina cantonensis "Crystal Black Shrimp" O aquário está montado aí há uns 2 meses, 2 meses e meio... mais coisa menos coisa. Nas primeiras 3 semanas, as TPA's eram duas por semana, de pelo menos 80% do volume de água. Após esse período inicial, e quando comecei a adicionar animais, passei-as a TPA's semanais com a mesma percentagem. Fertilização típica Após TPA e uns 30 minutos da água a circular com o filtro ligado, adiciono por esta ordem: 7 bombadas de Tropica Premium Fertilizer 7,5 mL de Seachem flourish Advance 20 ppm de NO3 com solução DIY de KNO3 (fertiliza logo com 12 ppm de K+) 18 ppm de K+ com solução DIY de K2SO4 (para dar um total de 30 ppm de K+, 12+18) 10 mL de Seachem Flourish Excel diluídos no aquário, localmente se houver alguma alga a matar Após uns 15~20 minutos, 8 ppm de PO4 com solução DIY de KH2PO4 (não contabilizo o K+ adiiconado, porrque é desprezável face aos 30 ppm já adicionados com o KNO3 e o K2SO4) E é isto... quaisquer dúvidas, estejam à vontade para colocar. Durante uma TPA a borrifar as plantas para se manterem húmidas: Na mesma TPA, a fauna toda apertada tipo festival de verão com cabeças de cartaz :P Hope you like it... mais vídeos e fotografias virão Cumprimentos Luís Fortunato
  25. 1 point
    Bom dia, Para dar por encerrado a minha participação venho deixar as minhas notas finais sobre este modelo de fertilização, porque para complementar bem este tópico faltava algo que andei a estudar faz já uns meses e entendo que aquilo que se segue servirá de bom guia para as pessoas que vierem a utilizar este fertilizante. Primeiro gostaria de dizer que para o Tropica Specialized aconselho os utilizadores a porem de parte as calculadoras que estão disponíveis na web e não se regulem por lá para fertilizarem os aquários com o Tropica. Tenho para mim que as formulas de calculo dessas páginas não deverão estar lá muito bem actualizadas pois inserindo os valores de dosagem/ML aquilo dá uns somatórios em PPM semanais que na minha opinião não podem coincidir com a realidade, caso contrario estaríamos a dar fertilização em massa bruta quando na realidade não é. Já tentei perceber a coisa mas não consegui. É a minha impressão apenas. Em jeito de nota para entenderem o que andei a fazer, foi retirar dados de imensos Set Ups / Rotinas da própria Tropica, mas sobretudo de aquários daqueles grandes nomes da aquariofilia, como por exemplo George Farmer, O. Knott e outros que até são desconhecidos, e numa tabela de Excell fui apontando as litragens reais dos aquários, e a dosagem de cada individualmente atendendo também à luz e se com ou sem CO2 etc. Não vi nem consegui ter a percepção que qualquer dos aquários analisados usasse Osmose pelo que esta está fora da equação bem como valores de KH ou GH ou PH. Tambem penso ser irrelevante mas aqui fica a nota. E deste modo numa tabela algo complexa mas que acabou por se tornar fácil porque resumi aos factores LUZ+CO2+Fert consegui chegar aos valores de dosagem que são os que correspondem aos dois mais usados em todos as montagens e até que há aquariofilistas que usam sempre mas sempre o mesmo valor. Um deles de nome internacional nos seus vários aquários onde para litragens diferentes acaba por dar sempre a mesma dose de fertilização semanal da Tropica. As medidas abaixo são uma boa guia de referência a partir da qual podem sempre ajustar e compreendem sempre o uso de CO2 pressurizado em aquarios densamente plantados. Até 40 a 50 Lumen Litro 0.05 por litro. Ex: Aquario de 140 Litros reais a dosagem diária será de 7 ML. (6 PUSH / dia) Mais que 50 Lumen Litro ≤ 70 Lumen Litro: 0.08 por litro. Ex: Aquario de 140 Litros reais a dosagem diária será de 11 ML. (9 PUSH / dia) Espero que vos seja útil e até um dia destes. Abração a todos.

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